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	Comentários sobre: Agroecologia e a luta campesina: continuando o debate	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: neide cristina rodrigues		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/03/53470/#comment-67075</link>

		<dc:creator><![CDATA[neide cristina rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 May 2012 22:45:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu estou mim apaixonando por agroecologia,estou trabalhando no meu sítio plantando tudo so no esterco de galinha e de gado do proprio sítio e estou vendendo na feira livre do cabo de santo agostinho,aumentou minha renda em 50% e toda familia esta se alimentando melhor com verduras e legumes sem agrotoxicos,sou uma agricultora q trabalho na agricultura familiar eu e meus 
filho(as,muito obrigada por este espaço beijos e 
Quinta, 17/05/2012 - 16h38
Engenho Ipiranga recebe visita de comunicadores de diversos estados do Nordeste





Um grupo de comunicadores de todos os estados do Nordeste conheceu nesta quinta-feira (17/05) a Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (PAIS), desenvolvida no Engenho Ipiranga, localizado na zona rural do Cabo de Santo Agostinho. Essa tecnologia social que gera uma nova alternativa de trabalho e renda para a agricultura familiar é uma iniciativa da Fundação Banco do Brasil (FBB), em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDS) e é executado pela Associação de Orientação às Cooperativas do Nordeste (Assocene). No Cabo, conta com o apoio da Prefeitura. A visita dos comunicadores ao engenho foi acompanhada por representantes do governo municipal e do BNDS e faz parte da programação do 4º Encontro de Jornalistas do Nordeste realizado pela FBB, em Ipojuca, que acontece até esta sexta-feira (18).

O PAIS foi implantado no Cabo desde 2010 e está beneficiando 48 famílias. Na implantação da tecnologia, a Assocene realiza uma capacitação com o agricultor e o técnico agrícola do município. Em seguida, cada família recebe um Kit PAIS, que é instalado na propriedade do agricultor. O kit inclui um galinheiro e, ao seu redor, são plantados quatro círculos com hortaliças folhosas, frutos e raízes. Além disso, também é disponibilizado um sistema de irrigação e toda infraestrutura para que a tecnologia funcione de maneira adequada. Todo o cultivo é realizado de forma orgânica, sem uso de agrotóxicos e de qualquer produto que venha trazer danos para a saúde e também para o meio ambiente.

De acordo com a coordenadora do projeto pela Assocene, Débora Costa, a iniciativa é o início de uma construção da agroecologia na agricultura familiar. “Com esta tecnologia e as práticas orgânicas que são repassadas, o agricultor pode produzir alimentos, preservar o meio ambiente e gerar renda para sua família”, pontuou.

Para o secretário de Governo e Orçamento Participativo do município, Luiz Pereira, o desenvolvimento acelerado da região e a consolidação do Complexo de Suape geraram um grande aumento no crescimento populacional, por isso existe um papel fundamental do homem do campo nesta fase que o Cabo está vivendo. “A oferta de alimentos precisa acompanhar essa velocidade, por isso estamos apoiando os produtores agrícolas e incentivando cada vez mais a agricultura familiar, pois são eles que abastecem a cidade com alimentos mais saudáveis para a população”, declarou. 

Segundo o superintendente de Desenvolvimento Rural do município, Carlos Eduardo Barreto, o cenário da agricultura do Cabo está mudando e se desenvolvendo a cada dia. “Antes, o município era movido pela monocultura da cana de açúcar, agora, o agricultor tem um amplo mercado para difundir diversos tipos de produtos para incrementar ainda mais a sua renda familiar”, enfatizou.

