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	Comentários sobre: Entrevista com João Campos e Nina Fideles, produtores do vídeo &#8216;Zona Crítica&#8217;	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Joana		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 17:46:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Interessante entrevista, e ótimo video, muito bom para engatilhar discussões e fazer formações políticas.
Mas achei uma pena que os entrevistados não falassem mais sobre o impacto que tal tipo de discussão teve dentro do MST. 
Pois se essa discussão se deu nos próprios cursos de formação e estavam permeando os espaços internos do próprio movimento, podemos entender então que a saída do MST dos 3 autores do video (como está explícito na &quot;Carta de saída das nossas organizações&quot; dos 51) está intimamente relacionada com a derrota (momentânea ou permanente?)dento do MST deste projeto de vincular organicamente as lutas rurais com as urbanas, para além de atos conjuntos com centrais sindicais, partidos políticos e governos? Sendo mais clara, este projeto de luta urbana não teria mais espaço dentro do MST? Ou o movimento continua a fazer esse debate e, sobretudo, a pensar e realizar ações neste sentido?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante entrevista, e ótimo video, muito bom para engatilhar discussões e fazer formações políticas.<br />
Mas achei uma pena que os entrevistados não falassem mais sobre o impacto que tal tipo de discussão teve dentro do MST.<br />
Pois se essa discussão se deu nos próprios cursos de formação e estavam permeando os espaços internos do próprio movimento, podemos entender então que a saída do MST dos 3 autores do video (como está explícito na &#8220;Carta de saída das nossas organizações&#8221; dos 51) está intimamente relacionada com a derrota (momentânea ou permanente?)dento do MST deste projeto de vincular organicamente as lutas rurais com as urbanas, para além de atos conjuntos com centrais sindicais, partidos políticos e governos? Sendo mais clara, este projeto de luta urbana não teria mais espaço dentro do MST? Ou o movimento continua a fazer esse debate e, sobretudo, a pensar e realizar ações neste sentido?</p>
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