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	Comentários sobre: 16 ABRIL 2012 (BR-GO) Camponeses começam jejum contra o Banco Itaú e Judiciário em Catalão	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: sonia dezute		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sonia dezute]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 15:51:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Home » Notícias » Direitos Humanos, Lutas e Conquistas » Camponeses estão em jejum há mais de 100 horas A+RA-
19
ABR
Camponeses estão em jejum há mais de 100 horas
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Antônio Carlos dos Santos, Elvira Cândida de Jesus Pereira e Paulo Cesar Mota estão em jejum e dormem para recuperar as energias. O camponês Ronaldo Rodrigues da Costa também permanece sem comer (foto: Marina Muniz)
Hoje (18) é o quarto dia do jejum pela vida, em Catalão (GO), contra o banco Itaú e o Judiciário. Os quatro manifestantes em jejum permanecem acampados na Praça Getúlio Vargas, também conhecida como Praça do Coreto, e frisam que permanecerão sem comer, por tempo indeterminado, até a que haja justiça social.

A decisão de entrar em jejum partiu dos próprios manifestantes. Eles são acompanhados por uma equipe de enfermeiros e nutricionistas e se reidratam com água de coco. “Para permanecer em jejum é necessário muita resistência física e mental. Não foi uma decisão fácil de ser tomada, mas preparei meu psicológico e vou aguentar até o fim”, afirma o camponês e integrante da direção do MCP, Ronaldo Rodrigues da Costa, casado e pai de dois filhos.

Ronaldo afirma que a decisão de iniciar, e manter, o jejum é para lutar por justiça. “Não é para aparecer para sociedade, nem para inflar o ego. Foi uma decisão, exclusivamente, para lutar por justiça. Não concordo em ver pessoas ricas e poderosas tentando vencer a classe camponesa”, ressalta o agricultor.

Na praça, e em outros pontos da cidade, há um abaixo assinado pelo cancelamento do leilão da propriedade do casal Elvira Cândida de Jesus Pereira e João Batista Pereira, onde também vivem três filhos e um genro. Centenas de assinaturas já foram colhidas. A expectativa é que até amanha cerca de duas mil pessoas tenham assinado o documento em prol dos camponeses. Hoje é o 24º dia de mobilizações para evitar o despejo da família.

A população catalana está sensibilizada com o caso. “Eu acho uma injustiça o que estão fazendo com essa família camponesa. Não podiam pegar a terra deles. Se fizerem isso onde eles vão morar e trabalhar?” se indigna a estudante Patrícia Ferreira, que esperou o horário do almoço para contribuir com o abaixo assinado. A irmã de Patrícia, Alessandra Ferreira, complementa “a terra é a única forma deles tirarem a renda. Precisamos tomar providências. É preciso que o povo se una para que haja algum resultado e justiça”.

O MCP espera que o juiz cancele o leilão, visto a ilegalidade que ocorreu a venda da terra. A propriedade não poderia ser leiolada, pois é a moradia e o trabalho da família. O Itaú e a Justiça teriam outras opções para o pagamento. Também é esperado que o banco bilionário, Itaú, peça o cancelamento do leilão e negocie com os camponeses. O MCP não quer esmola, quer apenas que a lei seja cumprida.

Comunicação MCP]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Home » Notícias » Direitos Humanos, Lutas e Conquistas » Camponeses estão em jejum há mais de 100 horas A+RA-<br />
19<br />
ABR<br />
Camponeses estão em jejum há mais de 100 horas<br />
Escrito por  Comunicação MCP Imprimir E-mail Adicionar novo comentário<br />
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<p>Antônio Carlos dos Santos, Elvira Cândida de Jesus Pereira e Paulo Cesar Mota estão em jejum e dormem para recuperar as energias. O camponês Ronaldo Rodrigues da Costa também permanece sem comer (foto: Marina Muniz)<br />
Hoje (18) é o quarto dia do jejum pela vida, em Catalão (GO), contra o banco Itaú e o Judiciário. Os quatro manifestantes em jejum permanecem acampados na Praça Getúlio Vargas, também conhecida como Praça do Coreto, e frisam que permanecerão sem comer, por tempo indeterminado, até a que haja justiça social.</p>
<p>A decisão de entrar em jejum partiu dos próprios manifestantes. Eles são acompanhados por uma equipe de enfermeiros e nutricionistas e se reidratam com água de coco. “Para permanecer em jejum é necessário muita resistência física e mental. Não foi uma decisão fácil de ser tomada, mas preparei meu psicológico e vou aguentar até o fim”, afirma o camponês e integrante da direção do MCP, Ronaldo Rodrigues da Costa, casado e pai de dois filhos.</p>
<p>Ronaldo afirma que a decisão de iniciar, e manter, o jejum é para lutar por justiça. “Não é para aparecer para sociedade, nem para inflar o ego. Foi uma decisão, exclusivamente, para lutar por justiça. Não concordo em ver pessoas ricas e poderosas tentando vencer a classe camponesa”, ressalta o agricultor.</p>
<p>Na praça, e em outros pontos da cidade, há um abaixo assinado pelo cancelamento do leilão da propriedade do casal Elvira Cândida de Jesus Pereira e João Batista Pereira, onde também vivem três filhos e um genro. Centenas de assinaturas já foram colhidas. A expectativa é que até amanha cerca de duas mil pessoas tenham assinado o documento em prol dos camponeses. Hoje é o 24º dia de mobilizações para evitar o despejo da família.</p>
<p>A população catalana está sensibilizada com o caso. “Eu acho uma injustiça o que estão fazendo com essa família camponesa. Não podiam pegar a terra deles. Se fizerem isso onde eles vão morar e trabalhar?” se indigna a estudante Patrícia Ferreira, que esperou o horário do almoço para contribuir com o abaixo assinado. A irmã de Patrícia, Alessandra Ferreira, complementa “a terra é a única forma deles tirarem a renda. Precisamos tomar providências. É preciso que o povo se una para que haja algum resultado e justiça”.</p>
<p>O MCP espera que o juiz cancele o leilão, visto a ilegalidade que ocorreu a venda da terra. A propriedade não poderia ser leiolada, pois é a moradia e o trabalho da família. O Itaú e a Justiça teriam outras opções para o pagamento. Também é esperado que o banco bilionário, Itaú, peça o cancelamento do leilão e negocie com os camponeses. O MCP não quer esmola, quer apenas que a lei seja cumprida.</p>
<p>Comunicação MCP</p>
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