Dona Neide Cristina Rodrigues, 54, agricultora e proprietária do Kit Pais do Engenho Ipiranga, contou que há nove meses, desde que o sistema foi implantado na sua propriedade, a sua vida mudou para melhor. “Essa maravilha que chegou ao Cabo aumentou a minha renda em 50% e ainda melhorou a época da entressafra, quando geralmente faltava alimento na comunidade, mas agora não falta mais”, comemorou. A assessora de comunicação do Banco do Brasil de Fortaleza, Rosa Seabra, ficou encantada com o trabalho. “É muito importante que este belíssimo trabalho que é realizado aqui seja divulgado para que a população tome conhecimento do cuidado em que são produzidos estes alimentos”, destacou.

De acordo com o superintendente de Abastecimento do município, Nelson Mendes, desde 2011 foram disponibilizados pela prefeitura alguns boxes do Mercadão para que 20 famílias incluídas no PAIS pudessem comercializar seus produtos. “Isso ajudou na nossa oferta de alimentos e na qualidade dos produtos oferecido”, informou.

Texto: Loyane Farias – Secom/Cabo
Fotos: Ivan Melo







ate breve]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu estou mim apaixonando por agroecologia,estou trabalhando no meu sítio plantando tudo so no esterco de galinha e de gado do proprio sítio e estou vendendo na feira livre do cabo de santo agostinho,aumentou minha renda em 50% e toda familia esta se alimentando melhor com verduras e legumes sem agrotoxicos,sou uma agricultora q trabalho na agricultura familiar eu e meus<br />
filho(as,muito obrigada por este espaço beijos e<br />
Quinta, 17/05/2012 &#8211; 16h38<br />
Engenho Ipiranga recebe visita de comunicadores de diversos estados do Nordeste</p>
<p>Um grupo de comunicadores de todos os estados do Nordeste conheceu nesta quinta-feira (17/05) a Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (PAIS), desenvolvida no Engenho Ipiranga, localizado na zona rural do Cabo de Santo Agostinho. Essa tecnologia social que gera uma nova alternativa de trabalho e renda para a agricultura familiar é uma iniciativa da Fundação Banco do Brasil (FBB), em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDS) e é executado pela Associação de Orientação às Cooperativas do Nordeste (Assocene). No Cabo, conta com o apoio da Prefeitura. A visita dos comunicadores ao engenho foi acompanhada por representantes do governo municipal e do BNDS e faz parte da programação do 4º Encontro de Jornalistas do Nordeste realizado pela FBB, em Ipojuca, que acontece até esta sexta-feira (18).</p>
<p>O PAIS foi implantado no Cabo desde 2010 e está beneficiando 48 famílias. Na implantação da tecnologia, a Assocene realiza uma capacitação com o agricultor e o técnico agrícola do município. Em seguida, cada família recebe um Kit PAIS, que é instalado na propriedade do agricultor. O kit inclui um galinheiro e, ao seu redor, são plantados quatro círculos com hortaliças folhosas, frutos e raízes. Além disso, também é disponibilizado um sistema de irrigação e toda infraestrutura para que a tecnologia funcione de maneira adequada. Todo o cultivo é realizado de forma orgânica, sem uso de agrotóxicos e de qualquer produto que venha trazer danos para a saúde e também para o meio ambiente.</p>
<p>De acordo com a coordenadora do projeto pela Assocene, Débora Costa, a iniciativa é o início de uma construção da agroecologia na agricultura familiar. “Com esta tecnologia e as práticas orgânicas que são repassadas, o agricultor pode produzir alimentos, preservar o meio ambiente e gerar renda para sua família”, pontuou.</p>
<p>Para o secretário de Governo e Orçamento Participativo do município, Luiz Pereira, o desenvolvimento acelerado da região e a consolidação do Complexo de Suape geraram um grande aumento no crescimento populacional, por isso existe um papel fundamental do homem do campo nesta fase que o Cabo está vivendo. “A oferta de alimentos precisa acompanhar essa velocidade, por isso estamos apoiando os produtores agrícolas e incentivando cada vez mais a agricultura familiar, pois são eles que abastecem a cidade com alimentos mais saudáveis para a população”, declarou. </p>
<p>Segundo o superintendente de Desenvolvimento Rural do município, Carlos Eduardo Barreto, o cenário da agricultura do Cabo está mudando e se desenvolvendo a cada dia. “Antes, o município era movido pela monocultura da cana de açúcar, agora, o agricultor tem um amplo mercado para difundir diversos tipos de produtos para incrementar ainda mais a sua renda familiar”, enfatizou.</p>
<p>Dona Neide Cristina Rodrigues, 54, agricultora e proprietária do Kit Pais do Engenho Ipiranga, contou que há nove meses, desde que o sistema foi implantado na sua propriedade, a sua vida mudou para melhor. “Essa maravilha que chegou ao Cabo aumentou a minha renda em 50% e ainda melhorou a época da entressafra, quando geralmente faltava alimento na comunidade, mas agora não falta mais”, comemorou. A assessora de comunicação do Banco do Brasil de Fortaleza, Rosa Seabra, ficou encantada com o trabalho. “É muito importante que este belíssimo trabalho que é realizado aqui seja divulgado para que a população tome conhecimento do cuidado em que são produzidos estes alimentos”, destacou.</p>
<p>De acordo com o superintendente de Abastecimento do município, Nelson Mendes, desde 2011 foram disponibilizados pela prefeitura alguns boxes do Mercadão para que 20 famílias incluídas no PAIS pudessem comercializar seus produtos. “Isso ajudou na nossa oferta de alimentos e na qualidade dos produtos oferecido”, informou.</p>
<p>Texto: Loyane Farias – Secom/Cabo<br />
Fotos: Ivan Melo</p>
<p>ate breve</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: ednardi		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/03/53470/#comment-62533</link>

