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	Comentários sobre: Experiências de trabalhos de base (I)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Cursinho da Psico		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/10/66000/#comment-90030</link>

		<dc:creator><![CDATA[Cursinho da Psico]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2012 20:38:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ISTO NÃO É UM EVENTO, É UMA CAMPANHA DE ARRECADAÇÃO
POR FAVOR, LEIA ATÉ O FINAL

AJUDE O CURSINHO A CONTINUAR EXISTINDO!

Desde 1998, por iniciativa de alunos do curso de Psicologia da USP, funciona no bloco B da faculdade de Psicologia o Cursinho da Psico, um projeto autogestionário voltado à população principalmente negra e pobre de São Paulo.

Nesses 14 anos, com muito trabalho e diversas parcerias (como as realizadas com o Centro de Atenção Psico-Social, CAPS, e a Secretaria de Administração Penitenciária, SAP, pra receber pessoas por eles encaminhadas), concretizamos um espaço de formação política e educacional importante. Dentro do Cursinho, na grade de aulas, existe o ARENA (As Revoluções Existem No Agora), uma aula-debate sobre política e vida cotidiana que serve como ferramenta pra que o Cursinho realize sua meta: ser pré-universitário, formar pessoas para a universidade e a sociedade, e não apenas para a prova do vestibular. Há também saídas de campo, como a realizada no centro de São Paulo, com visitas à ocupações e a lugares históricos e atuais importantes política e socialmente para a cidade, e semanas específicas de discussão e debate como a Semana Zero, de apresentação do projeto aos novos alunos.

Pelas nossas salas de aula passaram diversas pessoas que hoje cursam uma universidade pública. Muitas delas retornaram ao Cursinho como professoras, educadoras, organizadoras. O Cursinho da Psico constrói ano a ano uma relação de comunidade em torno da luta por uma educação democrática e igualitária.

* Infelizmente esse trabalho todo fez seu preço: temos uma dívida trabalhista de R$ 15.000,00 para saldar até o dia 15 de janeiro, sob a pena de DEIXAR DE EXISTIR.

Por conta disso escrevemos pedindo ajuda em forma de doações ou de promoção de eventos com verba destinada ao Cursinho. Se você pode ajudar e acredita que projetos como esse, autogeridos, democráticos e horizontais, voltados para a educação, a formação política e a inclusão de pessoas pobres na universidade pública não podem acabar por falta de grana, doe qualquer valor na conta abaixo:

Informações da conta

Banco Itaú
Agencia: 6470
Conta Poupança: 03866-9/500
Fernando Soares Horta de Lima
Coordenador Geral do Cursinho da Psico

* Abaixo um breve histórico da dívida.
Desde sua origem, o cursinho depende unicamente da contribuição mensal de seus estudantes. Nunca fomos financiados por outras instituições. No entanto, nos últimos anos, a procura pelo cursinho diminuiu e a evasão aumentou. Além disso, o cursinho sofre com uma alta taxa de inadimplência.

Apesar da diminuição do número de alunos e, consequentemente, da arrecadação, mantivemos a mesma estrutura e seus gastos. Essa estrutura conta aproximadamente com 70 funcionários, dos quais 2 são contratados em regime de CLT. Como é característico desse tipo de contrato, são recolhidos os tributos INSS e FGTS. No período de 2010 a 2012, o cursinho não conseguiu arcar com 13 parcelas de cada um desses tributos para esses 2 funcionários. Esses tributos, somados aos juros por atraso, geraram uma dívida de aproximadamente R$20.000,00.

Como primeiras medidas para tentar livrar-se dessa dívida, o cursinho recentemente pagou a quantia atrasada referente ao FGTS, bem como rescindiu os contratos dos seus 2 funcionários com CLT, totalizando um gasto de aproximadamente R$ 10.000. Sobra ainda a dívida referente ao INSS dos contratados que soma aproximadamente R$15.000.

Nesse quadro, fica expressa a nossa dificuldade de arcar com as exigências financeiras.
(caso precise de outras informações mande email para cursinhopsicousp@gmail.com)

Semanalmente, às sextas-feiras, divulgaremos o extrato da conta com a arrecadação parcial nesta página da campanha-evento e site do cursinho!!

Ajude-nos a continuar existindo também divulgando este pedido!

a) Copiando e encaminhando o texto dessa campanha por email para seus contatos;
b) Compartilhando e convidando para essa campanha-evento seus contatos no facebook!

Se quiser maiores informações, conhecer o Cursinho, participar do projeto:
Website: www.cursinhodapsico.org
Facebook: www.facebook.com/cursinho.psico
Email: cursinhopsicousp@gmail.com
Telefone: (11) 98932-1414

Pelo fim dos vestibulares e de todas as barreiras sociais!

