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	Comentários sobre: A &#8220;geração Seattle&#8221; e a &#8220;geração de acampantes&#8221;	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Wagner Pyter @MovPop		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48007/#comment-46751</link>

		<dc:creator><![CDATA[Wagner Pyter @MovPop]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 18:11:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu só vejo gente que luta por melhoria nos bairros, nas posses, nos cursinhos populares, grupos anti-violencia, sendo 50% com os ocupantes. ô Louco. só que a base não é no acampamento, é nos trabalhos fora dele, é um meio e não um fim.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu só vejo gente que luta por melhoria nos bairros, nas posses, nos cursinhos populares, grupos anti-violencia, sendo 50% com os ocupantes. ô Louco. só que a base não é no acampamento, é nos trabalhos fora dele, é um meio e não um fim.</p>
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		<title>
		Por: Zétrabalho		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48007/#comment-46576</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zétrabalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 16:00:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Isso dai não existe. Ao menos no Brasil não existe. Uma coisa é chamar gente pelo facebook para um churrascão da gente diferenciada: tem sempre uma molecada para acampar em qualquer canto, uma dúzia se arruma sempre. Outra coisa é construir um movimento. 

A turma de Seatle era formada aqui no Brasil por grupos já existentes, com trabalhos consolidados e que se reuniam em dia tal para ser a &quot;Geração Seatle&quot;. Depois voltavam a ser a Resistência Popular, o Sintusp, o PSTU estudantil, anarcopunks e etc. Já os acampados nem essa federação de grupos é. Totalmente sem base. 

Em sampa hoje, o que tem? Tem-se as posses, os movimentos de luta por moradia, uns grupos de combate à violência policial, alguns núcleos do movimento humanista, outros do movimento negro, alguns grupos de cultura, cursinhos populares e o resto são ONGS pegando dinheiro a torto e a direito e cara de partido construindo a carreira. 

Ai tentaram construir o passe livre. Mas a coisa não pega porque o povo mora na periferia, e os militantes são da usp e moram no centro. A distância é geográfica e cultural com tanta fragilidade ao ponto de meia dúzia de feministas - futuras secretárias disto e daquilo, gestoras de ONG ou chefe de departamento - chegarem lá e jogarem a pá de cal. Basicamente deram um golpe no movimento.  

Como escreveu o PP num texto ai: não há como haver basismo sem base. O que tem de base hoje está nos movimentos de moradia, nos grupos que lutam por melhoria nos bairros, nas posses, cursinhos populares, grupos anti-violência. E a ligação deles com os acampados é zero.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isso dai não existe. Ao menos no Brasil não existe. Uma coisa é chamar gente pelo facebook para um churrascão da gente diferenciada: tem sempre uma molecada para acampar em qualquer canto, uma dúzia se arruma sempre. Outra coisa é construir um movimento. </p>
<p>A turma de Seatle era formada aqui no Brasil por grupos já existentes, com trabalhos consolidados e que se reuniam em dia tal para ser a &#8220;Geração Seatle&#8221;. Depois voltavam a ser a Resistência Popular, o Sintusp, o PSTU estudantil, anarcopunks e etc. Já os acampados nem essa federação de grupos é. Totalmente sem base. </p>
<p>Em sampa hoje, o que tem? Tem-se as posses, os movimentos de luta por moradia, uns grupos de combate à violência policial, alguns núcleos do movimento humanista, outros do movimento negro, alguns grupos de cultura, cursinhos populares e o resto são ONGS pegando dinheiro a torto e a direito e cara de partido construindo a carreira. </p>
<p>Ai tentaram construir o passe livre. Mas a coisa não pega porque o povo mora na periferia, e os militantes são da usp e moram no centro. A distância é geográfica e cultural com tanta fragilidade ao ponto de meia dúzia de feministas &#8211; futuras secretárias disto e daquilo, gestoras de ONG ou chefe de departamento &#8211; chegarem lá e jogarem a pá de cal. Basicamente deram um golpe no movimento.  </p>
<p>Como escreveu o PP num texto ai: não há como haver basismo sem base. O que tem de base hoje está nos movimentos de moradia, nos grupos que lutam por melhoria nos bairros, nas posses, cursinhos populares, grupos anti-violência. E a ligação deles com os acampados é zero.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48007/#comment-46567</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 13:52:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Zétrabalho, concordo com você que havia uma base sobre a qual construir as manifestações entre 1999 e 2001, mas daí a deduzir um prazo de validade para a militância... Muita gente -- eu mesmo sou um deles -- segue militando, mas em outros campos, em outras áreas, e de outras formas. A não ser que você considere, seca e duramente, que só se pode ser militante enquanto se é estudante, o que abriria outro debate bastante interessante, mas de pouca pertinência para as questões aqui colocadas.

