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	Comentários sobre: Tabuleiros da esperança: sobre o papel político-pedagógico do jogo de xadrez (2ª parte)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Marcelo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/06/60313/#comment-71468</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2012 22:31:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Xavier, muito obrigado! Fiquei extremamente curioso  -  e contente, claro. Já está anotado: da próxima vez que eu for a Sampa, gostaria muitíssimo, sem dúvida, de conhecer &quot;in loco&quot; o projeto &quot;Xadrez Itinerante&quot; e o Xemalami. A cultura do hip-hop é bastante forte em São Paulo, e lembro de experiências (que cheguei a conhecer) de cooperação/intercâmbio entre rappers e uma parte do movimento dos sem-teto. A valorização do xadrez é, sem querer fazer trocadilho, uma ótima jogada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Xavier, muito obrigado! Fiquei extremamente curioso  &#8211;  e contente, claro. Já está anotado: da próxima vez que eu for a Sampa, gostaria muitíssimo, sem dúvida, de conhecer &#8220;in loco&#8221; o projeto &#8220;Xadrez Itinerante&#8221; e o Xemalami. A cultura do hip-hop é bastante forte em São Paulo, e lembro de experiências (que cheguei a conhecer) de cooperação/intercâmbio entre rappers e uma parte do movimento dos sem-teto. A valorização do xadrez é, sem querer fazer trocadilho, uma ótima jogada.</p>
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		<title>
		Por: Xavier		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/06/60313/#comment-71339</link>

		<dc:creator><![CDATA[Xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jun 2012 23:17:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá,

Aproveitando as questões abordadas no artigo e também apontadas pelo Tomazine na primeira parte do artigo, achei pertinente compartilhar uma pequena reportagem sobre esse importante trabalho desenvolvido na Zona Sul da cidade de São Paulo. 

Seus proponentes são parceiros, por meio de seu grupo de rap e projeto, e estão presentes em várias lutas e debates com vários coletivos autônomos aqui de São Paulo - como a Rede Extremo Sul e a Rádio Várzea Livre, para ficar em apenas dois exemplos.

No mais, seria muito interessante que o Marcelo e outras pessoas conhecessem in loco essa experiência aqui de São Paulo capital.

***

18/06/2012 

Xadrez e hip-hop viram reforço escolar no GrajaúGrupo de rap 

Xemalami cria programa para melhorar a concentração dos jovens alunos na Zona Sul da Capital

O xadrez e a dinâmica do rap ajudam na memorização, concentração e raciocínio
 
No Jardim Reimberg, localizado próximo do Grajaú, na Zona Sul da Capital,  um grupo musical adotou o jogo de xadrez como filosofia de vida e instrumento de transformação social.

Há cerca de dez anos, o rapper Drezz, de 35 anos, conseguiu unir o hip-hop e o jogo de xadrez no projeto “Xadrez Itinerante”. Ele e alguns amigos aplicaram elementos da cultura do rap ao tradicional jogo de xadrez. Essa é a liga e o motor propulsor do projeto que ensina o jogo e promove torneios na praça Anisio Barbosa da Silva.

As competições e aulas são embaladas pelas apresentações do grupo, chamado Xemalami, que significa Xeque Mate La Misión.

O rap funciona como chamariz para que as crianças e adolescentes do bairro se aproximem e participem do projeto. “O xadrez, assim como o hip-hop, pode ser o ponto de partida para uma transformação na vida das pessoas. Eles despertam qualidades, habilidades e valores que serão importantes no futuro”, afirma Drezz.

Por dois anos, em 2008 e 2009, o coletivo conseguiu financiamento da prefeitura através do programa VAI para desenvolver as oficinas durante o Projeto “Xadrez  Sem Muros”.

As oficinas são livres e também têm foco em alunos com dificuldade escolar. O xadrez e a dinâmica do rap ajudam na memorização, concentração e raciocínio. “Depois que começa a jogar xadrez, o aluno expande o seu pontencial de concentração, de planejamento e avaliação de risco. Tanto na escola quanto na rua, ele passa a aplicar esse padrão de raciocínio para aprender”.
 
