<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: A internet no Brasil: sua utilização política e controle autoritário	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2012/05/58670/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2012/05/58670/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Mon, 16 May 2022 18:27:25 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: oneaty		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/58670/#comment-176120</link>

		<dc:creator><![CDATA[oneaty]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jan 2014 15:21:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=58670#comment-176120</guid>

					<description><![CDATA[Será que não seria interessante influenciar de forma mais direta esse estado de coisas (&lt;i&gt;hackear&lt;/i&gt;, para usar o termo da moda), por exemplo, participando &lt;a href=&quot;http://www.fapesp.br/8388&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;deste edital&lt;/a&gt;?
A questão é que se pessoas que compartilham da visão crítica como a que está colocada neste artigo participarem de oportunidades como essa, poderão fazer um contraponto a outros tipos de participação, como a desta proposta de adesão a esse edital, iniciada por um grupo que parece mais afinado com a governança dos últimos governos:

[INÍCIO DA CITAÇÃO]

Percebam as linhas temáticas.
 
Temos aqui uma oportunidade de realizar duas coisas pelo menos :
 
Criar uma legislação para governança da internet no Brasil. Ponderando que o tema é amplo podemos focar em cidades digitais.  Vale reforçar que estamos discutindo este tema tb com o Dep. Newton Lima, que já está trabalhando numa minuta para o PL de Cidades Digitais e que estamos ajudando-o para concretizar este feito. Ver item “d”
 
“d) PPI - Políticas Relativas à Internet
Estes projetos devem envolver pesquisa nos temas de políticas digitais e de Internet, bem como publicações em veículos de ampla circulação internacional, teses e/ou conferências de alto prestígio, podendo incluir, justificadamente, atividades de extensão derivadas da pesquisa.
i. legislação e regulamentação das redes distribuídas – Provedores Comunitários - ;
ii. modelos de governança das redes – Cidades Digitais - ;
iii. movimentos sociais, culturais e ativismo em rede;
iv. neutralidade da rede;
v. políticas públicas na rede – ;
vi. governos em rede - ;
vii. análise e experimentos democráticos na Internet – Provedores Comunitários - ;
viii. transparência e acesso a informação – ”
 
“c) CCD - Comunicação em Rede e Cultura Digital
Estes projetos deverão prever resultados verificáveis, típicos de projetos de pesquisa aplicada, como publicações em veículos de ampla circulação internacional, teses, patentes e/ou conferências de alto prestigio, bem como que possam ser demonstrados através de implementação experimental na Internet.
i. comunicação digital;
ii. web semântica e pragmática;
iii. análise e experimentos de plataformas de interação;
iv. métodos e métricas de análise de redes;
v. netnografia e pesquisas qualitativas das redes;
vi. educação e aprendizagem em rede – ;
vii. cibercidades;
viii. cidadania em rede – ;
ix. privacidade, anonimato e controle;
x. aplicações sociais em Educação, Saúde e Meio Ambiente – ;
xi. redes sociais.”
 
“f) ASTIC - Aplicações Sociais de Tecnologia da Informação e Comunicações.
Estes projetos de pesquisa devem almejar o desenvolvimento de produtos e/ou processos inovadores que envolvam significativo risco tecnológico e sejam relevantes para o desenvolvimento social e aumento da competitividade e produtividade do país, tendo clara demanda e oportunidades de mercado em sua aplicação na sociedade.
i. Aplicações em Educação, Saúde e Meio Ambiente –  
ii. Aplicações de gestão e governança pública – 
iii. Aplicações para aumento da produtividade em Arranjos Produtivos Locais - 
iv. Aplicações estruturantes de cidades digitais – ”
 
Oque vcs acham ?
 
De certo já temos muito material que pode ser consolidada nesta proposta.
 
Prezados professores a internet já é o segundo meio de comunicação mais usado no planeta, perdendo somente ainda pra TV e que deverá ser desbancada em menos de 3 anos caso a universalização do acesso ocorra, oque já temos previsão de acontecer.  E ai vamos participar da construção da base do que queremos pra nossa internet ?
 
