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	Comentários sobre: Abaixo a educação e 10% para a corrupção	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Passa Palavra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/12/50056/#comment-280762</link>

		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2015 00:47:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Breno,
Você poderá encontrar os textos melhor agrupados na seção Dossiês. Em relação ao tema citado recomenda-se consultar o Dossiê &quot;Nunca antes na história desse país&#039; http://passapalavra.info/2014/06/95892]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Breno,<br />
Você poderá encontrar os textos melhor agrupados na seção Dossiês. Em relação ao tema citado recomenda-se consultar o Dossiê &#8220;Nunca antes na história desse país&#8217; <a href="http://passapalavra.info/2014/06/95892" rel="ugc">http://passapalavra.info/2014/06/95892</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Breno		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/12/50056/#comment-280759</link>

		<dc:creator><![CDATA[Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2015 23:51:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[JB tem algum texto neste site sobre a  a modernizaçao do capitalismo empreendida pelo PT? (a que remete a última afirmação)
Os textos estão todos esparsos e por vezes é difícil encontrá-los.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>JB tem algum texto neste site sobre a  a modernizaçao do capitalismo empreendida pelo PT? (a que remete a última afirmação)<br />
Os textos estão todos esparsos e por vezes é difícil encontrá-los.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: GEROLOMO, amilton carlos.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/12/50056/#comment-110161</link>

		<dc:creator><![CDATA[GEROLOMO, amilton carlos.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 22:57:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nem tudo que brilha é ouro –
O autor não defende que o problema da educação são os alunos. Porém, em cima destes despeja críticas (não esqueça, o autor é um autodidata) sem ignorar que o boicote está presente na relação aluno e ensino. O boicote vai além da preguiça. Entendi que no capitalismo (privado ou estatal), passar o outro para trás, enganar é lei. Apesar disto, mesmo lendo o código penal não encontraremos explicitamente tal lei. A regra não está na aparência. Não está no discurso, está na prática. Está no fazer, propagado em todas as relações sociais.  Por exemplo: uma pessoa decide produzir um determinado produto, para vender no mercado. Para isto, contrata trabalhadores, pois não tem condições de fazê-lo só.  Ainda que o patrão respeite todas as leis trabalhistas, ao final da produção, o empreendedor se apropria da maior parte da riqueza produzida, não dividindo de forma igualitária.

Igualmente, as relações sociais no capitalismo, estão referendadas no esforço individual, salve-se quem puder. Há o trabalho entre grupo em acirrada competição.  Com certeza a filantropia, a caridade é muito bem aceita, ou seja, pegue tudo que puder, depois doe um pouquinho. 
 Deste modo, a corrupção é inerente a qualquer tipo de organização, associação (burguesa, de gestores ou mesmo de trabalhadores) onde minorias ou maiorias ganhem vantagens em detrimento de outros.  
Também, K. Marx num texto onde enaltece a ação de um criminoso (que não é das classes dominantes) em relação ao conjunto da sociedade, afirmava que este não apenas produzia crimes, mas também que o crime dava impulso às forças produtivas. Por exemplo: o criminoso, além de produzir crimes, produz o direito penal, o professor que ensina e o livro onde esse professor condensa seus ensinamentos.   Entretanto, o crime contribui com a acumulação do capital, acirrando a competição entre os de baixo. 
A finalmente a educação dos jovens nas escolas do governo ou privada, nas famílias, nas igrejas, ou seja, em todas as relações sociais está fincada respectivamente nos direitos de cidadania. E ser cidadão, nas democracias representativas, via parlamento significa usar ou aceitar o uso do conhecimento com objetivo formar trabalhadores passivos, pacientes. Entretanto, o que temos visto, é que nem a educação, remédio eleito por todos os dominadores: burgueses, gestores e entre outros tem conseguido abafar os conflitos (corrupção, violência) inerentes às relações de exploração.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem tudo que brilha é ouro –<br />
O autor não defende que o problema da educação são os alunos. Porém, em cima destes despeja críticas (não esqueça, o autor é um autodidata) sem ignorar que o boicote está presente na relação aluno e ensino. O boicote vai além da preguiça. Entendi que no capitalismo (privado ou estatal), passar o outro para trás, enganar é lei. Apesar disto, mesmo lendo o código penal não encontraremos explicitamente tal lei. A regra não está na aparência. Não está no discurso, está na prática. Está no fazer, propagado em todas as relações sociais.  Por exemplo: uma pessoa decide produzir um determinado produto, para vender no mercado. Para isto, contrata trabalhadores, pois não tem condições de fazê-lo só.  Ainda que o patrão respeite todas as leis trabalhistas, ao final da produção, o empreendedor se apropria da maior parte da riqueza produzida, não dividindo de forma igualitária.</p>
<p>Igualmente, as relações sociais no capitalismo, estão referendadas no esforço individual, salve-se quem puder. Há o trabalho entre grupo em acirrada competição.  Com certeza a filantropia, a caridade é muito bem aceita, ou seja, pegue tudo que puder, depois doe um pouquinho.<br />
 Deste modo, a corrupção é inerente a qualquer tipo de organização, associação (burguesa, de gestores ou mesmo de trabalhadores) onde minorias ou maiorias ganhem vantagens em detrimento de outros.<br />
Também, K. Marx num texto onde enaltece a ação de um criminoso (que não é das classes dominantes) em relação ao conjunto da sociedade, afirmava que este não apenas produzia crimes, mas também que o crime dava impulso às forças produtivas. Por exemplo: o criminoso, além de produzir crimes, produz o direito penal, o professor que ensina e o livro onde esse professor condensa seus ensinamentos.   Entretanto, o crime contribui com a acumulação do capital, acirrando a competição entre os de baixo.<br />
A finalmente a educação dos jovens nas escolas do governo ou privada, nas famílias, nas igrejas, ou seja, em todas as relações sociais está fincada respectivamente nos direitos de cidadania. E ser cidadão, nas democracias representativas, via parlamento significa usar ou aceitar o uso do conhecimento com objetivo formar trabalhadores passivos, pacientes. Entretanto, o que temos visto, é que nem a educação, remédio eleito por todos os dominadores: burgueses, gestores e entre outros tem conseguido abafar os conflitos (corrupção, violência) inerentes às relações de exploração.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Xavier		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/12/50056/#comment-50609</link>

