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	Comentários sobre: UPPs 2021: um exercício de ficção sociocientífica	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: R. Gentilezza - RJ		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48558/#comment-72638</link>

		<dc:creator><![CDATA[R. Gentilezza - RJ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jul 2012 01:46:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[“Aqui as pessoas e até as crianças não nos respeitam. Xingam, olham feio. A população no Haiti era receptiva. Não vou sentir saudades do Alemão, só vou levar lembranças boas do convívio com os companheiros e da missão em si”.
O comentário é de um militar do exército ao deixar o Complexo do Alemão no Rio de Janeiro ilustra bem um cisco na galáxia de conflitos sociais em que estamos mergulhados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Aqui as pessoas e até as crianças não nos respeitam. Xingam, olham feio. A população no Haiti era receptiva. Não vou sentir saudades do Alemão, só vou levar lembranças boas do convívio com os companheiros e da missão em si”.<br />
O comentário é de um militar do exército ao deixar o Complexo do Alemão no Rio de Janeiro ilustra bem um cisco na galáxia de conflitos sociais em que estamos mergulhados.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48558/#comment-52710</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 00:51:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Matéria interessante, em que transparece que a ocupação da Rocinha beneficiou economicamente as grandes empresas (distribuidoras de serviços), em detrimento dos pequenos comerciantes locais, para não dizer dos moradores de uma forma geral.

Livre do tráfico, Rocinha entra em crise econômica
http://extra.globo.com/noticias/economia/livre-do-trafico-rocinha-entra-em-crise-economica-3646635.html]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Matéria interessante, em que transparece que a ocupação da Rocinha beneficiou economicamente as grandes empresas (distribuidoras de serviços), em detrimento dos pequenos comerciantes locais, para não dizer dos moradores de uma forma geral.</p>
<p>Livre do tráfico, Rocinha entra em crise econômica<br />
<a href="http://extra.globo.com/noticias/economia/livre-do-trafico-rocinha-entra-em-crise-economica-3646635.html" rel="nofollow ugc">http://extra.globo.com/noticias/economia/livre-do-trafico-rocinha-entra-em-crise-economica-3646635.html</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Xavier		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48558/#comment-51937</link>

		<dc:creator><![CDATA[Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 17:23:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá,

Notícia publicada hoje, no jornal Folha de SP:


***


Microcrédito avança em favelas do Rio

CEF já liberou 97 empréstimos no Complexo do Alemão; Banco do Brasil fechou 330 contratos em três localidades

Empréstimos, em média, vão de R$ 2.000 a R$ 4.500, com juros de 0,64% ao mês e prazo de 24 meses

CIRILO JUNIOR

DO RIO

De olho nas vendas de fim de ano, o comerciante Antônio José de Souza, 52, pensava em como incrementar a linha de produtos oferecida por seu bazar quando recebeu a visita de um agente de microcrédito na loja.

Fechou um empréstimo de R$ 5.500 sem ter que sair da loja. Três dias depois, o dinheiro estava em sua conta.

&quot;Foi tudo fácil e rápido. Estou pensando em pegar mais um empréstimo&quot;, afirma o comerciante. Ele utilizou os recursos para obter equipamentos e acessórios para telefones celulares que são vendidos em sua loja.

Ele é um dos empreendedores do Complexo do Alemão que desde setembro têm acesso a microcrédito facilitado por bancos públicos.

Souza fechou acordo com a Caixa Econômica Federal, que já liberou 97 empréstimos desse tipo no Alemão.

O conjunto de favelas da zona norte do Rio apresenta o melhor resultado entre as 21 comunidades do Brasil contempladas pelo programa de microcrédito do banco.

As favelas do Rio representam 22% do total da população do Estado, segundo dados do Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Formam um mercado praticamente inexplorado pelos bancos, que começaram a oferecer serviços nessas comunidades a partir da entrada das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), em 2008.

A estratégia da Caixa na favelas pacificadas é ir ao encontro desses clientes.

Para isso, jovens com idades de 18 a 22 anos circulam diariamente captando empreendedores, formalizados ou não. O dinheiro pode ser investido em melhorias ou na compra de equipamentos.

&quot;São todos moradores da comunidade. Conhecem os empreendedores e mapeiam suas necessidades&quot;, afirma Bruno Fraga, supervisor do programa de microcrédito da Caixa no Alemão.

