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	Comentários sobre: A Ocupa Rio e sua inserção no movimento mundial	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Joaquim		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48081/#comment-50432</link>

		<dc:creator><![CDATA[Joaquim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 11:19:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O lance é o Soros dar $$ pra essa turma tbm...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O lance é o Soros dar $$ pra essa turma tbm&#8230;</p>
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		<title>
		Por: Ze Pedrinho		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48081/#comment-47297</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ze Pedrinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 15:37:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sou do RJ, e posso afimar com todas as letras que os anonymous já saíram de lá faz tempo, justamente por perceber que aquilo é uma enorme enrolação mental com posturas claramente partidárias, organizadas pela turma psol/pstu.

Abs!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou do RJ, e posso afimar com todas as letras que os anonymous já saíram de lá faz tempo, justamente por perceber que aquilo é uma enorme enrolação mental com posturas claramente partidárias, organizadas pela turma psol/pstu.</p>
<p>Abs!</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: José Afonso		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48081/#comment-47237</link>

		<dc:creator><![CDATA[José Afonso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 19:47:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Meu teste pra saber se você tinha conhecimento sobre o PSOL funcionou! Realmente, não têm ainda nenhuma prefeitura, vc tem razão aí - no resto, mantenho o que postei: seria muita coincidência mesmo que tantos &#039;anonymous&#039; fossem simpatizantes do PSOL a ponto de colocar vários pontos de sua plataforma em cada acampamento, ops, acampada. Afinal, o partido teve poucos votos nacionalmente, como poderia sua pauta predominar em um movimento supostamente espontâneo anônimo e apartidário?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu teste pra saber se você tinha conhecimento sobre o PSOL funcionou! Realmente, não têm ainda nenhuma prefeitura, vc tem razão aí &#8211; no resto, mantenho o que postei: seria muita coincidência mesmo que tantos &#8216;anonymous&#8217; fossem simpatizantes do PSOL a ponto de colocar vários pontos de sua plataforma em cada acampamento, ops, acampada. Afinal, o partido teve poucos votos nacionalmente, como poderia sua pauta predominar em um movimento supostamente espontâneo anônimo e apartidário?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Eduardo Tomazine		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48081/#comment-47072</link>

		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Tomazine]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 17:25:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro José Afonso,

O seu comentário está, no mínimo, desinformado. O PSOL não possui nenhuma administração municipal - na verdade, eles tem apenas 7 deputados federais, e outros tantos estaduais e vereadores (eu não sou filiado ao partido, estas informações eu busquei no site deles...). Quanto à influência deste partido na Ocupa Rio, posso AFIRMAR que ela foi inexistente durante a preparação da acampada no dia 15/10, e, a partir do dia 22, alguns militantes seus tem comparecido e participado das atividades, mas de maneira independente. A semelhança de agendas e de práticas políticas das acampadas no Brasil deriva, na minha opinião, da grande influência dos ativistas do grupo Anonymous - os quais efetivamente convocaram  e &quot;garantiram&quot; os acampamentos nos primeiros dias - e, também, porque, hoje, certas demandas estão se tornando consensuais no país, como esta da destinação dos 10% do PIB para a educação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro José Afonso,</p>
<p>O seu comentário está, no mínimo, desinformado. O PSOL não possui nenhuma administração municipal &#8211; na verdade, eles tem apenas 7 deputados federais, e outros tantos estaduais e vereadores (eu não sou filiado ao partido, estas informações eu busquei no site deles&#8230;). Quanto à influência deste partido na Ocupa Rio, posso AFIRMAR que ela foi inexistente durante a preparação da acampada no dia 15/10, e, a partir do dia 22, alguns militantes seus tem comparecido e participado das atividades, mas de maneira independente. A semelhança de agendas e de práticas políticas das acampadas no Brasil deriva, na minha opinião, da grande influência dos ativistas do grupo Anonymous &#8211; os quais efetivamente convocaram  e &#8220;garantiram&#8221; os acampamentos nos primeiros dias &#8211; e, também, porque, hoje, certas demandas estão se tornando consensuais no país, como esta da destinação dos 10% do PIB para a educação.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: José Afonso		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48081/#comment-47070</link>