		<dc:creator><![CDATA[Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 07:39:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá,

Concordo com tudo o que foi colocado pelo Taiguara em seu comentário.

Isso posto, gostaria de chamar a atenção para o fato de que o tal &quot;fosso&quot; representado entre a mão-de-obra em geral e os trabalhadores qualificados vem provocando fortes mobilizações dos gestores públicos e privados. 

Eis aí um exemplo desse engajamento em torno dessa questão - a partir dessa reportagem de capa de uma edição recente da revista Exame:

&quot;7 soluções para o apagão da mão de obra - Enquanto o país não chega à solução definitiva para a falta de pessoal qualificado, as empresas têm de encontrar soluções criativas para lidar com o apagão da mão de obra&quot; (chamada de capa). Agora a reportagem.

&quot;Como vencer o apagão da mão de obra: A solução definitiva para a falta de gente qualificada — um choque de qualidade na educação — depende de uma vontade férrea da sociedade e de tempo. Até lá, a economia brasileira terá de lidar com a crônica falta de mão de obra. ( http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1004/noticias/como-vencer-o-apagao-da-mao-de-obra )

Abraços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Concordo com tudo o que foi colocado pelo Taiguara em seu comentário.</p>
<p>Isso posto, gostaria de chamar a atenção para o fato de que o tal &#8220;fosso&#8221; representado entre a mão-de-obra em geral e os trabalhadores qualificados vem provocando fortes mobilizações dos gestores públicos e privados. </p>
<p>Eis aí um exemplo desse engajamento em torno dessa questão &#8211; a partir dessa reportagem de capa de uma edição recente da revista Exame:</p>
<p>&#8220;7 soluções para o apagão da mão de obra &#8211; Enquanto o país não chega à solução definitiva para a falta de pessoal qualificado, as empresas têm de encontrar soluções criativas para lidar com o apagão da mão de obra&#8221; (chamada de capa). Agora a reportagem.</p>
<p>&#8220;Como vencer o apagão da mão de obra: A solução definitiva para a falta de gente qualificada — um choque de qualidade na educação — depende de uma vontade férrea da sociedade e de tempo. Até lá, a economia brasileira terá de lidar com a crônica falta de mão de obra. ( <a href="http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1004/noticias/como-vencer-o-apagao-da-mao-de-obra" rel="nofollow ugc">http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1004/noticias/como-vencer-o-apagao-da-mao-de-obra</a> )</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: joao		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/12/50056/#comment-50607</link>