Desde já,
Agradecido

Cursinho da Psico
Instituto de Cultura e Apoio à Pesquisa em Psicologia e Educação - ICAPPE
CNPJ: 10594601/0001-23]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ISTO NÃO É UM EVENTO, É UMA CAMPANHA DE ARRECADAÇÃO<br />
POR FAVOR, LEIA ATÉ O FINAL</p>
<p>AJUDE O CURSINHO A CONTINUAR EXISTINDO!</p>
<p>Desde 1998, por iniciativa de alunos do curso de Psicologia da USP, funciona no bloco B da faculdade de Psicologia o Cursinho da Psico, um projeto autogestionário voltado à população principalmente negra e pobre de São Paulo.</p>
<p>Nesses 14 anos, com muito trabalho e diversas parcerias (como as realizadas com o Centro de Atenção Psico-Social, CAPS, e a Secretaria de Administração Penitenciária, SAP, pra receber pessoas por eles encaminhadas), concretizamos um espaço de formação política e educacional importante. Dentro do Cursinho, na grade de aulas, existe o ARENA (As Revoluções Existem No Agora), uma aula-debate sobre política e vida cotidiana que serve como ferramenta pra que o Cursinho realize sua meta: ser pré-universitário, formar pessoas para a universidade e a sociedade, e não apenas para a prova do vestibular. Há também saídas de campo, como a realizada no centro de São Paulo, com visitas à ocupações e a lugares históricos e atuais importantes política e socialmente para a cidade, e semanas específicas de discussão e debate como a Semana Zero, de apresentação do projeto aos novos alunos.</p>
<p>Pelas nossas salas de aula passaram diversas pessoas que hoje cursam uma universidade pública. Muitas delas retornaram ao Cursinho como professoras, educadoras, organizadoras. O Cursinho da Psico constrói ano a ano uma relação de comunidade em torno da luta por uma educação democrática e igualitária.</p>
<p>* Infelizmente esse trabalho todo fez seu preço: temos uma dívida trabalhista de R$ 15.000,00 para saldar até o dia 15 de janeiro, sob a pena de DEIXAR DE EXISTIR.</p>
<p>Por conta disso escrevemos pedindo ajuda em forma de doações ou de promoção de eventos com verba destinada ao Cursinho. Se você pode ajudar e acredita que projetos como esse, autogeridos, democráticos e horizontais, voltados para a educação, a formação política e a inclusão de pessoas pobres na universidade pública não podem acabar por falta de grana, doe qualquer valor na conta abaixo:</p>
<p>Informações da conta</p>
<p>Banco Itaú<br />
Agencia: 6470<br />
Conta Poupança: 03866-9/500<br />
Fernando Soares Horta de Lima<br />
Coordenador Geral do Cursinho da Psico</p>
<p>* Abaixo um breve histórico da dívida.<br />
Desde sua origem, o cursinho depende unicamente da contribuição mensal de seus estudantes. Nunca fomos financiados por outras instituições. No entanto, nos últimos anos, a procura pelo cursinho diminuiu e a evasão aumentou. Além disso, o cursinho sofre com uma alta taxa de inadimplência.</p>
<p>Apesar da diminuição do número de alunos e, consequentemente, da arrecadação, mantivemos a mesma estrutura e seus gastos. Essa estrutura conta aproximadamente com 70 funcionários, dos quais 2 são contratados em regime de CLT. Como é característico desse tipo de contrato, são recolhidos os tributos INSS e FGTS. No período de 2010 a 2012, o cursinho não conseguiu arcar com 13 parcelas de cada um desses tributos para esses 2 funcionários. Esses tributos, somados aos juros por atraso, geraram uma dívida de aproximadamente R$20.000,00.</p>
<p>Como primeiras medidas para tentar livrar-se dessa dívida, o cursinho recentemente pagou a quantia atrasada referente ao FGTS, bem como rescindiu os contratos dos seus 2 funcionários com CLT, totalizando um gasto de aproximadamente R$ 10.000. Sobra ainda a dívida referente ao INSS dos contratados que soma aproximadamente R$15.000.</p>
<p>Nesse quadro, fica expressa a nossa dificuldade de arcar com as exigências financeiras.<br />
(caso precise de outras informações mande email para <a href="mailto:cursinhopsicousp@gmail.com">cursinhopsicousp@gmail.com</a>)</p>
<p>Semanalmente, às sextas-feiras, divulgaremos o extrato da conta com a arrecadação parcial nesta página da campanha-evento e site do cursinho!!</p>
<p>Ajude-nos a continuar existindo também divulgando este pedido!</p>
<p>a) Copiando e encaminhando o texto dessa campanha por email para seus contatos;<br />
b) Compartilhando e convidando para essa campanha-evento seus contatos no facebook!</p>
<p>Se quiser maiores informações, conhecer o Cursinho, participar do projeto:<br />
Website: <a href="http://www.cursinhodapsico.org" rel="nofollow ugc">http://www.cursinhodapsico.org</a><br />
Facebook: <a href="http://www.facebook.com/cursinho.psico" rel="nofollow ugc">http://www.facebook.com/cursinho.psico</a><br />
Email: <a href="mailto:cursinhopsicousp@gmail.com">cursinhopsicousp@gmail.com</a><br />
Telefone: (11) 98932-1414</p>
<p>Pelo fim dos vestibulares e de todas as barreiras sociais!</p>
<p>Desde já,<br />
Agradecido</p>
<p>Cursinho da Psico<br />
Instituto de Cultura e Apoio à Pesquisa em Psicologia e Educação &#8211; ICAPPE<br />
CNPJ: 10594601/0001-23</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ronan		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/10/66000/#comment-83260</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ronan]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Oct 2012 19:13:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=66000#comment-83260</guid>

