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	Comentários sobre: Passa Palavra: críticas e propostas	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Vagalume		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/58400/#comment-66203</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vagalume]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 May 2012 17:58:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Interessante o texto para uma análise da ´´linha editorial´´ do Passa-Palavra. Obrigada por aclarar várias coisas. É inegável a riqueza de vários artigos e materiais que encontramos no site. Mas toda postura CRÍTICA também passa pela AUTOCRÍTICA. Se era um texto sobre a postura do PP, é visível a ausencia de críticas das ´´fraquezas´´ e ´´limites´´ do próprio site, ao contrário de mostrarem que são ´´fracos´´, com certeza o fato mostraria que sao ´´fortes´´ inclusive pela claridade que possuem dos seus pontos fracos. Também gostaria de comentar que a crítica não tem necessidade de ser propositiva, pode ser NEGATIVIDADE também. Agora é questao aberta e debatível se negatividade seja uma proposta, apesar de que por seu próprio conceito nao é. Um dos pontos que pra mim é evidente nesse site é justamente que o coletivo do PP nao possui um consenso (consciente ou nao) sobre o tema (que bom!). Porque pra muitas e muitos, a crítica por si mesma é propositiva e pra outras e outros é negatividade. Nessa última, entraria parte do coletivo PP, que eu não classificaria como ´´militante´´, mas sim como intelectuais honestamente comprometidos com a luta social (antigamente se dizia ´´intelectual organico´´), inclusive os seus vínculos com a universidade/academia são notórios. Finalmente, parabenizo ao grupo pela iniciativa e espero encontrar muito em breve algum texto sobre a auto-crítica do coletivo, esperando que já estejam discutindo e refletindo sobre o tema e que possam trazer mais esse debate para o ´´exterior´´ do grupo. Longe de ser ´´voyerismo´´ e de expor problemas internos, com certeza seria uma postura que alguns leitores e leitoras já percebemos e estamos esperando que surja em algum momento. Até lá, vamos caminhando...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante o texto para uma análise da ´´linha editorial´´ do Passa-Palavra. Obrigada por aclarar várias coisas. É inegável a riqueza de vários artigos e materiais que encontramos no site. Mas toda postura CRÍTICA também passa pela AUTOCRÍTICA. Se era um texto sobre a postura do PP, é visível a ausencia de críticas das ´´fraquezas´´ e ´´limites´´ do próprio site, ao contrário de mostrarem que são ´´fracos´´, com certeza o fato mostraria que sao ´´fortes´´ inclusive pela claridade que possuem dos seus pontos fracos. Também gostaria de comentar que a crítica não tem necessidade de ser propositiva, pode ser NEGATIVIDADE também. Agora é questao aberta e debatível se negatividade seja uma proposta, apesar de que por seu próprio conceito nao é. Um dos pontos que pra mim é evidente nesse site é justamente que o coletivo do PP nao possui um consenso (consciente ou nao) sobre o tema (que bom!). Porque pra muitas e muitos, a crítica por si mesma é propositiva e pra outras e outros é negatividade. Nessa última, entraria parte do coletivo PP, que eu não classificaria como ´´militante´´, mas sim como intelectuais honestamente comprometidos com a luta social (antigamente se dizia ´´intelectual organico´´), inclusive os seus vínculos com a universidade/academia são notórios. Finalmente, parabenizo ao grupo pela iniciativa e espero encontrar muito em breve algum texto sobre a auto-crítica do coletivo, esperando que já estejam discutindo e refletindo sobre o tema e que possam trazer mais esse debate para o ´´exterior´´ do grupo. Longe de ser ´´voyerismo´´ e de expor problemas internos, com certeza seria uma postura que alguns leitores e leitoras já percebemos e estamos esperando que surja em algum momento. Até lá, vamos caminhando&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marcelo Lopes de Souza		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/58400/#comment-65746</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Lopes de Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 11:28:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No geral, faço minhas as palavras do Theo. Entretanto, não sei se teria sido estritamente necessário (ou mesmo razoável) querer &quot;especificar&quot; de onde partem certas objeções e desqualificações  -  objeções e desqualificações essas tão, tão antigas e &quot;carimbadas&quot;... Do meu ponto de vista, o Passa Palavra é, em nosso cenário de devastação político-intelectual, uma trincheira que se vai tornando mais e mais indispensável. É um alento saber que, a despeito de tudo, há um Passa Palavra, a instigar e provocar, a desafiar, a exigir que se esteja à altura de um pensamento (e de uma ação!) que mereça(m) o nome de CRÍTICO(s).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No geral, faço minhas as palavras do Theo. Entretanto, não sei se teria sido estritamente necessário (ou mesmo razoável) querer &#8220;especificar&#8221; de onde partem certas objeções e desqualificações  &#8211;  objeções e desqualificações essas tão, tão antigas e &#8220;carimbadas&#8221;&#8230; Do meu ponto de vista, o Passa Palavra é, em nosso cenário de devastação político-intelectual, uma trincheira que se vai tornando mais e mais indispensável. É um alento saber que, a despeito de tudo, há um Passa Palavra, a instigar e provocar, a desafiar, a exigir que se esteja à altura de um pensamento (e de uma ação!) que mereça(m) o nome de CRÍTICO(s).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Rainha da noite		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/58400/#comment-65692</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rainha da noite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 May 2012 00:03:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O grande mérito de todo o texto está na parte que diz que devemos partir do fato de que fomos derrotados. Os 200 anos de derrota do anticapitalismo deve ser o eixo, a consciência profunda, de qualquer movimento ou luta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O grande mérito de todo o texto está na parte que diz que devemos partir do fato de que fomos derrotados. Os 200 anos de derrota do anticapitalismo deve ser o eixo, a consciência profunda, de qualquer movimento ou luta.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Theo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/58400/#comment-65664</link>