Franklin, concordo que o exercício fica bastante reduzido se compararmos apenas estas duas gerações. Outras gerações poderiam ter sido comparadas, mas entre estas duas a distância é tão pouca e as formas de mobilização são tão diversas que era preciso entender como pessoas com tão pouca diferença de idade agem de modos tão diferentes, ao menos em aparência. Concordo, igualmente, que as mobilizações não substituem as lutas diárias, mas enquanto elas ocorrem a física elementar -- &quot;um corpo não ocupa dois lugares diferentes no espaço&quot; -- faz com que, para cada acampante, as lutas de que participa cotidianamente estejam em suspensão, ou com ritmo diminuído. Daí tentar compreender através destas perguntas -- e de outras tantas que não fiz -- a relação entre os acampamentos e estas outras lutas, na tentativa de abrir um debate sobre este assunto.

tortov, não vejo como comparar o que você compara sem cair em absurdos.

Rafael, a diferença de geração seria quase inexistente, de fato, não fosse alguns acampantes de hoje sequer terem idade para haver participado de qualquer coisa dez anos atrás. As perguntas que fiz tentam compreender exatamente as continuidades que você menciona e algumas rupturas que consigo perceber. Mas até que ponto estas continuidades e rupturas -- não somente com a &quot;geração Seattle&quot;, mas com outras gerações e outras lutas -- influenciam a ação dos ocupantes? O que há de positivo e de negativo nisto? Isto é coisa que somente eles poderiam responder, e espero que estejam colocando para si mesmos questões semelhantes neste momento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Zétrabalho, concordo com você que havia uma base sobre a qual construir as manifestações entre 1999 e 2001, mas daí a deduzir um prazo de validade para a militância&#8230; Muita gente &#8212; eu mesmo sou um deles &#8212; segue militando, mas em outros campos, em outras áreas, e de outras formas. A não ser que você considere, seca e duramente, que só se pode ser militante enquanto se é estudante, o que abriria outro debate bastante interessante, mas de pouca pertinência para as questões aqui colocadas.</p>
<p>Franklin, concordo que o exercício fica bastante reduzido se compararmos apenas estas duas gerações. Outras gerações poderiam ter sido comparadas, mas entre estas duas a distância é tão pouca e as formas de mobilização são tão diversas que era preciso entender como pessoas com tão pouca diferença de idade agem de modos tão diferentes, ao menos em aparência. Concordo, igualmente, que as mobilizações não substituem as lutas diárias, mas enquanto elas ocorrem a física elementar &#8212; &#8220;um corpo não ocupa dois lugares diferentes no espaço&#8221; &#8212; faz com que, para cada acampante, as lutas de que participa cotidianamente estejam em suspensão, ou com ritmo diminuído. Daí tentar compreender através destas perguntas &#8212; e de outras tantas que não fiz &#8212; a relação entre os acampamentos e estas outras lutas, na tentativa de abrir um debate sobre este assunto.</p>
<p>tortov, não vejo como comparar o que você compara sem cair em absurdos.</p>
<p>Rafael, a diferença de geração seria quase inexistente, de fato, não fosse alguns acampantes de hoje sequer terem idade para haver participado de qualquer coisa dez anos atrás. As perguntas que fiz tentam compreender exatamente as continuidades que você menciona e algumas rupturas que consigo perceber. Mas até que ponto estas continuidades e rupturas &#8212; não somente com a &#8220;geração Seattle&#8221;, mas com outras gerações e outras lutas &#8212; influenciam a ação dos ocupantes? O que há de positivo e de negativo nisto? Isto é coisa que somente eles poderiam responder, e espero que estejam colocando para si mesmos questões semelhantes neste momento.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Rafael		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48007/#comment-46489</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rafael]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 04:11:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bom o texto, uma ótima oportunidade para refletir esses dois momentos das resistências dos últimos anos.

