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	Comentários sobre: O que nos propomos fazer, aqui e agora	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/66624/#comment-85651</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Nov 2012 01:00:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O texto afirma que &quot;Não nos cabe traçar planos de governo&quot;. No entanto, ao deixar claro a posição de defesa da não-saída do Euro, não estaria o coletivo fazendo a defesa de uma posição dentro a Economia Política, essencialmente uma política de Estado?
Não discordo deste posicionamente, especialmente por ser, como aqui adoram repetir, um &quot;anarquista&quot; que não sabe fazer contas (leia-se, não tenho um grande arcabouço teórico de economia). No entanto, me interessa muito o discurso do Coletivo. Pois eu penso que não basta saber, é necessário saber expressar, ao se se manter numa posição, ao meu ver purista, de não traçar planos de governo, o PassaPalavra perde a oportunidade de ter mais efetividade em seu discurso, penso eu em duas razões, que podem ser mais: 1) o discurso quando vem de um emissor sem compromissos tem menos efetividade. Não que os integrantes não sejam, individualmente, compromeditos cada um com sua luta, mas aí o Coletivo PassaPalavra se confunde, numa zona obscura, entre um site de debate e divulgação coletiva, onde vale mais a pluralidade e a colaboração, mais do que suas colunas &quot;editoriais&quot;, e um coletivo intelectual de produção de crítica, mas de composição abstrata, uma vez que escondido atrás de um certo anonimato que tem suas vantagens, mas dentre as quais certamente não está a efetividade do discurso comprometido (sem rosto não há compromisso, a entrevista com os trabalhadores do McDonalds talvez seja uma fonte de inspiração).
2) Por mais que a melhor forma da classe trabalhadora impor sua pauta seja através de uma organização forte e consciente, e não através de um governo, ainda assim para chegar à um tal cenário falta muito a percorrer. Para melhor avançarmos nesta direção, não seria mais efetivo debater sim planos de governo, justamente para dialogar com a imensa maioria das massas, que ainda acredita numa solução de governo? Não se alcançaria mais ouvidos, não se consiguiria mais interlocutores uma crítica que se deixa jogar no campo adversário? Ainda acho que ao posicionar-se frente à saída do Euro é justamente o que o PassaPalavra faz, pois, como dito, está a comentar Economia Política, essencialmente estatal/governamental. No entanto, não acho que, ao menos discursivamente, retirar-se do debate governamental seja efetivo para um maior alcance, tampouco acho que seja a marca do peleguismo ou do fracasso das teses da extrema esquerda.
Sem um Estado, ainda assim os trabalhadores vão ter de governar, governar seu destino político, seu modo de produção, etc. Penso que os modelos tem de ser apresentados como potenciais novas formas de organizar a sociedade, e isso passa necessariamente por debater governos.
No mais, como brasileiro, me parece ótima a análise que o Coletivo faz dos riscos fascistas. Eu que vivo na Argentina e justo hoje vejo uma massiva massa nas ruas marcada por bandeiras nacionais creio que estamos entrando em épocas bastante perigosas em certas partes do mundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O texto afirma que &#8220;Não nos cabe traçar planos de governo&#8221;. No entanto, ao deixar claro a posição de defesa da não-saída do Euro, não estaria o coletivo fazendo a defesa de uma posição dentro a Economia Política, essencialmente uma política de Estado?<br />
Não discordo deste posicionamente, especialmente por ser, como aqui adoram repetir, um &#8220;anarquista&#8221; que não sabe fazer contas (leia-se, não tenho um grande arcabouço teórico de economia). No entanto, me interessa muito o discurso do Coletivo. Pois eu penso que não basta saber, é necessário saber expressar, ao se se manter numa posição, ao meu ver purista, de não traçar planos de governo, o PassaPalavra perde a oportunidade de ter mais efetividade em seu discurso, penso eu em duas razões, que podem ser mais: 1) o discurso quando vem de um emissor sem compromissos tem menos efetividade. Não que os integrantes não sejam, individualmente, compromeditos cada um com sua luta, mas aí o Coletivo PassaPalavra se confunde, numa zona obscura, entre um site de debate e divulgação coletiva, onde vale mais a pluralidade e a colaboração, mais do que suas colunas &#8220;editoriais&#8221;, e um coletivo intelectual de produção de crítica, mas de composição abstrata, uma vez que escondido atrás de um certo anonimato que tem suas vantagens, mas dentre as quais certamente não está a efetividade do discurso comprometido (sem rosto não há compromisso, a entrevista com os trabalhadores do McDonalds talvez seja uma fonte de inspiração).<br />
2) Por mais que a melhor forma da classe trabalhadora impor sua pauta seja através de uma organização forte e consciente, e não através de um governo, ainda assim para chegar à um tal cenário falta muito a percorrer. Para melhor avançarmos nesta direção, não seria mais efetivo debater sim planos de governo, justamente para dialogar com a imensa maioria das massas, que ainda acredita numa solução de governo? Não se alcançaria mais ouvidos, não se consiguiria mais interlocutores uma crítica que se deixa jogar no campo adversário? Ainda acho que ao posicionar-se frente à saída do Euro é justamente o que o PassaPalavra faz, pois, como dito, está a comentar Economia Política, essencialmente estatal/governamental. No entanto, não acho que, ao menos discursivamente, retirar-se do debate governamental seja efetivo para um maior alcance, tampouco acho que seja a marca do peleguismo ou do fracasso das teses da extrema esquerda.<br />
Sem um Estado, ainda assim os trabalhadores vão ter de governar, governar seu destino político, seu modo de produção, etc. Penso que os modelos tem de ser apresentados como potenciais novas formas de organizar a sociedade, e isso passa necessariamente por debater governos.<br />
No mais, como brasileiro, me parece ótima a análise que o Coletivo faz dos riscos fascistas. Eu que vivo na Argentina e justo hoje vejo uma massiva massa nas ruas marcada por bandeiras nacionais creio que estamos entrando em épocas bastante perigosas em certas partes do mundo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: muito longe		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/66624/#comment-85422</link>

