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	Comentários sobre: Acampamento Pedro Nascimento e a soma da indiferença	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Rodrigo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/68392/#comment-89608</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Dec 2012 19:55:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Paulo Winicius,
Não acho que é o caso de detalharmos aqui quantas vezes foram, quais e o que fizeram em prol do movimento, penso que este será um exercício pouco frutífero para todos nós. 
Digo ainda que quase ninguém sabe o que está acontecendo no acampamento, demonstrando o esquecimento aludido no final do artigo. Por outro lado, várias organizações têm procurado se manter simbolicamente próximas ao movimento, já que esta é uma forma de legitimar as próprias agendas políticas. Porém, neste momento, acho que não interessa a mim nem a outros companheiros o que quer que tenham pretensão de fazer com este capital simbólico (desde que não jogue contra a ocupação), mas que se todas estas organizações estão dispostas a se manterem próximas ao acampamento, é imprescindível que também estejam dispostas a constituírem grupos de trabalho para prestar apoio prático. Faz muitos meses que somente poucas pessoas (menos de uma meia-dúzia) têm comparecido ao acampamento para tentar desenvolver algum trabalho por lá. Insisto que a situação lá é por demais precária e sem cairmos em qualquer demagogia, penso que é um dever básico de qualquer militante que se considere de esquerda, ajudar de forma contundente no desenvolvimento das lutas de base em curso (ou pelo menos deveria ser), cujos resultados tendem a melhorar o ambiente político para todas as lutas sociais na cidade. Por isto, defendo a crítica a tudo que puder ser criticado, pois assim temos condição de parar para pensar nossa atuação, tendo como substrato os erros passados para avançarmos na construção da luta. Ou seja, ao invés de uma pura rejeição da crítica, seria bom para nós todos que toda a esquerda goiana mostrasse com ações que o final do artigo está errado. Mas friso, com ações. Saudações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Winicius,<br />
Não acho que é o caso de detalharmos aqui quantas vezes foram, quais e o que fizeram em prol do movimento, penso que este será um exercício pouco frutífero para todos nós.<br />
Digo ainda que quase ninguém sabe o que está acontecendo no acampamento, demonstrando o esquecimento aludido no final do artigo. Por outro lado, várias organizações têm procurado se manter simbolicamente próximas ao movimento, já que esta é uma forma de legitimar as próprias agendas políticas. Porém, neste momento, acho que não interessa a mim nem a outros companheiros o que quer que tenham pretensão de fazer com este capital simbólico (desde que não jogue contra a ocupação), mas que se todas estas organizações estão dispostas a se manterem próximas ao acampamento, é imprescindível que também estejam dispostas a constituírem grupos de trabalho para prestar apoio prático. Faz muitos meses que somente poucas pessoas (menos de uma meia-dúzia) têm comparecido ao acampamento para tentar desenvolver algum trabalho por lá. Insisto que a situação lá é por demais precária e sem cairmos em qualquer demagogia, penso que é um dever básico de qualquer militante que se considere de esquerda, ajudar de forma contundente no desenvolvimento das lutas de base em curso (ou pelo menos deveria ser), cujos resultados tendem a melhorar o ambiente político para todas as lutas sociais na cidade. Por isto, defendo a crítica a tudo que puder ser criticado, pois assim temos condição de parar para pensar nossa atuação, tendo como substrato os erros passados para avançarmos na construção da luta. Ou seja, ao invés de uma pura rejeição da crítica, seria bom para nós todos que toda a esquerda goiana mostrasse com ações que o final do artigo está errado. Mas friso, com ações. Saudações.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/68392/#comment-89462</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Dec 2012 10:24:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em Agosto de 2010 o &lt;em&gt;Passa Palavra&lt;/em&gt; publicou um importante artigo intitulado «Entre o fogo e a panela: movimentos sociais e burocratização»
http://passapalavra.info/?p=27717 
Esse artigo mostra que é tão imperioso proceder à crítica dos inimigos externos dos movimentos sociais como à crítica das suas fragilidades e dos inimigos internos que se geram nessas fragilidades. E a crítica não tem efeito se se restringir ao pequeno número dos activistas e dirigentes. Uma luta não é propriedade de ninguém. A análise crítica deve ser permanente e pública, para que todos nela possam participar e para que as fragilidades, as degenerescências e as burocratizações possam ser resolvidas e impedidas desde início.
O argumento de que a crítica se deve concentrar nos inimigos externos tem sido de grande utilidade para os inimigos internos. Foi com o uso maciço desse argumento que o stalinismo se desenvolveu, e a táctica reproduz-se de cada vez. Parabéns aos autores do artigo, pela coragem que tiveram em dar o nome às coisas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Agosto de 2010 o <em>Passa Palavra</em> publicou um importante artigo intitulado «Entre o fogo e a panela: movimentos sociais e burocratização»<br />
<a href="http://passapalavra.info/?p=27717" rel="ugc">http://passapalavra.info/?p=27717</a><br />
Esse artigo mostra que é tão imperioso proceder à crítica dos inimigos externos dos movimentos sociais como à crítica das suas fragilidades e dos inimigos internos que se geram nessas fragilidades. E a crítica não tem efeito se se restringir ao pequeno número dos activistas e dirigentes. Uma luta não é propriedade de ninguém. A análise crítica deve ser permanente e pública, para que todos nela possam participar e para que as fragilidades, as degenerescências e as burocratizações possam ser resolvidas e impedidas desde início.<br />
O argumento de que a crítica se deve concentrar nos inimigos externos tem sido de grande utilidade para os inimigos internos. Foi com o uso maciço desse argumento que o stalinismo se desenvolveu, e a táctica reproduz-se de cada vez. Parabéns aos autores do artigo, pela coragem que tiveram em dar o nome às coisas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Paulo Winicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/68392/#comment-89404</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Winicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Dec 2012 00:43:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Companheiros,

