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	Comentários sobre: 21 AGOSTO 2012 (BR-SP) Até quando tratarão mães e familiares como seres políticos de 2ª categoria?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Mães de Maio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/08/63422/#comment-77644</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mães de Maio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Aug 2012 14:52:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Compa Marcelo Zelic e demais compas do GTNM-SP,

Nós deixamos bem firmados já, tanto na nota como pessoalmente, que a nossa questão não era nem contigo, muito menos com o GTNM-SP e a Defensoria Pública de SP - nossos grandes parceiro histórico, tampouco com as demais organizações efetivamente de luta pelos direitos humanos em SP e no Brasil.

A nossa seríssima questão bem explicitada é com todas aquelas pessoas, &quot;gestores&quot; e/ou entidades que insistirem em tratar as Mães, Familiares e Amig@s de Jovens Pobres, Pretos e Periféricos, as Mães de Maio e a Rede Nacional de Familiares e Amig@s de Vítimas do Estado Democrático como seres políticos de segunda categoria, ou como seres apolíticos.

Conforme dissemos na nota acima: &quot;Queremos reiterar de uma vez por todas que o movimento Mães de Maio e a Rede Nacional de Familiares de Vítimas do Estado Brasileiro NÃO ESTAMOS NESSA HISTÓRIA DE BRINCADEIRA, MUITO MENOS POR QUALQUER INTERESSE POLÍTICO-PARTIDÁRIO OU CORPORATIVO DE QUALQUER ESPÉCIE. NÓS ESTAMOS FAZENDO UM TRABALHO (QUE É A NOSSA PRÓPRIA RAZÃO DE VIVER!!!) ABSOLUTAMENTE SÉRIO, PARA MARCAR AINDA MAIS A HISTÓRIA PROFUNDA DESSE PAÍS… E, SEM QUALQUER MODÉSTIA, ESTAMOS APENAS NO INÍCIO DE UM VERDADEIRO MARCO HISTÓRICO…&quot;

Esperamos que, depois desta semana cansativa, isto tenha ficado bem firmado a todas e a todos os principais atores da luta pelo direitos humanos no Brasil. Quem quiser ouvir o posicionamento das Mães e Familiares, falar com nosso movimento, lutar e construir o quê quer que seja, sabe os telefones, e-mails, blogs, páginas de facebook e, sobretudo, os espaços físicos aonde nos encontrar. Vamos virar essa chave e dar um salto qualitativo na luta contra as violências do estado e das polícias no país!

Quanto aos demais pontos que você, compa Zelic, coloca sobre a crítica aos armamentos menos-letais da polícia: estamos junt@s no combate a estes outros meios de repressão e violência policial em todo Brasil.