		<dc:creator><![CDATA[joao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 06:31:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Enquanto minha experiencia fracassada de aluno, e posteriormente a tentativa presunsoça de professor &quot;pedagogico&quot; em um colegio publico, sò me restou o caminho autodidata. E digo que nao foi opçao propria. 
Mas que ficar masturbando categorias para classificar o ensino publico ou privado, em suas esferas primarias, secundarias e universiotarias, como uma semantica anacronica e taxativa denominada &quot;burguesa&quot;, insisto que as experiencias educacionais de ensino-aprendizagem nao encontram, nas atual estrutura determinada pelo capital, subterfugios &quot;alternativos&quot;. E, è justamente o proprio capital que està acercado de propor as soluçoes. Basta nao somente olhar para o crescimento de escolas do tipo e pretexto Waldorf, que ja passa do numero de 60 escolas por todo territorio nacional,(http://www.sab.org.br/pedag-wal/lawaldir.htm#BRASIL) com uma suposta diferenciaçao de ensino-aprendizagem, desde o fundamental â preparaçao para o meio universiotario. Isto sem falar das propostas de uma educaçao supostamente &quot;popular&quot; dentro destes cercamentos Waldorf, que atualmente estao em debate em algumas localidades brasileiras.
Esses dados chamam atençao pelo fato dos modismos produzidos nao sò pela sociedade-mercadoria, como tambem por sua moral &quot;slogan&quot; de pressuposiçoes-imposiçoes do medo de uma &quot;catastrofe&quot; mundial. Alem do fato de acrescentar aqui, a rapida ascensao dos partidos &quot;verdes&quot; em escala global.
(as recentes publicaçoes de joao bernando sobre os mitos da agricultura, acredito que possam contribuir nesse sentido).

O levantamento dessa problematica vai de encontro a questao pedagogica. A educaçao, em sentido amplo e geral, è um lixo e tragtenberg tinha razao quando ja apontava para a deliquencia academica - ou assim dizer, estudantil.
Na medida em que novas praticas pedagogicas supostamente &quot;libertarias&quot;vao surgindo com ou sem pretexto de definiçao, ou de alternativas ao lixo publico, jà nascem abortadas. E esse aborto prematuro, me parece que è onde começa a dispersao, - seja retomando as questoes ja elaboradas no texto, no que concerne aos estudantes e suas fugas pervertidas aos fragmentos da diversao, seja em relaçao ao metodo tradicional - da busca de legitimaçao institucional cada vez mais ampliada na construçao social.
É obivio que quanto a essas pedagogias o que está em formaçao sao os novos dirigentes que nao dirigem nada, ou melhor dizendo, a formaçao dessa nova pequena burguesia intelectual que atua como mediadora e conciliadora, em qualquer conquista &quot;espacial&quot;.
Nao muito longe da esquerda, - espaço privilegiado de combinaçoes de açoes conciliadoras - que atualmente estes dirigentes estao imbuidos de conquistar seu espaço.

.....Mas aquele que aos oito anos de idade vendia picolés debaixo do viaduto, que aos dez anos trabalhava na oficina e aos quinze na fábrica e só deixou de morar numa favela quando ascendeu na hierarquia da central sindical e pouco tempo depois exercia funções em Brasília, como pode ele competir com as elites tradicionais sem acumular rapidamente muito dinheiro, muito mais do que a sua remuneração oficial lhe permite?...

como nao pensar no vendedor de picole e sua ascensao ou nao ao direito educacional desde seus 8 anos atè os 18 &quot;que se transforma no di maior&quot;, - posteriormente as inversoes de gastos sociais no meio educativo por parte de reformas estruturais?¿¿


Serà que podemos pensar as universidades publicas, dominadas por essa nova pqna burguesia intelectual, como algo popular¿ - nao estou querendo reduzir que as universidades publicas nao exista trabalhadores dentro do meio estudantil.

a soluçao dos professores è se cooporativizar, ou resmungar individualmente pelos cotovelos pela falta de organizaçao¿¿


A universidade è uma empresa a longo alcance. Alem de todas as questoes que sao inerentes ao controle dos trabalhadores nas fabricas, o tal do vigiar e punir, nas universidades principalmente publicas, o que està em questao nao è vigiar estudantes, bons ou mals educados, mas sim vigiar seus meios de produçao que de tal maneira se dizem publicos, mas ja estao totalmente privatizados. Desde o giz da losa, que o professor tanto almeja ensinar, aos laboratorios seja de centros de teconologia, seja de taiz filosofos, historiadores, socilogos, etc - para nao fazer lista - jà estao totalmente vinculados a reproduçao capitalista. E ainda sim o professor respira seus flatulos de autonomia com novas tecnicas de ensino-aprendizagem.
Pode parecer absurdo o desprezo com a instuiçao, mas realmente os estudantes da escola publica geralmente estao nas universidades privadas, por ironia sem destino, ampliando e reproduzindo a alienaçao do capital em diversas estrututras ja demarcadas. 
Enquanto isso as universidades publicas gera pogresso e desenvolvimento de mao de obra qualificada para continuar se apropriando cada vez mais do suposto espaço publico e criticar a privatizaçao da educaçao. essa ironia talvez tenha destino¿

