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	Comentários sobre: O caminho para a democracia direta: entrevista com Pablo González Casanova (2ª Parte)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: afonsomanuelgonçalves		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/01/50406/#comment-52772</link>

		<dc:creator><![CDATA[afonsomanuelgonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 14:20:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Césaro, não é fácil discutir um tema tão vasto e complexo como aquele que expôe no seu comentário, dado que levanta tantas asserções, por vezes um pouco dogmáticas, a  que recorre amiúde através de slogans e concepções propagandísticas sem demonstração factual.
A lógica formal é a lógica dos juízos e raciocínios puros, se tomarmos uma premissa por verdadeira e seguirmos as suas regras &quot;formais&quot; a conclusão é necessariamente verdadeira. Sabemos pensar, mas não ligamos as leis do pensamento aos factos nem ao conteúdo. Como sabe Hegel, ultrapassou Aristóteles no seu Grande Sistema da Lógica. 
Para ser um pouco mais objectivo, não foi minha intenção atacar a Teologia da Libertação que na América Latina teve e tem um papel importante na luta social contra a injustiça e os escandalosos privilégios dos latifundiários esclavagistas.
O que comentei, foi o preconceito primário anti-marxista do autor que me pareceu claro na entrevista. 
Como não sou adepto da lógica formal, julgo que não me enganei.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Césaro, não é fácil discutir um tema tão vasto e complexo como aquele que expôe no seu comentário, dado que levanta tantas asserções, por vezes um pouco dogmáticas, a  que recorre amiúde através de slogans e concepções propagandísticas sem demonstração factual.<br />
A lógica formal é a lógica dos juízos e raciocínios puros, se tomarmos uma premissa por verdadeira e seguirmos as suas regras &#8220;formais&#8221; a conclusão é necessariamente verdadeira. Sabemos pensar, mas não ligamos as leis do pensamento aos factos nem ao conteúdo. Como sabe Hegel, ultrapassou Aristóteles no seu Grande Sistema da Lógica.<br />
Para ser um pouco mais objectivo, não foi minha intenção atacar a Teologia da Libertação que na América Latina teve e tem um papel importante na luta social contra a injustiça e os escandalosos privilégios dos latifundiários esclavagistas.<br />
O que comentei, foi o preconceito primário anti-marxista do autor que me pareceu claro na entrevista.<br />
Como não sou adepto da lógica formal, julgo que não me enganei.</p>
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		<title>
		Por: Césaro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/01/50406/#comment-52728</link>

		<dc:creator><![CDATA[Césaro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 05:25:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Afonso Manuel, Se vc quer ler completo, o entrevistado diz: &quot;o caráter oficial que se deu ao pensamento marxista fortaleceu correntes que se fundamentam no pensamento religioso e se expressam em sistemas filosóficos acabados&quot;, em clara referencia ao stalinismo e os varios &quot;marxismos&quot; de tipo economicista e historicista. Em outro contexto, ao falar da crise do marxismo-lenininismo-estalinismo (ainda bastante vivo, porém), refere-se ás aportacoes latinoamericanas aos processos emancipatórios, entre eles a Teologia da libertacao. Uma grande maioria dos militantes que conheci no Brasil tiveram suas primeiras experiencias de organizacao nas CEB&#039;s. O MST, por exemplo, na sua trajetoria histórica, seria inexplicável sem a participacao desta corrente, bem como os processos revolucionários na Nicarágua, Colombia, ou o atual processo de insurgencia-organizacao das comunidades zapatistas. Evidentemente, nao como único fator causal, e nao sem contradicoes e limitacoes profundas. Mas nao desapareceu, mesmo recuando, como os movimentos organizacoes e classe trabalhadora en geral, na ofensiva &quot;neoliberal&quot; adquirindo novas formas e formando parte do &quot;contexto&quot; de novas experiencias políticas e organizativas. A isto refere-se o autor com &quot;cultura de emancipacao&quot;. Mas ele tem seus próprios argumentos, que duvido voce queira conhecer/aprofundar. Em tal caso, e se voce quer extrair conclusoes usando a logica formal, a palavra é sua...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Afonso Manuel, Se vc quer ler completo, o entrevistado diz: &#8220;o caráter oficial que se deu ao pensamento marxista fortaleceu correntes que se fundamentam no pensamento religioso e se expressam em sistemas filosóficos acabados&#8221;, em clara referencia ao stalinismo e os varios &#8220;marxismos&#8221; de tipo economicista e historicista. Em outro contexto, ao falar da crise do marxismo-lenininismo-estalinismo (ainda bastante vivo, porém), refere-se ás aportacoes latinoamericanas aos processos emancipatórios, entre eles a Teologia da libertacao. Uma grande maioria dos militantes que conheci no Brasil tiveram suas primeiras experiencias de organizacao nas CEB&#8217;s. O MST, por exemplo, na sua trajetoria histórica, seria inexplicável sem a participacao desta corrente, bem como os processos revolucionários na Nicarágua, Colombia, ou o atual processo de insurgencia-organizacao das comunidades zapatistas. Evidentemente, nao como único fator causal, e nao sem contradicoes e limitacoes profundas. Mas nao desapareceu, mesmo recuando, como os movimentos organizacoes e classe trabalhadora en geral, na ofensiva &#8220;neoliberal&#8221; adquirindo novas formas e formando parte do &#8220;contexto&#8221; de novas experiencias políticas e organizativas. A isto refere-se o autor com &#8220;cultura de emancipacao&#8221;. Mas ele tem seus próprios argumentos, que duvido voce queira conhecer/aprofundar. Em tal caso, e se voce quer extrair conclusoes usando a logica formal, a palavra é sua&#8230;</p>
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		Por: afonsomanuelgonçalves		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/01/50406/#comment-52101</link>

		<dc:creator><![CDATA[afonsomanuelgonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 12:48:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pablo Casanova, não crente e o pensamento marxista 
Que «fortaleceu correntes que se fundamentam no pensamento religioso». Felizmente tudo isto entrou em crise.(sic)
Mais à frente; «A isto se juntou outra novidade que foi a famosa Teologia da Libertação. 
... «Eu creio que a Teologia da Libertação se transformou na cultura da emancipação».

Conclusão - O pensamento marxista libertou-nos do ateísmo e a teologia da libertação libertou-nos da religião. 
Simplessmente brilhante...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pablo Casanova, não crente e o pensamento marxista<br />
Que «fortaleceu correntes que se fundamentam no pensamento religioso». Felizmente tudo isto entrou em crise.(sic)<br />
Mais à frente; «A isto se juntou outra novidade que foi a famosa Teologia da Libertação.<br />
&#8230; «Eu creio que a Teologia da Libertação se transformou na cultura da emancipação».</p>
<p>Conclusão &#8211; O pensamento marxista libertou-nos do ateísmo e a teologia da libertação libertou-nos da religião.<br />
Simplessmente brilhante&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
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