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	Comentários sobre: O caminho para a democracia direta: entrevista com Pablo González Casanova (1ª Parte)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: afonsomanuelgonçalves		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[afonsomanuelgonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 15:40:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais um ilustre académico que deixa amigos por todos os lados: nacionalistas anti-imperialistas, internacionalistas da luta de classes e diversos mestres que encontrou no caminho da vida. Nada a opor, a vida determina de certo modo o nosso caminho e as &quot;nossas ideias&quot;. 
Agora, depois de velho, reduzido a este amálgama de ideias e conjecturas particulares que não satisfazem nem a lógica nem o conhecimento, fica na nostalgia um passado pouco útil e produtivo. Melhor seria esquecê-lo e começar de novo... a não ser que queira prestar melhor seviço e entregar-se a alguns fins de misericórdia religiosa e humanitária. 
Experimente, às vezes resulta... Conheço alguns &quot;revolucionários&quot; que encontraram esse caminho e estão muito felizes. Além disso convenceram-se que encontraram a luz que lhes faltava, o que é ainda mais louvável, se considerarmos a senilidade como a morte feliz.
Conheço muitos e garanto que são bem mais felizes do que eu...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um ilustre académico que deixa amigos por todos os lados: nacionalistas anti-imperialistas, internacionalistas da luta de classes e diversos mestres que encontrou no caminho da vida. Nada a opor, a vida determina de certo modo o nosso caminho e as &#8220;nossas ideias&#8221;.<br />
Agora, depois de velho, reduzido a este amálgama de ideias e conjecturas particulares que não satisfazem nem a lógica nem o conhecimento, fica na nostalgia um passado pouco útil e produtivo. Melhor seria esquecê-lo e começar de novo&#8230; a não ser que queira prestar melhor seviço e entregar-se a alguns fins de misericórdia religiosa e humanitária.<br />
Experimente, às vezes resulta&#8230; Conheço alguns &#8220;revolucionários&#8221; que encontraram esse caminho e estão muito felizes. Além disso convenceram-se que encontraram a luz que lhes faltava, o que é ainda mais louvável, se considerarmos a senilidade como a morte feliz.<br />
Conheço muitos e garanto que são bem mais felizes do que eu&#8230;</p>
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