Quais os verdadeiros desafios dos educadorxs¿
Alterar as formas, inviabilizar os conteudos, como de praxe, inibir as verdadeiras lutas socias, ou abrir novas lan-houses com sistema operacional linux, incentivando um possivel bug secular coletivo¿¿¿]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto minha experiencia fracassada de aluno, e posteriormente a tentativa presunsoça de professor &#8220;pedagogico&#8221; em um colegio publico, sò me restou o caminho autodidata. E digo que nao foi opçao propria.<br />
Mas que ficar masturbando categorias para classificar o ensino publico ou privado, em suas esferas primarias, secundarias e universiotarias, como uma semantica anacronica e taxativa denominada &#8220;burguesa&#8221;, insisto que as experiencias educacionais de ensino-aprendizagem nao encontram, nas atual estrutura determinada pelo capital, subterfugios &#8220;alternativos&#8221;. E, è justamente o proprio capital que està acercado de propor as soluçoes. Basta nao somente olhar para o crescimento de escolas do tipo e pretexto Waldorf, que ja passa do numero de 60 escolas por todo territorio nacional,(<a href="http://www.sab.org.br/pedag-wal/lawaldir.htm#BRASIL" rel="nofollow ugc">http://www.sab.org.br/pedag-wal/lawaldir.htm#BRASIL</a>) com uma suposta diferenciaçao de ensino-aprendizagem, desde o fundamental â preparaçao para o meio universiotario. Isto sem falar das propostas de uma educaçao supostamente &#8220;popular&#8221; dentro destes cercamentos Waldorf, que atualmente estao em debate em algumas localidades brasileiras.<br />
Esses dados chamam atençao pelo fato dos modismos produzidos nao sò pela sociedade-mercadoria, como tambem por sua moral &#8220;slogan&#8221; de pressuposiçoes-imposiçoes do medo de uma &#8220;catastrofe&#8221; mundial. Alem do fato de acrescentar aqui, a rapida ascensao dos partidos &#8220;verdes&#8221; em escala global.<br />
(as recentes publicaçoes de joao bernando sobre os mitos da agricultura, acredito que possam contribuir nesse sentido).</p>
<p>O levantamento dessa problematica vai de encontro a questao pedagogica. A educaçao, em sentido amplo e geral, è um lixo e tragtenberg tinha razao quando ja apontava para a deliquencia academica &#8211; ou assim dizer, estudantil.<br />
Na medida em que novas praticas pedagogicas supostamente &#8220;libertarias&#8221;vao surgindo com ou sem pretexto de definiçao, ou de alternativas ao lixo publico, jà nascem abortadas. E esse aborto prematuro, me parece que è onde começa a dispersao, &#8211; seja retomando as questoes ja elaboradas no texto, no que concerne aos estudantes e suas fugas pervertidas aos fragmentos da diversao, seja em relaçao ao metodo tradicional &#8211; da busca de legitimaçao institucional cada vez mais ampliada na construçao social.<br />
É obivio que quanto a essas pedagogias o que está em formaçao sao os novos dirigentes que nao dirigem nada, ou melhor dizendo, a formaçao dessa nova pequena burguesia intelectual que atua como mediadora e conciliadora, em qualquer conquista &#8220;espacial&#8221;.<br />
Nao muito longe da esquerda, &#8211; espaço privilegiado de combinaçoes de açoes conciliadoras &#8211; que atualmente estes dirigentes estao imbuidos de conquistar seu espaço.</p>
<p>&#8230;..Mas aquele que aos oito anos de idade vendia picolés debaixo do viaduto, que aos dez anos trabalhava na oficina e aos quinze na fábrica e só deixou de morar numa favela quando ascendeu na hierarquia da central sindical e pouco tempo depois exercia funções em Brasília, como pode ele competir com as elites tradicionais sem acumular rapidamente muito dinheiro, muito mais do que a sua remuneração oficial lhe permite?&#8230;</p>
<p>como nao pensar no vendedor de picole e sua ascensao ou nao ao direito educacional desde seus 8 anos atè os 18 &#8220;que se transforma no di maior&#8221;, &#8211; posteriormente as inversoes de gastos sociais no meio educativo por parte de reformas estruturais?¿¿</p>
<p>Serà que podemos pensar as universidades publicas, dominadas por essa nova pqna burguesia intelectual, como algo popular¿ &#8211; nao estou querendo reduzir que as universidades publicas nao exista trabalhadores dentro do meio estudantil.</p>
<p>a soluçao dos professores è se cooporativizar, ou resmungar individualmente pelos cotovelos pela falta de organizaçao¿¿</p>
<p>A universidade è uma empresa a longo alcance. Alem de todas as questoes que sao inerentes ao controle dos trabalhadores nas fabricas, o tal do vigiar e punir, nas universidades principalmente publicas, o que està em questao nao è vigiar estudantes, bons ou mals educados, mas sim vigiar seus meios de produçao que de tal maneira se dizem publicos, mas ja estao totalmente privatizados. Desde o giz da losa, que o professor tanto almeja ensinar, aos laboratorios seja de centros de teconologia, seja de taiz filosofos, historiadores, socilogos, etc &#8211; para nao fazer lista &#8211; jà estao totalmente vinculados a reproduçao capitalista. E ainda sim o professor respira seus flatulos de autonomia com novas tecnicas de ensino-aprendizagem.<br />
Pode parecer absurdo o desprezo com a instuiçao, mas realmente os estudantes da escola publica geralmente estao nas universidades privadas, por ironia sem destino, ampliando e reproduzindo a alienaçao do capital em diversas estrututras ja demarcadas.<br />
Enquanto isso as universidades publicas gera pogresso e desenvolvimento de mao de obra qualificada para continuar se apropriando cada vez mais do suposto espaço publico e criticar a privatizaçao da educaçao. essa ironia talvez tenha destino¿</p>
<p>Quais os verdadeiros desafios dos educadorxs¿<br />
Alterar as formas, inviabilizar os conteudos, como de praxe, inibir as verdadeiras lutas socias, ou abrir novas lan-houses com sistema operacional linux, incentivando um possivel bug secular coletivo¿¿¿</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: taiguara		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/12/50056/#comment-50570</link>

