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	Comentários sobre: O especulador e o industrial. A esquerda do lado do mito contra a realidade	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: manoel		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/08/62764/#comment-261951</link>

		<dc:creator><![CDATA[manoel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2014 12:31:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Para o seu conhecimento e estudo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para o seu conhecimento e estudo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: SHEILA		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/08/62764/#comment-172586</link>

		<dc:creator><![CDATA[SHEILA]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2014 12:48:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na verdade não tenho comentários a fazer, preciso de uma ajuda para um trabalho. Já fiz inúmeras pesquisas e não conseguir encontrar o Processo de Transnacionalização da APPLE e sua articulação política com: Fóruns empresariais, governos e organizações internacionais.
Poderia me ajudar?

Grata,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na verdade não tenho comentários a fazer, preciso de uma ajuda para um trabalho. Já fiz inúmeras pesquisas e não conseguir encontrar o Processo de Transnacionalização da APPLE e sua articulação política com: Fóruns empresariais, governos e organizações internacionais.<br />
Poderia me ajudar?</p>
<p>Grata,</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/08/62764/#comment-77279</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Aug 2012 16:20:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ainda um dia há-de aparecer alguém que escreva um livro sobre a função da distracção nos confrontos políticos. Isto a propósito da ligeireza com que certas advertências são consideradas. Franz Neumann, que no seu &lt;em&gt;Behemoth&lt;/em&gt; foi um dos mais argutos analistas do nacional-socialismo germânico, observou nessa obra: «Sempre que os protestos contra a hegemonia do capital bancário permeiam os movimentos populares, temos o indício mais claro da aproximação do fascismo». Mas esses sabiam do que falavam e não se podiam dar ao luxo de virar a cara para o outro lado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda um dia há-de aparecer alguém que escreva um livro sobre a função da distracção nos confrontos políticos. Isto a propósito da ligeireza com que certas advertências são consideradas. Franz Neumann, que no seu <em>Behemoth</em> foi um dos mais argutos analistas do nacional-socialismo germânico, observou nessa obra: «Sempre que os protestos contra a hegemonia do capital bancário permeiam os movimentos populares, temos o indício mais claro da aproximação do fascismo». Mas esses sabiam do que falavam e não se podiam dar ao luxo de virar a cara para o outro lado.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/08/62764/#comment-77148</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Aug 2012 20:47:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tem toda a razão Alex quando você fala que há uma necessidade de se discutir estes temas num âmbito cada vez mais transnacional.

Por outro lado, encontrei aí há dias algo que ajuda a desmontar as teses delirantes do antagonismo entre o pretenso &quot;capitalismo financeiro&quot; e o &quot;capital industrial&quot; que certos esquerdistas continuam a defender. Então não é que grandes colossos industriais como a Apple ou a Microsoft recorrem a paraísos fiscais - modalidades financeiras e ditas &quot;especulativas&quot;... Certa esquerda prefere analisar o mundo como ele supostamente deveria ser e não como ele é. Sem se ter uma noção racional e sistemática sobre como o capitalismo realmente se organiza não há transformação possível da sociedade. Mas esse é o meu lado ingénuo a falar. A bom rigor, o objectivo dessa esquerda se calhar até é esse: não conhecer nada para nada transformar.

http://www.lemonde.fr/economie/article/2012/08/02/paradis-fiscaux-le-tresor-des-geants-americains-des-technologies_1741871_3234.html]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem toda a razão Alex quando você fala que há uma necessidade de se discutir estes temas num âmbito cada vez mais transnacional.</p>
<p>Por outro lado, encontrei aí há dias algo que ajuda a desmontar as teses delirantes do antagonismo entre o pretenso &#8220;capitalismo financeiro&#8221; e o &#8220;capital industrial&#8221; que certos esquerdistas continuam a defender. Então não é que grandes colossos industriais como a Apple ou a Microsoft recorrem a paraísos fiscais &#8211; modalidades financeiras e ditas &#8220;especulativas&#8221;&#8230; Certa esquerda prefere analisar o mundo como ele supostamente deveria ser e não como ele é. Sem se ter uma noção racional e sistemática sobre como o capitalismo realmente se organiza não há transformação possível da sociedade. Mas esse é o meu lado ingénuo a falar. A bom rigor, o objectivo dessa esquerda se calhar até é esse: não conhecer nada para nada transformar.</p>
<p><a href="http://www.lemonde.fr/economie/article/2012/08/02/paradis-fiscaux-le-tresor-des-geants-americains-des-technologies_1741871_3234.html" rel="nofollow ugc">http://www.lemonde.fr/economie/article/2012/08/02/paradis-fiscaux-le-tresor-des-geants-americains-des-technologies_1741871_3234.html</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: alex		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/08/62764/#comment-77138</link>