ao contrário do que foi escrito a esquerda não relega ao esquecimento essa luta, pelo contrário está na luta do movimento ( conforme reconhecido pelo companheiro Rodrigo) .Portanto é um equívoco do texto , e digo que isso não contribui em nada, o momento é de construir unidade na luta . 

E quanto á crítica do Tales, nós compartilhamos textos que condizem com a verdade , e se entendemos que esse não condiz, não compartilhamos . Quanto à luta, essa sempre será compartilhada, até porque esse não é o único texto e espaço que divulga a luta.

Não nos sentimos provocados a ir apoiar o movimento, porque nós já estamos fazendo isso . Se os companheiros entendem que a esquerda deva reforçar, potencializar, aumentar sua intervenção, aí a frase final com certeza não seria a que foi escrita.

Saudações de luta, que nossas críticas públicas possam se concentrar nos inimigos de nossa classe.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Companheiros,</p>
<p>ao contrário do que foi escrito a esquerda não relega ao esquecimento essa luta, pelo contrário está na luta do movimento ( conforme reconhecido pelo companheiro Rodrigo) .Portanto é um equívoco do texto , e digo que isso não contribui em nada, o momento é de construir unidade na luta . </p>
<p>E quanto á crítica do Tales, nós compartilhamos textos que condizem com a verdade , e se entendemos que esse não condiz, não compartilhamos . Quanto à luta, essa sempre será compartilhada, até porque esse não é o único texto e espaço que divulga a luta.</p>
<p>Não nos sentimos provocados a ir apoiar o movimento, porque nós já estamos fazendo isso . Se os companheiros entendem que a esquerda deva reforçar, potencializar, aumentar sua intervenção, aí a frase final com certeza não seria a que foi escrita.</p>
<p>Saudações de luta, que nossas críticas públicas possam se concentrar nos inimigos de nossa classe.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rodrigo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/68392/#comment-89367</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2012 20:48:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=68392#comment-89367</guid>

					<description><![CDATA[Paulo Winicius, 
Entendo o final do texto de forma muito diferente, não vejo ali qualquer &#039;preciosismo&#039;, mas somente a constatação que o apoio que se presta ao acampamento em muitos casos não passa de um apoio discursivo, restrito ao âmbito ideológico. É evidente que a Eronilde e o Zelito estão apoiando ativamente o movimento, eu ainda citaria muitas outras pessoas (mas por uma questão de ética e segurança prefiro não nomeá-los). Porém, entendo que o objetivo do final deste texto não é denunciar qualquer grupo, mas antes chamar a atenção que os acampados estão constituindo uma ideia muito prejudicial ao futuro do movimento, que é a de que ninguém está disposto a contribuir com a luta deles. Se sentem isolados, sós, algo que constatam pela falta de atuação dentro do acampamento. Penso que ao invés de se verem depreciados, deveriam se sentir provocados a irem lá e atuarem diretamente junto aos acampados, rompendo este isolamento, construindo relações práticas de solidariedade. O pessoal lá é carente de muita coisa, para além da carência material obvia. Precisam de apoio, mãos que estejam dispostas a criarem junto com eles novas possibilidades sociais.
Saudações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Winicius,<br />
Entendo o final do texto de forma muito diferente, não vejo ali qualquer &#8216;preciosismo&#8217;, mas somente a constatação que o apoio que se presta ao acampamento em muitos casos não passa de um apoio discursivo, restrito ao âmbito ideológico. É evidente que a Eronilde e o Zelito estão apoiando ativamente o movimento, eu ainda citaria muitas outras pessoas (mas por uma questão de ética e segurança prefiro não nomeá-los). Porém, entendo que o objetivo do final deste texto não é denunciar qualquer grupo, mas antes chamar a atenção que os acampados estão constituindo uma ideia muito prejudicial ao futuro do movimento, que é a de que ninguém está disposto a contribuir com a luta deles. Se sentem isolados, sós, algo que constatam pela falta de atuação dentro do acampamento. Penso que ao invés de se verem depreciados, deveriam se sentir provocados a irem lá e atuarem diretamente junto aos acampados, rompendo este isolamento, construindo relações práticas de solidariedade. O pessoal lá é carente de muita coisa, para além da carência material obvia. Precisam de apoio, mãos que estejam dispostas a criarem junto com eles novas possibilidades sociais.<br />
Saudações.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Tales		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/68392/#comment-89366</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tales]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2012 20:46:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=68392#comment-89366</guid>