		<dc:creator><![CDATA[taiguara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 19:41:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com base na minha própria experiência como aluno e professor e pelo que vou observando agora na condição de pai, tenho a impressão de que a escola pública no Brasil cumpre, hoje em dia, um papel apenas disciplinador, ela não forma a força de trabalho em sentido mais amplo e em suas exigências mais sofisticadas e tampouco é destinada para isso. É importante que o jovem saia da escola apenas com alguns preceitos elementares de sociabilidade e instrução: ler minimamente, saber do que se tratam as 4 operações da matemática (o que não significa saber efetuá-las) e, pricipalmente, não cuspir na cara do colega, não andar pelado, não defecar em  público, obedecer aos mais velhos, ter alguma coordenação motora, ter noções de hieraquias e papéis sociais, saber dizer que ama os animaizinhos, os símbolos nacionais, etc. - ou seja, introjetor aquelas noções mínimas que distinguem o homem do animal, e tudo isso se aprende até mais ou menos o 1º ciclo do ensino fundamental. Daí até a conclusão do ensio médio, é conter a energia juvenil dentro das 4 paredes, estocar as crianças e jovens durante um determinado período do dia. E é aí que começa a grande desafio dos educadores. Da parte dos professores, que cada vez mais cumprem funções que pouco se diferenciam da de bedel, qualquer tentativa de ir além disso, individualmente, é um esforço vão e inocente, na medida em que ele se depararão com as estruturas burocráticas que estão lá para garantir isso.
E me parece que para as empresas, cada vez mais, é apenas estes princípios comportamentais e cognitivos elementares que importam num primeiro momento, pois o ajuste fino da formação elas o fazem com muito mais eficiência através de seus cursos de capacitação, qualificação, reciclagem, internos a institucionalidade das empresas e suas parcerias (refiro-me principalmente às ONGs), além das outras instâncias pedagógicas, como shoppings centers, lan-houses, games e outras, que já foram comentadas aqui. Em outras palavras, eis a chave do sucesso: antes de contratar algum jovem, o que as empresas querem mesmo saber é se ele é ou não é uma pessoa obediente, domésticada, de espírito dócil, etc, pois, de resto, elas darão conta independentemente.
O curioso é que, mesmo dentro deste horizonte restrito que é o de servir à ordem e a um capitalismo retardatário, a escola pública no Brasil vai mal e a economia vai bem.

Abraços]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com base na minha própria experiência como aluno e professor e pelo que vou observando agora na condição de pai, tenho a impressão de que a escola pública no Brasil cumpre, hoje em dia, um papel apenas disciplinador, ela não forma a força de trabalho em sentido mais amplo e em suas exigências mais sofisticadas e tampouco é destinada para isso. É importante que o jovem saia da escola apenas com alguns preceitos elementares de sociabilidade e instrução: ler minimamente, saber do que se tratam as 4 operações da matemática (o que não significa saber efetuá-las) e, pricipalmente, não cuspir na cara do colega, não andar pelado, não defecar em  público, obedecer aos mais velhos, ter alguma coordenação motora, ter noções de hieraquias e papéis sociais, saber dizer que ama os animaizinhos, os símbolos nacionais, etc. &#8211; ou seja, introjetor aquelas noções mínimas que distinguem o homem do animal, e tudo isso se aprende até mais ou menos o 1º ciclo do ensino fundamental. Daí até a conclusão do ensio médio, é conter a energia juvenil dentro das 4 paredes, estocar as crianças e jovens durante um determinado período do dia. E é aí que começa a grande desafio dos educadores. Da parte dos professores, que cada vez mais cumprem funções que pouco se diferenciam da de bedel, qualquer tentativa de ir além disso, individualmente, é um esforço vão e inocente, na medida em que ele se depararão com as estruturas burocráticas que estão lá para garantir isso.<br />
E me parece que para as empresas, cada vez mais, é apenas estes princípios comportamentais e cognitivos elementares que importam num primeiro momento, pois o ajuste fino da formação elas o fazem com muito mais eficiência através de seus cursos de capacitação, qualificação, reciclagem, internos a institucionalidade das empresas e suas parcerias (refiro-me principalmente às ONGs), além das outras instâncias pedagógicas, como shoppings centers, lan-houses, games e outras, que já foram comentadas aqui. Em outras palavras, eis a chave do sucesso: antes de contratar algum jovem, o que as empresas querem mesmo saber é se ele é ou não é uma pessoa obediente, domésticada, de espírito dócil, etc, pois, de resto, elas darão conta independentemente.<br />
O curioso é que, mesmo dentro deste horizonte restrito que é o de servir à ordem e a um capitalismo retardatário, a escola pública no Brasil vai mal e a economia vai bem.</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ronan		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/12/50056/#comment-50563</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ronan]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 18:07:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=50056#comment-50563</guid>

