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	Comentários sobre: Assentamento Milton Santos: ocupação da Secretaria da Presidência	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Leonel		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/12/69071/#comment-92642</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leonel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Dec 2012 13:34:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Percebemos o caráter burocratico e governista que assume o MST. Em plena possibilidade de massacre dos irmãos da ocupação,é este tipo de postura adotada por um dos maiores movimentos sociais do mundo? Vergonhoso...

Ao menos os camaradas da ocupação conseguiram, através da práxis, obter autonomia de pensamento e ação e conseguiram fazer alguma movimentação concreta em defesa de suas EXISTÊNCIAS. Força camaradas! No que precisarem estou a disposição através do e-mail. Vou tentar articular alguma atividade aqui em solidariedade para publicarmos em algum jornal  fazermos alguma propaganda da luta.

Hasta la victória...siempre!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Percebemos o caráter burocratico e governista que assume o MST. Em plena possibilidade de massacre dos irmãos da ocupação,é este tipo de postura adotada por um dos maiores movimentos sociais do mundo? Vergonhoso&#8230;</p>
<p>Ao menos os camaradas da ocupação conseguiram, através da práxis, obter autonomia de pensamento e ação e conseguiram fazer alguma movimentação concreta em defesa de suas EXISTÊNCIAS. Força camaradas! No que precisarem estou a disposição através do e-mail. Vou tentar articular alguma atividade aqui em solidariedade para publicarmos em algum jornal  fazermos alguma propaganda da luta.</p>
<p>Hasta la victória&#8230;siempre!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alex		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/12/69071/#comment-92442</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alex]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2012 01:33:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caros,
De fato o momento não é o de dividir, mas de união para esta luta de resistência pelo assentamento.
Espero estar redondamente enganado, mas as coisas parecem estar se agravando e muito. E não é apenas pelo &quot;singelo&quot; parágrafo na página do MST (e republicado na generalidade das mídias de esquerda) que se justifica como não responsável pela ocupação da secretaria da presidência em SP (ação militante e de luta que, diga-se de passagem, quase passou praticamente sem menção por esta mesma mídia).
Lê-se, com esperança, na página do movimento que na terça-feira a superintendência do Incra em SP foi ocupada &quot;pela desapropriação definitiva de área do assentamento&quot; e que iria &quot;cobrar medidas concretas&quot; para tal, e ainda que &quot;permanecerão no local até que o Incra apresente um plano de trabalho contra o despejo do assentamento Milton Santos e de outras áreas ameaçadas pelo Poder Judiciário.&quot; (&lt;a href=&quot;http://www.mst.org.br/content/mst-ocupa-incra-para-cobrar-desapropriacao-de-area-do-assentamento-milton-santos&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.mst.org.br/content/mst-ocupa-incra-para-cobrar-desapropriacao-de-area-do-assentamento-milton-santos&lt;/a&gt;)

Contudo, já nesta quarta-feira, me surpreendo ao ler novamente a página do MST. Não com a notícia de que saíram da superintendência em direção ao acampamento no Milton Santos (o que vem a ser uma ação de união e força), mas ao não indicarem nada sobre as &quot;medidas concretas&quot; ou quanto ao &quot;plano de trabalho contra o despejo&quot; pelo Incra. E mais ainda, alegam que por um &quot;imbróglio jurídico&quot; a presidente Dilma nada pode fazer enquanto a Justiça não passar as terras à família Abdalla. E pior, que o Incra recebeu na terça-feira, 11/12, a citação para a reintegração de posse, passando a valer o prazo de 15 dias, que se encerra, portanto, logo nas festas natalinas  (&lt;a href=&quot;http://www.mst.org.br/MST-deixa-o-Incra-e-teme-novo-Pinheirinho&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;http://www.mst.org.br/MST-deixa-o-Incra-e-teme-novo-Pinheirinho&lt;/a&gt;). 

