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	Comentários sobre: Goiás: Que unidade? Que luta?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/02/52823/#comment-55982</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 21:04:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acontece que bater no sindicato é lutar realmente pela educação, o que fica bem claro quando percebemos qual é o procedimento do sindicato quando o assunto é a &quot;luta pela educação&quot;. Agora, realmente é preciso que os que estão engajados nesta luta formulem uma estratégia própria, o que não deve ser feito sem que os professores, e os demais trabalhadores da área da educação, estabeleçam um diálogo com os pais dos alunos etc. Mais do que cruzar os braços e não comparecer ao trabalho, é preciso ocupar as escolas para estabelecer nelas um espaço para o debate com a sociedade, além de um espaço coletivo de tomada de decisões. Uma coisa muito curiosa é que os professores nunca utilizam a escola mesma como uma espaço para politizar a sociedade, porque o modo como eles se apresentam à sociedade é elitista. Querem, no máximo, politizar a sociedade dentro da sala de aula, sendo bem pagos por isso. O professor quer ser um intelectual bem remunerado pelo seu trabalho não-manual, e só. O professor não quer unir a sua luta por salário com a da faxineira e com a da merendeira, nem transformar a escola num espaço de criação de uma cultura capaz de direcionar a classe trabalhadora para uma perspectiva radical de luta, uma perspectiva revolucionária. O professor não quer fazer parte da luta da classe trabalhadora, nem socializar o espaço escolar como espaço de gestação de novas práticas, espaço de gestação de uma nova sociabilidade, ao qual os trabalhadores possam recorrer para conduzir sua luta contra o capitalismo. O Estado e as classes dominantes certamente ficariam muito mais preocupdos com a greve dos professores se ela fosse uma greve de ocupação das escolas, para a difusão de certos conhecimentos (socialismo revolucionário) capazes de orientar a classe trabalhadora para a luta contra o capital e contra o Estado. O problema da corrupção nas escolas é meramente um problema de melhoria da forma de gestão da mais-valia estorquida da classe trabalhadora, afinal os recursos do Estado são provenientes de uma fonte, e todos sabemos qual é. Um salário digno de uma trabalhador não-manual (com diploma universitário) e uma excelente gestão da mais-valia proveniente dos recursos do Estado (ou não seria da classe trabalhadora?)... é isso o que querem os professores, em sua maioria. A &quot;luta pela educação&quot;, assim, assemelha-se à luta por condições ótimas para civilizar os pequenos bárbaros, os sociopatas mirins das escolas públicas. Não há atitude mais elitista do que aquela daqueles que aspiram tornar-se a elite condutora das classes subalternas. Tudo o que digo pode parecer muito utópico para os aspirantes desse tipo, mas não o será para aqueles que perceberem que a ofensiva neoliberal das últimas décadas, que é uma ofensiva de classe, capitalista, colocou na ordem do dia a luta anticapitalista. Para o Estado neoliberal, a educação importante é a qualificadora de mão-de-obra, e a nossa educação pública de má qualidade é mais do que suficiente para qualificar a mão-de-obra da classe trabalhadora para continuar a exercer o tipo de trabalho que ela exerce e deverá continuar a exercendo: aquele que se limita à apreensão de determinadas técnicas, facilmente apreendidas (como utilizar um computador, etc.). Já as elites sociais sempre podem recorrer à educação privada, e quanto a isso não há problema para elas, embora os orgulhosos de si professores da rede pública lamentem-se diariamente por não conseguirem uma vaga numa escola privada de respeito.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acontece que bater no sindicato é lutar realmente pela educação, o que fica bem claro quando percebemos qual é o procedimento do sindicato quando o assunto é a &#8220;luta pela educação&#8221;. Agora, realmente é preciso que os que estão engajados nesta luta formulem uma estratégia própria, o que não deve ser feito sem que os professores, e os demais trabalhadores da área da educação, estabeleçam um diálogo com os pais dos alunos etc. Mais do que cruzar os braços e não comparecer ao trabalho, é preciso ocupar as escolas para estabelecer nelas um espaço para o debate com a sociedade, além de um espaço coletivo de tomada de decisões. Uma coisa muito curiosa é que os professores nunca utilizam a escola mesma como uma espaço para politizar a sociedade, porque o modo como eles se apresentam à sociedade é elitista. Querem, no máximo, politizar a sociedade dentro da sala de aula, sendo bem pagos por isso. O professor quer ser um intelectual bem remunerado pelo seu trabalho não-manual, e só. O professor não quer unir a sua luta por salário com a da faxineira e com a da merendeira, nem transformar a escola num espaço de criação de uma cultura capaz de direcionar a classe trabalhadora para uma perspectiva radical de luta, uma perspectiva revolucionária. O professor não quer fazer parte da luta da classe trabalhadora, nem socializar o espaço escolar como espaço de gestação de novas práticas, espaço de gestação de uma nova sociabilidade, ao qual os trabalhadores possam recorrer para conduzir sua luta contra o capitalismo. O Estado e as classes dominantes certamente ficariam muito mais preocupdos com a greve dos professores se ela fosse uma greve de ocupação das escolas, para a difusão de certos conhecimentos (socialismo revolucionário) capazes de orientar a classe trabalhadora para a luta contra o capital e contra o Estado. O problema da corrupção nas escolas é meramente um problema de melhoria da forma de gestão da mais-valia estorquida da classe trabalhadora, afinal os recursos do Estado são provenientes de uma fonte, e todos sabemos qual é. Um salário digno de uma trabalhador não-manual (com diploma universitário) e uma excelente gestão da mais-valia proveniente dos recursos do Estado (ou não seria da classe trabalhadora?)&#8230; é isso o que querem os professores, em sua maioria. A &#8220;luta pela educação&#8221;, assim, assemelha-se à luta por condições ótimas para civilizar os pequenos bárbaros, os sociopatas mirins das escolas públicas. Não há atitude mais elitista do que aquela daqueles que aspiram tornar-se a elite condutora das classes subalternas. Tudo o que digo pode parecer muito utópico para os aspirantes desse tipo, mas não o será para aqueles que perceberem que a ofensiva neoliberal das últimas décadas, que é uma ofensiva de classe, capitalista, colocou na ordem do dia a luta anticapitalista. Para o Estado neoliberal, a educação importante é a qualificadora de mão-de-obra, e a nossa educação pública de má qualidade é mais do que suficiente para qualificar a mão-de-obra da classe trabalhadora para continuar a exercer o tipo de trabalho que ela exerce e deverá continuar a exercendo: aquele que se limita à apreensão de determinadas técnicas, facilmente apreendidas (como utilizar um computador, etc.). Já as elites sociais sempre podem recorrer à educação privada, e quanto a isso não há problema para elas, embora os orgulhosos de si professores da rede pública lamentem-se diariamente por não conseguirem uma vaga numa escola privada de respeito.</p>
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		<title>
		Por: Khrysner		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/02/52823/#comment-55929</link>