		<dc:creator><![CDATA[ednardi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 13:09:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É Super interessante essa ciência da Agroecologia artigos que vemos em sala de aula nos transporta para a prática dessa matéria importantíssimo para o futura da nossa agricultura atual sem uso de agrotóxicos que vemos  hoje em dia ... Obg 
Aluno da IFPB- Curso Agroecologia 2012.1 turno tarde cidade de Pícuí]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É Super interessante essa ciência da Agroecologia artigos que vemos em sala de aula nos transporta para a prática dessa matéria importantíssimo para o futura da nossa agricultura atual sem uso de agrotóxicos que vemos  hoje em dia &#8230; Obg<br />
Aluno da IFPB- Curso Agroecologia 2012.1 turno tarde cidade de Pícuí</p>
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		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/03/53470/#comment-57337</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 17:10:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não sei se o autor reparou nos comentários à tréplica de João Bernardo, mas o que fica ali evidente é que, no caso dos anti-ecológicos, não se faz apologia da monocultura, nem do uso de agrotóxicos que prejudicam a saúde do trabalhador rural, nem coisa do tipo: &quot;plantar não é bom&quot; ou &quot;o ser humano não precisa comer&quot;.

O que se fez foi contestar a apologia de um modo de vida, ou um modelo de economia, idealizado, como fez Mix (até agora em silêncio diante da tréplica): o modelo do sub-consumo, do camponês que &quot;de vez em quando, tem até queijo para comer (que maravilha!)&quot;.

Pelo menos o autor, do artigo que agora comento, colocou as demandas dos trabalhadores rurais acima das ilusórias demandas de uma natureza agredida e revoltada (a nova Gaia?!). Quando o autor fala em uma agroecologia cujo fundamento é garantir a manutenção da produtividade, sem o uso de substâncias nocivas à saúde humana e que prejudicam o ciclo produtivo, nada mais faz do que nomear com vocabulário inovador uma prática milenar, a de manipulação dos elementos naturais orgânicos visando aumentar sua produtividade a um nível inexistente na natureza.

