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	Comentários sobre: Balanço de Carnaval e o que balança	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Ditirambo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ditirambo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 16:26:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[P.S. Precisamos de músicos que saibam correr.]]></description>
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		Por: Ditirambo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/02/53377/#comment-56933</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ditirambo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 15:39:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Chamamento de unidade à esquerda dionisíaca:

Io! Io! Bromios!
Io! Io! Eleutherios!

Chamamos os libertadores e aqueles que gritam e fazem trovejar para o reconhecimento de um ponto comum. Há muito tempo chamam-se diversos setores, acusados invejosamente por nossos convivas de esquerda festiva. Dizia-se com isso que eram todos passivos, e se sentiam tristes quando das atividades das organizações que lutam contra o que não presta nesta vida. E percebam, isto transcende os grupos e filiações. Mas e quando nos atos, protestos e outras manifestações públicas, as pessoas lançam provocações divertidas ao poder que é não apenas reaça e excludente, mas geralmente, careta e moralista. Sabemos que o reaça é um morfeu, pode se tornar moderninho, pode se tornar qualquer coisa, mas no momento ele tem a cara amarrada e só sabe amar o poder do poderoso destruindo o fraco isolando-os, mas como são ridículos !
Cabe a pilhéria, a zombaria em marcha, ou melhor a marchinha, o samba agregador que garante acima de tudo manter o ritmo mesmo na derrota e na tristeza - olha esse mundo à nossa volta meu caro - toda a picardia e a acidez.
È necessário o trabalho duro, mas também o é o trabalho doce, que nos faça animar os atos políticos como se fosse algo ativo e não apenas uma procissão fúnebre. São sérios, eu sei, mas quero lançar a proposta: e se formássemos um bloquinho para os atos que realizasse intervenções festivas, uma micareta que chame a atenção - objetivo dos atos - e garanta o pique necessário à esta nossa vida em marcha.
Se somos a esquerda festiva, assumamos, coisa feliz, gente ativa !
Basta de falsos bacantes que segregam as pessoas com suas cores, logotipos e dureza. Queremos o relaxamento da unidade e da camaradagem carnavalesca simplesmente porque a luta é longa e precisamos continuar mantendo o rebolado até que a música pare de tocar. Por isso, chamamos os músicos, sopros e percursões, ditirambos, balestras, e que tais e organizemos uma frente da esquerda dionisíaca.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chamamento de unidade à esquerda dionisíaca:</p>
<p>Io! Io! Bromios!<br />
Io! Io! Eleutherios!</p>
<p>Chamamos os libertadores e aqueles que gritam e fazem trovejar para o reconhecimento de um ponto comum. Há muito tempo chamam-se diversos setores, acusados invejosamente por nossos convivas de esquerda festiva. Dizia-se com isso que eram todos passivos, e se sentiam tristes quando das atividades das organizações que lutam contra o que não presta nesta vida. E percebam, isto transcende os grupos e filiações. Mas e quando nos atos, protestos e outras manifestações públicas, as pessoas lançam provocações divertidas ao poder que é não apenas reaça e excludente, mas geralmente, careta e moralista. Sabemos que o reaça é um morfeu, pode se tornar moderninho, pode se tornar qualquer coisa, mas no momento ele tem a cara amarrada e só sabe amar o poder do poderoso destruindo o fraco isolando-os, mas como são ridículos !<br />
Cabe a pilhéria, a zombaria em marcha, ou melhor a marchinha, o samba agregador que garante acima de tudo manter o ritmo mesmo na derrota e na tristeza &#8211; olha esse mundo à nossa volta meu caro &#8211; toda a picardia e a acidez.<br />
È necessário o trabalho duro, mas também o é o trabalho doce, que nos faça animar os atos políticos como se fosse algo ativo e não apenas uma procissão fúnebre. São sérios, eu sei, mas quero lançar a proposta: e se formássemos um bloquinho para os atos que realizasse intervenções festivas, uma micareta que chame a atenção &#8211; objetivo dos atos &#8211; e garanta o pique necessário à esta nossa vida em marcha.<br />
Se somos a esquerda festiva, assumamos, coisa feliz, gente ativa !<br />
Basta de falsos bacantes que segregam as pessoas com suas cores, logotipos e dureza. Queremos o relaxamento da unidade e da camaradagem carnavalesca simplesmente porque a luta é longa e precisamos continuar mantendo o rebolado até que a música pare de tocar. Por isso, chamamos os músicos, sopros e percursões, ditirambos, balestras, e que tais e organizemos uma frente da esquerda dionisíaca.</p>
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