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	Comentários sobre: Sobre a nudez forte da violência…	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/07/61709/#comment-74275</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jul 2012 08:57:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Douglas Anfra,

Algumas questões que você coloca - sobretudo no final do comentário - corroboram o que disse no texto: não só a exploração económica é o cerne das sociedades contemporâneas como a própria actuação dos Estados nacionais é, em grande parte, uma derivação do poder crescente das empresas capitalistas. É impossível desligar a &quot;sofisticação&quot; crescente das tecnologias da vigilância e da repressão das necessidades de acumulação do capitalismo. Isso não apaga a repressão deste modo de produção, pelo contrário, isso só demonstra o seu carácter cada vez mais totalitário. Mas esse é um totalitarismo que advém precisamente do crescente poder das empresas transnacionais que, nas suas operações quotidianas, nunca dispensam a &quot;colaboração&quot; com outras entidades tais como estados nacionais, etc.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Douglas Anfra,</p>
<p>Algumas questões que você coloca &#8211; sobretudo no final do comentário &#8211; corroboram o que disse no texto: não só a exploração económica é o cerne das sociedades contemporâneas como a própria actuação dos Estados nacionais é, em grande parte, uma derivação do poder crescente das empresas capitalistas. É impossível desligar a &#8220;sofisticação&#8221; crescente das tecnologias da vigilância e da repressão das necessidades de acumulação do capitalismo. Isso não apaga a repressão deste modo de produção, pelo contrário, isso só demonstra o seu carácter cada vez mais totalitário. Mas esse é um totalitarismo que advém precisamente do crescente poder das empresas transnacionais que, nas suas operações quotidianas, nunca dispensam a &#8220;colaboração&#8221; com outras entidades tais como estados nacionais, etc.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Douglas Anra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/07/61709/#comment-74121</link>

		<dc:creator><![CDATA[Douglas Anra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2012 04:41:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=61709#comment-74121</guid>

					<description><![CDATA[Caro João Valente. 
Gostaria de compreender como você conceberia então durante o conflito político contra determinadas formas de exploração de trabalho, tal como coloca, alguma forma de ação possível.
Compreendo que, ali, na dimensão das infinitas formas de resistência possíveis dos trabalhadores, individuais e coletivas, formas de anulação destas resistências são criadas pelo capitalismo. 
Uma delas, claro, utilizando-se a tecnologia como compensação de ganhos determinados dos trabalhadores, mantendo o ganho de sobre-trabalho, mas a outra, principal, encontra-se na repressão, especialmente contra as formas de organização coletiva que volta e meia imitam ou retornam a formas organização que remetem a momentos anteriores de organização e exploração capitalista.
Do mesmo modo, não consigo imaginar o implemento destas formas de ação do capitalismo sobre os trabalhadores, como as formas de controle do trabalho de tal nível e intensidade sem antes ocorrer uma completa repressão social e, portanto, física das organizações de trabalhadores, indiferentemente de aspecto policial ou militar, como nas ditaduras latino-americanas que deixam seus mecanismos para as democracias tuteladas posteriores. Para mim, a manutenção da propriedade privada, além dos pactos sociais também é mantido a base de repressão e são coextensivas às formas organizativas e mais complexas aplicadas diretamente ao trabalho. 
A outra, a de feição revolucionária, nem preciso me deter ao fato de assumir imediatamente um aspecto direto de confronto.
Mas enfim, como você concebe atuar nesta esfera sem ser por uma forma que possa suscitar uma repressão do suporte físico do trabalho, isto é, o trabalhador. 
Veja-se recentemente uma matéria sobre a produção de &quot;armas não letais&quot; - tasers - (e que no Brasil que já vitimaram 3 pessoas). Haverá uma empresa instalada no Brasil e estes recursos serão financiados pela agência estatal de desenvolvimento do estado com recursos que seriam aplicados ao desenvolvimento industrial de São Paulo, estado que se encontra em processo de desindustrialização. Como o governo é ligado aos interesses de empresários, não imagino que isto se dê contrariamente aos interesses do setor industrial (ou financeiro, me é indiferente, deixo claro) e que esta medida seja isolada dos seus interesses, ou você crê que a indústria bélica é separada da civil ?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João Valente.<br />
Gostaria de compreender como você conceberia então durante o conflito político contra determinadas formas de exploração de trabalho, tal como coloca, alguma forma de ação possível.<br />
Compreendo que, ali, na dimensão das infinitas formas de resistência possíveis dos trabalhadores, individuais e coletivas, formas de anulação destas resistências são criadas pelo capitalismo.<br />
Uma delas, claro, utilizando-se a tecnologia como compensação de ganhos determinados dos trabalhadores, mantendo o ganho de sobre-trabalho, mas a outra, principal, encontra-se na repressão, especialmente contra as formas de organização coletiva que volta e meia imitam ou retornam a formas organização que remetem a momentos anteriores de organização e exploração capitalista.<br />
Do mesmo modo, não consigo imaginar o implemento destas formas de ação do capitalismo sobre os trabalhadores, como as formas de controle do trabalho de tal nível e intensidade sem antes ocorrer uma completa repressão social e, portanto, física das organizações de trabalhadores, indiferentemente de aspecto policial ou militar, como nas ditaduras latino-americanas que deixam seus mecanismos para as democracias tuteladas posteriores. Para mim, a manutenção da propriedade privada, além dos pactos sociais também é mantido a base de repressão e são coextensivas às formas organizativas e mais complexas aplicadas diretamente ao trabalho.<br />
A outra, a de feição revolucionária, nem preciso me deter ao fato de assumir imediatamente um aspecto direto de confronto.<br />
Mas enfim, como você concebe atuar nesta esfera sem ser por uma forma que possa suscitar uma repressão do suporte físico do trabalho, isto é, o trabalhador.<br />
Veja-se recentemente uma matéria sobre a produção de &#8220;armas não letais&#8221; &#8211; tasers &#8211; (e que no Brasil que já vitimaram 3 pessoas). Haverá uma empresa instalada no Brasil e estes recursos serão financiados pela agência estatal de desenvolvimento do estado com recursos que seriam aplicados ao desenvolvimento industrial de São Paulo, estado que se encontra em processo de desindustrialização. Como o governo é ligado aos interesses de empresários, não imagino que isto se dê contrariamente aos interesses do setor industrial (ou financeiro, me é indiferente, deixo claro) e que esta medida seja isolada dos seus interesses, ou você crê que a indústria bélica é separada da civil ?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: iraldo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/07/61709/#comment-73505</link>

