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	Comentários sobre: A penosa construção da classe trabalhadora	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67708/#comment-87636</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2012 02:32:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lucas,

qualquer dos dados que você pede é suficiente para identificar a situação a que este artigo se refere. Por isto achei engraçado. Parece mania de pesquisador esta precisão excessiva, nada mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lucas,</p>
<p>qualquer dos dados que você pede é suficiente para identificar a situação a que este artigo se refere. Por isto achei engraçado. Parece mania de pesquisador esta precisão excessiva, nada mais.</p>
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		<title>
		Por: Passa Palavra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67708/#comment-87605</link>

		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2012 23:02:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lucas, 

Infelizmente muitas das suas questões não poderão ser respondidas, pois estaríamos indicando algumas situações específicas que poderiam causar situações com problemas extremos, com riscos aos envolvidos. 
Mas, o mais importante, que gostaríamos que ficasse frisado com este texto, é que além das pressões normais sobre a ocupação (repressão policial, jurídica, etc), existe por parte do governo a prática de cooptação do movimento de ocupações, na busca por torna-lo passivo frente ao controle do Estado. 
Por outro lado, parte do grupo de apoio também sustentou uma metodologia de trabalho com os ocupados que manteve esta passividade. Podemos especular que isto esteja vinculado à forma como concebem a ação política, na busca pela instituição de hierarquias e lideranças. 
O fato é que a ocupação só passou a se movimentar quando uma parte reduzida do grupo resolveu ir lá e fazer, não para e não por, mas de forma a ir familiarizando as pessoas com os possíveis instrumentos de luta para que elas tomem o controle da situação. Algo que, como o próprio título diz, é penoso, de resultados lentos, mas muito mais sólidos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lucas, </p>
<p>Infelizmente muitas das suas questões não poderão ser respondidas, pois estaríamos indicando algumas situações específicas que poderiam causar situações com problemas extremos, com riscos aos envolvidos.<br />
Mas, o mais importante, que gostaríamos que ficasse frisado com este texto, é que além das pressões normais sobre a ocupação (repressão policial, jurídica, etc), existe por parte do governo a prática de cooptação do movimento de ocupações, na busca por torna-lo passivo frente ao controle do Estado.<br />
Por outro lado, parte do grupo de apoio também sustentou uma metodologia de trabalho com os ocupados que manteve esta passividade. Podemos especular que isto esteja vinculado à forma como concebem a ação política, na busca pela instituição de hierarquias e lideranças.<br />
O fato é que a ocupação só passou a se movimentar quando uma parte reduzida do grupo resolveu ir lá e fazer, não para e não por, mas de forma a ir familiarizando as pessoas com os possíveis instrumentos de luta para que elas tomem o controle da situação. Algo que, como o próprio título diz, é penoso, de resultados lentos, mas muito mais sólidos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67708/#comment-87568</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2012 18:24:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[eita, ninguém aqui falou em nomes, em &quot;relatórios confidenciais&quot;, vou apenas repetir os dados que me pareceram ficar faltando para que o leitor possa entender melhor de onde saem as reflexões:

1)Quem é este grupo “de auxílio”, do qual faz parte o narrador? 2)Um movimento social? 3)Que relação tinha com os moradores? 4)Como chegaram à essa ocupação? 5)Quantas pessoas eram deste grupo e da ocupação em geral? 6)Quais eram os setores que mobilizaram a campanha eleitoral? 7)Quanto tempo durou o processo inteiro descrito?

sobre os pontos:
1) não precisamos de nomes, siglas nem nada, mas do que se trata o grupo &quot;de auxílio&quot;? É um partido, é uma tendência, uma associação de moradores, uma pastoral... O leitor não tem como saber isso e certamente faz uma diferença grande na reflexão apresentada.
2) Pode ser respondido com sim ou não.
3) Não fica claro no texto se os moradores já conheciam de antes essas pessoas, não fica claro para o leitor se são pessoas que já tinham vínculo orgânico ou se são vistos pelos moradores como &quot;gente de fora&quot;.
4) Idem ao ponto 3.
5) A respeito da agrupação talvez não seja tão necessário saber o tamanho, a pesar de minha curiosidade, mas o tamanho da ocupação é sim importante para a análise.
6) Setores que mobilizam campanhas eleitorais são óbviamente públicas, nomeá-las seria entregar os companheiros? Não é importante para a esquerda conhecer como agem os diferentes grupos que a compõe?
7) Explicar o tempo decorrido do começo ao fim do relato é importante para o leitor entender a dinâmica do processo e não consigo ver como isso expõe alguém.

Como eu acredito que o intuito dos autores não é simplesmente utilizar um &quot;causo&quot; demasiado vago para dar uma sustentação forte para suas reflexões (caso contrário basta economizar as linhas gastas com o relato), vale a pena tentar melhorar o relato. Ou não? Não estou falando que é necessário expor os companheiros, mas será mesmo que é IMPOSSÍVEL dar mais informações, com o objetivo de levar o leitor a percorrer as reflexões melhor munido de suas bases empíricas?