Outro crédito concedido pela Caixa foi para o comerciante Francisco Eraldo da Silva, 39. Ele pegou R$ 3.500 para a compra de um forno, de material e de um letreiro para sua pizzaria.

O Banco do Brasil adota estratégia menos agressiva: os agentes não vão de porta em porta, atrás dos clientes.

O BB conta com três agências em favelas do Rio, todas abertas em 2011 -Alemão, Cidade de Deus e Rocinha.

Em 90 dias de operação, foram liberados 330 empréstimos, que somam R$ 1,030 milhão, segundo o superintendente do banco no Rio, Tarcisio Hubner.

As condições da Caixa e do BB são semelhantes. O crédito tem teto de R$ 15 mil, para empresas com faturamento de até R$ 120 mil anuais.

O empréstimo pode ser quitado em até 24 meses, mediante juros de 0,64% ao mês. Em média, os empréstimos variam de R$ 2.000 a R$ 4.500.


***


Bancos estimam explosão da modalidade

DO RIO

As perspectivas de expansão de microcrédito nas favelas são bastante favoráveis. O Banco do Brasil, por exemplo, estima um crescimento de 300% nesse tipo de operação em 2012. &quot;Temos muitas operações em análise, prestes a serem aprovadas&quot;, diz o superintendente do banco no Rio, Tarcisio Hubner.

Os bancos planejam abrir agências e fazer trabalhos semelhantes nas demais comunidades que contam com UPPs. Atualmente, 18 estão ocupadas pela polícia.

A Caixa já tem 40 mil pontos comerciais identificados e contatados em todo o Brasil. O chamado microcrédito produtivo orientado será o principal produto, na linha de pequenos empréstimos, nos próximos anos.

Atualmente, representa 20% do total de crédito de pequeno porte. Os 80% restantes são para o microcrédito para consumo, que engloba cheque especial e empréstimos para pessoa física. A meta do banco é que essa relação se inverta, já em 2013.

A Caixa privilegia beneficiários do Bolsa Família na escolha dos jovens que atuam nas comunidades oferecendo microcrédito.

No Alemão, são 20 jovens de 18 a 22 anos, cujo salário é de R$ 810 mensais. Eles fecham contrato de dois anos. É obrigatório estar cursando ou ter o 2º grau completo.