		<dc:creator><![CDATA[Theo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 17:08:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como disse o primeiro comentário, &quot;muito lúcido e direto ao assunto&quot;, como costumam ser os textos assinados pelo coletivo. Todavia, partilho, também, da proposta do segundo comentário, a de que ficasse mais claro a quem/ao que responde.

Engraçado é que parece que o terceiro comentário acabou por dizer do artigo exatamente uma das primeiras questões a que ele toca, o fato de ser (ou não) propositivo... O texto que faz a crítica é criticado por não ser o que acabou de argumentar, de fato, ser. Ó céus.  

Estive assistindo uma entrevista do Zizek uns dias atrás, e ele trouxe a ideia de que ficamos tão preocupados nos últimos 150 anos em dar uma caráter prático a filosofia e suas reflexões, tentando tanto transformar o mundo que talvez seja o momento de fazer exatamente o inverso: afastar-se e pensar profundamente sobre essas tantas tentativas que nos mantiveram onde estamos, ainda!

Nisso, e em muito mais, o Passa Palavra e seus colaboradores me auxiliam a cada dia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como disse o primeiro comentário, &#8220;muito lúcido e direto ao assunto&#8221;, como costumam ser os textos assinados pelo coletivo. Todavia, partilho, também, da proposta do segundo comentário, a de que ficasse mais claro a quem/ao que responde.</p>
<p>Engraçado é que parece que o terceiro comentário acabou por dizer do artigo exatamente uma das primeiras questões a que ele toca, o fato de ser (ou não) propositivo&#8230; O texto que faz a crítica é criticado por não ser o que acabou de argumentar, de fato, ser. Ó céus.  </p>
<p>Estive assistindo uma entrevista do Zizek uns dias atrás, e ele trouxe a ideia de que ficamos tão preocupados nos últimos 150 anos em dar uma caráter prático a filosofia e suas reflexões, tentando tanto transformar o mundo que talvez seja o momento de fazer exatamente o inverso: afastar-se e pensar profundamente sobre essas tantas tentativas que nos mantiveram onde estamos, ainda!</p>
<p>Nisso, e em muito mais, o Passa Palavra e seus colaboradores me auxiliam a cada dia.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Guile		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/58400/#comment-65622</link>

		<dc:creator><![CDATA[Guile]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 05:47:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Confesso que fiquei um pouco desapontado com a mensagem do texto. Pelo título, achei que se tratava de um pedido aos leitores para que fizessem as suas críticas e propostas ao coletivo Passa Palavra a partir de um balanço interno apresentado a eles (fica a sugestão para que isso seja feito algum dia). Antes mesmo de ler o texto, já esboçava em minha mente algumas sugestões. Porém, ao ler, percebi um tom fechado e defensivo que tem sido bastante frequente em outros textos do coletivo ou dos seus membros. Tenho dúvidas quanto à eficácia política desta postura, embora a proposta política de se debater o papel da crítica seja realmente urgente e necessária.