		<dc:creator><![CDATA[José Afonso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 16:46:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O que explica que as agendas de todos os Ocupa no Brasil sejam tão idênticas e reflitam quase que integralmente a plataforma política de um determinado partido emergente, o qual se forja exatamente, em maior grau, no meio acadêmico (UNISINOS, USP, UERJ, UFPR, UFMG, etc.)? Estou falando do PSOL, claro. Há um certo apoio de outros partidos em ascensão, mas a agenda é de um só. Como é possível não verem isso e ficarem na retórica do modo de discussão interna e da vinculação ou não a uma onda mundial, quando fica patente que o Ocupa no Brasil se organiza em nível nacional e repercute as mesmas pautas? Espontaneismo? Não creio. Se era pra repudiar os partidos e a política tradicional, mas vêm com o lema do PSOL escancarado (&#039;um mundo melhor é possível&#039;) em cada acampada (ou acampamento), falhou. O PSOL é governo formal em vários municípios e, curiosamente, não emprega 10% do orçamento público na Educação onde é governo. A gente tá tão preocupado em ver o que tem dentro da bandeja que não consegue ver a própria bandeja ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que explica que as agendas de todos os Ocupa no Brasil sejam tão idênticas e reflitam quase que integralmente a plataforma política de um determinado partido emergente, o qual se forja exatamente, em maior grau, no meio acadêmico (UNISINOS, USP, UERJ, UFPR, UFMG, etc.)? Estou falando do PSOL, claro. Há um certo apoio de outros partidos em ascensão, mas a agenda é de um só. Como é possível não verem isso e ficarem na retórica do modo de discussão interna e da vinculação ou não a uma onda mundial, quando fica patente que o Ocupa no Brasil se organiza em nível nacional e repercute as mesmas pautas? Espontaneismo? Não creio. Se era pra repudiar os partidos e a política tradicional, mas vêm com o lema do PSOL escancarado (&#8216;um mundo melhor é possível&#8217;) em cada acampada (ou acampamento), falhou. O PSOL é governo formal em vários municípios e, curiosamente, não emprega 10% do orçamento público na Educação onde é governo. A gente tá tão preocupado em ver o que tem dentro da bandeja que não consegue ver a própria bandeja &#8230;</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Edu		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48081/#comment-46764</link>