		<dc:creator><![CDATA[Khrysner]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 02:16:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu sei quem na reunião defendeu isso: &quot;Com este argumento, somado à suposta falta de pessoas dispostas a se dedicar ao coletivo, conseguem legitimar a não delegação de tarefas das comissões nas reuniões semanais, a ausência de um relatório das ações destas comissões e a não rotatividade dos integrantes das mesmas.&quot;. Mas não vem ao caso. Vc que eu sei quem é, acho que bateu bem na ferida, o pessoal confundi trégua com aliança, esse é o ponto principal, devemos não deixar que o sindicato nos atropele, nas reuniões com o sindicato, que era aberto a todos, sempre tentei me posicionar de forma a não deixar que eles tomassem as decisões sozinhos, impondo também ações em conjunto. Mas, alguns companheiros em vez de se posicionarem com autoridade, ficam repetindo as mesmas coisas. O que para eles não vão mudar em nada. Mas, fazendo um estudo mais profundo a cerca de ações em conjunto, nós deixamos a desejar, perdendo o controle da situação. Ou não fomos a essas ações, nos impondo enquanto grupo alternativo, ou quando participamos não tomamos atitudes diferenciadas, como falas de efeito aos ávidos por uma posição diferente à aquela do sindicato. Confesso que por despreparo, não utilizei melhor minha fala quando solicitada, poderia ter mencionado mais o MPG e difundido ações inteligentes a categoria, fazendo-os perceber que somos um grupo que preza pela diferença arcaica de manifestação. Mas lendo e relendo esse texto, fico mais convicto que estamos quase nos perdendo, se quisermos lutar pela educação, temos que ser diferenciados de tudo o que se pensa em luta classista, pois os modelos apresentados até hoje, NENHUM, repito NENHUM, funcionou, se tivessem funcionado nós não seriamos tão desrespeitados ao longo do tempo. Temos que combater não só o desrespeito a categoria, mas tbm a corrupção nas escolas, como: verbas de custeio e capital, verbas de merenda, entre outros. Devemos deixar de utopia, o motivo não vou execrar aqui, para evitar que algum sensacionalista venha publicar a verdade a ser dita sobre a categoria. Pois bem, estou de saco cheio de algumas pessoas em vez de lutar realmente pela educação, somente  concentrar suas forças para ficar batendo no sindicato.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sei quem na reunião defendeu isso: &#8220;Com este argumento, somado à suposta falta de pessoas dispostas a se dedicar ao coletivo, conseguem legitimar a não delegação de tarefas das comissões nas reuniões semanais, a ausência de um relatório das ações destas comissões e a não rotatividade dos integrantes das mesmas.&#8221;. Mas não vem ao caso. Vc que eu sei quem é, acho que bateu bem na ferida, o pessoal confundi trégua com aliança, esse é o ponto principal, devemos não deixar que o sindicato nos atropele, nas reuniões com o sindicato, que era aberto a todos, sempre tentei me posicionar de forma a não deixar que eles tomassem as decisões sozinhos, impondo também ações em conjunto. Mas, alguns companheiros em vez de se posicionarem com autoridade, ficam repetindo as mesmas coisas. O que para eles não vão mudar em nada. Mas, fazendo um estudo mais profundo a cerca de ações em conjunto, nós deixamos a desejar, perdendo o controle da situação. Ou não fomos a essas ações, nos impondo enquanto grupo alternativo, ou quando participamos não tomamos atitudes diferenciadas, como falas de efeito aos ávidos por uma posição diferente à aquela do sindicato. Confesso que por despreparo, não utilizei melhor minha fala quando solicitada, poderia ter mencionado mais o MPG e difundido ações inteligentes a categoria, fazendo-os perceber que somos um grupo que preza pela diferença arcaica de manifestação. Mas lendo e relendo esse texto, fico mais convicto que estamos quase nos perdendo, se quisermos lutar pela educação, temos que ser diferenciados de tudo o que se pensa em luta classista, pois os modelos apresentados até hoje, NENHUM, repito NENHUM, funcionou, se tivessem funcionado nós não seriamos tão desrespeitados ao longo do tempo. Temos que combater não só o desrespeito a categoria, mas tbm a corrupção nas escolas, como: verbas de custeio e capital, verbas de merenda, entre outros. Devemos deixar de utopia, o motivo não vou execrar aqui, para evitar que algum sensacionalista venha publicar a verdade a ser dita sobre a categoria. Pois bem, estou de saco cheio de algumas pessoas em vez de lutar realmente pela educação, somente  concentrar suas forças para ficar batendo no sindicato.</p>
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		<title>
		Por: Allysson		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/02/52823/#comment-55908</link>