Pelo visto, a resistência direta parece ser um dos únicos caminhos que restam para que as famílias mantenham suas vidas, suas casas, os anos de vida que investiram, seu futuro e dignidade. Isso explica muito do porque os assentados resolveram em assembléia ocupar a secretaria da presidência e estão dispostos a radicalizar na defesa de seus direitos.
É este o momento de demonstrar, na prática, a solidariedade militante e de classe. DESAPROPRIAÇÃO JÁ PARA O ASSENTAMENTO MILTON SANTOS!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros,<br />
De fato o momento não é o de dividir, mas de união para esta luta de resistência pelo assentamento.<br />
Espero estar redondamente enganado, mas as coisas parecem estar se agravando e muito. E não é apenas pelo &#8220;singelo&#8221; parágrafo na página do MST (e republicado na generalidade das mídias de esquerda) que se justifica como não responsável pela ocupação da secretaria da presidência em SP (ação militante e de luta que, diga-se de passagem, quase passou praticamente sem menção por esta mesma mídia).<br />
Lê-se, com esperança, na página do movimento que na terça-feira a superintendência do Incra em SP foi ocupada &#8220;pela desapropriação definitiva de área do assentamento&#8221; e que iria &#8220;cobrar medidas concretas&#8221; para tal, e ainda que &#8220;permanecerão no local até que o Incra apresente um plano de trabalho contra o despejo do assentamento Milton Santos e de outras áreas ameaçadas pelo Poder Judiciário.&#8221; (<a href="http://www.mst.org.br/content/mst-ocupa-incra-para-cobrar-desapropriacao-de-area-do-assentamento-milton-santos" target="_blank" rel="nofollow">http://www.mst.org.br/content/mst-ocupa-incra-para-cobrar-desapropriacao-de-area-do-assentamento-milton-santos</a>)</p>
<p>Contudo, já nesta quarta-feira, me surpreendo ao ler novamente a página do MST. Não com a notícia de que saíram da superintendência em direção ao acampamento no Milton Santos (o que vem a ser uma ação de união e força), mas ao não indicarem nada sobre as &#8220;medidas concretas&#8221; ou quanto ao &#8220;plano de trabalho contra o despejo&#8221; pelo Incra. E mais ainda, alegam que por um &#8220;imbróglio jurídico&#8221; a presidente Dilma nada pode fazer enquanto a Justiça não passar as terras à família Abdalla. E pior, que o Incra recebeu na terça-feira, 11/12, a citação para a reintegração de posse, passando a valer o prazo de 15 dias, que se encerra, portanto, logo nas festas natalinas  (<a href="http://www.mst.org.br/MST-deixa-o-Incra-e-teme-novo-Pinheirinho" target="_blank" rel="nofollow">http://www.mst.org.br/MST-deixa-o-Incra-e-teme-novo-Pinheirinho</a>). </p>
<p>Pelo visto, a resistência direta parece ser um dos únicos caminhos que restam para que as famílias mantenham suas vidas, suas casas, os anos de vida que investiram, seu futuro e dignidade. Isso explica muito do porque os assentados resolveram em assembléia ocupar a secretaria da presidência e estão dispostos a radicalizar na defesa de seus direitos.<br />
É este o momento de demonstrar, na prática, a solidariedade militante e de classe. DESAPROPRIAÇÃO JÁ PARA O ASSENTAMENTO MILTON SANTOS!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rodrigo Lima		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/12/69071/#comment-92410</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 18:01:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Infelizmente nesse momento em que estamos apreensivos diante da possibilidade real de um despejo extremamente violento na região de americana, tive que ler o comentário do Sérgio Barros. vale lembrar algumas coisas. As famílias do assentamento, como era de se esperar, estão há dias se organizando para ações que possivelmente revertam o quadro da situação. Primeiramente planejaram atividades de uma semana atrás que por pedido do MST foi postergada para a segunda-feira. Contudo, novamente o MST pediu para que prorrogasse para terça feira. As famílias discordaram do posicionamento dos dirigentes nacionais e estaduais do movimento de realizar a ação APENAS NA TERÇA-FEIRA e ENTRARAM EM UM CONSENSO AFIRMADO EM ASSEMBLÉIA que faríamos uma jornada de luta que começaria na segunda feira e terminaria na terça. 

