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	Comentários sobre: Goiás: 51 dias de greve, para quê?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Náufrago		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/03/54957/#comment-143074</link>

		<dc:creator><![CDATA[Náufrago]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2013 06:48:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bem observado, meu colega Observador. E talvez seja delicioso reacender esse debate o qual eu mesmo, à época, fiquei dividido entre a análise desse artigo e a defesa do MPG o qual eu me negava a ver que poderia afundar tão facilmente (esperança).
Curioso ver que a presença do MPG no momento em que os trabalhadores da rede municipal encampam uma forma de luta mais ousada se dê em uma camiseta pendurada no púlpito. Há, sem dúvida, contradições nessa luta da educação municipal que devem ainda ser debatidas (como a negação de um sindicato oficial e a formação de um sindicato &quot;paralelo&quot; que, ironicamente, pode ser contestado pela própria forma de organização e mobilização de greve sem a necessidade de um sindicato, como está sendo). Mas concentrando-nos no MPG: onde está? O quê faz? Ainda existe?
A rede estadual ainda conta com a superexploração do trabalho, com a meritocracia e com a política de bônus aos professores, um plano de carreira que nem deve ser chamado como tal e com escolas caindo aos pedaços. Há quem ainda diga que é um momento propício para uma greve seguindo os passos dos trabalhadores municipais, articulando uma &quot;mega-greve&quot; de paralisação estadual e na capital. Mas a maioria tá dormindo mesmo. Quando acordarem, é perigoso não encontrarem nem Sintego, nem MPG, nem greve dos municipais... e aí voltarem a dormir de novo. 

Obs.: uma dirigente do Sintego, desesperada por não ter o controle da greve municipal, apareceu essa semana na TV batendo no peito e dizendo que foram eles os donos dos 51 dias de greve estadual. E o MPG só roncou mais alto e virou pro outro lado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem observado, meu colega Observador. E talvez seja delicioso reacender esse debate o qual eu mesmo, à época, fiquei dividido entre a análise desse artigo e a defesa do MPG o qual eu me negava a ver que poderia afundar tão facilmente (esperança).<br />
Curioso ver que a presença do MPG no momento em que os trabalhadores da rede municipal encampam uma forma de luta mais ousada se dê em uma camiseta pendurada no púlpito. Há, sem dúvida, contradições nessa luta da educação municipal que devem ainda ser debatidas (como a negação de um sindicato oficial e a formação de um sindicato &#8220;paralelo&#8221; que, ironicamente, pode ser contestado pela própria forma de organização e mobilização de greve sem a necessidade de um sindicato, como está sendo). Mas concentrando-nos no MPG: onde está? O quê faz? Ainda existe?<br />
A rede estadual ainda conta com a superexploração do trabalho, com a meritocracia e com a política de bônus aos professores, um plano de carreira que nem deve ser chamado como tal e com escolas caindo aos pedaços. Há quem ainda diga que é um momento propício para uma greve seguindo os passos dos trabalhadores municipais, articulando uma &#8220;mega-greve&#8221; de paralisação estadual e na capital. Mas a maioria tá dormindo mesmo. Quando acordarem, é perigoso não encontrarem nem Sintego, nem MPG, nem greve dos municipais&#8230; e aí voltarem a dormir de novo. </p>
<p>Obs.: uma dirigente do Sintego, desesperada por não ter o controle da greve municipal, apareceu essa semana na TV batendo no peito e dizendo que foram eles os donos dos 51 dias de greve estadual. E o MPG só roncou mais alto e virou pro outro lado.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Observador		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/03/54957/#comment-142821</link>

