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	Comentários sobre: A militarização e a problemática uspiana: 1ª Parte	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Júlio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/12/49685/#comment-49833</link>

		<dc:creator><![CDATA[Júlio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 17:38:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Daniel, como que você afirma que a questão da maconha é &quot;até irrelevante&quot; para logo depois apontar que &quot;o tráfico tem sua origem, tal como dito, no processo de diferenciação social&quot;? Apesar de não poder concordar com a afirmação como está formulada, já que o tráfico tem origem na proibição das drogas e não na diferenciação social, imagino que você queira dizer que o &quot;narcotráfico&quot; como fantasma social, como o novo herege, nas palavras de Nilo Batista, está estruturado sobre a desigualdade social brasileira, o que é um fato, e é por isso que ele é combatido, e não pelos supostos efeitos das substâncias. Ok, e mesmo assim a questão da maconha é irrelevante? Sua proibição é utilizada para encarcerar e assassinar pobres e isso é menos relevante do que a esturtura de poder da universidade? Mais de 100 mil pessoas - pretas e pobres, obviamente- estão presas no Brasil por um &quot;crime sem vítimas&quot; como o comércio de droga ilícitas e isso é relevante? 

Prefiro ficar com Henrique Carneiro, que em debate realizado no morrinho da História exatamente para dialogar com esta posição afirmou que a questão da maconha (e de todas as drogas) é mais importante do que a USP, veja vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=jL1We84gSDY

E por fim também acho tosco, no mínimo, a foto do garoto sem camisa fumando (seja la o que ele esteja fumando) na parte em que se fala de &quot;alienação&quot; e &quot;apatia&quot;, reproduzindo os preconceitos direitosos infelizmente tão presentes também na esquerda em relação ao uso de drogas, sejam lícitas ou ilíticas. A cervejinha autônoma ou trotskista, o charutão do Fidel e de Marx ou o cachimbo do Marcos tudo bem né... é? Por que o Estado diz que pode? Já passou da hora da esquerda deixar de repetir preconceitos e intolerâncias e passar a ocupar esse espaço que FHCs e Globos da vida estão entendendo muito bem. Uma pena que sua análise não contribua pra isso. 

Um abraço,
Júlio]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel, como que você afirma que a questão da maconha é &#8220;até irrelevante&#8221; para logo depois apontar que &#8220;o tráfico tem sua origem, tal como dito, no processo de diferenciação social&#8221;? Apesar de não poder concordar com a afirmação como está formulada, já que o tráfico tem origem na proibição das drogas e não na diferenciação social, imagino que você queira dizer que o &#8220;narcotráfico&#8221; como fantasma social, como o novo herege, nas palavras de Nilo Batista, está estruturado sobre a desigualdade social brasileira, o que é um fato, e é por isso que ele é combatido, e não pelos supostos efeitos das substâncias. Ok, e mesmo assim a questão da maconha é irrelevante? Sua proibição é utilizada para encarcerar e assassinar pobres e isso é menos relevante do que a esturtura de poder da universidade? Mais de 100 mil pessoas &#8211; pretas e pobres, obviamente- estão presas no Brasil por um &#8220;crime sem vítimas&#8221; como o comércio de droga ilícitas e isso é relevante? </p>
<p>Prefiro ficar com Henrique Carneiro, que em debate realizado no morrinho da História exatamente para dialogar com esta posição afirmou que a questão da maconha (e de todas as drogas) é mais importante do que a USP, veja vídeo:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=jL1We84gSDY" rel="nofollow ugc">http://www.youtube.com/watch?v=jL1We84gSDY</a></p>
<p>E por fim também acho tosco, no mínimo, a foto do garoto sem camisa fumando (seja la o que ele esteja fumando) na parte em que se fala de &#8220;alienação&#8221; e &#8220;apatia&#8221;, reproduzindo os preconceitos direitosos infelizmente tão presentes também na esquerda em relação ao uso de drogas, sejam lícitas ou ilíticas. A cervejinha autônoma ou trotskista, o charutão do Fidel e de Marx ou o cachimbo do Marcos tudo bem né&#8230; é? Por que o Estado diz que pode? Já passou da hora da esquerda deixar de repetir preconceitos e intolerâncias e passar a ocupar esse espaço que FHCs e Globos da vida estão entendendo muito bem. Uma pena que sua análise não contribua pra isso. </p>
<p>Um abraço,<br />
Júlio</p>
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		<item>
		<title>
		Por: nem		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/12/49685/#comment-49651</link>