		<dc:creator><![CDATA[muito longe]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2012 20:07:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito longe está o João Bernardo de construir um argumento. 
Lançar dois ou  três chavões sacados da escola da regulação ou da pós-pós esquerda italiana não é suficiente. 

Nem a difusão do Toytismo como modelo hegemónico de organização da produção é assunto encerrado, como o J. B. quer fazer crer, nem o processo de esvaziamento dos sindicatos tradicionais e a desintegração do movimento operário do século passado, se explicam apenas  pela precarização da força de trabalho, até porque esta noção de precarização generalizada é no mínimo problemática. 

Note-se que não ponho em questão a existência de um processo defensivo e ofensivo de restruturação capitalista, do qual a precarização do trabalho, entre outras  faz sem dúvida parte (mas não na escala que o J.B nos quer fazer crer).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito longe está o João Bernardo de construir um argumento.<br />
Lançar dois ou  três chavões sacados da escola da regulação ou da pós-pós esquerda italiana não é suficiente. </p>
<p>Nem a difusão do Toytismo como modelo hegemónico de organização da produção é assunto encerrado, como o J. B. quer fazer crer, nem o processo de esvaziamento dos sindicatos tradicionais e a desintegração do movimento operário do século passado, se explicam apenas  pela precarização da força de trabalho, até porque esta noção de precarização generalizada é no mínimo problemática. </p>
<p>Note-se que não ponho em questão a existência de um processo defensivo e ofensivo de restruturação capitalista, do qual a precarização do trabalho, entre outras  faz sem dúvida parte (mas não na escala que o J.B nos quer fazer crer).</p>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/66624/#comment-85399</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2012 14:14:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As afirmações acerca do trabalho precário feitas pelo comentador que assina «Muito Longe» revelam uma espantosa ignorância dos actuais sistemas de organização das empresas. Ele está realmente muito longe. Nas últimas décadas, com a difusão do toyotismo, o trabalho precário assumiu um dos lugares principais na estratégia empresarial. Ao mesmo tempo, a precarização da força de trabalho explica em grande medida, por todo o mundo, o esvaziamento dos sindicatos, que se têm limitado a enquadrar a força de trabalho estável. Assim, em Portugal como em todos os países desenvolvidos, superar a divisão entre os trabalhadores precários e os estáveis constitui o principal e o mais urgente desafio na luta de classes. Esse, e o combate ao nacionalismo generalizado na esquerda, parecem-me ser as tarefas prioritárias em Portugal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As afirmações acerca do trabalho precário feitas pelo comentador que assina «Muito Longe» revelam uma espantosa ignorância dos actuais sistemas de organização das empresas. Ele está realmente muito longe. Nas últimas décadas, com a difusão do toyotismo, o trabalho precário assumiu um dos lugares principais na estratégia empresarial. Ao mesmo tempo, a precarização da força de trabalho explica em grande medida, por todo o mundo, o esvaziamento dos sindicatos, que se têm limitado a enquadrar a força de trabalho estável. Assim, em Portugal como em todos os países desenvolvidos, superar a divisão entre os trabalhadores precários e os estáveis constitui o principal e o mais urgente desafio na luta de classes. Esse, e o combate ao nacionalismo generalizado na esquerda, parecem-me ser as tarefas prioritárias em Portugal.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: muito longe		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/66624/#comment-85390</link>

