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	Comentários sobre: Contra os canhões, marchar, marchar!	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Andre Carmo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andre Carmo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 15:54:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ora cá está uma excelente proposta concreta, ainda que a relação de forças actual a torne absolutamente inviável, que reduziria a despesa. Apesar de estar globalmente de acordo, gostaria de assinalar que a inexistência de forças armadas não impede que existam outras estruturas privadas que cumprem as mesmas funções e servem os mesmos propósitos (ex: a ex-Blackwater nos EUA), apesar de estarem completamente imunes ao escrutínio da opinião pública. Por outro lado, e talvez esteja a ser um pouco ingénuo, as forças armadas parecem-me ser atravessadas por diferentes forças e sensibilidades políticas que por vezes convergem para o lado certo da luta e fazem pender os pratos da balança, ainda que momentaneamente, para os explorados e oprimidos deste mundo. Em última análise é a força (a bruta, dos músculos e armas) que define o rumo dos acontecimentos. E essa costuma estar concentrada nas forças armadas e, com o crescente desenvolvimento tecnológico, não parece que essa tendência se vá alterar. Pelo menos estas contribuem, por vezes (ex: Portugal, Venezuela, etc.), para projectos emancipatórios e/ou de libertação. Já as polícias e outras forças de segurança, não estiveram nunca do lado certo. Essas sim, deveriam ser erradicadas da face do planeta. Provavelmente, também consomem uma fatia substancial do PIB. Mas, tal como as anteriores, parecem ter vindo para ficar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ora cá está uma excelente proposta concreta, ainda que a relação de forças actual a torne absolutamente inviável, que reduziria a despesa. Apesar de estar globalmente de acordo, gostaria de assinalar que a inexistência de forças armadas não impede que existam outras estruturas privadas que cumprem as mesmas funções e servem os mesmos propósitos (ex: a ex-Blackwater nos EUA), apesar de estarem completamente imunes ao escrutínio da opinião pública. Por outro lado, e talvez esteja a ser um pouco ingénuo, as forças armadas parecem-me ser atravessadas por diferentes forças e sensibilidades políticas que por vezes convergem para o lado certo da luta e fazem pender os pratos da balança, ainda que momentaneamente, para os explorados e oprimidos deste mundo. Em última análise é a força (a bruta, dos músculos e armas) que define o rumo dos acontecimentos. E essa costuma estar concentrada nas forças armadas e, com o crescente desenvolvimento tecnológico, não parece que essa tendência se vá alterar. Pelo menos estas contribuem, por vezes (ex: Portugal, Venezuela, etc.), para projectos emancipatórios e/ou de libertação. Já as polícias e outras forças de segurança, não estiveram nunca do lado certo. Essas sim, deveriam ser erradicadas da face do planeta. Provavelmente, também consomem uma fatia substancial do PIB. Mas, tal como as anteriores, parecem ter vindo para ficar.</p>
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