		<dc:creator><![CDATA[Allysson]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 21:17:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Difícil levar em consideração as ideias de anônimos, mostra a cara mr. M!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Difícil levar em consideração as ideias de anônimos, mostra a cara mr. M!!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/02/52823/#comment-55905</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 20:11:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Segundo algumas pessoas, um professor não pode expressar seu descontentamento a não ser que saiba escrever direito. Para outras o requisito para o diálogo é não se manter no anonimato. Os comentadores que defendem tais restrições com certeza não entenderam que o passapalavra se propõe a ser um espaço de interlocução aberto a todos, inclusive para os que não sabem escrever direito e preferem se manter no anonimato: muitas pessoas que se dizem de esquerda não conseguem imaginar que a maior parte dos explorados e oprimidos não sabe escrever e prefere se manter no anonimato, embora consigam imaginar tantas outras coisas, traças tantos planos e estratégias, quando são aqueles que não sabem se expressar como gostaríamos que se expressassem que estão a nos dar uma lição de luta por uma ordem social alternativa e superior. Pois saibam, aqueles que sempre fazem a revolução não são aqueles que escrevem eloquentemente sobre revoluções derrotadas, em sua defesa ou não.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo algumas pessoas, um professor não pode expressar seu descontentamento a não ser que saiba escrever direito. Para outras o requisito para o diálogo é não se manter no anonimato. Os comentadores que defendem tais restrições com certeza não entenderam que o passapalavra se propõe a ser um espaço de interlocução aberto a todos, inclusive para os que não sabem escrever direito e preferem se manter no anonimato: muitas pessoas que se dizem de esquerda não conseguem imaginar que a maior parte dos explorados e oprimidos não sabe escrever e prefere se manter no anonimato, embora consigam imaginar tantas outras coisas, traças tantos planos e estratégias, quando são aqueles que não sabem se expressar como gostaríamos que se expressassem que estão a nos dar uma lição de luta por uma ordem social alternativa e superior. Pois saibam, aqueles que sempre fazem a revolução não são aqueles que escrevem eloquentemente sobre revoluções derrotadas, em sua defesa ou não.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: André Luiz Vargas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/02/52823/#comment-55899</link>

		<dc:creator><![CDATA[André Luiz Vargas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 18:12:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gramático,

O debate está andando bem, portanto não vamos tentar desqualificar alguém por picuinhas de língua portuguesa. Deu pra entender o que ela falou, não deu? Em discussões de internet a principal tática de quem não tem o que argumentar é procurar erros gramaticais e desviar o foco pra isso.
Túlio Isac não foi desqualificado pelo erro gramatical, mas pelo fracasso em tentar desqualificar alguém.

