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	Comentários sobre: Crise na zona euro: 3) ai, ai Portugal&#8230;	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Brasil Varonil		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Brasil Varonil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 18:51:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Vejo algumas semelhanças entre o quadro aí e o do Brasil atual (todos os números, muitos deles eram bons, piorando sem parar). Período de crescimento será seguido por longa recessão? Não sei.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vejo algumas semelhanças entre o quadro aí e o do Brasil atual (todos os números, muitos deles eram bons, piorando sem parar). Período de crescimento será seguido por longa recessão? Não sei.</p>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/55993/#comment-65268</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 May 2012 11:06:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Ignácio,
Na perspectiva adoptada neste artigo, parece-me que o empresariado brasileiro tem características opostas ao empresariado português. 1) O capitalismo brasileiro beneficia de uma conjugação social inestimável, com um microempresariado extremamente dinâmico, formado na duríssima escola da luta pela sobrevivência, e uma alta tecnocracia muito competente. Tem sido esta classe de gestores a garantir um eixo de continuidade ao capitalismo brasileiro e a assegurar-lhe uma ascensão contínua, apesar das atribulações da vida política. A população brasileira entretém-se com os escândalos de deputados, governadores e ministros, enquanto a alta tecnocracia estabelece discretamente orientações sólidas para o governo do país. 2) No Brasil, ao longo das últimas décadas, a expansão do ensino universitário, tanto público como privado, assegurou não só uma melhoria na qualificação da força de trabalho como também na qualificação da tecnocracia. Por outro lado, esta expansão do ensino universitário constitui uma enorme oportunidade de promoção social, mais frequentemente uma promoção no interior das mesmas classes sociais e só raramente uma ascensão de classe.
As ilustrações do texto representam vários detalhes da &lt;em&gt;calçada à portuguesa&lt;/em&gt;, o que pareceu adequado num artigo que trata de Portugal. Além disso, nos desenhos escolhidos há certas oscilações e espirais que parecem simbolizar as inquietações da economia do país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ignácio,<br />
Na perspectiva adoptada neste artigo, parece-me que o empresariado brasileiro tem características opostas ao empresariado português. 1) O capitalismo brasileiro beneficia de uma conjugação social inestimável, com um microempresariado extremamente dinâmico, formado na duríssima escola da luta pela sobrevivência, e uma alta tecnocracia muito competente. Tem sido esta classe de gestores a garantir um eixo de continuidade ao capitalismo brasileiro e a assegurar-lhe uma ascensão contínua, apesar das atribulações da vida política. A população brasileira entretém-se com os escândalos de deputados, governadores e ministros, enquanto a alta tecnocracia estabelece discretamente orientações sólidas para o governo do país. 2) No Brasil, ao longo das últimas décadas, a expansão do ensino universitário, tanto público como privado, assegurou não só uma melhoria na qualificação da força de trabalho como também na qualificação da tecnocracia. Por outro lado, esta expansão do ensino universitário constitui uma enorme oportunidade de promoção social, mais frequentemente uma promoção no interior das mesmas classes sociais e só raramente uma ascensão de classe.<br />
As ilustrações do texto representam vários detalhes da <em>calçada à portuguesa</em>, o que pareceu adequado num artigo que trata de Portugal. Além disso, nos desenhos escolhidos há certas oscilações e espirais que parecem simbolizar as inquietações da economia do país.</p>
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		Por: Ignácio Leão		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/55993/#comment-65236</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ignácio Leão]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 May 2012 03:35:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro João,

Me interessei bastante pela sua análise da classe empresarial portuguesa. Fato que me fez pensar sobre a classe empresarial brasileira. Entretanto, esta deve ser um pouco distinta daquela devido ao seu ímpeto imperialista. Comento isso de acordo com leituras feitas aqui mesmo no Passa Palavra. 
Por outro lado, as fotos chamaram minha atenção nesta série de artigos. Gostaria de saber qual foi sua intenção ao colocá-las para ilustrar o texto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João,</p>
<p>Me interessei bastante pela sua análise da classe empresarial portuguesa. Fato que me fez pensar sobre a classe empresarial brasileira. Entretanto, esta deve ser um pouco distinta daquela devido ao seu ímpeto imperialista. Comento isso de acordo com leituras feitas aqui mesmo no Passa Palavra.<br />
Por outro lado, as fotos chamaram minha atenção nesta série de artigos. Gostaria de saber qual foi sua intenção ao colocá-las para ilustrar o texto.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Carlos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/55993/#comment-64866</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 May 2012 16:05:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal está caminhando para um rumo ecológico....

A parte sobre o caráter nostálgico da esquerda atual é muito importante, todos só querem louvar o passado imaginado, nunca encarar o presente, criar, inovar. 

A parte sobre fim do capitalismo parece resmungo de velho. Todos querem somente tornar o presente mais respirável, o capitalismo menos sádico. A perspectiva de ou outra sociedade sei lá o que está fora de cogitação e o capitalismo derrotou todas as tentativas nos últimos 200 anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal está caminhando para um rumo ecológico&#8230;.</p>
<p>A parte sobre o caráter nostálgico da esquerda atual é muito importante, todos só querem louvar o passado imaginado, nunca encarar o presente, criar, inovar. </p>
<p>A parte sobre fim do capitalismo parece resmungo de velho. Todos querem somente tornar o presente mais respirável, o capitalismo menos sádico. A perspectiva de ou outra sociedade sei lá o que está fora de cogitação e o capitalismo derrotou todas as tentativas nos últimos 200 anos.</p>
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