		<dc:creator><![CDATA[Edu]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 22:14:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acho a experiência da Cinelândia válida, principalmente pelo ponto que vc ressaltou enquanto &quot;laboratório de democracia&quot;. Várias pessoas ali estão tendo contato pela primeira vez com esse tipo de organização política, que adota práticas da democracia direta como a deliberação efetiva sobre as decisões, para além dos limites de uma participação &quot;magra&quot; ou consultiva da democracia representativa. Outro aspecto mto positivo é a retomada dos espaços públicos para o debate político. As praças, que outrora eram o espaço por excelência do debate e da vida pública, perderam ao longo do tempo esta função, sendo ela sobreposta pela função do mercado. A retomada da dimensão política das praças me parece ainda mais clara no caso de Wall Street, que de principal praça financeira mundial passou a ser uma espécie de, com algumas várias aspas, &quot;ágora&quot; contemporânea. Esse simbolismo é fortíssimo e me parece muito interessante. No entanto, acredito ser necessário refletir também sobre a forma como a ocupação se organiza. Acredito ser esse um dos motivos do seu relativo isolamento, e possível limitador para que o movimento abarque outros segmentos sociais. É completamente plausível a postura de desconfiança sobre os partidos políticos pelos motivos que vc apontou. Mas, nem sequer dialogar com outros setores da esquerda dita &quot;tradicional&quot; e simplesmente rechaçar sua participação me parece contribuir para o isolamento do movimento. Esse diálogo se faz necessário, até pelo movimento ter justamente um caráter de participação &quot;aberta&quot; e por ter principalmente um fim que é também comum a outros setores da esquerda: a luta anti-capitalista. Por fim, creio que a forma como as decisões são tomadas, deixando de lado o voto e adotando o consenso e o veto, pode ser um limitante para a participação de outros segmentos sociais na ocupação. Além do consenso não ser necessariamente mais democrático que o voto, me parece que a deliberação por essa dinâmica toma um tempo enorme dos participantes e é muito desgastante, deixando menos tempo para o aprofundamento de possíveis debates sobre questões mais concretas, que poderiam mobilizar mais pessoas para a ocupação. Qual trabalhador hoje possui tempo pra uma dinâmica deliberativa como essa? Esse método, usado em Wall Street, na Puerta del Sol e em outros espaços, se adapta bem a uma ocupação de estudantes e trabalhadores desempregados, até pela realidade que se vive hoje no centro do Capitalismo, com altas taxas de desemprego como vc mesmo aponta. Mas, e por aqui? Será ele a melhor opção? Acredito que as nuances da crise pelo mundo, neste sentido, devem produzir debates e reflexões que possam dar ao OcupaRio a possibilidade de adaptação ao nosso contexto, para que ele abarque outros segmentos sociais, com outras demandas, com outra cara, com outra cor. Um abraço rapaz, bom artigo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho a experiência da Cinelândia válida, principalmente pelo ponto que vc ressaltou enquanto &#8220;laboratório de democracia&#8221;. Várias pessoas ali estão tendo contato pela primeira vez com esse tipo de organização política, que adota práticas da democracia direta como a deliberação efetiva sobre as decisões, para além dos limites de uma participação &#8220;magra&#8221; ou consultiva da democracia representativa. Outro aspecto mto positivo é a retomada dos espaços públicos para o debate político. As praças, que outrora eram o espaço por excelência do debate e da vida pública, perderam ao longo do tempo esta função, sendo ela sobreposta pela função do mercado. A retomada da dimensão política das praças me parece ainda mais clara no caso de Wall Street, que de principal praça financeira mundial passou a ser uma espécie de, com algumas várias aspas, &#8220;ágora&#8221; contemporânea. Esse simbolismo é fortíssimo e me parece muito interessante. No entanto, acredito ser necessário refletir também sobre a forma como a ocupação se organiza. Acredito ser esse um dos motivos do seu relativo isolamento, e possível limitador para que o movimento abarque outros segmentos sociais. É completamente plausível a postura de desconfiança sobre os partidos políticos pelos motivos que vc apontou. Mas, nem sequer dialogar com outros setores da esquerda dita &#8220;tradicional&#8221; e simplesmente rechaçar sua participação me parece contribuir para o isolamento do movimento. Esse diálogo se faz necessário, até pelo movimento ter justamente um caráter de participação &#8220;aberta&#8221; e por ter principalmente um fim que é também comum a outros setores da esquerda: a luta anti-capitalista. Por fim, creio que a forma como as decisões são tomadas, deixando de lado o voto e adotando o consenso e o veto, pode ser um limitante para a participação de outros segmentos sociais na ocupação. Além do consenso