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	Comentários sobre: Behemoth mata Leviatã e morre (2ª parte)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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	<item>
		<title>
		Por: Passa Palavra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67391/#comment-89736</link>

		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Dec 2012 13:48:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro Ignácio Leão,
1) Quanto à questão do nacionalismo e do desenvolvimentismo na esquerda brasileira, remetemos para o numeroso conjunto de artigos publicados neste site sob a etiqueta «Nunca Antes Na História Deste País»
http://passapalavra.info/?tag=nunca_antes_na_historia_deste_pais 
Os contextos são muito diferentes, mas a nossa postura antinacionalista é uma só.
2) Tanto quanto sabemos, não nos parece que a maioria da esquerda europeia esteja preocupada com a possibilidade de surgirem fascismos ou regimes fascizantes na sequência da crise na periferia meridional da zona euro. Isto parece-nos uma cegueira. Em Portugal, só vemos essa preocupação neste site e nos artigos que Miguel Serras Pereira tem publicado no &lt;em&gt;Vias de Facto&lt;/em&gt;:
http://viasfacto.blogspot.com.br/ 
Porém, há poucos dias publicámos um artigo de um grego acerca da difusão de medidas fascizantes na Grécia:
http://passapalavra.info/?p=68001]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ignácio Leão,<br />
1) Quanto à questão do nacionalismo e do desenvolvimentismo na esquerda brasileira, remetemos para o numeroso conjunto de artigos publicados neste site sob a etiqueta «Nunca Antes Na História Deste País»<br />
<a href="http://passapalavra.info/?tag=nunca_antes_na_historia_deste_pais" rel="ugc">http://passapalavra.info/?tag=nunca_antes_na_historia_deste_pais</a><br />
Os contextos são muito diferentes, mas a nossa postura antinacionalista é uma só.<br />
2) Tanto quanto sabemos, não nos parece que a maioria da esquerda europeia esteja preocupada com a possibilidade de surgirem fascismos ou regimes fascizantes na sequência da crise na periferia meridional da zona euro. Isto parece-nos uma cegueira. Em Portugal, só vemos essa preocupação neste site e nos artigos que Miguel Serras Pereira tem publicado no <em>Vias de Facto</em>:<br />
<a href="http://viasfacto.blogspot.com.br/" rel="nofollow ugc">http://viasfacto.blogspot.com.br/</a><br />
Porém, há poucos dias publicámos um artigo de um grego acerca da difusão de medidas fascizantes na Grécia:<br />
<a href="http://passapalavra.info/?p=68001" rel="ugc">http://passapalavra.info/?p=68001</a></p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Ignácio Leão		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67391/#comment-89728</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ignácio Leão]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Dec 2012 13:05:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Prezados do coletivo Passapalavra,

(1) Não sei se estou a me equivocar, mas ao ler as críticas que vocês tecem à esquerda portuguesa, as relaciono diretamente com uma determinada ala da esquerda brasileira que atualmente faz debates em torno do chamado novo desenvolvimentismo.
Está certo que as condições econômicas destes dois países andam diferentes no momento, mas a ideologia do nacionalismo está presente em ambos.
(2) Também tenho outra dúvida. Dentro desta realidade de crise que a Europa está inserida, como a esquerda européia - ou parte dela - vê a possibilidade de surgimento de novos regimes com características fascistas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados do coletivo Passapalavra,</p>
<p>(1) Não sei se estou a me equivocar, mas ao ler as críticas que vocês tecem à esquerda portuguesa, as relaciono diretamente com uma determinada ala da esquerda brasileira que atualmente faz debates em torno do chamado novo desenvolvimentismo.<br />
Está certo que as condições econômicas destes dois países andam diferentes no momento, mas a ideologia do nacionalismo está presente em ambos.<br />
(2) Também tenho outra dúvida. Dentro desta realidade de crise que a Europa está inserida, como a esquerda européia &#8211; ou parte dela &#8211; vê a possibilidade de surgimento de novos regimes com características fascistas?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fernando		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67391/#comment-87356</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Nov 2012 16:55:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Até que ponto se revêem nos slogans dos «ataques à soberania nacional», da «necessidade de defender a produção nacional» e de «defender o país contra colonizadores e colaboracionistas», sabendo e tomando conhecimento dos pontos em comum que tais discursos têm com as propostas da direita mais extrema?&quot;