&quot;Era beneficiária do Bolsa Família, e a Caixa me ligou oferecendo essa oportunidade. Está sendo ótimo, e quero continuar nessa área&quot;, afirma Michelle Barros da Costa, 21, uma das agentes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Notícia publicada hoje, no jornal Folha de SP:</p>
<p>***</p>
<p>Microcrédito avança em favelas do Rio</p>
<p>CEF já liberou 97 empréstimos no Complexo do Alemão; Banco do Brasil fechou 330 contratos em três localidades</p>
<p>Empréstimos, em média, vão de R$ 2.000 a R$ 4.500, com juros de 0,64% ao mês e prazo de 24 meses</p>
<p>CIRILO JUNIOR</p>
<p>DO RIO</p>
<p>De olho nas vendas de fim de ano, o comerciante Antônio José de Souza, 52, pensava em como incrementar a linha de produtos oferecida por seu bazar quando recebeu a visita de um agente de microcrédito na loja.</p>
<p>Fechou um empréstimo de R$ 5.500 sem ter que sair da loja. Três dias depois, o dinheiro estava em sua conta.</p>
<p>&#8220;Foi tudo fácil e rápido. Estou pensando em pegar mais um empréstimo&#8221;, afirma o comerciante. Ele utilizou os recursos para obter equipamentos e acessórios para telefones celulares que são vendidos em sua loja.</p>
<p>Ele é um dos empreendedores do Complexo do Alemão que desde setembro têm acesso a microcrédito facilitado por bancos públicos.</p>
<p>Souza fechou acordo com a Caixa Econômica Federal, que já liberou 97 empréstimos desse tipo no Alemão.</p>
<p>O conjunto de favelas da zona norte do Rio apresenta o melhor resultado entre as 21 comunidades do Brasil contempladas pelo programa de microcrédito do banco.</p>
<p>As favelas do Rio representam 22% do total da população do Estado, segundo dados do Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).</p>
<p>Formam um mercado praticamente inexplorado pelos bancos, que começaram a oferecer serviços nessas comunidades a partir da entrada das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), em 2008.</p>
<p>A estratégia da Caixa na favelas pacificadas é ir ao encontro desses clientes.</p>
<p>Para isso, jovens com idades de 18 a 22 anos circulam diariamente captando empreendedores, formalizados ou não. O dinheiro pode ser investido em melhorias ou na compra de equipamentos.</p>
<p>&#8220;São todos moradores da comunidade. Conhecem os empreendedores e mapeiam suas necessidades&#8221;, afirma Bruno Fraga, supervisor do programa de microcrédito da Caixa no Alemão.</p>
<p>Outro crédito concedido pela Caixa foi para o comerciante Francisco Eraldo da Silva, 39. Ele pegou R$ 3.500 para a compra de um forno, de material e de um letreiro para sua pizzaria.</p>
<p>O Banco do Brasil adota estratégia menos agressiva: os agentes não vão de porta em porta, atrás dos clientes.</p>
<p>O BB conta com três agências em favelas do Rio, todas abertas em 2011 -Alemão, Cidade de Deus e Rocinha.</p>
<p>Em 90 dias de operação, foram liberados 330 empréstimos, que somam R$ 1,030 milhão, segundo o superintendente do banco no Rio, Tarcisio Hubner.</p>
<p>As condições da Caixa e do BB são semelhantes. O crédito tem teto de R$ 15 mil, para empresas com faturamento de até R$ 120 mil anuais.</p>
<p>O empréstimo pode ser quitado em até 24 meses, mediante juros de 0,64% ao mês. Em média, os empréstimos variam de R$ 2.000 a R$ 4.500.</p>
<p>***</p>
<p>Bancos estimam explosão da modalidade</p>
<p>DO RIO</p>
<p>As perspectivas de expansão de microcrédito nas favelas são bastante favoráveis. O Banco do Brasil, por exemplo, estima um crescimento de 300% nesse tipo de operação em 2012. &#8220;Temos muitas operações em análise, prestes a serem aprovadas&#8221;, diz o superintendente do banco no Rio, Tarcisio Hubner.</p>
<p>Os bancos planejam abrir agências e fazer trabalhos semelhantes nas demais comunidades que contam com UPPs. Atualmente, 18 estão ocupadas pela polícia.</p>
<p>A Caixa já tem 40 mil pontos comerciais identificados e contatados em todo o Brasil. O chamado microcrédito produtivo orientado será o principal produto, na linha de pequenos empréstimos, nos próximos anos.</p>
<p>Atualmente, representa 20% do total de crédito de pequeno porte. Os 80% restantes são para o microcrédito para consumo, que engloba cheque especial e empréstimos para pessoa física. A meta do banco é que essa relação se inverta, já em 2013.</p>
<p>A Caixa privilegia beneficiários do Bolsa Família na escolha dos jovens que atuam nas comunidades oferecendo microcrédito.</p>
<p>No Alemão, são 20 jovens de 18 a 22 anos, cujo salário é de R$ 810 mensais. Eles fecham contrato de dois anos. É obrigatório estar cursando ou ter o 2º grau completo.</p>
<p>&#8220;Era beneficiária do Bolsa Família, e a Caixa me ligou oferecendo essa oportunidade. Está sendo ótimo, e quero continuar nessa área&#8221;, afirma Michelle Barros da Costa, 21, uma das agentes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Tales		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48558/#comment-48134</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tales]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 23:27:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre as &quot;oportunidades&quot; abertas pelos processos de militarização das periferias em especial no Rio de Janeiro, coloco dois trechos de uma entrevista de Paulo Cunha, presidente do grupo Ultra, divulgada na Folha de São Paulo de hoje (27/12).

&quot;Lado bom

A qualidade de governança nas empresas melhorou muito. Os brasileiros estão se educando, fazendo um esforço comovente. Trabalham o dia inteiro e estudam à noite. Isso me dá esperança. A Rocinha é um bom exemplo.