É inegável que esta nota causou grande incômodo entre os assentados, que são a BASE do movimento e que estão DESESPERADOS para encontrar uma solução. A muitos pareceu um enorme desrespeito a anos e de luta pela reforma agrária. 

Contudo, apesar do infeliz comentário de Sérgio Barros, sabemos que este posicionamento surgido na nota do MST, não é consensual entre seus militantes. Muitos que SABEM DO ACORDO FECHADO EM ASSEMBLÉIA não o desrespeitaram e entendem que fizemos uma jornada iniciada na segunda feira. 

Vale sempre lembrar que divisões nesse momento de conflito iminente servem apenas para nos desarmar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente nesse momento em que estamos apreensivos diante da possibilidade real de um despejo extremamente violento na região de americana, tive que ler o comentário do Sérgio Barros. vale lembrar algumas coisas. As famílias do assentamento, como era de se esperar, estão há dias se organizando para ações que possivelmente revertam o quadro da situação. Primeiramente planejaram atividades de uma semana atrás que por pedido do MST foi postergada para a segunda-feira. Contudo, novamente o MST pediu para que prorrogasse para terça feira. As famílias discordaram do posicionamento dos dirigentes nacionais e estaduais do movimento de realizar a ação APENAS NA TERÇA-FEIRA e ENTRARAM EM UM CONSENSO AFIRMADO EM ASSEMBLÉIA que faríamos uma jornada de luta que começaria na segunda feira e terminaria na terça. </p>
<p>É inegável que esta nota causou grande incômodo entre os assentados, que são a BASE do movimento e que estão DESESPERADOS para encontrar uma solução. A muitos pareceu um enorme desrespeito a anos e de luta pela reforma agrária. </p>
<p>Contudo, apesar do infeliz comentário de Sérgio Barros, sabemos que este posicionamento surgido na nota do MST, não é consensual entre seus militantes. Muitos que SABEM DO ACORDO FECHADO EM ASSEMBLÉIA não o desrespeitaram e entendem que fizemos uma jornada iniciada na segunda feira. </p>
<p>Vale sempre lembrar que divisões nesse momento de conflito iminente servem apenas para nos desarmar.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luciana		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/12/69071/#comment-92409</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luciana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 17:39:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=69071#comment-92409</guid>

