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	Comentários sobre: 13 ABRIL 2012 (BR-GO) Segundo dia de violência contra manifestantes em Catalão	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Roberta Vieira de Oliveira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/04/56433/#comment-62661</link>

		<dc:creator><![CDATA[Roberta Vieira de Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 18:33:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Direitos Humanos para humanos direitos?
Ou direitos humanos para diferendes classes sociais? Especulação imobiliária? 
Dominínio capitalista?

 
A sociedade brasileira vive numa cultura autocrática e
neopotista. Os detentores do poder político-econômico
gozam em sua maioria da impunidade. Eles ignoram ou
transgridem as principais normas e princípios
estabelecidos, em detrimento da imparcialidade, da
eficácia da justiça e da polícia.

Com isso, as profundas desigualdades na sociedade
brasileira está mais próxima no meio rural e a
ausência de uma verdadeira reforma agrária. Criando assim,
situações em que são expulsos para o meio
urbano recuando para a periferia das cidades os agricultores privados de terra.
Apesar do reconhecimento constitucional de sua
necessidade e dos textos legislativo instituídos para
organiza-la, a reforma agrária é letra morta, por causa da
falta de uma real vontade política para realizá-la e de
numerosos atores locais principalmente do mundo jurídico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Direitos Humanos para humanos direitos?<br />
Ou direitos humanos para diferendes classes sociais? Especulação imobiliária?<br />
Dominínio capitalista?</p>
<p>A sociedade brasileira vive numa cultura autocrática e<br />
neopotista. Os detentores do poder político-econômico<br />
gozam em sua maioria da impunidade. Eles ignoram ou<br />
transgridem as principais normas e princípios<br />
estabelecidos, em detrimento da imparcialidade, da<br />
eficácia da justiça e da polícia.</p>
<p>Com isso, as profundas desigualdades na sociedade<br />
brasileira está mais próxima no meio rural e a<br />
ausência de uma verdadeira reforma agrária. Criando assim,<br />
situações em que são expulsos para o meio<br />
urbano recuando para a periferia das cidades os agricultores privados de terra.<br />
Apesar do reconhecimento constitucional de sua<br />
necessidade e dos textos legislativo instituídos para<br />
organiza-la, a reforma agrária é letra morta, por causa da<br />
falta de uma real vontade política para realizá-la e de<br />
numerosos atores locais principalmente do mundo jurídico.</p>
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		<title>
		Por: Marcelo Mendonça		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/04/56433/#comment-62486</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 03:44:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá a tod@s... quero parabenizar a equipe desse site por permitir visibilidade a violência que os trabalhadores em suas mais diversas funções laborais e lugares estão sofrendo país afora.

No caso em questão: A atitude truculenta e desnecessária da Polícia Militar de Goiás (PM-GO) – Regional de Catalão/GO – que atentou contra o Estado de Direito e a Constituição Brasileira, ferindo brutalmente o Professor Ms Gabriel de Melo Neto (UFG/Catalão), o estudante do Curso de Geografia Marcelo Nascimento Rosa,outros estudantes da UFG/Campus Catalão, bem como vários camponeses no dia 10 de abril de 2012, necessita ser denunciada.
Os feridos, além de terem tido dificuldades e alguns serem impedidos de registrar a ocorrência da violência e de realizar o exame do corpo de delito, estão sendo constrangidos e ameaçados. A PM-GO em nome da proteção do patrimônio do Banco Itaú que não estava, em nenhum momento, sendo ameaçado, pois a mobilização dos camponeses é pacífica, desferiu ações violentas contra dezenas de trabalhadores.
Essas ações truculentas da Polícia Militar em nome da suposta proteção a agência financeira não se justificam, pois ferem o Estado de Direito e os direitos humanos dos camponeses que estão sendo lesados. Não houve respeito e sequer foram ouvidos os proprietários camponeses que estão sendo despejados de suas terras. Quero deixar o apoio e solidariedade a todas as organizações e entidades envolvidas ativamente nesta mobilização com destaque para o Movimento Camponês Popular e, principalmente, aos camponeses e ao professor Gabriel de Melo Neto e todos os outros que foram agredidos. Conclamamos todos (as) que sejam solidários, repudiando e denunciando mais uma das atrocidades cometidas contra os trabalhadores do campo neste país de injustiças e desmandos, onde a violência tem sido a resposta contra aqueles que lutam apenas para que seus direitos sejam preservados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a tod@s&#8230; quero parabenizar a equipe desse site por permitir visibilidade a violência que os trabalhadores em suas mais diversas funções laborais e lugares estão sofrendo país afora.</p>
<p>No caso em questão: A atitude truculenta e desnecessária da Polícia Militar de Goiás (PM-GO) – Regional de Catalão/GO – que atentou contra o Estado de Direito e a Constituição Brasileira, ferindo brutalmente o Professor Ms Gabriel de Melo Neto (UFG/Catalão), o estudante do Curso de Geografia Marcelo Nascimento Rosa,outros estudantes da UFG/Campus Catalão, bem como vários camponeses no dia 10 de abril de 2012, necessita ser denunciada.<br />
Os feridos, além de terem tido dificuldades e alguns serem impedidos de registrar a ocorrência da violência e de realizar o exame do corpo de delito, estão sendo constrangidos e ameaçados. A PM-GO em nome da proteção do patrimônio do Banco Itaú que não estava, em nenhum momento, sendo ameaçado, pois a mobilização dos camponeses é pacífica, desferiu ações violentas contra dezenas de trabalhadores.<br />
Essas ações truculentas da Polícia Militar em nome da suposta proteção a agência financeira não se justificam, pois ferem o Estado de Direito e os direitos humanos dos camponeses que estão sendo lesados. Não houve respeito e sequer foram ouvidos os proprietários camponeses que estão sendo despejados de suas terras. Quero deixar o apoio e solidariedade a todas as organizações e entidades envolvidas ativamente nesta mobilização com destaque para o Movimento Camponês Popular e, principalmente, aos camponeses e ao professor Gabriel de Melo Neto e todos os outros que foram agredidos. Conclamamos todos (as) que sejam solidários, repudiando e denunciando mais uma das atrocidades cometidas contra os trabalhadores do campo neste país de injustiças e desmandos, onde a violência tem sido a resposta contra aqueles que lutam apenas para que seus direitos sejam preservados.</p>
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