não ser necessariamente mais democrático que o voto, me parece que a deliberação por essa dinâmica toma um tempo enorme dos participantes e é muito desgastante, deixando menos tempo para o aprofundamento de possíveis debates sobre questões mais concretas, que poderiam mobilizar mais pessoas para a ocupação. Qual trabalhador hoje possui tempo pra uma dinâmica deliberativa como essa? Esse método, usado em Wall Street, na Puerta del Sol e em outros espaços, se adapta bem a uma ocupação de estudantes e trabalhadores desempregados, até pela realidade que se vive hoje no centro do Capitalismo, com altas taxas de desemprego como vc mesmo aponta. Mas, e por aqui? Será ele a melhor opção? Acredito que as nuances da crise pelo mundo, neste sentido, devem produzir debates e reflexões que possam dar ao OcupaRio a possibilidade de adaptação ao nosso contexto, para que ele abarque outros segmentos sociais, com outras demandas, com outra cara, com outra cor. Um abraço rapaz, bom artigo!</p>
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		<title>
		Por: Marcelo Lopes de Souza		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48081/#comment-46680</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Lopes de Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 17:57:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eduardo, creio que você tocou em alguns pontos fundamentais  -  a começar pelo caráter &quot;enigmático mesmo entre experimentados militantes de esquerda&quot; que as acampadas, como a do Rio, parecem ter. É compreensível (e esperável), embora lamentável, que partidos e grupelhos da esquerda tradicional, especialmente aqueles de figurino bolchevique, reajam de uma das seguintes formas: 1) buscando aparelhar; 2) desprezando, fazendo zombaria e mantendo-se à distância. Como aparelhar tem se mostrado extremamente difícil (houve tentativas, aliás desastradas), restam o escárnio e o desprezo, como a raposa da conhecida fábula de Esopo. Para além da tematização de diversos problemas  -  alguns aparentemente mais específicos, outros bastante abrangentes  -, é preciso saber valorizar, justamente, o que você chamou de o papel do OcupaRio e das acampadas em geral como &quot;laboratórios de democracia&quot;  -  democracia direta, bem entendido. E eu iria um pouquinho mais longe: creio que eles são, esses territórios dissidentes, espaços de experimentação e vivência de uma forma de sociabilidade alternativa, ou de uma &quot;paidéia&quot; alternativa. Não se trata, portanto, apenas do aspecto explicitamente político do movimento (os momentos de discussão e debate, os modos de organização etc.), mas da valorização da solidariedade, do carinho, da ajuda mútua, do diálogo... Ao mesmo tempo, e apesar de tudo isso, você não se furta a levantar, de maneira construtiva e simpática, algumas ressalvas (que eu, aliás, compartilho). Creio que a simples existência dessas acampadas já é um ganho. Quanto ao mais, é preciso apostar e colaborar para que certos fatores de isolamento sejam superados. Textos como o seu ajudam enormemente nessa direção.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo, creio que você tocou em alguns pontos fundamentais  &#8211;  a começar pelo caráter &#8220;enigmático mesmo entre experimentados militantes de esquerda&#8221; que as acampadas, como a do Rio, parecem ter. É compreensível (e esperável), embora lamentável, que partidos e grupelhos da esquerda tradicional, especialmente aqueles de figurino bolchevique, reajam de uma das seguintes formas: 1) buscando aparelhar; 2) desprezando, fazendo zombaria e mantendo-se à distância. Como aparelhar tem se mostrado extremamente difícil (houve tentativas, aliás desastradas), restam o escárnio e o desprezo, como a raposa da conhecida fábula de Esopo. Para além da tematização de diversos problemas  &#8211;  alguns aparentemente mais específicos, outros bastante abrangentes  -, é preciso saber valorizar, justamente, o que você chamou de o papel do OcupaRio e das acampadas em geral como &#8220;laboratórios de democracia&#8221;  &#8211;  democracia direta, bem entendido. E eu iria um pouquinho mais longe: creio que eles são, esses territórios dissidentes, espaços de experimentação e vivência de uma forma de sociabilidade alternativa, ou de uma &#8220;paidéia&#8221; alternativa. Não se trata, portanto, apenas do aspecto explicitamente político do movimento (os momentos de discussão e debate, os modos de organização etc.), mas da valorização da solidariedade, do carinho, da ajuda mútua, do diálogo&#8230; Ao mesmo tempo, e apesar de tudo isso, você não se furta a levantar, de maneira construtiva e simpática, algumas ressalvas (que eu, aliás, compartilho). Creio que a simples existência dessas acampadas já é um ganho. Quanto ao mais, é preciso apostar e colaborar para que certos fatores de isolamento sejam superados. Textos como o seu ajudam enormemente nessa direção.</p>
]]></content:encoded>
		
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