					<description><![CDATA[Sou assentada no Milton Santos e posso afirmar que o objetivo de todos que participaram da ação de segunda-feira foi apenas o de denunciar de forma contundente a gravidade da situação em que nos encontramos. A ação de segunda foi fruto de um longo processo de discussões que vem ocorrendo com TODOS OS ASSENTADOS. 
Na carta divulgada no dia 09  (http://passapalavra.info/?p=69031) ressaltamos todos os esforços já realizados para que o conflito seja resolvido. 
As decisões tomadas pelas famílias assentadas tem sido dialogadas com os dirigentes do MST, inclusive o retorno de parte dos assentados para os preparativos necessários para a recepção do acampamento. Consideramos que a participação do MST em defesa do assentamento é fundamental, pois trata-se de uma ofensiva contra a Reforma Agrária quem vem sendo empreendida também contra outros assentamentos e assentados. Vários direitos conquistados pelos trabalhadores do campo e da cidade estão sendo desrespeitados! Não podemos aceitar estes retrocesso sem lutar! 
O que está sendo questionado de fato pelo Sr. Sérgio? Querem nos tirar o direito de decidirmos coletivamente as lutas que iremos realizar? Decidimos em assembléia, que contou com a ampla participação dos assentados, irmos na segunda e participar do Ato da terça. 
São nossas casas que serão destruídas!!!É o esforço de uma vida inteira! O assentamento reflete as contradições da nossa opção de desenvolvimento: os retirantes nordestinos que para cá vieram em busca de melhores condições de vida, os cortadores de cana que finalmente conseguiram um espaço para produzir e viver, trabalhadores precarizados e expropriados das cidades que buscam reconstruir suas vidas, etc... 
Não fomos nós quem decidimos o acirramento do conflito ele se deu com a ofensiva da Usina, da Justiça e a incapacidade do Governo em solucioná-lo. Nós demonstramos que estamos dispostos a lutar na segunda, na terça e sempre! 
Considero &quot;atitude irracional, perniciosa e nefasta&quot; e, também, irresponsável os comentários do Sr. Sérgio Barros, que tenta esconder dos leitores o que de fato vem ocorrendo e tenta atrapalhar os esforços que estamos realizando, conjuntamente, em defesa do Assentamento. Convido o Sr. Sérgio Barros a vir acampar e contribuir efetivamente com o 
&quot;acampamento permanente em defesa do assentamento&quot; e a dialogar diretamente com as famílias, pois conforme foi ressaltado por um assentado na assembléia de sábado onde tomamos a decisão de iniciarmos a jornada de luta em defesa do assentamento a partir de segunda: &quot;os assentados sabem pensar e tomar decisões&quot;. Aprenderam no processo de luta que se iniciou com a participação na ocupação realizada pelo MST na Granja Malavazzi, em Limeira, no dia 12 de novembro de 2005.
Acreditamos que as duas atividades foram importantes e são complementares. Só a luta dos trabalhadores e aliados poderá reverter esta situação. Estamos dispostos a lutar até o final para defender a nossa comunidade.
O Assentamento Milton Santos resiste!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou assentada no Milton Santos e posso afirmar que o objetivo de todos que participaram da ação de segunda-feira foi apenas o de denunciar de forma contundente a gravidade da situação em que nos encontramos. A ação de segunda foi fruto de um longo processo de discussões que vem ocorrendo com TODOS OS ASSENTADOS.<br />
Na carta divulgada no dia 09  (<a href="http://passapalavra.info/?p=69031" rel="ugc">http://passapalavra.info/?p=69031</a>) ressaltamos todos os esforços já realizados para que o conflito seja resolvido.<br />
As decisões tomadas pelas famílias assentadas tem sido dialogadas com os dirigentes do MST, inclusive o retorno de parte dos assentados para os preparativos necessários para a recepção do acampamento. Consideramos que a participação do MST em defesa do assentamento é fundamental, pois trata-se de uma ofensiva contra a Reforma Agrária quem vem sendo empreendida também contra outros assentamentos e assentados. Vários direitos conquistados pelos trabalhadores do campo e da cidade estão sendo desrespeitados! Não podemos aceitar estes retrocesso sem lutar!<br />
O que está sendo questionado de fato pelo Sr. Sérgio? Querem nos tirar o direito de decidirmos coletivamente as lutas que iremos realizar? Decidimos em assembléia, que contou com a ampla participação dos assentados, irmos na segunda e participar do Ato da terça.<br />
São nossas casas que serão destruídas!!!É o esforço de uma vida inteira! O assentamento reflete as contradições da nossa opção de desenvolvimento: os retirantes nordestinos que para cá vieram em busca de melhores condições de vida, os cortadores de cana que finalmente conseguiram um espaço para produzir e viver, trabalhadores precarizados e expropriados das cidades que buscam reconstruir suas vidas, etc&#8230;<br />
Não fomos nós quem decidimos o acirramento do conflito ele se deu com a ofensiva da Usina, da Justiça e a incapacidade do Governo em solucioná-lo. Nós demonstramos que estamos dispostos a lutar na segunda, na terça e sempre!<br />
Considero &#8220;atitude irracional, perniciosa e nefasta&#8221; e, também, irresponsável os comentários do Sr. Sérgio Barros, que tenta esconder dos leitores o que de fato vem ocorrendo e tenta atrapalhar os esforços que estamos realizando, conjuntamente, em defesa do Assentamento. Convido o Sr. Sérgio Barros a vir acampar e contribuir efetivamente com o<br />
&#8220;acampamento permanente em defesa do assentamento&#8221; e a dialogar diretamente com as famílias, pois conforme foi ressaltado por um assentado na assembléia de sábado onde tomamos a decisão de iniciarmos a jornada de luta em defesa do assentamento a partir de segunda: &#8220;os assentados sabem pensar e tomar decisões&#8221;. Aprenderam no processo de luta que se iniciou com a participação na ocupação realizada pelo MST na Granja Malavazzi, em Limeira, no dia 12 de novembro de 2005.<br />
Acreditamos que as duas atividades foram importantes e são complementares. Só a luta dos trabalhadores e aliados poderá reverter esta situação. Estamos dispostos a lutar até o final para defender a nossa comunidade.<br />
O Assentamento Milton Santos resiste!!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/12/69071/#comment-92404</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 17:15:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=69071#comment-92404</guid>

