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	Comentários sobre: A ascensão da classe trabalhadora e o futuro da revolução chinesa (1ª Parte)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Fábio Matias		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48200/#comment-47251</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fábio Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 22:29:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A perspectiva do artigo é totalmente inocente com relação as experiências dos socialismos de estado. Chega a ser impressionante. É apenas uma repetição de manuais, variando apenas as estatísticas. Não existe nenhuma crítica a respeito da possibilidade de as reivindicações dos trabalhadores ultrapassarem o trabalho capitalista, criador de valor. É apenas uma reafirmação do trabalho na sua versão estatal universal. É, além de tudo, uma ingenuidade! Como se fosse possível a total empergabilidade numa produção capitalista. Além disso, é digno de nota que o autor aprecie a truculência e violência assassina dos trabalhadores na defesa do trabalho alienado! Eles não estão matando capitalistas pra abolir o capital, mas apenas pra disputar seu controle. É o princípio da volta da ditadura do proletariado e sua sede de sangue. Ai de quem não quiser produzir e gerar mais-valia pro estado! Sai de baixo! Por isso a crítica de João Bernardo é apenas parcialmente válida. Não se trata de uma crítica de gestão, de controle, mas de fundamento da produção. enfim, esse artigo é totalmenet acrítico, cego pras próprias idéias. Uma propaganda de segunda categoria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A perspectiva do artigo é totalmente inocente com relação as experiências dos socialismos de estado. Chega a ser impressionante. É apenas uma repetição de manuais, variando apenas as estatísticas. Não existe nenhuma crítica a respeito da possibilidade de as reivindicações dos trabalhadores ultrapassarem o trabalho capitalista, criador de valor. É apenas uma reafirmação do trabalho na sua versão estatal universal. É, além de tudo, uma ingenuidade! Como se fosse possível a total empergabilidade numa produção capitalista. Além disso, é digno de nota que o autor aprecie a truculência e violência assassina dos trabalhadores na defesa do trabalho alienado! Eles não estão matando capitalistas pra abolir o capital, mas apenas pra disputar seu controle. É o princípio da volta da ditadura do proletariado e sua sede de sangue. Ai de quem não quiser produzir e gerar mais-valia pro estado! Sai de baixo! Por isso a crítica de João Bernardo é apenas parcialmente válida. Não se trata de uma crítica de gestão, de controle, mas de fundamento da produção. enfim, esse artigo é totalmenet acrítico, cego pras próprias idéias. Uma propaganda de segunda categoria.</p>
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		<title>
		Por: Miguel Serras Pereira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48200/#comment-47194</link>

		<dc:creator><![CDATA[Miguel Serras Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 09:20:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O &quot;igualitarismo económico&quot; era inexistente - e não pode deduzir-se do leque salarial formal e oficial apenas. O que é preciso comparar são os graus ou níveis de acesso aos bens diversos, a capacidade de consumo, e, sobretudo, como disse já o João Bernardo, as diferentes posições nas relações de poder que presidem à direcção, organização e orientação da economia. O ascetismo mais ou menos encenado das camadas dominantes não as torna menos dominadoras ou poderosas. E depois, fazem parte do capitalismo contemporâneo a oscilação e/ou a combinação entre o &quot;ascetismo&quot; e o &quot;hedonismo&quot; …

msp]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O &#8220;igualitarismo económico&#8221; era inexistente &#8211; e não pode deduzir-se do leque salarial formal e oficial apenas. O que é preciso comparar são os graus ou níveis de acesso aos bens diversos, a capacidade de consumo, e, sobretudo, como disse já o João Bernardo, as diferentes posições nas relações de poder que presidem à direcção, organização e orientação da economia. O ascetismo mais ou menos encenado das camadas dominantes não as torna menos dominadoras ou poderosas. E depois, fazem parte do capitalismo contemporâneo a oscilação e/ou a combinação entre o &#8220;ascetismo&#8221; e o &#8220;hedonismo&#8221; …</p>
<p>msp</p>
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		<title>
		Por: afonsomanuelgonçalves		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48200/#comment-47043</link>

		<dc:creator><![CDATA[afonsomanuelgonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 09:49:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Considerando as diferenças que existem entre os defensores do socialismo e os defensores do capitalismo, cito uma breve passagem de um ensaio militar do General Loureiro dos Santos sobre a obra de Mao «Problemas Estratégicos da Guerra Subversiva». Loureiro dos Santos escreve o seguinte: Tchiang Kai-Chec estabiliza a China sem derrotar os comunistas. Contra o Exército Vermelho que atingira 10.000 homens de 1927 a 1930,resolve desencadear uma grande ofensiva, que se materializou em cinco «campanhas de cerco e aniquilamente», a fim de os destruír, entre 1930 e 1934.Todas falharam. Mas a quinta colocou os comunistas numa situação de tal dificuldade que Mao resolveu romper o cerco e iniciar uma retirada estratégica para uma região onde pudesse sobreviver. Foi uma campanha épica. Sempre fustigados pelo inimigo, dos cerca de 85.000 militares e 15.000 funcionários do partido que começaram a «longa marcha», chegaram a Yunam, um ano depois (1935), apenas 20.000 homens, alguns recrutados no caminho. Atravessaram 11 províncias, percorreram 6.000 milhas e contactaram com cerca de 200 milhões de pessoas sobre quem efectuaram trabalho político.