Acho mais honesto usar este post para dar minha opinião e ajudar a construir o conhecimento &quot;da esquerda&quot;, do que ficar rindo, como este Manolo, ou apenas impressionando-me, como Legume.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>eita, ninguém aqui falou em nomes, em &#8220;relatórios confidenciais&#8221;, vou apenas repetir os dados que me pareceram ficar faltando para que o leitor possa entender melhor de onde saem as reflexões:</p>
<p>1)Quem é este grupo “de auxílio”, do qual faz parte o narrador? 2)Um movimento social? 3)Que relação tinha com os moradores? 4)Como chegaram à essa ocupação? 5)Quantas pessoas eram deste grupo e da ocupação em geral? 6)Quais eram os setores que mobilizaram a campanha eleitoral? 7)Quanto tempo durou o processo inteiro descrito?</p>
<p>sobre os pontos:<br />
1) não precisamos de nomes, siglas nem nada, mas do que se trata o grupo &#8220;de auxílio&#8221;? É um partido, é uma tendência, uma associação de moradores, uma pastoral&#8230; O leitor não tem como saber isso e certamente faz uma diferença grande na reflexão apresentada.<br />
2) Pode ser respondido com sim ou não.<br />
3) Não fica claro no texto se os moradores já conheciam de antes essas pessoas, não fica claro para o leitor se são pessoas que já tinham vínculo orgânico ou se são vistos pelos moradores como &#8220;gente de fora&#8221;.<br />
4) Idem ao ponto 3.<br />
5) A respeito da agrupação talvez não seja tão necessário saber o tamanho, a pesar de minha curiosidade, mas o tamanho da ocupação é sim importante para a análise.<br />
6) Setores que mobilizam campanhas eleitorais são óbviamente públicas, nomeá-las seria entregar os companheiros? Não é importante para a esquerda conhecer como agem os diferentes grupos que a compõe?<br />
7) Explicar o tempo decorrido do começo ao fim do relato é importante para o leitor entender a dinâmica do processo e não consigo ver como isso expõe alguém.</p>
<p>Como eu acredito que o intuito dos autores não é simplesmente utilizar um &#8220;causo&#8221; demasiado vago para dar uma sustentação forte para suas reflexões (caso contrário basta economizar as linhas gastas com o relato), vale a pena tentar melhorar o relato. Ou não? Não estou falando que é necessário expor os companheiros, mas será mesmo que é IMPOSSÍVEL dar mais informações, com o objetivo de levar o leitor a percorrer as reflexões melhor munido de suas bases empíricas?</p>
<p>Acho mais honesto usar este post para dar minha opinião e ajudar a construir o conhecimento &#8220;da esquerda&#8221;, do que ficar rindo, como este Manolo, ou apenas impressionando-me, como Legume.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67708/#comment-87527</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2012 12:59:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Engraçado este Alex. Vê que o conteúdo do grupo de estudos é eminentemente prático, e ainda vem reclamar só porque deram-lhe o nome de grupo de &quot;estudos&quot;.

Engraçado este Lucas. Está vendo que o bicho está pegando no lugar, que pessoas estão correndo risco de vida e ainda quer que todo mundo saia por aí de cara limpa.

Muito engraçado, tudo isto. Menos para quem está lá na ponta, óbvio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Engraçado este Alex. Vê que o conteúdo do grupo de estudos é eminentemente prático, e ainda vem reclamar só porque deram-lhe o nome de grupo de &#8220;estudos&#8221;.</p>
<p>Engraçado este Lucas. Está vendo que o bicho está pegando no lugar, que pessoas estão correndo risco de vida e ainda quer que todo mundo saia por aí de cara limpa.</p>
<p>Muito engraçado, tudo isto. Menos para quem está lá na ponta, óbvio.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Passa Palavra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67708/#comment-87396</link>

		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Nov 2012 21:26:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Karl Marx não comprometeu a segurança de ninguém ao citar os relatórios dos inspetores de fábrica. Mas foi sempre discreto a respeito dos relatórios confidenciais recebidos diretamente de informadores ativos nos locais. Este site tem como objetivo, entre outros, fazer uma “crítica mordaz e corajosa”. Mas não tem como objetivo comprometer a segurança de companheiros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Karl Marx não comprometeu a segurança de ninguém ao citar os relatórios dos inspetores de fábrica. Mas foi sempre discreto a respeito dos relatórios confidenciais recebidos diretamente de informadores ativos nos locais. Este site tem como objetivo, entre outros, fazer uma “crítica mordaz e corajosa”. Mas não tem como objetivo comprometer a segurança de companheiros.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67708/#comment-87395</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Nov 2012 21:14:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Legume, se alguem relata algo e pretende desenvolver uma reflexão em cima do relato a qualidade da reflexão pode ser fantástica, mas se não houver conexão entre relato e reflexão a coisa fica sem força, não?
Imagine Marx explicando a mais-valia sem fazer menção aos processos fabris existentes, sem falar sobre algodão, sem falar sobre história, ele não estaria errado, no entanto certamente ninguém o estaria lendo hoje em dia, seria apenas especulação.