		<dc:creator><![CDATA[alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Aug 2012 16:51:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma pena que as discussões deste texto estejam restritas ao público português.
No Brasil é exatamente esta pseudo-oposição entre os dois tipos de capitais que dá sustentação ideológica para boa parte da esquerda e dos movimentos sociais jogarem-se de braços abertos nas eleições, pela disputa de um governo &quot;de composição de classes&quot;. 
O discurso é do se aliar ao bloco que tenha frações de classe do capitalismo industrial, a tal burguesia nacional, contra o capital especulativo e neoliberal privatizante. Faz-se a aliança de classe e fecham-se os olhos não apenas para o real movimento da economia (e a não oposição entre os dois capitais, bem como a não desindustrialização do país), mas também para as ações políticas dos governos ditos &quot;de esquerda ou centro-esquerda&quot; (como se tivessem, de fato, políticas distintas, ou que a volta dos &quot;partidos neoliberais&quot; pudesse efetivamente significar uma mudança no atual rumo das políticas nacionais).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pena que as discussões deste texto estejam restritas ao público português.<br />
No Brasil é exatamente esta pseudo-oposição entre os dois tipos de capitais que dá sustentação ideológica para boa parte da esquerda e dos movimentos sociais jogarem-se de braços abertos nas eleições, pela disputa de um governo &#8220;de composição de classes&#8221;.<br />
O discurso é do se aliar ao bloco que tenha frações de classe do capitalismo industrial, a tal burguesia nacional, contra o capital especulativo e neoliberal privatizante. Faz-se a aliança de classe e fecham-se os olhos não apenas para o real movimento da economia (e a não oposição entre os dois capitais, bem como a não desindustrialização do país), mas também para as ações políticas dos governos ditos &#8220;de esquerda ou centro-esquerda&#8221; (como se tivessem, de fato, políticas distintas, ou que a volta dos &#8220;partidos neoliberais&#8221; pudesse efetivamente significar uma mudança no atual rumo das políticas nacionais).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Nuno Cardoso da Silva		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/08/62764/#comment-76507</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nuno Cardoso da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Aug 2012 18:42:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[João,

&quot;...é espantoso como a esquerda que se reivindica do marxismo e acha que o problema do capitalismo de hoje é a “hipertrofia da finança”, esqueça que o que decide o dinamismo e o rumo de todo o sistema económico são os níveis de produtividade – portanto, a produção… E que em vez de quererem olhar para as relações de exploração prefiram olhar para os “agiotas” malévolos, transferindo assim a luta contra um modo de produção, para o âmbito de uma luta pela sua moralização…&quot;