Concordo plenamente que os movimentos não devem temer a crítica mútua e que, ao contrário, precisam aprender a fazer da crítica a fonte da sua força e constante renovação, para conseguir enfrentar os tenebrosos horizontes de um capitalismo cada vez mais totalitário que vem se instalando em nossas vidas pela ação das grandes corporações. Parabenizo o coletivo por se posicionar desta maneira.

Infelizmente, a crítica ainda tem sido feita de modo predominantemente restritivo (internamente) ou destrutivo (externamente) e nenhum movimento de esquerda parece escapar disso. Talvez seja, aliás, um círculo vicioso, já que deixar a crítica correr por fora das cúpulas parece armar os &quot;inimigos&quot;, enquanto que os ataques destrutivos externos levam a reações defensivas. Quando a crítica vem de &quot;dentro&quot;, mesmo de dentro da &quot;cúpula&quot;, com frequencia isso resulta na marginalização ou expulsão do militante, quando não ocorre o pleno linchamento moral por seus pares.

No entanto, permanece a impressão de que o que o próprio Passa Palavra tem dificuldade em aceitar e aproveitar as críticas para fortalecer-se e renovar-se. Essa impressão se deve ao uso que faz neste e em outros textos de adjetivos que desqualificam moralmente e de forma genérica aqueles que fazem uma crítica externa ao coletivo. Nada mais natural. Estranho seria se o coletivo pretendesse estar em algum lugar puro, para além das contradições da história.

Em todo caso, pequenas mudanças táticas em textos como este acima (retirar algumas expressões?) ou algumas mudanças de caráter mais estratégico (dar mais espaço para a comunicação horizontal do sítio) levariam, ao meu ver, a uma eficácia bem maior para a proposta do coletivo. É bom lembrar que se ensina bem mais através do exemplo, com o que se faz, do que com o que se diz.

Mas louvo a iniciativa. A simples elevação do foco para este tema pode contribuir para que &quot;internos&quot; e &quot;externos&quot; de quaisquer movimentos que frequentem este sítio façam uma boa reflexão sobre o papel da crítica dentro e fora dos seus movimentos, a necessidade da ligação entre crítica e prática, numa &quot;práxis comunicativa&quot;, e sobre os enormes desafios que ainda teremos que enfrentar para que nossos movimentos consigam desenvolver tais práticas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que fiquei um pouco desapontado com a mensagem do texto. Pelo título, achei que se tratava de um pedido aos leitores para que fizessem as suas críticas e propostas ao coletivo Passa Palavra a partir de um balanço interno apresentado a eles (fica a sugestão para que isso seja feito algum dia). Antes mesmo de ler o texto, já esboçava em minha mente algumas sugestões. Porém, ao ler, percebi um tom fechado e defensivo que tem sido bastante frequente em outros textos do coletivo ou dos seus membros. Tenho dúvidas quanto à eficácia política desta postura, embora a proposta política de se debater o papel da crítica seja realmente urgente e necessária.</p>
<p>Concordo plenamente que os movimentos não devem temer a crítica mútua e que, ao contrário, precisam aprender a fazer da crítica a fonte da sua força e constante renovação, para conseguir enfrentar os tenebrosos horizontes de um capitalismo cada vez mais totalitário que vem se instalando em nossas vidas pela ação das grandes corporações. Parabenizo o coletivo por se posicionar desta maneira.</p>
<p>Infelizmente, a crítica ainda tem sido feita de modo predominantemente restritivo (internamente) ou destrutivo (externamente) e nenhum movimento de esquerda parece escapar disso. Talvez seja, aliás, um círculo vicioso, já que deixar a crítica correr por fora das cúpulas parece armar os &#8220;inimigos&#8221;, enquanto que os ataques destrutivos externos levam a reações defensivas. Quando a crítica vem de &#8220;dentro&#8221;, mesmo de dentro da &#8220;cúpula&#8221;, com frequencia isso resulta na marginalização ou expulsão do militante, quando não ocorre o pleno linchamento moral por seus pares.</p>
<p>No entanto, permanece a impressão de que o que o próprio Passa Palavra tem dificuldade em aceitar e aproveitar as críticas para fortalecer-se e renovar-se. Essa impressão se deve ao uso que faz neste e em outros textos de adjetivos que desqualificam moralmente e de forma genérica aqueles que fazem uma crítica externa ao coletivo. Nada mais natural. Estranho seria se o coletivo pretendesse estar em algum lugar puro, para além das contradições da história.</p>
<p>Em todo caso, pequenas mudanças táticas em textos como este acima (retirar algumas expressões?) ou algumas mudanças de caráter mais estratégico (dar mais espaço para a comunicação horizontal do sítio) levariam, ao meu ver, a uma eficácia bem maior para a proposta do coletivo. É bom lembrar que se ensina bem mais através do exemplo, com o que se faz, do que com o que se diz.</p>
<p>Mas louvo a iniciativa. A simples elevação do foco para este tema pode contribuir para que &#8220;internos&#8221; e &#8220;externos&#8221; de quaisquer movimentos que frequentem este sítio façam uma boa reflexão sobre o papel da crítica dentro e fora dos seus movimentos, a necessidade da ligação entre crítica e prática, numa &#8220;práxis comunicativa&#8221;, e sobre os enormes desafios que ainda teremos que enfrentar para que nossos movimentos consigam desenvolver tais práticas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: d.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/58400/#comment-65619</link>