Pessoas a elogiar

José Mariano Beltrame, secretário de segurança do Rio de Janeiro, e Eliana Calmon, corregedora do Conselho Nacional de Justiça.&quot;

Sobre o elogio a José Mariano Beltrame, segue uma coluna assinada por Eliane Catanhêde, no dia 15/11/11:

&quot;Missão impossível

BRASÍLIA - Com tantas belezas e peculiaridades, o Rio sempre abriga vários governadores simultaneamente. Agora mesmo, Sérgio Cabral (PMDB), de fato e de direito, Aécio Neves (PSDB), ex de Minas, e Eduardo Campos (PSB), oficialmente de Pernambuco. Confira o CEP.
A estrela que sobe, porém, é a do secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, 54, gaúcho de Santa Maria, expert em inteligência policial e cérebro da guinada histórica que ocorre no Estado, principalmente na cidade maravilhosa.
Beltrame tem muitas coincidências com Rudolph Giuliani, o prefeito da &quot;Tolerância Zero&quot; em Nova York, que encarna bem o &quot;Yes, we can&quot; da campanha posterior de Barack Obama à Presidência.
Beltrame e Giuliani são de famílias italianas e formados em administração. Um, o nosso, é delegado da PF. O outro, o deles, é procurador. Ambos acreditam que o impossível é possível e levam ao pé da letra as funções de homens públicos.
Foi pela ousadia e estratégia de Beltrame que o Estado recuperou o Complexo do Alemão e a Rocinha (esta sem um só tiro) e devolveu a cidadania a seus moradores. E ele tenta inaugurar uma nova era com os policiais que recusaram propinas fabulosas e puseram o traficante Nem na cadeia. Parece pouco? Pois, no Rio, a &quot;bola&quot; é a regra, não a exceção.
Surge, assim, um nome novo no cenário político. Só não custa lembrar que Giuliani conquistou o reconhecimento público, capas de revista e prêmios internacionais, mas jamais se elegeu mais do que prefeito. Tentou em 2000, de novo em 2008 e não emplacou. Fala em insistir em 2012, mas praticamente sem chance.
Uma pena. Se Beltrame e Giuliani enfrentam a criminalidade e a corrupção com tanta firmeza e sucesso, por que não assumir responsabilidades mais globais como governadores, quem sabe até presidentes? Faltam-lhes carisma e apoio partidário? Mistérios da política.&quot;

Se ainda não se dedicam a propagandear a viabilidade política de Eike Batista - possibilidade colocada pelo texto ficcional acima - já o estão fazendo com o Beltrame na vida real contemporânea.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre as &#8220;oportunidades&#8221; abertas pelos processos de militarização das periferias em especial no Rio de Janeiro, coloco dois trechos de uma entrevista de Paulo Cunha, presidente do grupo Ultra, divulgada na Folha de São Paulo de hoje (27/12).</p>
<p>&#8220;Lado bom</p>
<p>A qualidade de governança nas empresas melhorou muito. Os brasileiros estão se educando, fazendo um esforço comovente. Trabalham o dia inteiro e estudam à noite. Isso me dá esperança. A Rocinha é um bom exemplo.</p>
<p>Pessoas a elogiar</p>
<p>José Mariano Beltrame, secretário de segurança do Rio de Janeiro, e Eliana Calmon, corregedora do Conselho Nacional de Justiça.&#8221;</p>
<p>Sobre o elogio a José Mariano Beltrame, segue uma coluna assinada por Eliane Catanhêde, no dia 15/11/11:</p>
<p>&#8220;Missão impossível</p>
<p>BRASÍLIA &#8211; Com tantas belezas e peculiaridades, o Rio sempre abriga vários governadores simultaneamente. Agora mesmo, Sérgio Cabral (PMDB), de fato e de direito, Aécio Neves (PSDB), ex de Minas, e Eduardo Campos (PSB), oficialmente de Pernambuco. Confira o CEP.<br />
A estrela que sobe, porém, é a do secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, 54, gaúcho de Santa Maria, expert em inteligência policial e cérebro da guinada histórica que ocorre no Estado, principalmente na cidade maravilhosa.<br />
Beltrame tem muitas coincidências com Rudolph Giuliani, o prefeito da &#8220;Tolerância Zero&#8221; em Nova York, que encarna bem o &#8220;Yes, we can&#8221; da campanha posterior de Barack Obama à Presidência.<br />
Beltrame e Giuliani são de famílias italianas e formados em administração. Um, o nosso, é delegado da PF. O outro, o deles, é procurador. Ambos acreditam que o impossível é possível e levam ao pé da letra as funções de homens públicos.<br />
Foi pela ousadia e estratégia de Beltrame que o Estado recuperou o Complexo do Alemão e a Rocinha (esta sem um só tiro) e devolveu a cidadania a seus moradores. E ele tenta inaugurar uma nova era com os policiais que recusaram propinas fabulosas e puseram o traficante Nem na cadeia. Parece pouco? Pois, no Rio, a &#8220;bola&#8221; é a regra, não a exceção.<br />
Surge, assim, um nome novo no cenário político. Só não custa lembrar que Giuliani conquistou o reconhecimento público, capas de revista e prêmios internacionais, mas jamais se elegeu mais do que prefeito. Tentou em 2000, de novo em 2008 e não emplacou. Fala em insistir em 2012, mas praticamente sem chance.<br />
Uma pena. Se Beltrame e Giuliani enfrentam a criminalidade e a corrupção com tanta firmeza e sucesso, por que não assumir responsabilidades mais globais como governadores, quem sabe até presidentes? Faltam-lhes carisma e apoio partidário? Mistérios da política.&#8221;</p>
<p>Se ainda não se dedicam a propagandear a viabilidade política de Eike Batista &#8211; possibilidade colocada pelo texto ficcional acima &#8211; já o estão fazendo com o Beltrame na vida real contemporânea.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Xavier		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48558/#comment-48098</link>