Bem, mas ainda fico pensando se existe de fato uma diferença de geração entre os dois movimentos. Claro, dez anos é um tempo considerável, mas não acho que a média de idade dos acampantes seja tão baixa assim - pelo visto, fica entre os 20 e alguma coisa e 30 anos.

Questiono isso porque essa geração, mesmo se não participou diretamente dos movimentos anti-globalização de anos atrás, pelo menos teve a oportunidade de acompanhá-lo e, principalmente, teve a sua prática política decisivamente influenciada pelas noções políticas que surgiram da agenda desses movimentos - muito da sua ação política foi pautada na discussão das lutas anti-globalização.

O que quero dizer, no final das contas, é que talvez haja muito mais continuidade e aprendizado &quot;processual&quot; do que uma diferente geracional nítida. O próprio papel de um grupo antigo como o adbusters para o início do que está acontecendo hoje, suspeito, é bastante indicativo disso.

De qualquer forma, escrevo isso não para negar a importância da tua reflexão, mas, como se não houvessem muitas, achar mais questões para pensar.

Valeu!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom o texto, uma ótima oportunidade para refletir esses dois momentos das resistências dos últimos anos.</p>
<p>Bem, mas ainda fico pensando se existe de fato uma diferença de geração entre os dois movimentos. Claro, dez anos é um tempo considerável, mas não acho que a média de idade dos acampantes seja tão baixa assim &#8211; pelo visto, fica entre os 20 e alguma coisa e 30 anos.</p>
<p>Questiono isso porque essa geração, mesmo se não participou diretamente dos movimentos anti-globalização de anos atrás, pelo menos teve a oportunidade de acompanhá-lo e, principalmente, teve a sua prática política decisivamente influenciada pelas noções políticas que surgiram da agenda desses movimentos &#8211; muito da sua ação política foi pautada na discussão das lutas anti-globalização.</p>
<p>O que quero dizer, no final das contas, é que talvez haja muito mais continuidade e aprendizado &#8220;processual&#8221; do que uma diferente geracional nítida. O próprio papel de um grupo antigo como o adbusters para o início do que está acontecendo hoje, suspeito, é bastante indicativo disso.</p>
<p>De qualquer forma, escrevo isso não para negar a importância da tua reflexão, mas, como se não houvessem muitas, achar mais questões para pensar.</p>
<p>Valeu!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: tortov		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48007/#comment-46478</link>

		<dc:creator><![CDATA[tortov]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 00:29:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tem um texto da Naomi Klein em que ela aborda alguns desses pontos, sobre a diferença entre as duas gerações. Um ponto que ela ressalta é que no fim dos anos 90 e início dos anos 2000 o neo-liberaliamos estava em pura ascenção, para não dizer no seu auge acompanhando por uma certa prosperidade econômica. Enquanto que hoje uma das motivações principais dos acampantes é justamente a crise econômica (apesar de que aqui no Brasil o foco acabou indo para a corrupção).

O link do texto (em inglês):
http://www.thenation.com/article/163844/occupy-wall-street-most-important-thing-world-now


Uma coisa que acho interessante na crítica que fazem de que é muito mais fácil &quot;curtir&quot; um movimento do que de fato participar nele é que esse argumento é muito parecido com uma das principais idéias dos críticos da pirataria: que uma música baixada é uma música a menos que será comprada. Mas a questão que se coloca aí é: mas essa música seria comprada inicialmente? Da mesma maneira, quem simplesmente &quot;curte&quot; um movimento participaria dele se fosse de outra forma? É só mais uma questão às muitas que esse texto coloca. =)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem um texto da Naomi Klein em que ela aborda alguns desses pontos, sobre a diferença entre as duas gerações. Um ponto que ela ressalta é que no fim dos anos 90 e início dos anos 2000 o neo-liberaliamos estava em pura ascenção, para não dizer no seu auge acompanhando por uma certa prosperidade econômica. Enquanto que hoje uma das motivações principais dos acampantes é justamente a crise econômica (apesar de que aqui no Brasil o foco acabou indo para a corrupção).</p>
<p>O link do texto (em inglês):<br />
<a href="http://www.thenation.com/article/163844/occupy-wall-street-most-important-thing-world-now" rel="nofollow ugc">http://www.thenation.com/article/163844/occupy-wall-street-most-important-thing-world-now</a></p>
<p>Uma coisa que acho interessante na crítica que fazem de que é muito mais fácil &#8220;curtir&#8221; um movimento do que de fato participar nele é que esse argumento é muito parecido com uma das principais idéias dos críticos da pirataria: que uma música baixada é uma música a menos que será comprada. Mas a questão que se coloca aí é: mas essa música seria comprada inicialmente? Da mesma maneira, quem simplesmente &#8220;curte&#8221; um movimento participaria dele se fosse de outra forma? É só mais uma questão às muitas que esse texto coloca. =)</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Franklin		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48007/#comment-46467</link>