Abs
 
PS.: Este edital está super aberto, visto que quem definiu as regras foi o NIC.Br, vejam : 
“b) As Chamadas de Propostas de Pesquisa serão públicas e deverão convocar pesquisadores de instituições de ensino superior e de pesquisa, de pequenas empresas de base tecnológica (menos do que 100 empregados), para a apresentação de projetos conjuntos nas linhas de pesquisa definidas pelo Comitê Gestor da Colaboração.
i) Para efeitos desse acordo, poderão ser considerados como instituições de pesquisa pequenas empresas, entidades civis e coletivos de desenvolvedores, desde que demonstrem capacitação e garantam apoio institucional aos pesquisadores”

[FIM DA CITAÇÃO]

Mais do que propriamente mamar nos recursos governamentais, o objetivo seria tentar trazer outras abordagens possíveis, coerentes com as críticas acima levantadas, já que as produções derivadas
Notem que o edital não foca exclusivamente o ambiente acadêmico, prevendo também &quot;entidades civis e coletivos de desenvolvedores&lt;/i&gt;&quot;
Se grupos como o citado acima entram com a ideia de produzir subsídios para deputados de determinadas orientações, na impede que outros grupos façam o mesmo para deputados de outras orientações, em franca minoria.
Será perda de tempo, ou criação de massa crítica a longo prazo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Será que não seria interessante influenciar de forma mais direta esse estado de coisas (<i>hackear</i>, para usar o termo da moda), por exemplo, participando <a href="http://www.fapesp.br/8388" rel="nofollow">deste edital</a>?<br />
A questão é que se pessoas que compartilham da visão crítica como a que está colocada neste artigo participarem de oportunidades como essa, poderão fazer um contraponto a outros tipos de participação, como a desta proposta de adesão a esse edital, iniciada por um grupo que parece mais afinado com a governança dos últimos governos:</p>
<p>[INÍCIO DA CITAÇÃO]</p>
<p>Percebam as linhas temáticas.<br />
 <br />
Temos aqui uma oportunidade de realizar duas coisas pelo menos :<br />
 <br />
Criar uma legislação para governança da internet no Brasil. Ponderando que o tema é amplo podemos focar em cidades digitais.  Vale reforçar que estamos discutindo este tema tb com o Dep. Newton Lima, que já está trabalhando numa minuta para o PL de Cidades Digitais e que estamos ajudando-o para concretizar este feito. Ver item “d”<br />
 <br />
“d) PPI &#8211; Políticas Relativas à Internet<br />
Estes projetos devem envolver pesquisa nos temas de políticas digitais e de Internet, bem como publicações em veículos de ampla circulação internacional, teses e/ou conferências de alto prestígio, podendo incluir, justificadamente, atividades de extensão derivadas da pesquisa.<br />
i. legislação e regulamentação das redes distribuídas – Provedores Comunitários &#8211; ;<br />
ii. modelos de governança das redes – Cidades Digitais &#8211; ;<br />
iii. movimentos sociais, culturais e ativismo em rede;<br />
iv. neutralidade da rede;<br />
v. políticas públicas na rede – ;<br />
vi. governos em rede &#8211; ;<br />
vii. análise e experimentos democráticos na Internet – Provedores Comunitários &#8211; ;<br />
viii. transparência e acesso a informação – ”<br />
 <br />
“c) CCD &#8211; Comunicação em Rede e Cultura Digital<br />
Estes projetos deverão prever resultados verificáveis, típicos de projetos de pesquisa aplicada, como publicações em veículos de ampla circulação internacional, teses, patentes e/ou conferências de alto prestigio, bem como que possam ser demonstrados através de implementação experimental na Internet.<br />
i. comunicação digital;<br />
ii. web semântica e pragmática;<br />
iii. análise e experimentos de plataformas de interação;<br />
iv. métodos e métricas de análise de redes;<br />
v. netnografia e pesquisas qualitativas das redes;<br />
vi. educação e aprendizagem em rede – ;<br />
vii. cibercidades;<br />
viii. cidadania em rede – ;<br />
ix. privacidade, anonimato e controle;<br />
x. aplicações sociais em Educação, Saúde e Meio Ambiente – ;<br />
xi. redes sociais.”<br />
 <br />
“f) ASTIC &#8211; Aplicações Sociais de Tecnologia da Informação e Comunicações.<br />
Estes projetos de pesquisa devem almejar o desenvolvimento de produtos e/ou processos inovadores que envolvam significativo risco tecnológico e sejam relevantes para o desenvolvimento social e aumento da competitividade e produtividade do país, tendo clara demanda e oportunidades de mercado em sua aplicação na sociedade.<br />
i. Aplicações em Educação, Saúde e Meio Ambiente –<br />
ii. Aplicações de gestão e governança pública –<br />
iii. Aplicações para aumento da produtividade em Arranjos Produtivos Locais &#8211;<br />
iv. Aplicações estruturantes de cidades digitais – ”<br />
 <br />
Oque vcs acham ?<br />
 <br />
De certo já temos muito material que pode ser consolidada nesta proposta.<br />
 <br />
Prezados professores a internet já é o segundo meio de comunicação mais usado no planeta, perdendo somente ainda pra TV e que deverá ser desbancada em menos de 3 anos caso a universalização do acesso ocorra, oque já temos previsão de acontecer.  E ai vamos participar da construção da base do que queremos pra nossa internet ?<br />
 <br />
Abs<br />
 <br />
PS.: Este edital está super aberto, visto que quem definiu as regras foi o NIC.Br, vejam :<br />
“b) As Chamadas de Propostas de Pesquisa serão públicas e deverão convocar pesquisadores de instituições de ensino superior e de pesquisa, de pequenas empresas de base tecnológica (menos do que 100 empregados), para a apresentação de projetos conjuntos nas linhas de pesquisa definidas pelo Comitê Gestor da Colaboração.<br />
i) Para efeitos desse acordo, poderão ser considerados como instituições de pesquisa pequenas empresas, entidades civis e coletivos de desenvolvedores, desde que demonstrem capacitação e garantam apoio institucional aos pesquisadores”</p>
<p>[FIM DA CITAÇÃO]</p>
<p>Mais do que propriamente mamar nos recursos governamentais, o objetivo seria tentar trazer outras abordagens possíveis, coerentes com as críticas acima levantadas, já que as produções derivadas<br />
Notem que o edital não foca exclusivamente o ambiente acadêmico, prevendo também &#8220;entidades civis e coletivos de desenvolvedores&#8221;<br />
Se grupos como o citado acima entram com a ideia de produzir subsídios para deputados de determinadas orientações, na impede que outros grupos façam o mesmo para deputados de outras orientações, em franca minoria.<br />
Será perda de tempo, ou criação de massa crítica a longo prazo?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Osvaldo D' Estefano Rosica		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/58670/#comment-85041</link>