Vamos parar de achar que professores não erram, não xingam, não bebem e não fazem cocô e vamos divulgar esse debate seriamente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gramático,</p>
<p>O debate está andando bem, portanto não vamos tentar desqualificar alguém por picuinhas de língua portuguesa. Deu pra entender o que ela falou, não deu? Em discussões de internet a principal tática de quem não tem o que argumentar é procurar erros gramaticais e desviar o foco pra isso.<br />
Túlio Isac não foi desqualificado pelo erro gramatical, mas pelo fracasso em tentar desqualificar alguém.</p>
<p>Vamos parar de achar que professores não erram, não xingam, não bebem e não fazem cocô e vamos divulgar esse debate seriamente.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Gramático		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/02/52823/#comment-55896</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gramático]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 17:00:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Putz Júlia! Professor(a)escrever &quot;houveram várias...&quot; é de matar! Tratemos o idioma com carinho...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Putz Júlia! Professor(a)escrever &#8220;houveram várias&#8230;&#8221; é de matar! Tratemos o idioma com carinho&#8230;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Júlia		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/02/52823/#comment-55884</link>

		<dc:creator><![CDATA[Júlia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 13:22:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Concordo com o André no que tange a puxarmos as nossas própria manifestações. Mas é bom salientar que, no início, houveram várias tentativas para isso e não foi muito interessante. Talvez agora possa ser diferente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com o André no que tange a puxarmos as nossas própria manifestações. Mas é bom salientar que, no início, houveram várias tentativas para isso e não foi muito interessante. Talvez agora possa ser diferente.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Júlia		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/02/52823/#comment-55882</link>

		<dc:creator><![CDATA[Júlia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 12:59:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alexandre, vc está mesmo se referindo a mim? Não falei nada de &quot;permitir falar&quot; ou &quot;missão leal&quot;... Acho que vc confundiu meu nome com o texto de outra pessoa. Também quero dizer aos professores anônimos que nunca questionei quem são, não só porque já sei, mas porque não faz diferença e não argumentei em nenhum momento questionando o anonimato. Bom, penso que a questão toda ainda fica no ar. Acreditar em diálogo? Acreditar no Sintego? Não é bem esse o caso. Penso que de fato está errado quando colocam o movimento como &quot;apoio ao Sintego&quot;. Isso realmente é um absurdo e vale o questionamento. Agora, daí a pensar em uma impossibilidade de fazermos manifestações unificadas já é outra história. Vale o questionamento sobre o poder de voz nas manifestações e sobre a postura do MPG nessas manifestações. Mas precisamos sim fazer manifestações unidas. Quanto às críticas dos professores em geral a esse acordo pragmático com o MPG: não foram poucos, mas dezenas e dezenas de professores que questionaram exatamente o contrário sobre a questão do Sintego, não porque acreditem no Sintego, mas porque buscam uma proteção do Sintego. Têm muitos professores que insistiram nos comentários no face para que o MPG procurasse o Sintego para dialogar, inclusive houveram críticas tão extensas quanto esse texto. Penso que é válido o cuidado, é válido a desconfiança, mas acho que tudo isso pode ser feito dentro dos espaços do grupo e nas reuniões que ocorrem sim, todas as semanas, para debater democraticamente questões mais essenciais e não urgentes. Essa questão do Sintego de modo algum foi deliberada sob clima de urgência, foi debatida em todas as reuniões desde o início do grupo, foi debatida longamente em textos longos no face. Penso que a crítica é válida, só tinha alertado quanto a algumas injustiças na crítica, como por exemplo a de desaparecimento de posts e mesmo a acusação de que não há reuniões para o debate das questões essenciais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre, vc está mesmo se referindo a mim? Não falei nada de &#8220;permitir falar&#8221; ou &#8220;missão leal&#8221;&#8230; Acho que vc confundiu meu nome com o texto de outra pessoa. Também quero dizer aos professores anônimos que nunca questionei quem são, não só porque já sei, mas porque não faz diferença e não argumentei em nenhum momento questionando o anonimato. Bom, penso que a questão toda ainda fica no ar. Acreditar em diálogo? Acreditar no Sintego? Não é bem esse o caso. Penso que de fato está errado quando colocam o movimento como &#8220;apoio ao Sintego&#8221;. Isso realmente é um absurdo e vale o questionamento. Agora, daí a pensar em uma impossibilidade de fazermos manifestações unificadas já é outra história. Vale o questionamento sobre o poder de voz nas manifestações e sobre a postura do MPG nessas manifestações. Mas precisamos sim fazer manifestações unidas. Quanto às críticas dos professores em geral a esse acordo pragmático com o MPG: não foram poucos, mas dezenas e dezenas de professores que questionaram exatamente o contrário sobre a questão do Sintego, não porque acreditem no Sintego, mas porque buscam uma proteção do Sintego. Têm muitos professores que insistiram nos comentários no face para que o MPG procurasse o Sintego para dialogar, inclusive houveram críticas tão extensas quanto esse texto. Penso que é válido o cuidado, é válido a desconfiança, mas acho que tudo isso pode ser feito dentro dos espaços do grupo e nas reuniões que ocorrem sim, todas as semanas, para debater democraticamente questões mais essenciais e não urgentes. Essa questão do Sintego de modo algum foi deliberada sob clima de urgência, foi debatida em todas as reuniões desde o início do grupo, foi debatida longamente em textos longos no face. Penso que a crítica é válida, só tinha alertado quanto a algumas injustiças na crítica, como por exemplo a de desaparecimento de posts e mesmo a acusação de que não há reuniões para o debate das questões essenciais.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Clayton		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/02/52823/#comment-55845</link>