		<dc:creator><![CDATA[Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 16:10:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=48558#comment-48098</guid>

					<description><![CDATA[Olá,

E agora, por fim, a análise (na mesma edição do jornal) da notícia acima pelo representante do SECOVI – entidade responsável pela defesa dos interesses de empreiteiros e imobiliárias:

ANÁLISE
Implantação de infraestrutura ampliou a atratividade comercial de Paraisópolis

CLAUDIO BERNARDES
ESPECIAL PARA A FOLHA

Paraisópolis, oriundo de uma favela formada no Morumbi na década de 1950, aos poucos vai se transformando em um bairro da cidade.

A implantação de infraestrutura na região, a partir de 2005, reintegrou a área à malha urbana do município, por meio da execução de avenida perimetral e pavimentação das ruas, construção e instalação de redes de esgoto, desobstrução e canalização de córregos, construção de calçadas e espaços de lazer.

E, entre outras medidas, propiciou a entrada de sete linhas de transporte público.

Essas medidas urbanas tornaram a região mais segura e possibilitaram a entrada, com segurança de tráfego, de veículos de transporte de cargas e mercadorias.

Tal ação, aliada à concentração de mais de 80 mil pessoas, faz de Paraisópolis um bairro atrativo para ampliar o comércio local.

Com um sistema viário próprio planejado pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e outro binário, com ruas em sentido único, uma paralela à outra, o fluxo de tráfego no bairro está adequado à movimentação interna necessária para garantir acesso aos diversos polos.

A urbanização e a instalação de infraestrutura básica incentivaram o desenvolvimento de inúmeros programas sociais, o que aumenta a população flutuante.

Embora ali ainda predomine certa informalidade e pobreza, existe uma parcela em franca ascensão social, fator de estímulo ao acesso a mercadorias e produtos mais sofisticados, normalmente consumidos pela população vizinha do bairro do Morumbi.

Redes de varejo importantes, como Casas Bahia, já se instalaram no local em razão das condições oferecidas. E outras, seguramente, chegarão para atender o aumento da demanda. Com certeza, isso proporcionará um ciclo virtuoso ao bairro.

A instalação de equipamentos urbanos mais elaborados e a construção de edificações com serviços variados farão com que novos empreendimentos comerciais se estabeleçam por ali e, sem dúvida, a valorização imobiliária torna-se inevitável.

O aumento de poder aquisitivo da população nos grandes centros, registrado nos últimos anos, em conjunção com medidas de urbanização, propicia o funcionamento do comércio na área, cuja população é equivalente a uma cidade do porte de Mogi-Mirim ou Paulínia.