É por isso que essa esquerda se satisfez - e continua a satisfazer-se - com um capitalismo de estado. Não interessa produzir mais ou produzir melhor, ou satisfazer as necessidades reais das pessoas. O que interessa é de facto &quot;moralizar&quot; os processos produtivos, mesmo que isso se faça à custa da penúria geral. Por isso é que, com todo o respeito por quem não pensa como eu, nem os quero ver ao pé de mim na luta contra este capitalismo explorador. Enquanto eles correm desalmadamente para o século XIX, eu quero correr para o século XXII (esperando conseguir lá chegar ainda no século XXi...)!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João,</p>
<p>&#8220;&#8230;é espantoso como a esquerda que se reivindica do marxismo e acha que o problema do capitalismo de hoje é a “hipertrofia da finança”, esqueça que o que decide o dinamismo e o rumo de todo o sistema económico são os níveis de produtividade – portanto, a produção… E que em vez de quererem olhar para as relações de exploração prefiram olhar para os “agiotas” malévolos, transferindo assim a luta contra um modo de produção, para o âmbito de uma luta pela sua moralização…&#8221;</p>
<p>É por isso que essa esquerda se satisfez &#8211; e continua a satisfazer-se &#8211; com um capitalismo de estado. Não interessa produzir mais ou produzir melhor, ou satisfazer as necessidades reais das pessoas. O que interessa é de facto &#8220;moralizar&#8221; os processos produtivos, mesmo que isso se faça à custa da penúria geral. Por isso é que, com todo o respeito por quem não pensa como eu, nem os quero ver ao pé de mim na luta contra este capitalismo explorador. Enquanto eles correm desalmadamente para o século XIX, eu quero correr para o século XXII (esperando conseguir lá chegar ainda no século XXi&#8230;)!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/08/62764/#comment-76505</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Aug 2012 18:23:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dedé, você continua a bater no ceguinho... Repare no seguinte aqui: http://finance.yahoo.com/q/mh?s=AAPL%2C+&#038;ql=1  Só o JP Morgan tem mais de 13 milhões de acções da Apple e você vem falar em 900 mil de toda a Apple??? E o JP Morgan nem sequer é o maior accionista (tem 1,40%). 

Mas repare noutra coisa. O que você diz (que a Apple teria &quot;facturado&quot; mais na produção industrial do que nos mercados financeiros) em nada contradiz o meu texto: o capital financeiro articula-se com o capital industrial, não se antagonizam... Veja os exemplos de outros grupos como a GM ou a General Electric que operam nos mercados financeiros ou o exemplo francês em que as maiores empresas industriais constituíram bancos de grupo.

E já que entramos em detalhes, é espantoso como a esquerda que se reivindica do marxismo e acha que o problema do capitalismo de hoje é a &quot;hipertrofia da finança&quot;, esqueça que o que decide o dinamismo e o rumo de todo o sistema económico são os níveis de produtividade - portanto, a produção... E que em vez de quererem olhar para as relações de exploração prefiram olhar para os &quot;agiotas&quot; malévolos, transferindo assim a luta contra um modo de produção, para o âmbito de uma luta pela sua moralização... De facto, estamos aqui a falar muito mais do que simples detalhes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dedé, você continua a bater no ceguinho&#8230; Repare no seguinte aqui: <a href="http://finance.yahoo.com/q/mh?s=AAPL%2C+&#038;ql=1" rel="nofollow ugc">http://finance.yahoo.com/q/mh?s=AAPL%2C+&#038;ql=1</a>  Só o JP Morgan tem mais de 13 milhões de acções da Apple e você vem falar em 900 mil de toda a Apple??? E o JP Morgan nem sequer é o maior accionista (tem 1,40%). </p>
<p>Mas repare noutra coisa. O que você diz (que a Apple teria &#8220;facturado&#8221; mais na produção industrial do que nos mercados financeiros) em nada contradiz o meu texto: o capital financeiro articula-se com o capital industrial, não se antagonizam&#8230; Veja os exemplos de outros grupos como a GM ou a General Electric que operam nos mercados financeiros ou o exemplo francês em que as maiores empresas industriais constituíram bancos de grupo.</p>
<p>E já que entramos em detalhes, é espantoso como a esquerda que se reivindica do marxismo e acha que o problema do capitalismo de hoje é a &#8220;hipertrofia da finança&#8221;, esqueça que o que decide o dinamismo e o rumo de todo o sistema económico são os níveis de produtividade &#8211; portanto, a produção&#8230; E que em vez de quererem olhar para as relações de exploração prefiram olhar para os &#8220;agiotas&#8221; malévolos, transferindo assim a luta contra um modo de produção, para o âmbito de uma luta pela sua moralização&#8230; De facto, estamos aqui a falar muito mais do que simples detalhes.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Dédé		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/08/62764/#comment-76476</link>

		<dc:creator><![CDATA[Dédé]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Aug 2012 12:54:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;A Apple captou 500 e tal mil milhões de dólares no mercado de acções neste ano de 2012&quot;

Ou estamos a falar de coisas diferentes ou um de nós está um bocado confuso. Os &quot;500 e tal mil milhões de dólares&quot; é, mais ou menos, o valor bolsista actual da Apple, das suas cerca de 900 000 acções (com um valor actual à volta dos 620 US$ por acção) emitidas ao longo de muitos anos, e não em 2012. 