		<dc:creator><![CDATA[Osvaldo D' Estefano Rosica]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2012 03:04:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=58670#comment-85041</guid>

					<description><![CDATA[Sua tese sobre A internet no Brasil: sua utilização política e controle autoritário, vem desnudar a podridão das entidades que comandam a Internet, principalmente cgi.br. Parabéns. Agora entendo minhas dificuldades em conseguir apoio das entidades para escrever meu artigo de Pós-Graduação conforme segue:

Resumo.  A comunidade acadêmica, preocupada com a adoção do IPv6 em caráter de urgência em função do crescimento desenfreado da Rede Mundial, ainda não se deu conta das consequências que podem advir com o aumento significativo do número de ASs no núcleo operacional da Internet. A RFC 4893 antecipa sobre o esgotamento da capacidade de números de prefixos para ASs, passando de 16 bits (216) para 32bits (232), sem se preocupar com uma nova discussão sobre a RFC 2026 que trata das políticas das melhores práticas por parte da Comunidade que controla a Internet. Nesse sentido, este trabalho tem como objetivo alertar a comunidade acadêmica sobre o risco de colapso dos roteadores operacionais do núcleo da Internet em virtude do crescimento da quantidade de ASs registrados e rotas anunciadas nas tabelas de roteamento.

O que puder me ajudar em termos de estatística e conteúdo, fico grato.

Atenciosamente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sua tese sobre A internet no Brasil: sua utilização política e controle autoritário, vem desnudar a podridão das entidades que comandam a Internet, principalmente cgi.br. Parabéns. Agora entendo minhas dificuldades em conseguir apoio das entidades para escrever meu artigo de Pós-Graduação conforme segue:</p>
<p>Resumo.  A comunidade acadêmica, preocupada com a adoção do IPv6 em caráter de urgência em função do crescimento desenfreado da Rede Mundial, ainda não se deu conta das consequências que podem advir com o aumento significativo do número de ASs no núcleo operacional da Internet. A RFC 4893 antecipa sobre o esgotamento da capacidade de números de prefixos para ASs, passando de 16 bits (216) para 32bits (232), sem se preocupar com uma nova discussão sobre a RFC 2026 que trata das políticas das melhores práticas por parte da Comunidade que controla a Internet. Nesse sentido, este trabalho tem como objetivo alertar a comunidade acadêmica sobre o risco de colapso dos roteadores operacionais do núcleo da Internet em virtude do crescimento da quantidade de ASs registrados e rotas anunciadas nas tabelas de roteamento.</p>
<p>O que puder me ajudar em termos de estatística e conteúdo, fico grato.</p>
<p>Atenciosamente</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas P.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/58670/#comment-66313</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas P.]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 May 2012 15:23:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=58670#comment-66313</guid>

					<description><![CDATA[Em relação ao preço dos domínios na internet, ainda existem uma série de denúncias por parte da Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido que nunca tornaram-se objeto de discussão ampla, sequer entre os usuários da internet. O site deles é o seguinte: http://www.abusar.org.br/. Assinalando que cabe a promotoria pública a verificação de tais denúncias, mas que que o combate do CGI.br e do NIC.br para que sejam abafadas  só comprova o caráter autoritário da gestão da internet no Brasil. 