		<dc:creator><![CDATA[iraldo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jul 2012 23:39:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=61709#comment-73505</guid>

					<description><![CDATA[Muito interessante, pois geralmente o empreendedorismo é criticado apenas pelo fato de tentar transformar trabalhadores em patrões, além de responsabilizar o indivíduo pelo seu &quot;sucesso&quot; (ou fracasso). Além disso, se trata de uma ideologia totalmente adequada à situação do trabalhador assalariado, mesmo que este nunca tente se tornar um pequeno empresário-empreendedor. Todos os &quot;valores&quot; preconizados pelo empreendedorismo podem ser praticados no dia-a-dia de um trabalho convencional, no sentido descrito por você. O que a torna uma ideologia ainda mais nefasta.

Sou professor em um Instituto de ensino profissional e tenho me deparado diariamente com essa questão há tempos. Não por acaso, o empreendedorismo (e seus desdobramentos comportamentais:liderança, autonomia, criatividade, etc.) se tornou disciplina, critério de &quot;avaliação comportamental&quot; e objetivo didático-pedagógico! Perpassa toda a estrutura educacional! É a chamada Educação por Competências.

Tenebroso.

Se vier o artigo, estarei aguardando.

Obrigado pelos esclarecimentos!

Abraço!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito interessante, pois geralmente o empreendedorismo é criticado apenas pelo fato de tentar transformar trabalhadores em patrões, além de responsabilizar o indivíduo pelo seu &#8220;sucesso&#8221; (ou fracasso). Além disso, se trata de uma ideologia totalmente adequada à situação do trabalhador assalariado, mesmo que este nunca tente se tornar um pequeno empresário-empreendedor. Todos os &#8220;valores&#8221; preconizados pelo empreendedorismo podem ser praticados no dia-a-dia de um trabalho convencional, no sentido descrito por você. O que a torna uma ideologia ainda mais nefasta.</p>
<p>Sou professor em um Instituto de ensino profissional e tenho me deparado diariamente com essa questão há tempos. Não por acaso, o empreendedorismo (e seus desdobramentos comportamentais:liderança, autonomia, criatividade, etc.) se tornou disciplina, critério de &#8220;avaliação comportamental&#8221; e objetivo didático-pedagógico! Perpassa toda a estrutura educacional! É a chamada Educação por Competências.</p>
<p>Tenebroso.</p>
<p>Se vier o artigo, estarei aguardando.</p>
<p>Obrigado pelos esclarecimentos!</p>
<p>Abraço!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/07/61709/#comment-73410</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jul 2012 10:19:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=61709#comment-73410</guid>

					<description><![CDATA[Caro iraldo,

De facto, as questões que coloca são muito pertinentes e vou tentar responder às mesmas.