Acresce que, como já chamei a atenção em comentário anterior, o dinheiro captado pela Apple na venda das tais 900 000 acções foi muito inferior aos tais 500 e tal mil milhões. Como também referi antes, grande parte desse valor foi criado na empresa, e não captado no mercado. 

Quem captou muitos milhares de milhões à Apple foram os accionistas que, por exemplo, em 1984 compraram acções a menos de 3 $US e hoje as podem vender (ou vendem mesmo) em bolsa a mais de 600 US$. Aliás é para isso que as empresas servem, não é verdade?

E sabe, o diabo está nos &quot;detalhes&quot;. E do que estamos aqui a falar até é muito mais do que simples &quot;detalhes&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A Apple captou 500 e tal mil milhões de dólares no mercado de acções neste ano de 2012&#8221;</p>
<p>Ou estamos a falar de coisas diferentes ou um de nós está um bocado confuso. Os &#8220;500 e tal mil milhões de dólares&#8221; é, mais ou menos, o valor bolsista actual da Apple, das suas cerca de 900 000 acções (com um valor actual à volta dos 620 US$ por acção) emitidas ao longo de muitos anos, e não em 2012. </p>
<p>Acresce que, como já chamei a atenção em comentário anterior, o dinheiro captado pela Apple na venda das tais 900 000 acções foi muito inferior aos tais 500 e tal mil milhões. Como também referi antes, grande parte desse valor foi criado na empresa, e não captado no mercado. </p>
<p>Quem captou muitos milhares de milhões à Apple foram os accionistas que, por exemplo, em 1984 compraram acções a menos de 3 $US e hoje as podem vender (ou vendem mesmo) em bolsa a mais de 600 US$. Aliás é para isso que as empresas servem, não é verdade?</p>
<p>E sabe, o diabo está nos &#8220;detalhes&#8221;. E do que estamos aqui a falar até é muito mais do que simples &#8220;detalhes&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/08/62764/#comment-76374</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Aug 2012 17:00:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=62764#comment-76374</guid>

					<description><![CDATA[E outra coisa. A Apple captou 500 e tal mil milhões de dólares no mercado de acções neste ano de 2012 e teve um volume de negócios de 100 e tal milhões de dólares. Não sei onde está a dúvida... Podemos discutir as diferentes natureza e proveniência do capital-dinheiro de cada um dos sectores mas o que você não consegue negar é o facto de que a Apple - como qualquer grande grupo predominantemente industrial actua nos próprios mercados financeiros, mais propriamente no mercado de acções...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E outra coisa. A Apple captou 500 e tal mil milhões de dólares no mercado de acções neste ano de 2012 e teve um volume de negócios de 100 e tal milhões de dólares. Não sei onde está a dúvida&#8230; Podemos discutir as diferentes natureza e proveniência do capital-dinheiro de cada um dos sectores mas o que você não consegue negar é o facto de que a Apple &#8211; como qualquer grande grupo predominantemente industrial actua nos próprios mercados financeiros, mais propriamente no mercado de acções&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/08/62764/#comment-76373</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Aug 2012 16:43:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=62764#comment-76373</guid>

					<description><![CDATA[Nem que eu tivesse errado nesse detalhe (o que não me parece nada crível pois, para utilizar a sua expressão, é do conhecimento geral que o mercado de acções remunera os activos das empresas ali cotadas sendo essa uma forma de captação de investimentos e de capital-dinheiro... não sei onde está a dúvida) em nada isso obstaculiza a tese de que os grupos industriais actuam nos mercados financeiros e que não existe qualquer antagonismo entre capital industrial e financeiro...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem que eu tivesse errado nesse detalhe (o que não me parece nada crível pois, para utilizar a sua expressão, é do conhecimento geral que o mercado de acções remunera os activos das empresas ali cotadas sendo essa uma forma de captação de investimentos e de capital-dinheiro&#8230; não sei onde está a dúvida) em nada isso obstaculiza a tese de que os grupos industriais actuam nos mercados financeiros e que não existe qualquer antagonismo entre capital industrial e financeiro&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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