Gustavo, obrigado pelas considerações, e seu texto é uma boa síntese do processo, mas temos de considerar que o CGI.br foi uma das entidades que mais batalhou pelo modelo de multistakerhold, participando ativamente no ICANN desde então. Esta &quot;passagem&quot; do controle da internet para a ONU está em questão desde aquele momento, e exatamente pela necessidades determinadas pela reprodução ampliada do capital imperialismo, não me parece que isto seja possível (ou dentro dos termos dos imperialistas &quot;viável&quot;). O CGI.br nunca fez-se esfera &quot;contra hegemônica&quot; dentro das discussões internacionais, mesmo quando posiciona-se contra algumas demandas estadunidenses é de maneira superficial, visando alterar pontos do projeto - mas nunca colocando o projeto inteiro em questão. Esta atuação é  mais notória nas gestões federais do PT, que aprofundam qualitativamente a hegemonia &quot;neoliberal&quot; mas afirmando dada impressão de &quot;independência&quot; porque passam a investir diretamente na ampliação das empresas brasileiras de caráter imperialista (sub imperialistas segundo Ruy Mauro Marini, dependentes do imperialismo central). 

Mesmo que o Estado capitalista também seja lugar da luta de classes ela se dá em termos pautados pelas relações sociais de produção, pela divisão social do trabalho - e como Poulantzas assinala, ao meu ver corretamente, o bloco no poder tem como mudar o lugar das decisões, formando espaços de consenso entre os exploradores (Seja pela &quot;autonomização&quot; dos Bancos Centrais, seja pela existência do CGI.br como comitê restrito). 

Acredito que antes de endossar qualquer posicionamento do CGI.br (em termos de política externa ou não) devemos nos perguntar com que aval estas decisões são tomadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em relação ao preço dos domínios na internet, ainda existem uma série de denúncias por parte da Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido que nunca tornaram-se objeto de discussão ampla, sequer entre os usuários da internet. O site deles é o seguinte: <a href="http://www.abusar.org.br/" rel="nofollow ugc">http://www.abusar.org.br/</a>. Assinalando que cabe a promotoria pública a verificação de tais denúncias, mas que que o combate do CGI.br e do NIC.br para que sejam abafadas  só comprova o caráter autoritário da gestão da internet no Brasil. </p>
<p>Gustavo, obrigado pelas considerações, e seu texto é uma boa síntese do processo, mas temos de considerar que o CGI.br foi uma das entidades que mais batalhou pelo modelo de multistakerhold, participando ativamente no ICANN desde então. Esta &#8220;passagem&#8221; do controle da internet para a ONU está em questão desde aquele momento, e exatamente pela necessidades determinadas pela reprodução ampliada do capital imperialismo, não me parece que isto seja possível (ou dentro dos termos dos imperialistas &#8220;viável&#8221;). O CGI.br nunca fez-se esfera &#8220;contra hegemônica&#8221; dentro das discussões internacionais, mesmo quando posiciona-se contra algumas demandas estadunidenses é de maneira superficial, visando alterar pontos do projeto &#8211; mas nunca colocando o projeto inteiro em questão. Esta atuação é  mais notória nas gestões federais do PT, que aprofundam qualitativamente a hegemonia &#8220;neoliberal&#8221; mas afirmando dada impressão de &#8220;independência&#8221; porque passam a investir diretamente na ampliação das empresas brasileiras de caráter imperialista (sub imperialistas segundo Ruy Mauro Marini, dependentes do imperialismo central). </p>
<p>Mesmo que o Estado capitalista também seja lugar da luta de classes ela se dá em termos pautados pelas relações sociais de produção, pela divisão social do trabalho &#8211; e como Poulantzas assinala, ao meu ver corretamente, o bloco no poder tem como mudar o lugar das decisões, formando espaços de consenso entre os exploradores (Seja pela &#8220;autonomização&#8221; dos Bancos Centrais, seja pela existência do CGI.br como comitê restrito). </p>
<p>Acredito que antes de endossar qualquer posicionamento do CGI.br (em termos de política externa ou não) devemos nos perguntar com que aval estas decisões são tomadas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Gustavo Lapido Loureiro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/58670/#comment-66082</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Lapido Loureiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 18:40:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=58670#comment-66082</guid>