Começando pela questão do empreendedorismo. Como qualquer ideologia, ele não é apenas um conjunto de ideias mas igualmente um conjunto de práticas. Portanto, o empreendedorismo refere-se, portanto, a um conjunto de ideias e de práticas com que os trabalhadores &quot;devem&quot; actuar nas suas tarefas de trabalho, seja quando são contratados directamente por empresas, seja quando trabalham por conta própria. Do meu ponto de vista, o empreendedorismo relaciona-se intimamente com as necessidades que o toyotismo manifestou em colocar o saber subjectivo, as competências pessoais extra-escolares e o envolvimento afectivo com a produção capitalista. Ou seja, e de um modo relativamente simples, no plano dos comportamentos e das atitudes esperadas no local de trabalho (e mesmo no mercado de trabalho) o empreendedorismo é o equivalente cultural e ideológico do toyotismo.
Por conseguinte, o empreendedorismo é o cimento ideológico que agrega milhões de trabalhadores ao trabalho no capitalismo numa base de dedicação, de criatividade e de envolvimento cognitivo e emocional com a produção de novos produtos  e serviços. Evidentemente, o empreendedorismo não é aplicável a todos os trabalhadores, o seu fulcro centra-se sobretudo em profissões tendencialmente mais &quot;criativas&quot;, mais qualificadas e, consequentemente, relacionadas com os mecanismos da mais-valia relativa. Ao contrário do que por vezes se difunde, os vários sectores das chamadas &quot;indústrias criativas&quot;, por exemplo, não são puros produtores de &quot;trabalho imaterial&quot; mas regem-se por princípios de capitalistas de contabilização do trabalho e de elevação da produtividade. Por isso, o empreendedorismo é componente de todo esse amplo processo económico.

Por outro lado, o empreendedorismo é uma ideologia, mas as ideologias não existem no ar. Elas representam interesses de determinadas classes sociais. Ora, o empreendedorismo (e aqui incluem-se todas as teorias dos recursos humanos do capital humano, do capital social, etc.) é a ideologia que os gestores têm difundido com o propósito que referi acima: desorganizar colectivamente a classe trabalhadora e, simultaneamente, reorganizá-la sob princípios consentâneos com o capitalismo toyotista. O papel dos gestores na produção e difusão do empreendedorismo parece-me profundamente central. Tal como é central na organização e integração económica e tecnológica do toyotismo. A sugestão que faz de um novo artigo tem toda a pertinência. Se tiver tempo proximamente pode ser que escreva qualquer coisa sobre esta relação entre os gestores e a organização do toyotismo e de como o empreendedorismo atrela ideologicamente as aspirações de vastas camadas de trabalhadores que se situam em actividades intimamente relacionadas com a produção de mais-valia relativa. Até porque é sobre isto que tenho vindo a pesquisar nos últimos tempos.

Sobre a produção e a reprodução. Aqui referi-me de uma maneira mto simples a uma necessidade de enfatizar o papel central da exploração na estruturação da vida social no capitalismo. Por isso situei a exploração não meramente enquanto produção de mercadorias em contexto de trabalho assalariado, mas no plano da produção da vida social, económica e política. Portanto, o objectivo foi aqui o de fundamentalmente dar uma breve e geral ilustração dessa centralidade da exploração.