CLAUDIO BERNARDES, 57, é engenheiro, vice-presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e pró-reitor da Universidade Secovi.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>E agora, por fim, a análise (na mesma edição do jornal) da notícia acima pelo representante do SECOVI – entidade responsável pela defesa dos interesses de empreiteiros e imobiliárias:</p>
<p>ANÁLISE<br />
Implantação de infraestrutura ampliou a atratividade comercial de Paraisópolis</p>
<p>CLAUDIO BERNARDES<br />
ESPECIAL PARA A FOLHA</p>
<p>Paraisópolis, oriundo de uma favela formada no Morumbi na década de 1950, aos poucos vai se transformando em um bairro da cidade.</p>
<p>A implantação de infraestrutura na região, a partir de 2005, reintegrou a área à malha urbana do município, por meio da execução de avenida perimetral e pavimentação das ruas, construção e instalação de redes de esgoto, desobstrução e canalização de córregos, construção de calçadas e espaços de lazer.</p>
<p>E, entre outras medidas, propiciou a entrada de sete linhas de transporte público.</p>
<p>Essas medidas urbanas tornaram a região mais segura e possibilitaram a entrada, com segurança de tráfego, de veículos de transporte de cargas e mercadorias.</p>
<p>Tal ação, aliada à concentração de mais de 80 mil pessoas, faz de Paraisópolis um bairro atrativo para ampliar o comércio local.</p>
<p>Com um sistema viário próprio planejado pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e outro binário, com ruas em sentido único, uma paralela à outra, o fluxo de tráfego no bairro está adequado à movimentação interna necessária para garantir acesso aos diversos polos.</p>
<p>A urbanização e a instalação de infraestrutura básica incentivaram o desenvolvimento de inúmeros programas sociais, o que aumenta a população flutuante.</p>
<p>Embora ali ainda predomine certa informalidade e pobreza, existe uma parcela em franca ascensão social, fator de estímulo ao acesso a mercadorias e produtos mais sofisticados, normalmente consumidos pela população vizinha do bairro do Morumbi.</p>
<p>Redes de varejo importantes, como Casas Bahia, já se instalaram no local em razão das condições oferecidas. E outras, seguramente, chegarão para atender o aumento da demanda. Com certeza, isso proporcionará um ciclo virtuoso ao bairro.</p>
<p>A instalação de equipamentos urbanos mais elaborados e a construção de edificações com serviços variados farão com que novos empreendimentos comerciais se estabeleçam por ali e, sem dúvida, a valorização imobiliária torna-se inevitável.</p>
<p>O aumento de poder aquisitivo da população nos grandes centros, registrado nos últimos anos, em conjunção com medidas de urbanização, propicia o funcionamento do comércio na área, cuja população é equivalente a uma cidade do porte de Mogi-Mirim ou Paulínia.</p>
<p>CLAUDIO BERNARDES, 57, é engenheiro, vice-presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e pró-reitor da Universidade Secovi.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Xavier		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48558/#comment-48097</link>

		<dc:creator><![CDATA[Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 16:06:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=48558#comment-48097</guid>

					<description><![CDATA[Olá,
Continuando, mais dois comentários. O primeiro deles, publicado na Folha de SP de ontem (dia 26):

Empresas pagam preço de Jardins em Paraisópolis

Locação do m² comercial no centro da comunidade alcança valor da Oscar Freire, endereço nobre de SP

TIM, Vivo e Santander chegam até o início de 2012; nos últimos 18 meses, 20 companhias procuraram a região

CAROLINA MATOS
DE SÃO PAULO

Nas ruas estreitas e movimentadas do centro comercial de Paraisópolis, comunidade de 100 mil habitantes na zona sul de São Paulo, a variedade é grande.

Caminhando poucos metros, é possível encontrar Casas Bahia, Bradesco e Banco do Brasil ao lado de lojas locais, como a Gisele Presentes e o Sacolão Farias. E já há espaço reservado para TIM, Vivo e Santander.

Com tanto interesse no potencial de consumo local
-cerca de 20 empresas procuraram a União de Moradores nos últimos 18 meses para se instalar-, ficou mais caro montar ponto nos endereços mais cobiçados.

A Folha apurou que, hoje, o aluguel do m² no centro comercial de Paraisópolis chega a custar R$ 125 por mês.

Na região da Oscar Freire (Jardins), onde estão várias lojas de grife, o valor mínimo de locação está em R$ 100 por m², podendo alcançar R$ 220, segundo levantamento da imobiliária Herzog.

O preço em Paraisópolis também é superior praticados nas avenidas Interlagos (R$ 75 o m²), Brás Leme (R$ 90) e Radial Leste (R$ 85).