		<dc:creator><![CDATA[muito longe]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2012 12:53:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[mais perto agora: a ser essa a substância da crítica, parece-me totalmente injustificada. Nenhum grupo anarquista activo na Europa (estou a pensar tanto nos associados à AIT como à IFA)reflecte na sua prática e teoria a concepção vanguardista que lhe imputam. Talvez no Brasil seja diferente. Vou deixar a discussão por aqui. Mas seria interessante um esclarecimento por algum dos membros do colectivo, talvez num texto à parte.  

DanCaribé: Se discutir esta ou aquela organização, é  pouco relevante, já um debate sobre a forma e o conteúdo da luta, surge precisamente, no seguimento do que foi abordado no texto do passa a palavra. Dizê-lo assim, soa a conversa abstracta de activista ou académico, mas a discussão não precisa de sê-lo. 

Quanto ao texto, a importância dada aos precários e à  separação do resto do proletariado parece-me excessiva, 

Dizer que a unidade dos trabalhadores, sejam eles brancos ou pretos, homens ou mulheres, precários ou efectivos, é essencial, é dizer o óbvio. O ênfase sobre os trabalhadores precários é baseado em quê? Quais as características que os tornam tão fundamentalmente distintos, que da sua unidade com os restantes depende o aprofundamento da luta? E porquê agora? 

A condição de precário, não é nada de novo, nem aqui nem no resto do mundo, nem o aumento (dando de barato que houve de facto um aumento significativo) dos que trabalham em tais condições, parece indicar uma restruturação da relação entre classes, que torne de súbito, os precários no tudo ou nada da revolução. 

Nada disto implica, pôr em causa o carácter disciplinario do trabalho precário, especialmente quando imposto sobre jovens recém chegados ao mercado de trabalho.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>mais perto agora: a ser essa a substância da crítica, parece-me totalmente injustificada. Nenhum grupo anarquista activo na Europa (estou a pensar tanto nos associados à AIT como à IFA)reflecte na sua prática e teoria a concepção vanguardista que lhe imputam. Talvez no Brasil seja diferente. Vou deixar a discussão por aqui. Mas seria interessante um esclarecimento por algum dos membros do colectivo, talvez num texto à parte.  </p>
<p>DanCaribé: Se discutir esta ou aquela organização, é  pouco relevante, já um debate sobre a forma e o conteúdo da luta, surge precisamente, no seguimento do que foi abordado no texto do passa a palavra. Dizê-lo assim, soa a conversa abstracta de activista ou académico, mas a discussão não precisa de sê-lo. </p>
<p>Quanto ao texto, a importância dada aos precários e à  separação do resto do proletariado parece-me excessiva, </p>
<p>Dizer que a unidade dos trabalhadores, sejam eles brancos ou pretos, homens ou mulheres, precários ou efectivos, é essencial, é dizer o óbvio. O ênfase sobre os trabalhadores precários é baseado em quê? Quais as características que os tornam tão fundamentalmente distintos, que da sua unidade com os restantes depende o aprofundamento da luta? E porquê agora? </p>
<p>A condição de precário, não é nada de novo, nem aqui nem no resto do mundo, nem o aumento (dando de barato que houve de facto um aumento significativo) dos que trabalham em tais condições, parece indicar uma restruturação da relação entre classes, que torne de súbito, os precários no tudo ou nada da revolução. </p>
<p>Nada disto implica, pôr em causa o carácter disciplinario do trabalho precário, especialmente quando imposto sobre jovens recém chegados ao mercado de trabalho.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: DanCaribé		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/66624/#comment-85381</link>

		<dc:creator><![CDATA[DanCaribé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2012 11:20:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sendo bem franco com os dois comentadores anteriores, essas questões que levantam fogem por completo do foco do texto. Debatê-las aqui seria desviar do que realmente importa. As questões que o texto levanta parecem muito mais sérias, pois trata-se da vida de milhões e não apenas de vanguardas hoje pouco comentadas. Queria mesmos ver comentários em outra direção.