		<dc:creator><![CDATA[nem]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 16:39:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Daniel

Sem querer desqualificar seu texto, mas as idéias apresentadas nele não são novidade, nada que já não esteja cansativamente sendo debatido a muito tempo. Observamos esse processo de militarização desde a ditadura não? Não fiz parte desse período, mas é o que encontramos nos anais. 

&quot;---o objetivo final seria tornar a universidade um espaço da elite e para a elite, com a “produção do conhecimento” voltada para atender a classe dirigente---&quot;

Voçê têm alguma dúvida de que esse é o objetivo da universidade? Pra que existe vestibular? O leque de cursos tecno/bio/farma/med/eng não são direcionados para atender os interesses das corporações que já a muito tempo tem patrocinado os mesmos? Ou vc pensa que a verba das universidades é apenas pública? 

Quero chamar sua atenção e a do coletivo passapalavra  pra algo que vêm crescendo no &quot;anonimato&quot;, tomando corpo e que não se vê nada escrito sobre. Sabemos que as periferias negras/mestiças são tidas como &quot;bodes expiatórios&quot; quando o assunto é tráfico de drogas, bem como as universidades brasileiras, é o caso da USP.
Agora imagine o que pode existir em um festival como esse 
http://boomfestival.org/boom2012/
visitado pela elite descolada nazifascista? Os construtores da &quot;nova era&quot;. Pergunto, será que essa repressão existe em um lugar assim? Essa mesma elite nazifascista vêm propagando idéias como essas pelo mundo, claro que a ralé não vai ficar sabendo nunca. O conhecimento é apropriado e só nos resta observar? Mas de que forma agir? Essa é a grande questão. Atuar nesse meio viciado e corrompido que é a universidade? UNE/PCdoB, lutando por mais verbas pra educação dessa mesma elite nazisfascista. O que fazer Daniel?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel</p>
<p>Sem querer desqualificar seu texto, mas as idéias apresentadas nele não são novidade, nada que já não esteja cansativamente sendo debatido a muito tempo. Observamos esse processo de militarização desde a ditadura não? Não fiz parte desse período, mas é o que encontramos nos anais. </p>
<p>&#8220;&#8212;o objetivo final seria tornar a universidade um espaço da elite e para a elite, com a “produção do conhecimento” voltada para atender a classe dirigente&#8212;&#8221;</p>
<p>Voçê têm alguma dúvida de que esse é o objetivo da universidade? Pra que existe vestibular? O leque de cursos tecno/bio/farma/med/eng não são direcionados para atender os interesses das corporações que já a muito tempo tem patrocinado os mesmos? Ou vc pensa que a verba das universidades é apenas pública? </p>
<p>Quero chamar sua atenção e a do coletivo passapalavra  pra algo que vêm crescendo no &#8220;anonimato&#8221;, tomando corpo e que não se vê nada escrito sobre. Sabemos que as periferias negras/mestiças são tidas como &#8220;bodes expiatórios&#8221; quando o assunto é tráfico de drogas, bem como as universidades brasileiras, é o caso da USP.<br />
Agora imagine o que pode existir em um festival como esse<br />
<a href="http://boomfestival.org/boom2012/" rel="nofollow ugc">http://boomfestival.org/boom2012/</a><br />
visitado pela elite descolada nazifascista? Os construtores da &#8220;nova era&#8221;. Pergunto, será que essa repressão existe em um lugar assim? Essa mesma elite nazifascista vêm propagando idéias como essas pelo mundo, claro que a ralé não vai ficar sabendo nunca. O conhecimento é apropriado e só nos resta observar? Mas de que forma agir? Essa é a grande questão. Atuar nesse meio viciado e corrompido que é a universidade? UNE/PCdoB, lutando por mais verbas pra educação dessa mesma elite nazisfascista. O que fazer Daniel?</p>
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