... Quando terminou a guerra,em 1945,o Exército Vermelho tinha um milhão de efectivos e a milícia do povo (as guerrilhas) totalizavam dois milhões.
José Alberto Loureiro dos Santos, ed. Sílabo, 2004, in sobre os Problemas Estratégicos da Guerra Subversiva de Mao Tsé-Tung.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Considerando as diferenças que existem entre os defensores do socialismo e os defensores do capitalismo, cito uma breve passagem de um ensaio militar do General Loureiro dos Santos sobre a obra de Mao «Problemas Estratégicos da Guerra Subversiva». Loureiro dos Santos escreve o seguinte: Tchiang Kai-Chec estabiliza a China sem derrotar os comunistas. Contra o Exército Vermelho que atingira 10.000 homens de 1927 a 1930,resolve desencadear uma grande ofensiva, que se materializou em cinco «campanhas de cerco e aniquilamente», a fim de os destruír, entre 1930 e 1934.Todas falharam. Mas a quinta colocou os comunistas numa situação de tal dificuldade que Mao resolveu romper o cerco e iniciar uma retirada estratégica para uma região onde pudesse sobreviver. Foi uma campanha épica. Sempre fustigados pelo inimigo, dos cerca de 85.000 militares e 15.000 funcionários do partido que começaram a «longa marcha», chegaram a Yunam, um ano depois (1935), apenas 20.000 homens, alguns recrutados no caminho. Atravessaram 11 províncias, percorreram 6.000 milhas e contactaram com cerca de 200 milhões de pessoas sobre quem efectuaram trabalho político.<br />
&#8230; Quando terminou a guerra,em 1945,o Exército Vermelho tinha um milhão de efectivos e a milícia do povo (as guerrilhas) totalizavam dois milhões.<br />
José Alberto Loureiro dos Santos, ed. Sílabo, 2004, in sobre os Problemas Estratégicos da Guerra Subversiva de Mao Tsé-Tung.</p>
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		<title>
		Por: Paola*		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48200/#comment-46993</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paola*]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 18:55:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A China têm um contexto histórico bem diferente...uma construçao de consciencia de classe, também diferente e amplamente construida. Dessa forma, a China é um exemplo para a construção de uma consciencia sobre a classe trabalhadora e a priorização das classes hegemonicas, e ainda assim pode nos servir como ferramenta ideológica para um processo construtivo de luta no Brasil e América-Latina, visto que acredito, ainda não ter bases históricas sólidas de sua profissionalização. Mas terá que se desenvolver economicamente, de forma a se desenvolver socialmente e educacionalmente para uma luta de classes e reinvidicaçoes populares? A ponto de sustentar esforços dessa experimentaçao para uma possível democratizaçao social? Como construir essa nova mobilizaçao por direitos humanos e trabalhistas aqui, com uma (in) evoluçao socioeconomica tão desigual? Por isso sao contextos tão diferentes, pois devemos pensar em uma des-construçao pelo ativismo em uma classe trabalhadora que aqui ainda é &quot;jovem em sua experiencia política&quot;...Ademais,teremos que observar de formas diferentes dessa instauraçao da &quot;propriedade pública dos meios de produçao&quot;, na America-Latina ainda, por se dizer, &quot;colonizada&quot;. Como esse exemplo Chines pode emergir como liderança de toda a classe trabalhadora e dar aos futuros movimentos uma clara orientação revolucionária socialista para nós Latino-Americanos? Sao estas angústias somente rs* Abraço a todos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A China têm um contexto histórico bem diferente&#8230;uma construçao de consciencia de classe, também diferente e amplamente construida. Dessa forma, a China é um exemplo para a construção de uma consciencia sobre a classe trabalhadora e a priorização das classes hegemonicas, e ainda assim pode nos servir como ferramenta ideológica para um processo construtivo de luta no Brasil e América-Latina, visto que acredito, ainda não ter bases históricas