		<dc:creator><![CDATA[Clayton]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 01:20:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Concordo plenamente com as falas dos colegas André, Alezandre e Nelin!!!  Pra mim quem não admite críticas tem rabo-preso!!! E para mim o texto é sim uma reflexão crítica bem feita!!! Todo professor que não costuma rciocinar como um &quot;jornalista&quot; (me refiro aqui especificamente aos jornalistas que trabalham na tv, e que possuem o deplorável habito de nunca ultrapassar a superfície de um problema quando o aborda...) sabe que desde o governo Vargas os sindicatos nada mais são do que uma instituição burocrática a serviço da &quot;pelegajem&quot;. Digo isto porque um sindicato só tem autorização para existir se aceitar as regras governamentais e assim ser uma instituição LEGAL. Sempre é bom desconfiarmos e criticarmos aquilo que julgamos incoerente. E, honestamente, alegar que o anonimato do autor do texto desqualifica o mesmo para a discussão, ou que esse diálogo seja ruim porque contribua para desunir o movimento é, em minha modesta opinião, um argumento falacioso!!! Viva a luta, e viva a democracia, inclusive nas falas críticas quanto à gestão e o rumo do próprio MPG!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente com as falas dos colegas André, Alezandre e Nelin!!!  Pra mim quem não admite críticas tem rabo-preso!!! E para mim o texto é sim uma reflexão crítica bem feita!!! Todo professor que não costuma rciocinar como um &#8220;jornalista&#8221; (me refiro aqui especificamente aos jornalistas que trabalham na tv, e que possuem o deplorável habito de nunca ultrapassar a superfície de um problema quando o aborda&#8230;) sabe que desde o governo Vargas os sindicatos nada mais são do que uma instituição burocrática a serviço da &#8220;pelegajem&#8221;. Digo isto porque um sindicato só tem autorização para existir se aceitar as regras governamentais e assim ser uma instituição LEGAL. Sempre é bom desconfiarmos e criticarmos aquilo que julgamos incoerente. E, honestamente, alegar que o anonimato do autor do texto desqualifica o mesmo para a discussão, ou que esse diálogo seja ruim porque contribua para desunir o movimento é, em minha modesta opinião, um argumento falacioso!!! Viva a luta, e viva a democracia, inclusive nas falas críticas quanto à gestão e o rumo do próprio MPG!!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Simone		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/02/52823/#comment-55734</link>

		<dc:creator><![CDATA[Simone]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 16:21:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=52823#comment-55734</guid>

					<description><![CDATA[Gostei muito deste comentário do professor Nelin, com muita propriedade apresentou-nos os termos gerais de conexão a que estamos todos envolvidos com esta greve... e que figura magistral nos apresenta: &quot;um pernilongo aos berros na porta do palácio&quot;, melhor retrato impossível...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito deste comentário do professor Nelin, com muita propriedade apresentou-nos os termos gerais de conexão a que estamos todos envolvidos com esta greve&#8230; e que figura magistral nos apresenta: &#8220;um pernilongo aos berros na porta do palácio&#8221;, melhor retrato impossível&#8230;</p>
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