					<description><![CDATA[O link correto para o artigo da autora estadunidense a que me referi no comentário anterior é http://matutacoes.wordpress.com/2012/04/02/campanha-contra-proposta-governanca-internet-brics/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O link correto para o artigo da autora estadunidense a que me referi no comentário anterior é <a href="http://matutacoes.wordpress.com/2012/04/02/campanha-contra-proposta-governanca-internet-brics/" rel="nofollow ugc">http://matutacoes.wordpress.com/2012/04/02/campanha-contra-proposta-governanca-internet-brics/</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Gustavo Lapido Loureiro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/58670/#comment-66081</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gustavo Lapido Loureiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 18:32:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=58670#comment-66081</guid>

					<description><![CDATA[Muito interessante.
Já agora, gostaria de ouvir o que o autor tem a dizer a respeito do suposto embate em torno da governança mundial da Internet.

Sei que o CGI.br participa ativamente deste debate (ver https://docs.google.com/open?id=0B8FDexrYy_FKUHhTbEwtOVhTV3l4RHNFV2FRMDl3Zw), que, aparentemente, se divide entre os que propõem uma governança que passe por um órgão &quot;neutro&quot; como a ONU, e aqueles que acham que a Internet não precisam de governança, que já está bem do jeito que está.
No primeiro grupo, os BRICS.
No segundo, Estados Unidos.
Fiz um resumo, muito incipiente (ainda mais agora, à luz do texto aqui apresentado pelo PP), mas que pode servir de introdução: http://matutacoes.wordpress.com/2012/02/25/que-esta-tras-campanha-contra-regulacao-internet-onu/
Como contraponto, traduzi um texto de uma autora estadunidense francamente opositora dessa &quot;iniciativa&quot; dos BRICS, aqui: http://matutacoes.wordpress.com/2012/02/25/que-esta-tras-campanha-contra-regulacao-internet-onu/

A partir desse material, fiquei com a impressão que a tentativa de estabelecer um contraponto à atual forma da Internet seria louvável. Nesse sentido, parece que nem tudo é ruim no CGI.br. Ou estou enganado?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito interessante.<br />
Já agora, gostaria de ouvir o que o autor tem a dizer a respeito do suposto embate em torno da governança mundial da Internet.</p>
<p>Sei que o CGI.br participa ativamente deste debate (ver <a href="https://docs.google.com/open?id=0B8FDexrYy_FKUHhTbEwtOVhTV3l4RHNFV2FRMDl3Zw" rel="nofollow ugc">https://docs.google.com/open?id=0B8FDexrYy_FKUHhTbEwtOVhTV3l4RHNFV2FRMDl3Zw</a>), que, aparentemente, se divide entre os que propõem uma governança que passe por um órgão &#8220;neutro&#8221; como a ONU, e aqueles que acham que a Internet não precisam de governança, que já está bem do jeito que está.<br />
No primeiro grupo, os BRICS.<br />
No segundo, Estados Unidos.<br />
Fiz um resumo, muito incipiente (ainda mais agora, à luz do texto aqui apresentado pelo PP), mas que pode servir de introdução: <a href="http://matutacoes.wordpress.com/2012/02/25/que-esta-tras-campanha-contra-regulacao-internet-onu/" rel="nofollow ugc">http://matutacoes.wordpress.com/2012/02/25/que-esta-tras-campanha-contra-regulacao-internet-onu/</a><br />
Como contraponto, traduzi um texto de uma autora estadunidense francamente opositora dessa &#8220;iniciativa&#8221; dos BRICS, aqui: <a href="http://matutacoes.wordpress.com/2012/02/25/que-esta-tras-campanha-contra-regulacao-internet-onu/" rel="nofollow ugc">http://matutacoes.wordpress.com/2012/02/25/que-esta-tras-campanha-contra-regulacao-internet-onu/</a></p>
<p>A partir desse material, fiquei com a impressão que a tentativa de estabelecer um contraponto à atual forma da Internet seria louvável. Nesse sentido, parece que nem tudo é ruim no CGI.br. Ou estou enganado?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Anonymous		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/05/58670/#comment-66064</link>

		<dc:creator><![CDATA[Anonymous]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 15:00:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=58670#comment-66064</guid>

					<description><![CDATA[Talvez as pessoas deveriam se perguntar porque o registro de domínio é gratuito na Argentina e R$ 30 no Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez as pessoas deveriam se perguntar porque o registro de domínio é gratuito na Argentina e R$ 30 no Brasil.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