		<dc:creator><![CDATA[d.]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 04:45:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sinto que o texto seria bom se fosse mais claro nas suas motivações, para que soubéssemos a quê responde.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sinto que o texto seria bom se fosse mais claro nas suas motivações, para que soubéssemos a quê responde.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas Gordon		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/58400/#comment-65598</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas Gordon]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 May 2012 23:00:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabenizo o coletivo pelo texto! Muito lúcido e direto ao assunto.
Apenas faria a ressalva de que &quot;Não entender que a reflexão crítica é, por si mesma, propositiva significa cair no dogmatismo&quot; se trata de uma frase com uma retórica de dois gumes.
As vezes é tenue a linha que separa um texto argumentativo qualquer de uma reflexão crítica, ou melhor, essa diferença muitas vezes é justamente o &quot;x&quot; de algumas disputas relativas a um ou outro tema polemizado aqui no site.

Se por uma lado há de se concordar que a reflexão crítica é o meio que pavimento o caminho para a construção de propostas, quem será o iluminado que atestará se tratar desde ou daquele texto uma verdadeira crítica e não uma mera verborragia ou argumentos enviesados, análogos aos que podem ser lidos na grande imprensa?

Para combater esse tipo de impasse me parece que o site já conta com a tradição de dar direitos de resposta e estimular o debate na parte de comentários, única maneira de não cristalizar os discursos que o coletivo apresenta. Fora isso, me parece que as reclamações tendem a ser de fato apenas mágoas pelo site não compartilhar alguns pontos de vista, ou de não dar o suficiente destaque para eles (o que é natural no contexto da comunicação da internet atual, onde as pessoas buscam as informações e os pontos de vista em sites específicos, os meios não tem mais que defender uma pretensa neutralidade)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabenizo o coletivo pelo texto! Muito lúcido e direto ao assunto.<br />
Apenas faria a ressalva de que &#8220;Não entender que a reflexão crítica é, por si mesma, propositiva significa cair no dogmatismo&#8221; se trata de uma frase com uma retórica de dois gumes.<br />
As vezes é tenue a linha que separa um texto argumentativo qualquer de uma reflexão crítica, ou melhor, essa diferença muitas vezes é justamente o &#8220;x&#8221; de algumas disputas relativas a um ou outro tema polemizado aqui no site.</p>
<p>Se por uma lado há de se concordar que a reflexão crítica é o meio que pavimento o caminho para a construção de propostas, quem será o iluminado que atestará se tratar desde ou daquele texto uma verdadeira crítica e não uma mera verborragia ou argumentos enviesados, análogos aos que podem ser lidos na grande imprensa?</p>
<p>Para combater esse tipo de impasse me parece que o site já conta com a tradição de dar direitos de resposta e estimular o debate na parte de comentários, única maneira de não cristalizar os discursos que o coletivo apresenta. Fora isso, me parece que as reclamações tendem a ser de fato apenas mágoas pelo site não compartilhar alguns pontos de vista, ou de não dar o suficiente destaque para eles (o que é natural no contexto da comunicação da internet atual, onde as pessoas buscam as informações e os pontos de vista em sites específicos, os meios não tem mais que defender uma pretensa neutralidade)</p>
]]></content:encoded>
		
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