					<description><![CDATA[Caroline,
Agradeço o seu esclarecimento. E concentremo-nos no fundamental, que é a luta em defesa do assentamento Milton Santos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caroline,<br />
Agradeço o seu esclarecimento. E concentremo-nos no fundamental, que é a luta em defesa do assentamento Milton Santos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Caroline		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/12/69071/#comment-92402</link>

		<dc:creator><![CDATA[Caroline]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 16:55:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=69071#comment-92402</guid>

					<description><![CDATA[Desculpe-me, João.
eu realmente me enganei quanto aos comentários. Eu me referi apenas ao comentário do Sérgio. Não se ofenda. Estamos no calor de vários acontecimentos complexos e todos ficamos confusos quanto a determinados posicionamentos e atitudes. 
Obrigada pelo apoio e continuamos na luta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpe-me, João.<br />
eu realmente me enganei quanto aos comentários. Eu me referi apenas ao comentário do Sérgio. Não se ofenda. Estamos no calor de vários acontecimentos complexos e todos ficamos confusos quanto a determinados posicionamentos e atitudes.<br />
Obrigada pelo apoio e continuamos na luta.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ana Elisa Correa		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/12/69071/#comment-92378</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ana Elisa Correa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 11:25:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=69071#comment-92378</guid>

					<description><![CDATA[Camaradas,

Está claro para mim que Carol se confundiu.
Quem defendeu uma postura divisionista nesses comentários até o momento foi apenas Sérgio Barros e acho muito pertinentes os questionamentos de João Bernardo. Agora, eu poderia afirmar que Sérgio Barros é desavisado, mas acredito muito pouco na &quot;falta de informação&quot; como justificativa para posturas políticas como a de afirmar que a ação do milton santos de segunda foi &quot;irracional, perniciosa e nefasta&quot;. Esses são adjetivos que cabem muito mais a esse tipo de comentário de Sergio Barros, que procura achar culpados externos para os problemas que o movimento está vivendo devido a suas opções políticas conscientes. Não há dissidência para gerar crise no MST, há dissidência como consequências da crise. Até o momento todos os assentados do Milton, dissidentes ou não, tomaram decisões em defesa do assentamento e acreditam que é muito importante a realização também do ato conjunto da terça-feira e a presença do acampamento de militantes que será construído em conjunto com o MST a partir de hoje lá no Milton. Sejam bem-vindos todos os militantes, companheiros e companheiras, combativos, sérios e lutadores que ainda permanecem no MST. A luta instransigente e radical é uma necessidade. A união com o MST tb. O acampamento tb. Para além de disputas mesquinhas, nosso objetivo está posto: Somos todos Milton Santos! Lutaremos até o fim!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Camaradas,</p>
<p>Está claro para mim que Carol se confundiu.<br />
Quem defendeu uma postura divisionista nesses comentários até o momento foi apenas Sérgio Barros e acho muito pertinentes os questionamentos de João Bernardo. Agora, eu poderia afirmar que Sérgio Barros é desavisado, mas acredito muito pouco na &#8220;falta de informação&#8221; como justificativa para posturas políticas como a de afirmar que a ação do milton santos de segunda foi &#8220;irracional, perniciosa e nefasta&#8221;. Esses são adjetivos que cabem muito mais a esse tipo de comentário de Sergio Barros, que procura achar culpados externos para os problemas que o movimento está vivendo devido a suas opções políticas conscientes. Não há dissidência para gerar crise no MST, há dissidência como consequências da crise. Até o momento todos os assentados do Milton, dissidentes ou não, tomaram decisões em defesa do assentamento e acreditam que é muito importante a realização também do ato conjunto da terça-feira e a presença do acampamento de militantes que será construído em conjunto com o MST a partir de hoje lá no Milton. Sejam bem-vindos todos os militantes, companheiros e companheiras, combativos, sérios e lutadores que ainda permanecem no MST. A luta instransigente e radical é uma necessidade. A união com o MST tb. O acampamento tb. Para além de disputas mesquinhas, nosso objetivo está posto: Somos todos Milton Santos! Lutaremos até o fim!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/12/69071/#comment-92374</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 10:30:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=69071#comment-92374</guid>