&quot;Até pouco tempo, o que abria na comunidade era comércio local, tirando exceções como Casas Bahia [loja que chegou em 2008]&quot;, diz Gilson Rodrigues, presidente da União dos Moradores e do Comércio da comunidade.

&quot;Agora, o poder de compra cresceu e passamos por um grande processo de urbanização, o que favorece a entrada de empresas maiores.&quot;

VÍNCULOS

Ao se instalar, as companhias contratam mão de obra local. &quot;É uma forma de reforçar o vínculo com a comunidade e ajudar a desenvolvê-la&quot;, diz André Caio, diretor da regional SP da Vivo, que pretende abrir as portas em Paraisópolis até o fim deste ano.

&quot;Além de vendedores, contrataremos pessoas locais para ações de marca na loja [como fotos em cartazes].&quot;
As empresas que chegam oferecem a esse mercado consumidor, com renda média familiar de três salários mínimos, os mesmos produtos das lojas de outros endereços.

Algumas companhias, como Vivo, TIM e Santander (o banco prevê abertura de agência em Paraisópolis no primeiro trimestre de 2012), já atuam em outras comunidades do país -entre elas, o Complexo do Alemão, no Rio.

&quot;Vale a pena o investimento&quot;, diz Erika Cascão, diretora de vendas da TIM no Estado de SP, que planeja abrir a loja em Paraisópolis ainda em 2011. &quot;Esses consumidores podem comprar. Hoje, eles estão carentes é de oferta.&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,<br />
Continuando, mais dois comentários. O primeiro deles, publicado na Folha de SP de ontem (dia 26):</p>
<p>Empresas pagam preço de Jardins em Paraisópolis</p>
<p>Locação do m² comercial no centro da comunidade alcança valor da Oscar Freire, endereço nobre de SP</p>
<p>TIM, Vivo e Santander chegam até o início de 2012; nos últimos 18 meses, 20 companhias procuraram a região</p>
<p>CAROLINA MATOS<br />
DE SÃO PAULO</p>
<p>Nas ruas estreitas e movimentadas do centro comercial de Paraisópolis, comunidade de 100 mil habitantes na zona sul de São Paulo, a variedade é grande.</p>
<p>Caminhando poucos metros, é possível encontrar Casas Bahia, Bradesco e Banco do Brasil ao lado de lojas locais, como a Gisele Presentes e o Sacolão Farias. E já há espaço reservado para TIM, Vivo e Santander.</p>
<p>Com tanto interesse no potencial de consumo local<br />
-cerca de 20 empresas procuraram a União de Moradores nos últimos 18 meses para se instalar-, ficou mais caro montar ponto nos endereços mais cobiçados.</p>
<p>A Folha apurou que, hoje, o aluguel do m² no centro comercial de Paraisópolis chega a custar R$ 125 por mês.</p>
<p>Na região da Oscar Freire (Jardins), onde estão várias lojas de grife, o valor mínimo de locação está em R$ 100 por m², podendo alcançar R$ 220, segundo levantamento da imobiliária Herzog.</p>
<p>O preço em Paraisópolis também é superior praticados nas avenidas Interlagos (R$ 75 o m²), Brás Leme (R$ 90) e Radial Leste (R$ 85).</p>
<p>&#8220;Até pouco tempo, o que abria na comunidade era comércio local, tirando exceções como Casas Bahia [loja que chegou em 2008]&#8221;, diz Gilson Rodrigues, presidente da União dos Moradores e do Comércio da comunidade.</p>
<p>&#8220;Agora, o poder de compra cresceu e passamos por um grande processo de urbanização, o que favorece a entrada de empresas maiores.&#8221;</p>
<p>VÍNCULOS</p>
<p>Ao se instalar, as companhias contratam mão de obra local. &#8220;É uma forma de reforçar o vínculo com a comunidade e ajudar a desenvolvê-la&#8221;, diz André Caio, diretor da regional SP da Vivo, que pretende abrir as portas em Paraisópolis até o fim deste ano.</p>
<p>&#8220;Além de vendedores, contrataremos pessoas locais para ações de marca na loja [como fotos em cartazes].&#8221;<br />
As empresas que chegam oferecem a esse mercado consumidor, com renda média familiar de três salários mínimos, os mesmos produtos das lojas de outros endereços.</p>
<p>Algumas companhias, como Vivo, TIM e Santander (o banco prevê abertura de agência em Paraisópolis no primeiro trimestre de 2012), já atuam em outras comunidades do país -entre elas, o Complexo do Alemão, no Rio.</p>
<p>&#8220;Vale a pena o investimento&#8221;, diz Erika Cascão, diretora de vendas da TIM no Estado de SP, que planeja abrir a loja em Paraisópolis ainda em 2011. &#8220;Esses consumidores podem comprar. Hoje, eles estão carentes é de oferta.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Xavier		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48558/#comment-48060</link>