					<description><![CDATA[Uma coisa importante que esqueci: no início o processo de socialização do ser fica restrito a família, alguns parentes, vizinhos mais próximos e igreja, se for o caso. A formação inicial é basicamente familiar. Dai que os primeiros contatos com a escola, sair de casa, conhecer outros iguais etariamente, tudo isso é vivido com entusiasmo. Também os primeiros aprendizados são muito valorizados. De certa forma, até o início do ciclo II do ensino fundamental os alunos valorizam muito a escola. Tanto os professores quanto as pesquisas apontam um sério declínio a partir do 9° ano e, principalmente, do ensino médio. O que ocorre? 

No início é aprender o básico mesmo, aprender a ler, aprender coisas substanciais, que uma bolha de sabão não é um fantasma. Mas depois, com o passar dos anos, os alunos vão percebendo que a escola não consegue ofertar algo de muito mais avançado. Que o médio da pública jamais permitirá derrotar o cara do Vértice que passa em concurso que paga 11 mil por mês. É a partir daí que o desinteresse aumenta muito. Somente os poucos que gastam dinheiro e tempo por fora é que vão conseguir avançar um tanto mais, o resto é precariedade e sabotagem. 

Mas tem algo mais central ainda. Há um choque entre as promessas educacionais e a realidade econômica. O Estado propôe uma formação iluminista, generalista, em que todos teriam domínios mínimos sobre tudo, da genética à antropologia. No entanto, a aluna percebe que basta aprender fazer uma única coisa que sobreviverá. Ela faz um técnico em ferramentaria e vive a vida com isso. Outro faz um cursinho para pilotar empilhadeira e ganha a vida. Outro vai dirigir ônibus e ganha mais que o professor. Aliás, os próprios professores se limitam a aprender a ler e escrever uns e a calcular outros sem que saibam sequer o significado do próprio nome. De que serve a filosofia se vou passar a vida numa empilhadeira, pensa o aluno? De que serve a literatura se vou passar a vida numa ferramentaria, pensa a aluna. E eu cito exemplos concretos. É isso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma coisa importante que esqueci: no início o processo de socialização do ser fica restrito a família, alguns parentes, vizinhos mais próximos e igreja, se for o caso. A formação inicial é basicamente familiar. Dai que os primeiros contatos com a escola, sair de casa, conhecer outros iguais etariamente, tudo isso é vivido com entusiasmo. Também os primeiros aprendizados são muito valorizados. De certa forma, até o início do ciclo II do ensino fundamental os alunos valorizam muito a escola. Tanto os professores quanto as pesquisas apontam um sério declínio a partir do 9° ano e, principalmente, do ensino médio. O que ocorre? </p>
<p>No início é aprender o básico mesmo, aprender a ler, aprender coisas substanciais, que uma bolha de sabão não é um fantasma. Mas depois, com o passar dos anos, os alunos vão percebendo que a escola não consegue ofertar algo de muito mais avançado. Que o médio da pública jamais permitirá derrotar o cara do Vértice que passa em concurso que paga 11 mil por mês. É a partir daí que o desinteresse aumenta muito. Somente os poucos que gastam dinheiro e tempo por fora é que vão conseguir avançar um tanto mais, o resto é precariedade e sabotagem. </p>
<p>Mas tem algo mais central ainda. Há um choque entre as promessas educacionais e a realidade econômica. O Estado propôe uma formação iluminista, generalista, em que todos teriam domínios mínimos sobre tudo, da genética à antropologia. No entanto, a aluna percebe que basta aprender fazer uma única coisa que sobreviverá. Ela faz um técnico em ferramentaria e vive a vida com isso. Outro faz um cursinho para pilotar empilhadeira e ganha a vida. Outro vai dirigir ônibus e ganha mais que o professor. Aliás, os próprios professores se limitam a aprender a ler e escrever uns e a calcular outros sem que saibam sequer o significado do próprio nome. De que serve a filosofia se vou passar a vida numa empilhadeira, pensa o aluno? De que serve a literatura se vou passar a vida numa ferramentaria, pensa a aluna. E eu cito exemplos concretos. É isso.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: carlos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/12/50056/#comment-50555</link>