Mas, aí, novamente são as demandas dos trabalhadores rurais e não &quot;as da natureza&quot;: saímos, portanto, do âmbito misantrópico da ecologia, mas não adentramos o terreno do socialismo. A agroecologia, tal como o autor a entende, já é uma demanda capitalista, há um tempo. O capitalismo desenvolve cada vez mais a capacidade de explorar a força de trabalho, mas sem sujeitá-la a uma exaustão física e uma opressão fabril (ou rural?!) que torne o processo da exploração insuportável. O capitalismo quer trabalhadores saudáveis fisicamente e moralmente satisfeitos. Nesse sentido o biólogo pode substituir o químico; os produtos orgânicos podem substituir os venenos. E os trabalhadores, que lutam contra os produtos químicos prejudiciais à sua saúde, poupam o trabalho daqueles que pensam e chefiam o processo produtivo.

Agora reflitamos, um pouco apenas: se a maior parte da produção de alimentos é realizada segundo o modelo da agricultura familiar, e se a maior parte dos alimentos é envenenada, então são as famílias camponesas que estão nos envenando com os agrotóxicos, e se envenenando nas plantações! Não é o diabólico capitalismo anti-ecológico, nem os diabólicos socialistas anti-ecológicos, mas as famílias camponesas cristãs e ecologicamente corretas, que prezam o equilíbrio com a natureza, mas que tem que produzir cada vez mais alimentos, e em menos tempo, para não serem tragadas pela concorrência com outras famílias camponesas cristãs e ecologicamente corretas!

Além do mais, se são as famílias cristãs e ecologicamente corretas que produzem a maior parte dos alimentos, a fome que vitima muitos brasileiros é causada pelo fato de que elas produzem para o mercado e não para alimentar pessoas famintas, muitas delas vivendo no campo! Você pode ser um camponês, que vai à missa e preza os bichinhos e as plantinhas do campo, mas se alguém quiser comer a sua comida... que pague muito bem, obrigado! Depreende-se, daí, o quanto o camponês é revolucionário, pelo menos nas atuais condições. &quot;Os laços de solidariedade do campo&quot;, se é que existiram da forma como idealizam alguns livros didáticos de história, desapareceram há muito tempo. Vivemos no capitalismo e os camponeses da agricultura familiar, que são proprietários e não são burros, sabem disso.