Oras, não é exatamente este blog que propõe uma crítica mordaz e corajosa? Não estou tentando fazer nada além disso ao apontar no estilo e na retórica do texto o que me parece falhar. Se não se aceitam críticas não sei por que abrir comentários ao final do texto. Um debatezinho não é o fim da esquerda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Legume, se alguem relata algo e pretende desenvolver uma reflexão em cima do relato a qualidade da reflexão pode ser fantástica, mas se não houver conexão entre relato e reflexão a coisa fica sem força, não?<br />
Imagine Marx explicando a mais-valia sem fazer menção aos processos fabris existentes, sem falar sobre algodão, sem falar sobre história, ele não estaria errado, no entanto certamente ninguém o estaria lendo hoje em dia, seria apenas especulação.</p>
<p>Oras, não é exatamente este blog que propõe uma crítica mordaz e corajosa? Não estou tentando fazer nada além disso ao apontar no estilo e na retórica do texto o que me parece falhar. Se não se aceitam críticas não sei por que abrir comentários ao final do texto. Um debatezinho não é o fim da esquerda.</p>
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		<title>
		Por: Jorge		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67708/#comment-87300</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jorge]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Nov 2012 10:27:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sem entrar no mérito do que corre na veia dos militantes, fiquei pensando se para Alex os problemas de passividade enfrentados cotidianamente são tão comuns que não merecem ser debatidos? Ou se apenas os movimentos podem fazê-lo, já que têm as estratégias claras de luta?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sem entrar no mérito do que corre na veia dos militantes, fiquei pensando se para Alex os problemas de passividade enfrentados cotidianamente são tão comuns que não merecem ser debatidos? Ou se apenas os movimentos podem fazê-lo, já que têm as estratégias claras de luta?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67708/#comment-87196</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2012 23:33:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Intelectuais são engraçados... ante o &quot;marasmo&quot; a única coisa atitude de militancia pratica a tomar: &quot;iniciar um grupo de estudos&quot;. rrsrs
Claro que é importante o que estão fazendo. Mas parece que falta um pouquinho de sangue proletário nas veias... ou de realidade concreta como o próprio texto denuncia. Os problemas enumerados no texto quanto à atitude passiva do povo é enfrentada diariamente por quem luta no movimento popular. São poucos os movimentos que tem hoje práticas educadoras permanentes e estratégias claras de luta. Quando tem são acusados de usar o povo como massa de manobra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Intelectuais são engraçados&#8230; ante o &#8220;marasmo&#8221; a única coisa atitude de militancia pratica a tomar: &#8220;iniciar um grupo de estudos&#8221;. rrsrs<br />
Claro que é importante o que estão fazendo. Mas parece que falta um pouquinho de sangue proletário nas veias&#8230; ou de realidade concreta como o próprio texto denuncia. Os problemas enumerados no texto quanto à atitude passiva do povo é enfrentada diariamente por quem luta no movimento popular. São poucos os movimentos que tem hoje práticas educadoras permanentes e estratégias claras de luta. Quando tem são acusados de usar o povo como massa de manobra.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Legume Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67708/#comment-87059</link>

		<dc:creator><![CDATA[Legume Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2012 08:55:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Impressiona-me a postura da esquerda, se nomeiam-se os agentes fala-se que estão enfraqeucendo os movimentos sociais e fazendo o jogo da direita; se não são nomeados diz-se que as reflexões ficam sem lastro. Assim é melhor não darmos um passo para fora de nossas casas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Impressiona-me a postura da esquerda, se nomeiam-se os agentes fala-se que estão enfraqeucendo os movimentos sociais e fazendo o jogo da direita; se não são nomeados diz-se que as reflexões ficam sem lastro. Assim é melhor não darmos um passo para fora de nossas casas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/67708/#comment-87002</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2012 01:41:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[são reflexões importantes, mas creio que seriam mais úteis se trouxesse mais detalhes do relato, sem eles me parece que não se pode tirar muita coisa da experiência, as reflexões ficam sem muito lastro (com o devido perdão ao qualquer leitor com experiência de militância prática em circunstâncias).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>são reflexões importantes, mas creio que seriam mais úteis se trouxesse mais detalhes do relato, sem eles me parece que não se pode tirar muita coisa da experiência, as reflexões ficam sem muito lastro (com o devido perdão ao qualquer leitor com experiência de militância prática em circunstâncias).</p>
]]></content:encoded>
		
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