Batalha/ Graças à popularidade do Xemalami no movimento hip-hop, as batalhas e os desafios de xadrez estão presentes em muitos shows de rap. As inscrições são gratuitas e qualquer pessoa pode participar.

http://www.diariosp.com.br/noticia/detalhe/25053/Xadrez%20e%20hip-hop%20viram%20reforco%20escolar%20no%20Grajau]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá,</p>
<p>Aproveitando as questões abordadas no artigo e também apontadas pelo Tomazine na primeira parte do artigo, achei pertinente compartilhar uma pequena reportagem sobre esse importante trabalho desenvolvido na Zona Sul da cidade de São Paulo. </p>
<p>Seus proponentes são parceiros, por meio de seu grupo de rap e projeto, e estão presentes em várias lutas e debates com vários coletivos autônomos aqui de São Paulo &#8211; como a Rede Extremo Sul e a Rádio Várzea Livre, para ficar em apenas dois exemplos.</p>
<p>No mais, seria muito interessante que o Marcelo e outras pessoas conhecessem in loco essa experiência aqui de São Paulo capital.</p>
<p>***</p>
<p>18/06/2012 </p>
<p>Xadrez e hip-hop viram reforço escolar no GrajaúGrupo de rap </p>
<p>Xemalami cria programa para melhorar a concentração dos jovens alunos na Zona Sul da Capital</p>
<p>O xadrez e a dinâmica do rap ajudam na memorização, concentração e raciocínio</p>
<p>No Jardim Reimberg, localizado próximo do Grajaú, na Zona Sul da Capital,  um grupo musical adotou o jogo de xadrez como filosofia de vida e instrumento de transformação social.</p>
<p>Há cerca de dez anos, o rapper Drezz, de 35 anos, conseguiu unir o hip-hop e o jogo de xadrez no projeto “Xadrez Itinerante”. Ele e alguns amigos aplicaram elementos da cultura do rap ao tradicional jogo de xadrez. Essa é a liga e o motor propulsor do projeto que ensina o jogo e promove torneios na praça Anisio Barbosa da Silva.</p>
<p>As competições e aulas são embaladas pelas apresentações do grupo, chamado Xemalami, que significa Xeque Mate La Misión.</p>
<p>O rap funciona como chamariz para que as crianças e adolescentes do bairro se aproximem e participem do projeto. “O xadrez, assim como o hip-hop, pode ser o ponto de partida para uma transformação na vida das pessoas. Eles despertam qualidades, habilidades e valores que serão importantes no futuro”, afirma Drezz.</p>
<p>Por dois anos, em 2008 e 2009, o coletivo conseguiu financiamento da prefeitura através do programa VAI para desenvolver as oficinas durante o Projeto “Xadrez  Sem Muros”.</p>
<p>As oficinas são livres e também têm foco em alunos com dificuldade escolar. O xadrez e a dinâmica do rap ajudam na memorização, concentração e raciocínio. “Depois que começa a jogar xadrez, o aluno expande o seu pontencial de concentração, de planejamento e avaliação de risco. Tanto na escola quanto na rua, ele passa a aplicar esse padrão de raciocínio para aprender”.</p>
<p>Batalha/ Graças à popularidade do Xemalami no movimento hip-hop, as batalhas e os desafios de xadrez estão presentes em muitos shows de rap. As inscrições são gratuitas e qualquer pessoa pode participar.</p>
<p><a href="http://www.diariosp.com.br/noticia/detalhe/25053/Xadrez%20e%20hip-hop%20viram%20reforco%20escolar%20no%20Grajau" rel="nofollow ugc">http://www.diariosp.com.br/noticia/detalhe/25053/Xadrez%20e%20hip-hop%20viram%20reforco%20escolar%20no%20Grajau</a></p>
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