		<dc:creator><![CDATA[carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 16:23:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A questão da corrupção evidentemente que não é exclusividade do capitalismo; é de fato um problema moral, político, e não estritamente econômico. O próprio conceito de &quot;estritamente econômico&quot; é fraco.
Não acho, inicialmente, que seja um absurdo a formação de uma elite intelectual. Em todas as épocas formaram-se elites; a universidade - pensada em seu sentido tradicional - é um ambiente elitista; além disso, a elite econômica nem sempre coincide com a elite intelectual, mesmo no sistema capitalista.

Não se forma nem seria desejável que se formasse - alias, seria insuportável - uma sociedade de intelectuais. A educação é, no capitalismo, e em qualquer outro regime econômico, instrumento político, instrumento para a estabilização da condição existencial das pessoas; ela já foi instrumento ideológico e atualmente tem sido instrumento politico e mercadológico.

O interesse na expansão educacional em nosso país é de caráter político econômico; o PROUNI e as diretrizes educacionais do governo não buscam a formação de intelectuais, filósofos, escritores de tratados, mas sim mão de obra de qualidade, pessoas minimamente instruidas para os atos da vida civil, o que é bom tanto para as empresas quanto para o Estado, quanto para a própria mão de obra que poderá obter maiores salários. Quem critica o PROUNI por não ser &quot;eficiente educacionalmente&quot; não entendeu o projeto. 
 
Nesse sentido não vejo como por uma perspectiva economica possa se criticar estruturalmente o projeto educacional brasileiro. Evidentemente que tal projeto fortalece as colunas sustentadoras da estrutura econômica, mas dentro dessa estrutura é uma saída interessante; talvez a única possível: pôr a educação a serviço do mercado.

A constatação desse projeto, contudo, não implica em uma descrença na honestidade do mesmo, ou em sua ineficiência só pela constatação de sua finalidade última. Pelo contrário, o projeto se apresenta como de fato o que ele é. O dia em que a mera existência de uma finalidade extrínseca inviabilizar o projeto educacional, inviabilizaremos a própria educação.

Tudo isso, contudo, não significa que eu esteja feliz com a educação em nosso país. O ensino básico, as escolas, se encontram em estado crítico. 

A dicotomia esboçada pelo João entre educação básica - a educação das escolas - e educação média - as universidades, cursos técnicos, etc. - é de fato muito relevante, pois talvez possa apresentar uma bifurcação no próprio  projeto educacional contemporaneo ou talvez em sua materialização; é uma questão muito complexa.

Por outro lado, a própria universidade vem se transfigurando; e isso foi percebido por muitos desde o fim do XIX. A unidade da universidade parece ter perdido o seu sentido, a tecnicização do conhecimento -e da ciência como um todo - vem se recrudescendo, etc., contudo não creio que tudo isso possa ser considerado como sinal de falência de todo o sistema, mas mais como instrumentos de crítica epistemológica.