Saudações,

Movimento Autônomo &quot;MÃES DE MAIO DA DEMOCRACIA BRASILEIRA&quot;
pelo Direito à Memória, à Verdade e à Justiça – Ontem e Hoje!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Compa Marcelo Zelic e demais compas do GTNM-SP,</p>
<p>Nós deixamos bem firmados já, tanto na nota como pessoalmente, que a nossa questão não era nem contigo, muito menos com o GTNM-SP e a Defensoria Pública de SP &#8211; nossos grandes parceiro histórico, tampouco com as demais organizações efetivamente de luta pelos direitos humanos em SP e no Brasil.</p>
<p>A nossa seríssima questão bem explicitada é com todas aquelas pessoas, &#8220;gestores&#8221; e/ou entidades que insistirem em tratar as Mães, Familiares e Amig@s de Jovens Pobres, Pretos e Periféricos, as Mães de Maio e a Rede Nacional de Familiares e Amig@s de Vítimas do Estado Democrático como seres políticos de segunda categoria, ou como seres apolíticos.</p>
<p>Conforme dissemos na nota acima: &#8220;Queremos reiterar de uma vez por todas que o movimento Mães de Maio e a Rede Nacional de Familiares de Vítimas do Estado Brasileiro NÃO ESTAMOS NESSA HISTÓRIA DE BRINCADEIRA, MUITO MENOS POR QUALQUER INTERESSE POLÍTICO-PARTIDÁRIO OU CORPORATIVO DE QUALQUER ESPÉCIE. NÓS ESTAMOS FAZENDO UM TRABALHO (QUE É A NOSSA PRÓPRIA RAZÃO DE VIVER!!!) ABSOLUTAMENTE SÉRIO, PARA MARCAR AINDA MAIS A HISTÓRIA PROFUNDA DESSE PAÍS… E, SEM QUALQUER MODÉSTIA, ESTAMOS APENAS NO INÍCIO DE UM VERDADEIRO MARCO HISTÓRICO…&#8221;</p>
<p>Esperamos que, depois desta semana cansativa, isto tenha ficado bem firmado a todas e a todos os principais atores da luta pelo direitos humanos no Brasil. Quem quiser ouvir o posicionamento das Mães e Familiares, falar com nosso movimento, lutar e construir o quê quer que seja, sabe os telefones, e-mails, blogs, páginas de facebook e, sobretudo, os espaços físicos aonde nos encontrar. Vamos virar essa chave e dar um salto qualitativo na luta contra as violências do estado e das polícias no país!</p>
<p>Quanto aos demais pontos que você, compa Zelic, coloca sobre a crítica aos armamentos menos-letais da polícia: estamos junt@s no combate a estes outros meios de repressão e violência policial em todo Brasil.</p>
<p>Saudações,</p>
<p>Movimento Autônomo &#8220;MÃES DE MAIO DA DEMOCRACIA BRASILEIRA&#8221;<br />
pelo Direito à Memória, à Verdade e à Justiça – Ontem e Hoje!</p>
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		<title>
		Por: Marcelo Zelic		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/08/63422/#comment-77574</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Zelic]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Aug 2012 14:34:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caros compas do Passa Palavra e Movimento Mães de Maio a título de esclarecimento quero deixar registrado que o GTNM-SP tem se dedicado também à luta pela regulamentação de armas &quot;não-letais&quot;. O convite para que eu participasse da 212ª reunião ordinária do CDDPH para expor esta questão veio em função de carta aberta à Ministra Maria do Rosário, publicada em Vi o Mundo por Conceição Lemes http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/ministra-maria-do-rosario-tortura-com-armas-nao-letais-nao.html

A exposição feita durante a reunião poderá ser acessada em:
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/marcelo-zelic-em-sao-paulo-policia-esta-usando-armas-nao-letais-contra-os-movimentos-sociais.html 

pedimos:

a) Uma legislação federal que discipline e regulamente os armamentos “não-letais” quanto a definição de tipos de armamentos autorizados, aquisição, controle, formação, emprego e uso, bem como mecanismos de informação aos cidadãos quanto as orientações sobre a manipulação correta destes armamentos, balisadas não só por informações técnicas dos fabricantes, mas por uma comissão mista com representação da sociedade civil e orientações sobre os efeitos à saúde do cidadão, normatizando tanto os aspectos de combate à criminalidade em segurança pública, como o trato com manifestações sociais, políticas e culturais. que devem ter condutas específicas.

b) Portaria do Ministério da Justiça suspendendo o emprego da pistola taser em todo território nacional, bem como suspendendo o emprego de armas “não-letais” à empresas de segurança privada, medida baseada no Artigo 2º do Pacto de São José da Costa Rica, até termos definido um marco regulatório e um Plano Nacional de Emprego Gradual de Armamentos “Não-Letais”.

c) Portaria do Ministério da Justiça proibindo o emprego de armamentos letais e “não-letais” em manifestações de cunho político-social e culturais, garantidas pelos direitos de reunião, manifestação e liberdade de expressão nos termos da constituição federal e baseada no voto do relator Ministro Celso de Mello em decisão do STF, no caso conhecido como Marcha da Maconha.

d) Criação de Grupo de Trabalho para:

Realizar estudo comparado das regulamentações municipais, estaduais e as normas federais existentes estejam elas aprovadas ou em tramitação, como subsídio à proposta de marco regulatório.
Pesquisa coordenada pela FIOCRUZ sobre o impacto na saúde do cidadão dos vários equipamentos “não-letais”, estudando tanto os efeitos dos componentes químicos destes armamentos, como as consequencias de seu emprego incorreto.
Estudo comparativo de programas de treinamentos empregados nos municípios, estados e órgãos federais atualmente autorizados a usar estes armamentos.
Levantamento nas ouvidorias, de casos de violências sofridas pela população com o emprego incorreto de armamentos “não-letais” para encaminhamento à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal contendo:
casos de repressão a manifestações sociais.
casos de tortura.
casos de uso de força abusiva nas comunidades.

