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	Comentários sobre: Tabuleiros da esperança: sobre o papel político-pedagógico do jogo de xadrez (1ª parte)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Gustavo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/06/60231/#comment-71033</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gustavo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Jun 2012 14:51:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bom dia,

Poucas pessoas pensam o esporte dessa maneira, a competitividade sem limites está sempre presente, e o adversário é o inimigo a ser abatido. Olhar o Xadrez como um esporte no qual seu adversário torna-se seu companheiro de aprendizado pode estimular sentimentos que não são tão valorizados. É muito comum ver nas pessoas a necessidade de ser melhor que os outros, de vencer os outros (e isso vai além do esporte, faz parte do cotidiano), o que é mais raro é a tentativa de melhorar junto com o outro. 

O texto é ótimo. 

Abraços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia,</p>
<p>Poucas pessoas pensam o esporte dessa maneira, a competitividade sem limites está sempre presente, e o adversário é o inimigo a ser abatido. Olhar o Xadrez como um esporte no qual seu adversário torna-se seu companheiro de aprendizado pode estimular sentimentos que não são tão valorizados. É muito comum ver nas pessoas a necessidade de ser melhor que os outros, de vencer os outros (e isso vai além do esporte, faz parte do cotidiano), o que é mais raro é a tentativa de melhorar junto com o outro. </p>
<p>O texto é ótimo. </p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Eduardo Tomazine		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/06/60231/#comment-70832</link>

		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Tomazine]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2012 21:41:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A quem interessar possa: a última versão do Kriegspiel online pode ser encontrada no seguinte link: http://r-s-g.org/kriegspiel/

Agora, mais importante do que se ater à eficácia de um jogo ou outro para o trabalho de formação política é pensar no papel da dinâmica dos jogos para tal formação, assimilando e transformando ferramentas novas e antigas, criando programadores, webdesigners, escritores, radialistas etc. orgânicos da classe trabalhadora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A quem interessar possa: a última versão do Kriegspiel online pode ser encontrada no seguinte link: <a href="http://r-s-g.org/kriegspiel/" rel="nofollow ugc">http://r-s-g.org/kriegspiel/</a></p>
<p>Agora, mais importante do que se ater à eficácia de um jogo ou outro para o trabalho de formação política é pensar no papel da dinâmica dos jogos para tal formação, assimilando e transformando ferramentas novas e antigas, criando programadores, webdesigners, escritores, radialistas etc. orgânicos da classe trabalhadora.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Erick Corrêa		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/06/60231/#comment-70635</link>