Um abraço]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro iraldo,</p>
<p>De facto, as questões que coloca são muito pertinentes e vou tentar responder às mesmas.</p>
<p>Começando pela questão do empreendedorismo. Como qualquer ideologia, ele não é apenas um conjunto de ideias mas igualmente um conjunto de práticas. Portanto, o empreendedorismo refere-se, portanto, a um conjunto de ideias e de práticas com que os trabalhadores &#8220;devem&#8221; actuar nas suas tarefas de trabalho, seja quando são contratados directamente por empresas, seja quando trabalham por conta própria. Do meu ponto de vista, o empreendedorismo relaciona-se intimamente com as necessidades que o toyotismo manifestou em colocar o saber subjectivo, as competências pessoais extra-escolares e o envolvimento afectivo com a produção capitalista. Ou seja, e de um modo relativamente simples, no plano dos comportamentos e das atitudes esperadas no local de trabalho (e mesmo no mercado de trabalho) o empreendedorismo é o equivalente cultural e ideológico do toyotismo.<br />
Por conseguinte, o empreendedorismo é o cimento ideológico que agrega milhões de trabalhadores ao trabalho no capitalismo numa base de dedicação, de criatividade e de envolvimento cognitivo e emocional com a produção de novos produtos  e serviços. Evidentemente, o empreendedorismo não é aplicável a todos os trabalhadores, o seu fulcro centra-se sobretudo em profissões tendencialmente mais &#8220;criativas&#8221;, mais qualificadas e, consequentemente, relacionadas com os mecanismos da mais-valia relativa. Ao contrário do que por vezes se difunde, os vários sectores das chamadas &#8220;indústrias criativas&#8221;, por exemplo, não são puros produtores de &#8220;trabalho imaterial&#8221; mas regem-se por princípios de capitalistas de contabilização do trabalho e de elevação da produtividade. Por isso, o empreendedorismo é componente de todo esse amplo processo económico.</p>
<p>Por outro lado, o empreendedorismo é uma ideologia, mas as ideologias não existem no ar. Elas representam interesses de determinadas classes sociais. Ora, o empreendedorismo (e aqui incluem-se todas as teorias dos recursos humanos do capital humano, do capital social, etc.) é a ideologia que os gestores têm difundido com o propósito que referi acima: desorganizar colectivamente a classe trabalhadora e, simultaneamente, reorganizá-la sob princípios consentâneos com o capitalismo toyotista. O papel dos gestores na produção e difusão do empreendedorismo parece-me profundamente central. Tal como é central na organização e integração económica e tecnológica do toyotismo. A sugestão que faz de um novo artigo tem toda a pertinência. Se tiver tempo proximamente pode ser que escreva qualquer coisa sobre esta relação entre os gestores e a organização do toyotismo e de como o empreendedorismo atrela ideologicamente as aspirações de vastas camadas de trabalhadores que se situam em actividades intimamente relacionadas com a produção de mais-valia relativa. Até porque é sobre isto que tenho vindo a pesquisar nos últimos tempos.</p>
<p>Sobre a produção e a reprodução. Aqui referi-me de uma maneira mto simples a uma necessidade de enfatizar o papel central da exploração na estruturação da vida social no capitalismo. Por isso situei a exploração não meramente enquanto produção de mercadorias em contexto de trabalho assalariado, mas no plano da produção da vida social, económica e política. Portanto, o objectivo foi aqui o de fundamentalmente dar uma breve e geral ilustração dessa centralidade da exploração.</p>
<p>Um abraço</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: iraldo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/07/61709/#comment-73355</link>

		<dc:creator><![CDATA[iraldo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jul 2012 21:49:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=61709#comment-73355</guid>

					<description><![CDATA[Prezado João Valente,

Seu artigo tocou no nervo da questão do poder, amplamente discutido em um recente artigo publicado aqui mesmo, no Passapalavra. Não por acaso, a ausência de comentários. Aqui não sobrou espaço para as ideologias do capitalismo de Estado.

No entanto, eu gostaria de entender melhor como você enquadrou a questão da ideologia do empreendedorismo no quadro das relações sociais de produção. Gostaria de entender melhor também a demarcação que você faz sobre os campos de análise centrados na &quot;produção&quot; e na &quot;reprodução&quot; do capitalismo. Se isto não te colocar a tarefa de escrever um novo artigo.

Saudações!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado João Valente,</p>
<p>Seu artigo tocou no nervo da questão do poder, amplamente discutido em um recente artigo publicado aqui mesmo, no Passapalavra. Não por acaso, a ausência de comentários. Aqui não sobrou espaço para as ideologias do capitalismo de Estado.</p>
<p>No entanto, eu gostaria de entender melhor como você enquadrou a questão da ideologia do empreendedorismo no quadro das relações sociais de produção. Gostaria de entender melhor também a demarcação que você faz sobre os campos de análise centrados na &#8220;produção&#8221; e na &#8220;reprodução&#8221; do capitalismo. Se isto não te colocar a tarefa de escrever um novo artigo.</p>
<p>Saudações!</p>
]]></content:encoded>
		
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