		<dc:creator><![CDATA[Observador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2013 21:47:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Curioso é a luz que o tempo trás às coisas. Diante da nulidade atual do MPG, seria forçoso reconhecer que as críticas feitas eram pertinentes... Pobre MPG, merecia mesmo um futuro melhor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Curioso é a luz que o tempo trás às coisas. Diante da nulidade atual do MPG, seria forçoso reconhecer que as críticas feitas eram pertinentes&#8230; Pobre MPG, merecia mesmo um futuro melhor.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fabrício David		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/03/54957/#comment-64139</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fabrício David]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 22:16:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aos companheiros do DF, apenas reitero minha opinião sobre a habilidade retórica dos &quot;professores anônimos&quot; (PA) que se sobrepõe ao conhecimento dos fatos. Ao ler os artigos dos PA, temos a falsa impressão de que a crítica corresponde aos fatos, por isso, rebato suas considerações com fatos, pois não considero que o foco das discussões se trata de alguma teoria, ainda que passe por alguns marcos teóricos, como no caso da autogestão. Passar da teoria à prática é outra questão que, a meu ver, merece atenção, mas não é o caso aqui. Por isso não me preocupo com uma argumentação teórica, como deu a entender algum colega em postagens anteriores, mas que não estou disposto a vasculhar agora para apontá-lo. Outro ponto fundamental que precisa ficar claro é saber qual a intenção e efeito que as supostas contribuições dos PA trazem para o movimento de greve. Eu já fiz minha análise em postagens anteriores: os PA não avançam, tampouco somam com movimento através de seus analíticos artigos. A dificuldade em enxergar tal situação se deve a habilidade retórica dos PA que cria uma falsa imagem, colaborativa, quando na verdade se trata do contrário, pelos motivos que também já expus anteriormente, a saber, ressentimentos pelo fracasso em convencer o coletivo e fazer valer suas considerações. Segundo os PA, o fracasso imputado ao MPG se deve a não adesão às suas críticas e ideias, isso me parece muito claro em suas postagens e artigos. É preciso desmascarar essa realidade ou, ao menos, refletir sobre tal. Para finalizar, condeno totalmente o anonimato dos PA, pois usam dele como subterfúgio retórico e, pior ainda, se valem dele para atacar e desqualificar pessoas fora do anonimato. Coerente seria manter o anonimato entre ambos, numa relação entre iguais, como tanto dizem defender. É covardia! Não faço questão de anonimato, mas muito me admira quem faz expor seus interlocutores com prints que levam nomes e fotos, ou seja, seus princípios valem até onde lhe convém, a si mesmos. Isso me parece nada menos do que individualismo, e não coletivismo...a base!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos companheiros do DF, apenas reitero minha opinião sobre a habilidade retórica dos &#8220;professores anônimos&#8221; (PA) que se sobrepõe ao conhecimento dos fatos. Ao ler os artigos dos PA, temos a falsa impressão de que a crítica corresponde aos fatos, por isso, rebato suas considerações com fatos, pois não considero que o foco das discussões se trata de alguma teoria, ainda que passe por alguns marcos teóricos, como no caso da autogestão. Passar da teoria à prática é outra questão que, a meu ver, merece atenção, mas não é o caso aqui. Por isso não me preocupo com uma argumentação teórica, como deu a entender algum colega em postagens anteriores, mas que não estou disposto a vasculhar agora para apontá-lo. Outro ponto fundamental que precisa ficar claro é saber qual a intenção e efeito que as supostas contribuições dos PA trazem para o movimento de greve. Eu já fiz minha análise em postagens anteriores: os PA não avançam, tampouco somam com movimento através de seus analíticos artigos. A dificuldade em enxergar tal situação se deve a habilidade retórica dos PA que cria uma falsa imagem, colaborativa, quando na verdade se trata do contrário, pelos motivos que também já expus anteriormente, a saber, ressentimentos pelo fracasso em convencer o coletivo e fazer valer suas considerações. Segundo os PA, o fracasso imputado ao MPG se deve a não adesão às suas críticas e ideias, isso me parece muito claro em suas postagens e artigos. É preciso desmascarar essa realidade ou, ao menos, refletir sobre tal. Para finalizar, condeno totalmente o anonimato dos PA, pois usam dele como subterfúgio retórico e, pior ainda, se valem dele para atacar e desqualificar pessoas fora do anonimato. Coerente seria manter o anonimato entre ambos, numa relação entre iguais, como tanto dizem defender. É covardia! Não faço questão de anonimato, mas muito me admira quem faz expor seus interlocutores com prints que levam nomes e fotos, ou seja, seus princípios valem até onde lhe convém, a si mesmos. Isso me parece nada menos do que individualismo, e não coletivismo&#8230;a base!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Alberto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/03/54957/#comment-61880</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Alberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 12:14:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não, Carlos Oliveira, não tenho mesmo nada a lhe dizer. Parece-me justa a sua opção em não perder mais tempo com quem não tem nada a lhe dizer, no seu lugar faria exatamente assim. Um abraço. João Alberto da Costa Pinto (professor universitário, rs, e um leitor entusiasmado dos gibis do Recruta Zero).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não, Carlos Oliveira, não tenho mesmo nada a lhe dizer. Parece-me justa a sua opção em não perder mais tempo com quem não tem nada a lhe dizer, no seu lugar faria exatamente assim. Um abraço. João Alberto da Costa Pinto (professor universitário, rs, e um leitor entusiasmado dos gibis do Recruta Zero).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Carlos Oliveira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/03/54957/#comment-61876</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 11:26:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No tópico &quot;agir é preciso&quot;, de apoio aos grevistas, estava havendo um debate e de repente se resolveu não aceitar postagens sem relação com o assunto. Embora tenha sua razão de ser, já que havia começado outro debate, inclusive uma afirmação que eu direito meu responder, isso é equivocado. Vou reproduzir e responder:

João Alberto escreveu:
&quot;Meu querido e muito inteligente Carlinhos Oliveira, suas palavras deixam-me emocionado por aquilo que elas me ensinam, e a minha alegria mais feliz se faz por saber que você já está lendo sobre a história da revolução russa. Eu, na minha ignorância solene de professor neste Goiás nunca tão frio como as tundras da velha Rússia “t”zarista (e que precisão, hein, um leitor comum diria “c”zarista), limito-me a ler os gibis do Recruta Zero (que pela sua pouca idade, certamente não sabe do que se trata, mas você não perde nada por isso). Com muita admiração, deixo-lhe o meu efusivo abraço.&quot;

prof. João Alberto, não sei direito o que quis dizer com tzarismo ou czarismo, se eu errei isso foi devido minha fonte de leitura. Agora, suas ironias baratas e mudança de assunto apenas revela que não quer responder as questões que lhe fiz, aliás, nunca as responde. Daí minha pergunta sobre sua motivação para discutir a greve se não quer discutir seriamente... sei que não vai responder, vai fazer outra ironiazinha. apenas demonstra seu descompromisso com a causa dos professores. Não perderei mais tempo com alguém que nada tem a dizer. &quot;Falam demais por não ter nada a dizer&quot; (Legião Urbana).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No tópico &#8220;agir é preciso&#8221;, de apoio aos grevistas, estava havendo um debate e de repente se resolveu não aceitar postagens sem relação com o assunto. Embora tenha sua razão de ser, já que havia começado outro debate, inclusive uma afirmação que eu direito meu responder, isso é equivocado. Vou reproduzir e responder:</p>
<p>João Alberto escreveu:<br />
&#8220;Meu querido e muito inteligente Carlinhos Oliveira, suas palavras deixam-me emocionado por aquilo que elas me ensinam, e a minha alegria mais feliz se faz por saber que você já está lendo sobre a história da revolução russa. Eu, na minha ignorância solene de professor neste Goiás nunca tão frio como as tundras da velha Rússia “t”zarista (e que precisão, hein, um leitor comum diria “c”zarista), limito-me a ler os gibis do Recruta Zero (que pela sua pouca idade, certamente não sabe do que se trata, mas você não perde nada por isso). Com muita admiração, deixo-lhe o meu efusivo abraço.&#8221;</p>
<p>prof. João Alberto, não sei direito o que quis dizer com tzarismo ou czarismo, se eu errei isso foi devido minha fonte de leitura. Agora, suas ironias baratas e mudança de assunto apenas revela que não quer responder as questões que lhe fiz, aliás, nunca as responde. Daí minha pergunta sobre sua motivação para discutir a greve se não quer discutir seriamente&#8230; sei que não vai responder, vai fazer outra ironiazinha. apenas demonstra seu descompromisso com a causa dos professores. Não perderei mais tempo com alguém que nada tem a dizer. &#8220;Falam demais por não ter nada a dizer&#8221; (Legião Urbana).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Passa Palavra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/03/54957/#comment-61799</link>

