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	Comentários sobre: Recusou a promoção	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: GEROLOMO, Amilton Carlos.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/58268/#comment-106275</link>

		<dc:creator><![CDATA[GEROLOMO, Amilton Carlos.]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2013 15:45:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nas relações de trabalhos hierarquizadas existe a figura, o cargo de chefe, capataz, líder, coordenador, ou coisa que o valha. O chefe nunca é querido pelos seus subordinados, ele é aturado, aguentado. Nos corredores dos locais de trabalha os chefes são alvo de verdadeiras chacotas, piadas, as mães deles que o diga. Muitos trabalhadores aceitam o cargo, uns com objetivo de melhorar a produção, poder aumentar os seus salários. Deste modo tornam-se gestores, não são mais trabalhadores.  Todos nós já presenciamos a situação de que um colega de trabalho que era compreensivo, bacana, amigo, ao assumir o cargo de chefe, os seus ex-companheiros, passa a odiá-lo e comentam que o poder subiu a cabeça. 
Deste modo, o ex-companheiro, agora chefe, defende os interesses da empresa, do capital. Ele não é mais um trabalhador. A classe dos gestores está em conflito com os donos, dividindo maiores fatia da mais valia. Esta classe atua na política oficial, nos sindicatos na organização, no planejamento da produção, não são proprietários. São os inimigos ocultos dos trabalhadores, reprimindo as lutas diretas dos trabalhadores. Vejam a história da Revolução Russa de 1917 e a história dos sindicatos da região do ABCD de São Paulo, no final dos anos de 1970 e 80 e entre outras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas relações de trabalhos hierarquizadas existe a figura, o cargo de chefe, capataz, líder, coordenador, ou coisa que o valha. O chefe nunca é querido pelos seus subordinados, ele é aturado, aguentado. Nos corredores dos locais de trabalha os chefes são alvo de verdadeiras chacotas, piadas, as mães deles que o diga. Muitos trabalhadores aceitam o cargo, uns com objetivo de melhorar a produção, poder aumentar os seus salários. Deste modo tornam-se gestores, não são mais trabalhadores.  Todos nós já presenciamos a situação de que um colega de trabalho que era compreensivo, bacana, amigo, ao assumir o cargo de chefe, os seus ex-companheiros, passa a odiá-lo e comentam que o poder subiu a cabeça.<br />
Deste modo, o ex-companheiro, agora chefe, defende os interesses da empresa, do capital. Ele não é mais um trabalhador. A classe dos gestores está em conflito com os donos, dividindo maiores fatia da mais valia. Esta classe atua na política oficial, nos sindicatos na organização, no planejamento da produção, não são proprietários. São os inimigos ocultos dos trabalhadores, reprimindo as lutas diretas dos trabalhadores. Vejam a história da Revolução Russa de 1917 e a história dos sindicatos da região do ABCD de São Paulo, no final dos anos de 1970 e 80 e entre outras.</p>
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		<title>
		Por: LL		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[LL]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 May 2012 14:13:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Isto me lembra a história de meu sogro que, sendo operador de trem no metrô, recusou já por três vezes tornar-se supervisor, pois não pretendia controlar o trabalho dos outros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isto me lembra a história de meu sogro que, sendo operador de trem no metrô, recusou já por três vezes tornar-se supervisor, pois não pretendia controlar o trabalho dos outros.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Zé Ruela		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/58268/#comment-65228</link>

		<dc:creator><![CDATA[Zé Ruela]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 May 2012 02:36:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ao contrário, já ví situação de um chefe agredir um funcionário. Deu uma cabeçada e sangrou o nariz do empregado. No dia seguinte, os trabalhadores da empresa organizaram um abaixo-assinado a favor do diretor agressor. Somente três pessoas se recusaram em dar a assinatura em favor do chefe Suzane Richthofen. Eu e mais dois.

A luta cotidiana é feita destes pequenos atos que podem gerar grandes sofrimentos, perseguições e perdas de oportunidades. E tais nunca vão parar nos livros ou manchetes]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário, já ví situação de um chefe agredir um funcionário. Deu uma cabeçada e sangrou o nariz do empregado. No dia seguinte, os trabalhadores da empresa organizaram um abaixo-assinado a favor do diretor agressor. Somente três pessoas se recusaram em dar a assinatura em favor do chefe Suzane Richthofen. Eu e mais dois.</p>
<p>A luta cotidiana é feita destes pequenos atos que podem gerar grandes sofrimentos, perseguições e perdas de oportunidades. E tais nunca vão parar nos livros ou manchetes</p>
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