					<description><![CDATA[Depois comentarei outras coisas porque também trabalhei um ano como professor voluntário em cursinho ligado à Educafro.

Sem querer ser indelicado, acho que o alvo central ficou de fora. Os cursinhos populares servem sobretudo de aprendizado para os militantes. A maioria dos críticos ou o são apenas verbalmente, ou tiveram apenas a oportunidade de lutar contra alguém, algum órgão, alguma gestão. Quando se assume um cursinho surge a oportunidade de apresentar algo, ser propositivo e, o que clareia as coisas, ver se a indignação contra o sistema é duradoura, capaz de fazer com que a pessoa perca algo em prol do coletivo, assuma algum compromisso. Pode ser uma bela festa que se deixa de ir, pode ser a namorada que tenta proibir o namorado de trabalhar quando deveria estar com ela. 

Se tem uma coisa excelente que ví nos cursinhos foi isso. Fazer os militantes testarem as suas teorias. Verem se são realmente capazes de convívio democrático, de abandonar alguma coisa pelo coletivo, de doar tempo, às vezes algum dinheiro, enfim. E não são poucos os que, lá pelo meio de caminho ou menos, reconhecem as próprias limitações, descobrem que certas projeções eram somente projeções. 

Os cursinhos populares serviram e servem de base para a formação de muitos militantes, dão experiência de organização, de compromisso, de autonomia, e também para que outros que achavam que seriam descobrissem que não são. O aprendizado maior, como tantas vezes, fica para quem acha que estava a ensinar. 

Já os alunos eles foram lá porque queriam passar no vestibular. Não estão mentindo para ninguém e, sobretudo, não estão mentindo para sí mesmos. Alguns aderem à causa, a maioria não, mas fica a experiência de ter passado por algo que não é empresarial nem estatal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois comentarei outras coisas porque também trabalhei um ano como professor voluntário em cursinho ligado à Educafro.</p>
<p>Sem querer ser indelicado, acho que o alvo central ficou de fora. Os cursinhos populares servem sobretudo de aprendizado para os militantes. A maioria dos críticos ou o são apenas verbalmente, ou tiveram apenas a oportunidade de lutar contra alguém, algum órgão, alguma gestão. Quando se assume um cursinho surge a oportunidade de apresentar algo, ser propositivo e, o que clareia as coisas, ver se a indignação contra o sistema é duradoura, capaz de fazer com que a pessoa perca algo em prol do coletivo, assuma algum compromisso. Pode ser uma bela festa que se deixa de ir, pode ser a namorada que tenta proibir o namorado de trabalhar quando deveria estar com ela. </p>
<p>Se tem uma coisa excelente que ví nos cursinhos foi isso. Fazer os militantes testarem as suas teorias. Verem se são realmente capazes de convívio democrático, de abandonar alguma coisa pelo coletivo, de doar tempo, às vezes algum dinheiro, enfim. E não são poucos os que, lá pelo meio de caminho ou menos, reconhecem as próprias limitações, descobrem que certas projeções eram somente projeções. </p>
<p>Os cursinhos populares serviram e servem de base para a formação de muitos militantes, dão experiência de organização, de compromisso, de autonomia, e também para que outros que achavam que seriam descobrissem que não são. O aprendizado maior, como tantas vezes, fica para quem acha que estava a ensinar. </p>
<p>Já os alunos eles foram lá porque queriam passar no vestibular. Não estão mentindo para ninguém e, sobretudo, não estão mentindo para sí mesmos. Alguns aderem à causa, a maioria não, mas fica a experiência de ter passado por algo que não é empresarial nem estatal.</p>
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