		<dc:creator><![CDATA[Franklin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 20:23:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Manolo
Gosto de fazer reflexões, e gosto sempre dos seus questionamentos, suas indagações. Gostaria de pontuar dua coisas. 1)Bom exercício a comparação entre duas gerações e dois modos de fazer mobilização. Mas suas perguntas podem ficar reduzidas se olharmos apenas estas duas gerações. 2) Talvez se queira demais respostas para esta estratégia de luta, que é a mobilização. Precisamos saber de todas estas questões? Será que a própria mobilização não apresenta caminhos, descaminhos, novas conjunturas e possibilidades? As mobilizações seriam marcos da luta, mas não substituem as lutas diárias, de cada um destes grupos que fazem parte ou apoiam estas mobilizações. Podemos idealizar demais as formas de luta, e corremos o risco de tentar controla-las mais do que entender seus princípios, suas formas e suas limitações. abração]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manolo<br />
Gosto de fazer reflexões, e gosto sempre dos seus questionamentos, suas indagações. Gostaria de pontuar dua coisas. 1)Bom exercício a comparação entre duas gerações e dois modos de fazer mobilização. Mas suas perguntas podem ficar reduzidas se olharmos apenas estas duas gerações. 2) Talvez se queira demais respostas para esta estratégia de luta, que é a mobilização. Precisamos saber de todas estas questões? Será que a própria mobilização não apresenta caminhos, descaminhos, novas conjunturas e possibilidades? As mobilizações seriam marcos da luta, mas não substituem as lutas diárias, de cada um destes grupos que fazem parte ou apoiam estas mobilizações. Podemos idealizar demais as formas de luta, e corremos o risco de tentar controla-las mais do que entender seus princípios, suas formas e suas limitações. abração</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Zétrabalho		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48007/#comment-46430</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zétrabalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 03:21:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O que a &quot;geração Seatle&quot; teve de particular foi isto mesmo, ser a &quot;geração seatle&quot;. Me refiro a esse aspecto de marketing. Ainda, foi inovador por ser o mais global possivel, inclusive nos dias e horários e para tal fez uso da net. Mas a base de tal eram grupos já existentes, grupos de afinidade, que vão sumindo conforme passam os dez anos de validade do militante (17 aos 27?) e sumiram diante da repressão. Mas a principal paulada foi o Fórum, que captou o marketing, militantes e energia. 

Enfim, foi um grande ensaio estético. Não havia base social sólida, foi uma comunhão de grupos. Uma greve global de operadores de vôo faria muito mais estrago. Mas teve um papel ao rasgar o imaginário, ao criar outra estética, dai que foi reprimido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que a &#8220;geração Seatle&#8221; teve de particular foi isto mesmo, ser a &#8220;geração seatle&#8221;. Me refiro a esse aspecto de marketing. Ainda, foi inovador por ser o mais global possivel, inclusive nos dias e horários e para tal fez uso da net. Mas a base de tal eram grupos já existentes, grupos de afinidade, que vão sumindo conforme passam os dez anos de validade do militante (17 aos 27?) e sumiram diante da repressão. Mas a principal paulada foi o Fórum, que captou o marketing, militantes e energia. </p>
<p>Enfim, foi um grande ensaio estético. Não havia base social sólida, foi uma comunhão de grupos. Uma greve global de operadores de vôo faria muito mais estrago. Mas teve um papel ao rasgar o imaginário, ao criar outra estética, dai que foi reprimido.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Wagner Pyter @MovPop		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48007/#comment-46406</link>

		<dc:creator><![CDATA[Wagner Pyter @MovPop]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 18:28:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=48007#comment-46406</guid>

					<description><![CDATA[O que acho estranho é que todo mundo que conheço é da geração seatle com mais de 30 anos.. e eu vou é para a revolução 3.0 ..]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que acho estranho é que todo mundo que conheço é da geração seatle com mais de 30 anos.. e eu vou é para a revolução 3.0 ..</p>
]]></content:encoded>
		
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