		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 22:55:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Luciano Ferreira,
Entre os comentários recusados não existe nenhum com o seu nome, o que significa que esse comentário não foi recebido.
A orientação seguida pelo &lt;em&gt;Passa Palavra&lt;/em&gt; na moderação de comentários encontra-se aqui: http://passapalavra.info/?p=200 .]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luciano Ferreira,<br />
Entre os comentários recusados não existe nenhum com o seu nome, o que significa que esse comentário não foi recebido.<br />
A orientação seguida pelo <em>Passa Palavra</em> na moderação de comentários encontra-se aqui: <a href="http://passapalavra.info/?p=200" rel="ugc">http://passapalavra.info/?p=200</a> .</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luciano Ferreira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/03/54957/#comment-61795</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luciano Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 21:59:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estou indignado com o coletivo passa palavra. Enviei alguns dias atrás um questionamento sobre os professores anônimos e sua relação com a base dos trabalhadores da educação no estado de Goiás e até agora meu comentário não foi postado. Não fiz nenhum ataque pessoal, simplesmente questionei o envolvimento desses professores na luta e a sua relação com a base, quero saber por que motivos meu comentário não foi postado? Tivemos muitas reclamações de postagens que não foram publicadas neste site quero saber o por que?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou indignado com o coletivo passa palavra. Enviei alguns dias atrás um questionamento sobre os professores anônimos e sua relação com a base dos trabalhadores da educação no estado de Goiás e até agora meu comentário não foi postado. Não fiz nenhum ataque pessoal, simplesmente questionei o envolvimento desses professores na luta e a sua relação com a base, quero saber por que motivos meu comentário não foi postado? Tivemos muitas reclamações de postagens que não foram publicadas neste site quero saber o por que?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Carlos Oliveira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/03/54957/#comment-61742</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 14:39:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[SR. André, a questão não é de título (alguém disse que ele é professor, aliás, na primeiras postagens, ele falou dos alunos dele que são professores, então deve ser prof. universitário), e sim de que as pessoas possuem sempre um passado, uma posição, um interesse, essa foi a razão da pergunta. não vou perder meu tempo com ironias baratas de quem não quer discutir sério, psensei que a coisa era séria... Talvez o passapalavra esteja sendo vítima não de boataria mas de baixaria...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SR. André, a questão não é de título (alguém disse que ele é professor, aliás, na primeiras postagens, ele falou dos alunos dele que são professores, então deve ser prof. universitário), e sim de que as pessoas possuem sempre um passado, uma posição, um interesse, essa foi a razão da pergunta. não vou perder meu tempo com ironias baratas de quem não quer discutir sério, psensei que a coisa era séria&#8230; Talvez o passapalavra esteja sendo vítima não de boataria mas de baixaria&#8230;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: André Luiz Vargas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/03/54957/#comment-61519</link>

		<dc:creator><![CDATA[André Luiz Vargas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 20:32:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sr. Carlos Oliveira, 

O senhor, creio que defensor do anonimato dos &quot;professores anônimos&quot;, não deveria se preocupar tanto com a identidade real desse Sr. João Alberto. Será ele um recruta ou um sargento? Ele se chama João Alberto? Ele realmente é alguém que quer desmobilizar e burocratizar - o sr. o conhece pessoalmente? Pode ser uma mulher, um policial, um cozinheiro de bacalhau... Será que ele já recebeu presente do Carlinhos Cachoeira? Talvez ele seja um escritor e professor. Não sei. Parece que ele não nos informou bem seus títulos, talvez por não ser muito importante aqui em um dos melhores sites de esquerda em que não se dá muito valor a títulos nobiliárquicos.
Estamos vendo comentários de pessoas semi-anônimas, ora dizendo que não se pode julgar mas ao mesmo tempo julgando sem conhecer. Há muitas opiniões sem pesquisa. Algo me preocupa: o Passa Palavra está aderindo à boataria?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Carlos Oliveira, </p>
<p>O senhor, creio que defensor do anonimato dos &#8220;professores anônimos&#8221;, não deveria se preocupar tanto com a identidade real desse Sr. João Alberto. Será ele um recruta ou um sargento? Ele se chama João Alberto? Ele realmente é alguém que quer desmobilizar e burocratizar &#8211; o sr. o conhece pessoalmente? Pode ser uma mulher, um policial, um cozinheiro de bacalhau&#8230; Será que ele já recebeu presente do Carlinhos Cachoeira? Talvez ele seja um escritor e professor. Não sei. Parece que ele não nos informou bem seus títulos, talvez por não ser muito importante aqui em um dos melhores sites de esquerda em que não se dá muito valor a títulos nobiliárquicos.<br />
Estamos vendo comentários de pessoas semi-anônimas, ora dizendo que não se pode julgar mas ao mesmo tempo julgando sem conhecer. Há muitas opiniões sem pesquisa. Algo me preocupa: o Passa Palavra está aderindo à boataria?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Recruta Zero (João Alberto olhando as pernas da Senhorita Tetê)		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/03/54957/#comment-61501</link>

		<dc:creator><![CDATA[Recruta Zero (João Alberto olhando as pernas da Senhorita Tetê)]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 16:10:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=54957#comment-61501</guid>

					<description><![CDATA[Carlos, esse João Alberto é muito esquisito mesmo, e vem aqui só para nos dividir (penso que ele quer é ficar com a Senhorita Tetê). Olhe, vou pedir ao Roque que se junte a você e juntos, quem sabe, vocês possam recuperar a mobilização revolucionária do movimento. Saudações do Recruta Zero.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos, esse João Alberto é muito esquisito mesmo, e vem aqui só para nos dividir (penso que ele quer é ficar com a Senhorita Tetê). Olhe, vou pedir ao Roque que se junte a você e juntos, quem sabe, vocês possam recuperar a mobilização revolucionária do movimento. Saudações do Recruta Zero.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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