		<dc:creator><![CDATA[Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 03:32:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=48558#comment-48060</guid>

					<description><![CDATA[http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/73525_PAZ+E+LUCROS+NA+ROCINHA

Eduardo e Júlio - e pessoal que acompanha o debate,

- Leiam essa reportagem publicada na Isto É Dinheiro, que possui o seguinte lead: &quot;Casas Bahia, Caixa e Banco do Brasil são algumas das empresas que se preparam para expandir seus negócios na maior favela carioca, depois da pacificação promovida pelo governo do Estado&quot;.

Acho tais reportagens, esta que destaquei e a outra assinalada pelo Tomazine, bons indicadores dos caminhos da pacificação...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/73525_PAZ+E+LUCROS+NA+ROCINHA" rel="nofollow ugc">http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/73525_PAZ+E+LUCROS+NA+ROCINHA</a></p>
<p>Eduardo e Júlio &#8211; e pessoal que acompanha o debate,</p>
<p>&#8211; Leiam essa reportagem publicada na Isto É Dinheiro, que possui o seguinte lead: &#8220;Casas Bahia, Caixa e Banco do Brasil são algumas das empresas que se preparam para expandir seus negócios na maior favela carioca, depois da pacificação promovida pelo governo do Estado&#8221;.</p>
<p>Acho tais reportagens, esta que destaquei e a outra assinalada pelo Tomazine, bons indicadores dos caminhos da pacificação&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Júlio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48558/#comment-47605</link>

		<dc:creator><![CDATA[Júlio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 19:20:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=48558#comment-47605</guid>

					<description><![CDATA[Eduardo, publiquei no blog do Outras Palavras, para o qual estou colaborando no momento, o seguinte texto, com algumas impressões apressadas:

http://rede.outraspalavras.net/pontodecultura/2011/11/21/upps-a-quem-interessa-o-choque-elementos-iniciais-para-um-debate-necessario/

É um texto de blog, não artigo, mas de repente você pode dar uma olhada e uma ajudada a melhor pensar este cenário, como já tem feito aqui no PP.

Abraço,
Júlio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo, publiquei no blog do Outras Palavras, para o qual estou colaborando no momento, o seguinte texto, com algumas impressões apressadas:</p>
<p><a href="http://rede.outraspalavras.net/pontodecultura/2011/11/21/upps-a-quem-interessa-o-choque-elementos-iniciais-para-um-debate-necessario/" rel="nofollow ugc">http://rede.outraspalavras.net/pontodecultura/2011/11/21/upps-a-quem-interessa-o-choque-elementos-iniciais-para-um-debate-necessario/</a></p>
<p>É um texto de blog, não artigo, mas de repente você pode dar uma olhada e uma ajudada a melhor pensar este cenário, como já tem feito aqui no PP.</p>
<p>Abraço,<br />
Júlio</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Eduardo Tomazine		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/11/48558/#comment-47233</link>

		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Tomazine]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 19:23:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=48558#comment-47233</guid>

					<description><![CDATA[Uma notícia do presente: &quot;Aluguéis em comunidades com UPPs valorizam 6,5% a mais que média&quot; http://www.valor.com.br/brasil/1097048/alugueis-em-comunidades-com-upps-valorizam-65-mais-que-media]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma notícia do presente: &#8220;Aluguéis em comunidades com UPPs valorizam 6,5% a mais que média&#8221; <a href="http://www.valor.com.br/brasil/1097048/alugueis-em-comunidades-com-upps-valorizam-65-mais-que-media" rel="nofollow ugc">http://www.valor.com.br/brasil/1097048/alugueis-em-comunidades-com-upps-valorizam-65-mais-que-media</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
