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	Comentários sobre: Um educador social na Cracolândia	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Xavier		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/01/51415/#comment-53904</link>

		<dc:creator><![CDATA[Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 14:40:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá Léo,

Pois eu vejo de outro modo: acho que você deveria ler a entrevista - que é bem mais rica do que qualquer observação terminológica de qualquer introdução. 

Acho, sim, pertinente a sua observação - mas, ao mesmo tempo, não dá para ignorar que esse vocabulário foi influenciado justamente pelo contato direto com o referido educador. 

No mais, acho que o emprego de tais termos pode abrir uma via de acesso para dialogar com um setor que, equivocadamente como você bem diz, deixa de lado as relações de exploração capitalista se utilizando de uma terminologia que busca colocar no horizonte a tal da inclusão. Me explico: para além do som das palavras, que estão realmente encharcadas de ideologias que se referem às práticas de dominação e exploração, outro educador social pode ler a entrevista e começar a contestar o papel que cumpre nesse sistema de internação compulsória da população considerada &quot;vulnerável&quot;.

Estou pensando aqui também, a partir de seu comentário. Ou seja, não tenho total certeza no que digo.

Abraços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Léo,</p>
<p>Pois eu vejo de outro modo: acho que você deveria ler a entrevista &#8211; que é bem mais rica do que qualquer observação terminológica de qualquer introdução. </p>
<p>Acho, sim, pertinente a sua observação &#8211; mas, ao mesmo tempo, não dá para ignorar que esse vocabulário foi influenciado justamente pelo contato direto com o referido educador. </p>
<p>No mais, acho que o emprego de tais termos pode abrir uma via de acesso para dialogar com um setor que, equivocadamente como você bem diz, deixa de lado as relações de exploração capitalista se utilizando de uma terminologia que busca colocar no horizonte a tal da inclusão. Me explico: para além do som das palavras, que estão realmente encharcadas de ideologias que se referem às práticas de dominação e exploração, outro educador social pode ler a entrevista e começar a contestar o papel que cumpre nesse sistema de internação compulsória da população considerada &#8220;vulnerável&#8221;.</p>
<p>Estou pensando aqui também, a partir de seu comentário. Ou seja, não tenho total certeza no que digo.</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/01/51415/#comment-53865</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 01:19:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ainda não tive tempo de ler a entrevista. Mas li a apresentação. O que me leva a fazer o seguinte comentário, ao ver as expressões até então mais ou menos restritas a uma certa sociologia, em geral relacionada aos gestores públicos: &quot;situação de risco&quot; e &quot;vulnerabilidade&quot;. Para mim sempre foram eufemismos para designar os fodidos pelo capitalismo. Sujeito em &quot;situação de risco&quot; ou de &quot;vulnerabilidade&quot; já é aquele no estágio mais avançado de desumanização na sociedade (capoitalista). Fica parecendo que o sujeito está bem e pode, quem sabe, lhe acontecer algo ruim.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda não tive tempo de ler a entrevista. Mas li a apresentação. O que me leva a fazer o seguinte comentário, ao ver as expressões até então mais ou menos restritas a uma certa sociologia, em geral relacionada aos gestores públicos: &#8220;situação de risco&#8221; e &#8220;vulnerabilidade&#8221;. Para mim sempre foram eufemismos para designar os fodidos pelo capitalismo. Sujeito em &#8220;situação de risco&#8221; ou de &#8220;vulnerabilidade&#8221; já é aquele no estágio mais avançado de desumanização na sociedade (capoitalista). Fica parecendo que o sujeito está bem e pode, quem sabe, lhe acontecer algo ruim.</p>
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