					<description><![CDATA[Caro Paulo Winicius,

Preciosismo é justamente não compartilhar um texto que relata uma manifestação pensada e organizada pelo acampados, em decorrência de uma crítica à não participação da esquerda da cidade. 

Os companheiros só compartilham textos que são citados positivamente ou não são criticados?

E crítica pública então não serve para construção e fortalecimento da luta, para chamar para a participação?

O que o texto aponta é justamente o abandono, a falta de apoio que se tem verificado ao acampamento. Seria necessário irem ao local e auxiliar os moradores, e não apenas ficar se lamentando por uma crítica feita. Aí sim haveria uma possibilidade de mudança de cenário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Paulo Winicius,</p>
<p>Preciosismo é justamente não compartilhar um texto que relata uma manifestação pensada e organizada pelo acampados, em decorrência de uma crítica à não participação da esquerda da cidade. </p>
<p>Os companheiros só compartilham textos que são citados positivamente ou não são criticados?</p>
<p>E crítica pública então não serve para construção e fortalecimento da luta, para chamar para a participação?</p>
<p>O que o texto aponta é justamente o abandono, a falta de apoio que se tem verificado ao acampamento. Seria necessário irem ao local e auxiliar os moradores, e não apenas ficar se lamentando por uma crítica feita. Aí sim haveria uma possibilidade de mudança de cenário.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Paulo Winicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/68392/#comment-89357</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Winicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2012 19:29:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=68392#comment-89357</guid>

					<description><![CDATA[Companheiros , não sei de que esquerda aqui se está falando na ultima frase :  &quot; é a luta diária pela sobrevivência e que até mesmo a esquerda em Goiânia, em seu casulo ideológico, insiste em relegar ao esquecimento. &quot; , porque PSOL , PCB e PSTU estão já há muito tempo lutando junto com o movimento, vide a companheira Eronilde, companheiro Zelito, eu mesmo estive em diversas atividades . 
Em um momento onde precisamos aglutinar pra fortalecer a luta , esse tipo de preciosismo do fim do texto não contribui mesmo, não que ninguém vá se afastar da luta , mas esse texto por exemplo, muitos companheiros já deixam de compartilhar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Companheiros , não sei de que esquerda aqui se está falando na ultima frase :  &#8221; é a luta diária pela sobrevivência e que até mesmo a esquerda em Goiânia, em seu casulo ideológico, insiste em relegar ao esquecimento. &#8221; , porque PSOL , PCB e PSTU estão já há muito tempo lutando junto com o movimento, vide a companheira Eronilde, companheiro Zelito, eu mesmo estive em diversas atividades .<br />
Em um momento onde precisamos aglutinar pra fortalecer a luta , esse tipo de preciosismo do fim do texto não contribui mesmo, não que ninguém vá se afastar da luta , mas esse texto por exemplo, muitos companheiros já deixam de compartilhar.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ILDEFONSO PENTEADO		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/11/68392/#comment-89341</link>

		<dc:creator><![CDATA[ILDEFONSO PENTEADO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2012 17:24:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=68392#comment-89341</guid>

					<description><![CDATA[AFINAL ESTAMOS EM UMA DEMOCRACIA,OU ESTAMOS EM UMA NAU SEM RUMO !]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>AFINAL ESTAMOS EM UMA DEMOCRACIA,OU ESTAMOS EM UMA NAU SEM RUMO !</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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