É preciso, portanto, diferenciar o camponês do proletário rural, e, ambos, do sem-terra. Esse já é um bom começo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se o autor reparou nos comentários à tréplica de João Bernardo, mas o que fica ali evidente é que, no caso dos anti-ecológicos, não se faz apologia da monocultura, nem do uso de agrotóxicos que prejudicam a saúde do trabalhador rural, nem coisa do tipo: &#8220;plantar não é bom&#8221; ou &#8220;o ser humano não precisa comer&#8221;.</p>
<p>O que se fez foi contestar a apologia de um modo de vida, ou um modelo de economia, idealizado, como fez Mix (até agora em silêncio diante da tréplica): o modelo do sub-consumo, do camponês que &#8220;de vez em quando, tem até queijo para comer (que maravilha!)&#8221;.</p>
<p>Pelo menos o autor, do artigo que agora comento, colocou as demandas dos trabalhadores rurais acima das ilusórias demandas de uma natureza agredida e revoltada (a nova Gaia?!). Quando o autor fala em uma agroecologia cujo fundamento é garantir a manutenção da produtividade, sem o uso de substâncias nocivas à saúde humana e que prejudicam o ciclo produtivo, nada mais faz do que nomear com vocabulário inovador uma prática milenar, a de manipulação dos elementos naturais orgânicos visando aumentar sua produtividade a um nível inexistente na natureza.</p>
<p>Mas, aí, novamente são as demandas dos trabalhadores rurais e não &#8220;as da natureza&#8221;: saímos, portanto, do âmbito misantrópico da ecologia, mas não adentramos o terreno do socialismo. A agroecologia, tal como o autor a entende, já é uma demanda capitalista, há um tempo. O capitalismo desenvolve cada vez mais a capacidade de explorar a força de trabalho, mas sem sujeitá-la a uma exaustão física e uma opressão fabril (ou rural?!) que torne o processo da exploração insuportável. O capitalismo quer trabalhadores saudáveis fisicamente e moralmente satisfeitos. Nesse sentido o biólogo pode substituir o químico; os produtos orgânicos podem substituir os venenos. E os trabalhadores, que lutam contra os produtos químicos prejudiciais à sua saúde, poupam o trabalho daqueles que pensam e chefiam o processo produtivo.</p>
<p>Agora reflitamos, um pouco apenas: se a maior parte da produção de alimentos é realizada segundo o modelo da agricultura familiar, e se a maior parte dos alimentos é envenenada, então são as famílias camponesas que estão nos envenando com os agrotóxicos, e se envenenando nas plantações! Não é o diabólico capitalismo anti-ecológico, nem os diabólicos socialistas anti-ecológicos, mas as famílias camponesas cristãs e ecologicamente corretas, que prezam o equilíbrio com a natureza, mas que tem que produzir cada vez mais alimentos, e em menos tempo, para não serem tragadas pela concorrência com outras famílias camponesas cristãs e ecologicamente corretas!</p>
<p>Além do mais, se são as famílias cristãs e ecologicamente corretas que produzem a maior parte dos alimentos, a fome que vitima muitos brasileiros é causada pelo fato de que elas produzem para o mercado e não para alimentar pessoas famintas, muitas delas vivendo no campo! Você pode ser um camponês, que vai à missa e preza os bichinhos e as plantinhas do campo, mas se alguém quiser comer a sua comida&#8230; que pague muito bem, obrigado! Depreende-se, daí, o quanto o camponês é revolucionário, pelo menos nas atuais condições. &#8220;Os laços de solidariedade do campo&#8221;, se é que existiram da forma como idealizam alguns livros didáticos de história, desapareceram há muito tempo. Vivemos no capitalismo e os camponeses da agricultura familiar, que são proprietários e não são burros, sabem disso.</p>
<p>É preciso, portanto, diferenciar o camponês do proletário rural, e, ambos, do sem-terra. Esse já é um bom começo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ausência		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/03/53470/#comment-57254</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ausência]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Mar 2012 19:41:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gostei muito do texto, com qualidade e realmente centrado na autonomia dos trabalhadores. Mas toda vez que o assunto é campo sinto falta dos próprios. Aqui escrevem professores, vendedores de livro, artistas, fotógrafos, filmadores, assalariados de vários tipos, estudantes mas quando se trata do campo, cadê o camponês? É sempre citadinos discursando no lugar deles, a mim fica um tanto estranho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito do texto, com qualidade e realmente centrado na autonomia dos trabalhadores. Mas toda vez que o assunto é campo sinto falta dos próprios. Aqui escrevem professores, vendedores de livro, artistas, fotógrafos, filmadores, assalariados de vários tipos, estudantes mas quando se trata do campo, cadê o camponês? É sempre citadinos discursando no lugar deles, a mim fica um tanto estranho.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: pedro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/03/53470/#comment-57236</link>

		<dc:creator><![CDATA[pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Mar 2012 16:29:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=53470#comment-57236</guid>

					<description><![CDATA[excelente texto, parabéns. vamos ver se o debate não reproduz contextos, lenguagem e estratégia de ´´guerra´´, tomara. na real, os textos do pp são bons, mas dá muita preguiça ver gente ´´matando´´ outros por aqui, inclusive um povo que diz questionar o ´´poder´´.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>excelente texto, parabéns. vamos ver se o debate não reproduz contextos, lenguagem e estratégia de ´´guerra´´, tomara. na real, os textos do pp são bons, mas dá muita preguiça ver gente ´´matando´´ outros por aqui, inclusive um povo que diz questionar o ´´poder´´.</p>
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