		<dc:creator><![CDATA[Erick Corrêa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jun 2012 15:41:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[o Kriegspiel é uma transposição lúdica da dialética da guerra, tal como Klausewitz a concebia. Eu e um amigo construímos esse jogo com materiais recicláveis, o que pode ser feito junto a adolescentes dentro e, sobretudo, fora da escola. Porque o Kriegspiel demanda um tempo maior de combate do que o Xadrez (o que se deve a uma maior extensão do tabuleiro, de um maior número de peças e de movimentos do jogo criado por Guy Debord), o que dificulta o seu desenvolvimento nas tecnocráticas escolas públicas republicanas, por exemplo. Outro impedimento relevante para esse projeto, é o incessante desenvolvimento da Indústria dos jogos eletrônicos (seria agora uma Indústrial da Simulação a tomar o lugar da já ultrapassada indústria cultural?), que tornam os clássicos jogos de tabuleiro em artigos de museu. Mesmo o Kriegspiel de Debord, uma tentativa de ATUALIZAR o xadrez, no sentido em que este é uma transposição lúdica, no jogo de tabuleiro, de uma forma específica de guerra, aquela que se praticava nas sociedades aristocráticas tradicionais, mesmo o Kriegspiel parece aos jovens algo obsoleto, frente aos jogos de guerra em 3D. Talvez as versões digitais do xadrez e do jogo da guerra de Debord contribuam com a sua preservação, e que a internet os coloquem em movimento, propagando-os entre as novas gerações! Concordo com o autor do texto quando diz que o xadrez pode atuar como uma ferramenta pedagógica contra-hegemônica, na medida em que o adversário no xadrez deve vir a ser um partner, alguém com quem se aprende, mais do que alguém com quem se compete. Ótimo texto, parabéns!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>o Kriegspiel é uma transposição lúdica da dialética da guerra, tal como Klausewitz a concebia. Eu e um amigo construímos esse jogo com materiais recicláveis, o que pode ser feito junto a adolescentes dentro e, sobretudo, fora da escola. Porque o Kriegspiel demanda um tempo maior de combate do que o Xadrez (o que se deve a uma maior extensão do tabuleiro, de um maior número de peças e de movimentos do jogo criado por Guy Debord), o que dificulta o seu desenvolvimento nas tecnocráticas escolas públicas republicanas, por exemplo. Outro impedimento relevante para esse projeto, é o incessante desenvolvimento da Indústria dos jogos eletrônicos (seria agora uma Indústrial da Simulação a tomar o lugar da já ultrapassada indústria cultural?), que tornam os clássicos jogos de tabuleiro em artigos de museu. Mesmo o Kriegspiel de Debord, uma tentativa de ATUALIZAR o xadrez, no sentido em que este é uma transposição lúdica, no jogo de tabuleiro, de uma forma específica de guerra, aquela que se praticava nas sociedades aristocráticas tradicionais, mesmo o Kriegspiel parece aos jovens algo obsoleto, frente aos jogos de guerra em 3D. Talvez as versões digitais do xadrez e do jogo da guerra de Debord contribuam com a sua preservação, e que a internet os coloquem em movimento, propagando-os entre as novas gerações! Concordo com o autor do texto quando diz que o xadrez pode atuar como uma ferramenta pedagógica contra-hegemônica, na medida em que o adversário no xadrez deve vir a ser um partner, alguém com quem se aprende, mais do que alguém com quem se compete. Ótimo texto, parabéns!</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: Eduardo Tomazine		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/06/60231/#comment-70561</link>

		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Tomazine]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jun 2012 04:03:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=60231#comment-70561</guid>

					<description><![CDATA[Tenho certeza que não é mera coincidência, mas conheci alguns ativistas com um grande trabalho de base, no Brasil e fora dele, que eram, além de outras coisas, professores de xadrez junto às crianças e aos jovens dos espaços onde militavam. Acho isso muito pertinente. Tem um camarada do Paraná, que atualmente estuda e milita no Rio, que pensa (e faz) muito sobre o recurso dos jogos como ferramenta de formação política e formação tout court. Bem, Guy Debord estava tão convencido de tal pertinência que chegou mesmo a criar um jogo, o Kriegspiel, que visava apurar a sensibilidade tática e estratégica dos jovens mediante a assimilação das premissas da guerra klausewitziana (a propósito, foi desenvolvida recentemente uma versão online do Kriegspiel). Acho que a esquerda que ainda considera o trabalho de base e a ação direta como centrais à prática política precisa levar a sério tudo o que diga respeito à formação de sujeitos políticos e que consiga desenvolver uma socialização diferente daquela que é hegemônica. Parabéns pelo texto!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho certeza que não é mera coincidência, mas conheci alguns ativistas com um grande trabalho de base, no Brasil e fora dele, que eram, além de outras coisas, professores de xadrez junto às crianças e aos jovens dos espaços onde militavam. Acho isso muito pertinente. Tem um camarada do Paraná, que atualmente estuda e milita no Rio, que pensa (e faz) muito sobre o recurso dos jogos como ferramenta de formação política e formação tout court. Bem, Guy Debord estava tão convencido de tal pertinência que chegou mesmo a criar um jogo, o Kriegspiel, que visava apurar a sensibilidade tática e estratégica dos jovens mediante a assimilação das premissas da guerra klausewitziana (a propósito, foi desenvolvida recentemente uma versão online do Kriegspiel). Acho que a esquerda que ainda considera o trabalho de base e a ação direta como centrais à prática política precisa levar a sério tudo o que diga respeito à formação de sujeitos políticos e que consiga desenvolver uma socialização diferente daquela que é hegemônica. Parabéns pelo texto!</p>
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