Enfim, não dá para se debater educação através de um prisma puramente economicista. Aliás, creio que pouca coisa dê pra se fazer com ele.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A questão da corrupção evidentemente que não é exclusividade do capitalismo; é de fato um problema moral, político, e não estritamente econômico. O próprio conceito de &#8220;estritamente econômico&#8221; é fraco.<br />
Não acho, inicialmente, que seja um absurdo a formação de uma elite intelectual. Em todas as épocas formaram-se elites; a universidade &#8211; pensada em seu sentido tradicional &#8211; é um ambiente elitista; além disso, a elite econômica nem sempre coincide com a elite intelectual, mesmo no sistema capitalista.</p>
<p>Não se forma nem seria desejável que se formasse &#8211; alias, seria insuportável &#8211; uma sociedade de intelectuais. A educação é, no capitalismo, e em qualquer outro regime econômico, instrumento político, instrumento para a estabilização da condição existencial das pessoas; ela já foi instrumento ideológico e atualmente tem sido instrumento politico e mercadológico.</p>
<p>O interesse na expansão educacional em nosso país é de caráter político econômico; o PROUNI e as diretrizes educacionais do governo não buscam a formação de intelectuais, filósofos, escritores de tratados, mas sim mão de obra de qualidade, pessoas minimamente instruidas para os atos da vida civil, o que é bom tanto para as empresas quanto para o Estado, quanto para a própria mão de obra que poderá obter maiores salários. Quem critica o PROUNI por não ser &#8220;eficiente educacionalmente&#8221; não entendeu o projeto. </p>
<p>Nesse sentido não vejo como por uma perspectiva economica possa se criticar estruturalmente o projeto educacional brasileiro. Evidentemente que tal projeto fortalece as colunas sustentadoras da estrutura econômica, mas dentro dessa estrutura é uma saída interessante; talvez a única possível: pôr a educação a serviço do mercado.</p>
<p>A constatação desse projeto, contudo, não implica em uma descrença na honestidade do mesmo, ou em sua ineficiência só pela constatação de sua finalidade última. Pelo contrário, o projeto se apresenta como de fato o que ele é. O dia em que a mera existência de uma finalidade extrínseca inviabilizar o projeto educacional, inviabilizaremos a própria educação.</p>
<p>Tudo isso, contudo, não significa que eu esteja feliz com a educação em nosso país. O ensino básico, as escolas, se encontram em estado crítico. </p>
<p>A dicotomia esboçada pelo João entre educação básica &#8211; a educação das escolas &#8211; e educação média &#8211; as universidades, cursos técnicos, etc. &#8211; é de fato muito relevante, pois talvez possa apresentar uma bifurcação no próprio  projeto educacional contemporaneo ou talvez em sua materialização; é uma questão muito complexa.</p>
<p>Por outro lado, a própria universidade vem se transfigurando; e isso foi percebido por muitos desde o fim do XIX. A unidade da universidade parece ter perdido o seu sentido, a tecnicização do conhecimento -e da ciência como um todo &#8211; vem se recrudescendo, etc., contudo não creio que tudo isso possa ser considerado como sinal de falência de todo o sistema, mas mais como instrumentos de crítica epistemológica.</p>
<p>Enfim, não dá para se debater educação através de um prisma puramente economicista. Aliás, creio que pouca coisa dê pra se fazer com ele.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: afonsomanuelgonçalves		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/12/50056/#comment-50554</link>

		<dc:creator><![CDATA[afonsomanuelgonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 16:08:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=50056#comment-50554</guid>

					<description><![CDATA[Lenine disse por volta de 1920 que o proletariado inglês era o mais corrompido da Europa pelo liberalismo, e hoje, também as escolas do mundo capitalista tem como papel mais importante corromper os adolescentes e jovens nesta ideologia que é mais do que nunca a mais propensa a fomentar a corrupção da consciência humana na &quot;competição&quot; desenfreada com o outro e no alcance sem olhar a meios do triunfo individual sobre o mais incauto, desprevenido e ingénuo cidadão. Hoje no capitalismo moderno, podemos dizer que a corrupção é a escola da vida e quem não a aprende devidamente apanha um Mau na classificação. Quase tudo começa aqui e acaba na eleição do cacique mais corrupto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lenine disse por volta de 1920 que o proletariado inglês era o mais corrompido da Europa pelo liberalismo, e hoje, também as escolas do mundo capitalista tem como papel mais importante corromper os adolescentes e jovens nesta ideologia que é mais do que nunca a mais propensa a fomentar a corrupção da consciência humana na &#8220;competição&#8221; desenfreada com o outro e no alcance sem olhar a meios do triunfo individual sobre o mais incauto, desprevenido e ingénuo cidadão. Hoje no capitalismo moderno, podemos dizer que a corrupção é a escola da vida e quem não a aprende devidamente apanha um Mau na classificação. Quase tudo começa aqui e acaba na eleição do cacique mais corrupto.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: diogo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2011/12/50056/#comment-50551</link>

		<dc:creator><![CDATA[diogo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 14:55:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=50056#comment-50551</guid>

					<description><![CDATA[E vale lembrar q lá estão passando por fortes &quot;reformas&quot; para salvar os capitalistas devido a crise econômica e por embates intensos com o acirramento da luta de classes. Culpar os pais é o Estado se desobrigar do seu dever de prover educação e é individualizar o problema. 
Será q um dia veremos o governo passar a ser responsabilizado por &quot;alunos indisciplinados ou com faltas em excesso&quot;? Pelos problemas no ensino público?

Mas oh! Até a sigla do ministério é a mesma: MEC. Será q Dilma copiará essa decisão de Portugal?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E vale lembrar q lá estão passando por fortes &#8220;reformas&#8221; para salvar os capitalistas devido a crise econômica e por embates intensos com o acirramento da luta de classes. Culpar os pais é o Estado se desobrigar do seu dever de prover educação e é individualizar o problema.<br />
Será q um dia veremos o governo passar a ser responsabilizado por &#8220;alunos indisciplinados ou com faltas em excesso&#8221;? Pelos problemas no ensino público?</p>
<p>Mas oh! Até a sigla do ministério é a mesma: MEC. Será q Dilma copiará essa decisão de Portugal?</p>
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