sólidas de sua profissionalização. Mas terá que se desenvolver economicamente, de forma a se desenvolver socialmente e educacionalmente para uma luta de classes e reinvidicaçoes populares? A ponto de sustentar esforços dessa experimentaçao para uma possível democratizaçao social? Como construir essa nova mobilizaçao por direitos humanos e trabalhistas aqui, com uma (in) evoluçao socioeconomica tão desigual? Por isso sao contextos tão diferentes, pois devemos pensar em uma des-construçao pelo ativismo em uma classe trabalhadora que aqui ainda é &#8220;jovem em sua experiencia política&#8221;&#8230;Ademais,teremos que observar de formas diferentes dessa instauraçao da &#8220;propriedade pública dos meios de produçao&#8221;, na America-Latina ainda, por se dizer, &#8220;colonizada&#8221;. Como esse exemplo Chines pode emergir como liderança de toda a classe trabalhadora e dar aos futuros movimentos uma clara orientação revolucionária socialista para nós Latino-Americanos? Sao estas angústias somente rs* Abraço a todos.</p>
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		<title>
		Por: Pedro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48200/#comment-46971</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 13:25:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Já é uma boa coisa haver igualitarismo econômico. No Brasil, enquanto uns fazem cirurgia plástica nos seus cães outros urram de dor com o dente podre por não terem dinheiro para o dentista, nem o Estado o fornecer.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já é uma boa coisa haver igualitarismo econômico. No Brasil, enquanto uns fazem cirurgia plástica nos seus cães outros urram de dor com o dente podre por não terem dinheiro para o dentista, nem o Estado o fornecer.</p>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48200/#comment-46964</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 10:00:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não se deve exagerar o igualitarismo na época maoísta, e quanto a isto os livros de Simon Leys podem ler-se com proveito. Mas a questão fundamental é que um relativo igualitarismo económico serviu para esconder uma enorme diferença de status, geradora de clivagens sociais. Quem controlava a gestão dos meios de produção na China maoísta, os trabalhadores ou os gestores profissionais? Tratava-se de um socialismo ou de um capitalismo de Estado? Esta é a questão fundamental, mas o autor não lhe responde nem sequer a coloca. Colocaram-na mutíssimos trabalhadores chineses durante a fase inicial da Revolução Cultural, quando puseram em causa a supremacia dos gestores enquanto continuadores dos antigos mandarins. Mao Tsé-tung apelou então para o exército, que enquadrou militarmente a Revolução Cultural, e foi a partir desse momento que Mao perdeu a hegemonia e começou a evolução que haveria de converter a China de um capitalismo de Estado num capitalismo misto, estatal e privado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não se deve exagerar o igualitarismo na época maoísta, e quanto a isto os livros de Simon Leys podem ler-se com proveito. Mas a questão fundamental é que um relativo igualitarismo económico serviu para esconder uma enorme diferença de status, geradora de clivagens sociais. Quem controlava a gestão dos meios de produção na China maoísta, os trabalhadores ou os gestores profissionais? Tratava-se de um socialismo ou de um capitalismo de Estado? Esta é a questão fundamental, mas o autor não lhe responde nem sequer a coloca. Colocaram-na mutíssimos trabalhadores chineses durante a fase inicial da Revolução Cultural, quando puseram em causa a supremacia dos gestores enquanto continuadores dos antigos mandarins. Mao Tsé-tung apelou então para o exército, que enquadrou militarmente a Revolução Cultural, e foi a partir desse momento que Mao perdeu a hegemonia e começou a evolução que haveria de converter a China de um capitalismo de Estado num capitalismo misto, estatal e privado.</p>
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