É preciso registrar também que além de São Paulo, houve uma exposição sobre a violência policial em Goiás e Espirito Santo, que pelos relatos vivem problemas tão graves como os nossos.

Rose Nogueira presidente do GTNM-SP participou da reunião e além de registrar a insatisfação das Mães de Maio com relação a ausência de convite, expôs dados da Ouvidoria de Polícia e Crimes de Maio sobre resistência seguida de morte.
  
Abraços

Marcelo Zelic]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros compas do Passa Palavra e Movimento Mães de Maio a título de esclarecimento quero deixar registrado que o GTNM-SP tem se dedicado também à luta pela regulamentação de armas &#8220;não-letais&#8221;. O convite para que eu participasse da 212ª reunião ordinária do CDDPH para expor esta questão veio em função de carta aberta à Ministra Maria do Rosário, publicada em Vi o Mundo por Conceição Lemes <a href="http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/ministra-maria-do-rosario-tortura-com-armas-nao-letais-nao.html" rel="nofollow ugc">http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/ministra-maria-do-rosario-tortura-com-armas-nao-letais-nao.html</a></p>
<p>A exposição feita durante a reunião poderá ser acessada em:<br />
<a href="http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/marcelo-zelic-em-sao-paulo-policia-esta-usando-armas-nao-letais-contra-os-movimentos-sociais.html" rel="nofollow ugc">http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/marcelo-zelic-em-sao-paulo-policia-esta-usando-armas-nao-letais-contra-os-movimentos-sociais.html</a> </p>
<p>pedimos:</p>
<p>a) Uma legislação federal que discipline e regulamente os armamentos “não-letais” quanto a definição de tipos de armamentos autorizados, aquisição, controle, formação, emprego e uso, bem como mecanismos de informação aos cidadãos quanto as orientações sobre a manipulação correta destes armamentos, balisadas não só por informações técnicas dos fabricantes, mas por uma comissão mista com representação da sociedade civil e orientações sobre os efeitos à saúde do cidadão, normatizando tanto os aspectos de combate à criminalidade em segurança pública, como o trato com manifestações sociais, políticas e culturais. que devem ter condutas específicas.</p>
<p>b) Portaria do Ministério da Justiça suspendendo o emprego da pistola taser em todo território nacional, bem como suspendendo o emprego de armas “não-letais” à empresas de segurança privada, medida baseada no Artigo 2º do Pacto de São José da Costa Rica, até termos definido um marco regulatório e um Plano Nacional de Emprego Gradual de Armamentos “Não-Letais”.</p>
<p>c) Portaria do Ministério da Justiça proibindo o emprego de armamentos letais e “não-letais” em manifestações de cunho político-social e culturais, garantidas pelos direitos de reunião, manifestação e liberdade de expressão nos termos da constituição federal e baseada no voto do relator Ministro Celso de Mello em decisão do STF, no caso conhecido como Marcha da Maconha.</p>
<p>d) Criação de Grupo de Trabalho para:</p>
<p>Realizar estudo comparado das regulamentações municipais, estaduais e as normas federais existentes estejam elas aprovadas ou em tramitação, como subsídio à proposta de marco regulatório.<br />
Pesquisa coordenada pela FIOCRUZ sobre o impacto na saúde do cidadão dos vários equipamentos “não-letais”, estudando tanto os efeitos dos componentes químicos destes armamentos, como as consequencias de seu emprego incorreto.<br />
Estudo comparativo de programas de treinamentos empregados nos municípios, estados e órgãos federais atualmente autorizados a usar estes armamentos.<br />
Levantamento nas ouvidorias, de casos de violências sofridas pela população com o emprego incorreto de armamentos “não-letais” para encaminhamento à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal contendo:<br />
casos de repressão a manifestações sociais.<br />
casos de tortura.<br />
casos de uso de força abusiva nas comunidades.</p>
<p>É preciso registrar também que além de São Paulo, houve uma exposição sobre a violência policial em Goiás e Espirito Santo, que pelos relatos vivem problemas tão graves como os nossos.</p>
<p>Rose Nogueira presidente do GTNM-SP participou da reunião e além de registrar a insatisfação das Mães de Maio com relação a ausência de convite, expôs dados da Ouvidoria de Polícia e Crimes de Maio sobre resistência seguida de morte.</p>
<p>Abraços</p>
<p>Marcelo Zelic</p>
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