Uma diferença fundamental entre o PCP e os partidos fascistas é que estes partilham uma visão de &quot;fim de História&quot; a partir do momento em que o país ganhe a sua &quot;independência nacional&quot;, ao passo que o PCP, por mais nacionalista que seja, tem como objectivo romper com a actual situação e deseja que vários outros países sigam a mesma via. No fundo, esta posição mais &quot;imediatista&quot; parte do facto de a luta de classes estar a ser vencida por quem nós sabemos.

Podemos especular que talvez o PCP lutasse por essa via mais independentista mesmo se a nível europeu se estivesse na iminiência de o GUE/GNL ganhar eleições. E aí sim, penso que está um debate interessante e uma provocação que deve ser dirigida ao PCP: &quot;que União Europeia?&quot;

De resto, ao invés de se focar unicamente no seu ideal de sociedade, o PCP faz propostas &quot;realistas&quot; que implementaria caso ganhasse eleições. Propostas essas que são visivelmente erradas porque não respondem aos problemas concretos de uma &quot;economia de transição para o socialismo&quot;, pois não visam combater o capitalismo ao apoiarem-se na fortificação da pequena propriedade. É lamentável. O PCP deveria apenas declarar-se por uma reforma constitucional que impeça a existência de propriedade privada e pela auto-gestão de todos os locais de trabalho. Se isso chegaria para assustar toda a pequena burguesia é coisa que não importa, pois há que lhes explicar que são uma classe sem futuro histórico. Devia também declarar-se que essa nova constituição só poderia ver a luz do dia no momento em que a revolução esteja prestes a eclodir no mundo inteiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Até que ponto se revêem nos slogans dos «ataques à soberania nacional», da «necessidade de defender a produção nacional» e de «defender o país contra colonizadores e colaboracionistas», sabendo e tomando conhecimento dos pontos em comum que tais discursos têm com as propostas da direita mais extrema?&#8221;</p>
<p>Uma diferença fundamental entre o PCP e os partidos fascistas é que estes partilham uma visão de &#8220;fim de História&#8221; a partir do momento em que o país ganhe a sua &#8220;independência nacional&#8221;, ao passo que o PCP, por mais nacionalista que seja, tem como objectivo romper com a actual situação e deseja que vários outros países sigam a mesma via. No fundo, esta posição mais &#8220;imediatista&#8221; parte do facto de a luta de classes estar a ser vencida por quem nós sabemos.</p>
<p>Podemos especular que talvez o PCP lutasse por essa via mais independentista mesmo se a nível europeu se estivesse na iminiência de o GUE/GNL ganhar eleições. E aí sim, penso que está um debate interessante e uma provocação que deve ser dirigida ao PCP: &#8220;que União Europeia?&#8221;</p>
<p>De resto, ao invés de se focar unicamente no seu ideal de sociedade, o PCP faz propostas &#8220;realistas&#8221; que implementaria caso ganhasse eleições. Propostas essas que são visivelmente erradas porque não respondem aos problemas concretos de uma &#8220;economia de transição para o socialismo&#8221;, pois não visam combater o capitalismo ao apoiarem-se na fortificação da pequena propriedade. É lamentável. O PCP deveria apenas declarar-se por uma reforma constitucional que impeça a existência de propriedade privada e pela auto-gestão de todos os locais de trabalho. Se isso chegaria para assustar toda a pequena burguesia é coisa que não importa, pois há que lhes explicar que são uma classe sem futuro histórico. Devia também declarar-se que essa nova constituição só poderia ver a luz do dia no momento em que a revolução esteja prestes a eclodir no mundo inteiro.</p>
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