Sobre o texto, uma curiosidade. No Brasil - e me desculpem os portugueses que deveriam estar mais interessados no texto do que nós brasileiros - a esquerda inventou um novo partido inimigo, já que os partidos historicamente de direita são extremamente frágeis junto ao poder que o PT acumulou. Este partido é chamado de PIG [Partido da Imprensa Golpista]. Ora, por que é dado a um &quot;Partido da Imprensa&quot; esse poder de derrubar as estruturas, e para as mídias da esquerda há a acusação de não-propositiva e afastada das lutas? Ou será que toda forma de crítica é golpista, seja de esquerda ou de direita? Obviamente eu não concordo com esta tese do PIG, assim como jamais daria ao conjunto dos meios de comunicação de esquerda poder igual. Mas se conferem importância a um lado, por que tiram a importância do outro?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sendo bem franco com os dois comentadores anteriores, essas questões que levantam fogem por completo do foco do texto. Debatê-las aqui seria desviar do que realmente importa. As questões que o texto levanta parecem muito mais sérias, pois trata-se da vida de milhões e não apenas de vanguardas hoje pouco comentadas. Queria mesmos ver comentários em outra direção.</p>
<p>Sobre o texto, uma curiosidade. No Brasil &#8211; e me desculpem os portugueses que deveriam estar mais interessados no texto do que nós brasileiros &#8211; a esquerda inventou um novo partido inimigo, já que os partidos historicamente de direita são extremamente frágeis junto ao poder que o PT acumulou. Este partido é chamado de PIG [Partido da Imprensa Golpista]. Ora, por que é dado a um &#8220;Partido da Imprensa&#8221; esse poder de derrubar as estruturas, e para as mídias da esquerda há a acusação de não-propositiva e afastada das lutas? Ou será que toda forma de crítica é golpista, seja de esquerda ou de direita? Obviamente eu não concordo com esta tese do PIG, assim como jamais daria ao conjunto dos meios de comunicação de esquerda poder igual. Mas se conferem importância a um lado, por que tiram a importância do outro?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: mais perto agora?		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/66624/#comment-85348</link>

		<dc:creator><![CDATA[mais perto agora?]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2012 04:20:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Me parece que o texto faz a comparação entre as organizações anarquistas e os demais partidos de esquerda, que não necessariamente disputam as eleições burguesas. O que está em questão aí é a forma de fazer política: há organizações anarquistas que se aproximam da concepção leninista de que a consciência revolucionária vem de fora dos movimentos, a partir de uma atuação de uma vanguarda que possui a teoria correta.
Mais perto agora? Vamos abrir o debate, que a questão parece boa, apesar de não ser central no artigo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me parece que o texto faz a comparação entre as organizações anarquistas e os demais partidos de esquerda, que não necessariamente disputam as eleições burguesas. O que está em questão aí é a forma de fazer política: há organizações anarquistas que se aproximam da concepção leninista de que a consciência revolucionária vem de fora dos movimentos, a partir de uma atuação de uma vanguarda que possui a teoria correta.<br />
Mais perto agora? Vamos abrir o debate, que a questão parece boa, apesar de não ser central no artigo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: muito longe		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/66624/#comment-85256</link>

		<dc:creator><![CDATA[muito longe]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Nov 2012 14:05:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=66624#comment-85256</guid>

					<description><![CDATA[Não tenho conhecimento de nenhuma crítica que compare explicitamente organizações anarquistas a partidos activos no sistema representativo burguês. A existir, duvido que consiga construir um caso convincente. Se bem me recordo, nem mesmo as esquerdas alemã e holandesa, e suas herdeiras, sempre tão críticas das organizações anarquistas, recorreram a tal comparação. Ainda assim estou interessado em saber sobre que argumentos se baseia tão intrigante opinião, e iniciar, talvez, haja tempo e vontade para tal, um debate mais amplo sobre a forma e o conteúdo da luta revolucionária, aqui e agora]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não tenho conhecimento de nenhuma crítica que compare explicitamente organizações anarquistas a partidos activos no sistema representativo burguês. A existir, duvido que consiga construir um caso convincente. Se bem me recordo, nem mesmo as esquerdas alemã e holandesa, e suas herdeiras, sempre tão críticas das organizações anarquistas, recorreram a tal comparação. Ainda assim estou interessado em saber sobre que argumentos se baseia tão intrigante opinião, e iniciar, talvez, haja tempo e vontade para tal, um debate mais amplo sobre a forma e o conteúdo da luta revolucionária, aqui e agora</p>
]]></content:encoded>
		
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