					<description><![CDATA[Caroline,
Você leu realmente o meu comentário? Se o leu, então peço-lhe que o leia de novo. Nesse comentário, colocado na segunda-feira à noite, eu chamei a atenção para as afirmações constantes do site oficial do MST, que se desvinculava da acção realizada nesse dia pelas famílias do assentamento Milton Santos. Disse que essas afirmações do MST me causavam «perplexidade e inquietação». Critiquei o facto de o MST ter tornado pública aquela posição no preciso momento em que a luta se agudizava. E acrescentei que esperava que essa atitude do MST não tivesse efeitos negativos no ânimo dos companheiros. E você vem chamar-me «desavisado» a mim, que não só chamei a atenção dos leitores para a lamentável atitude assumida pela direcção do MST como tenho contribuído neste site com vários artigos de análise crítica da evolução do MST! E vem atribuir-me a mim as afirmações do MST!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caroline,<br />
Você leu realmente o meu comentário? Se o leu, então peço-lhe que o leia de novo. Nesse comentário, colocado na segunda-feira à noite, eu chamei a atenção para as afirmações constantes do site oficial do MST, que se desvinculava da acção realizada nesse dia pelas famílias do assentamento Milton Santos. Disse que essas afirmações do MST me causavam «perplexidade e inquietação». Critiquei o facto de o MST ter tornado pública aquela posição no preciso momento em que a luta se agudizava. E acrescentei que esperava que essa atitude do MST não tivesse efeitos negativos no ânimo dos companheiros. E você vem chamar-me «desavisado» a mim, que não só chamei a atenção dos leitores para a lamentável atitude assumida pela direcção do MST como tenho contribuído neste site com vários artigos de análise crítica da evolução do MST! E vem atribuir-me a mim as afirmações do MST!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Caroline		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/12/69071/#comment-92287</link>

		<dc:creator><![CDATA[Caroline]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 00:33:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=69071#comment-92287</guid>

					<description><![CDATA[Caro João Bernardo e demais companheiros desavisados
a ação de segunda-feira foi preparada e pensada há alguns dias não apenas por um &quot;pequeno grupo de dissidentes&quot; como vc se referiu, mas por todos os assentados mobilizados. Foram inúmeras as reuniões e assembléias internas e com organizações aliadas para avaliar a situação e chegou-se a necessidade da luta nessa esfera pela urgência e desespero no qual se encontram as famílias assentadas. Diante de várias promessas de respostas do governo federal e do Incra e de mal sucedidas negociações do MST, as famílias optaram por não esperar e resolveram pressionar quem realmente pode resolver a situação: o governo federal, decretando a desapropriação da área. Apesar da alegação da possibilidade de outras medidas judiciais poderem ser feitas, os assentados sabem mto bem que trata-se de uma batalha mais no campo político do q jurídico. 
Quero ressaltar que avaliações parciais desse tipo, dizendo q a ocupação de ontem foi um ato de uma pequena dissidência e a própria postura do MST de se eximir da responsabilidade dela é q realmente causam constrangimento e divisão, pois essas situações são improcedentes diante de todos as medidas de divulgação e articulação realizada por todos que estão envolvidos na campanha em defesa do Milton Santos, desde julho.
A ação de ontem não apenas serviu para sinalizar de que os assentados não estão brincando quando dizem q vão resistir, mas tb para reforçar que não usaremos apenas só as medidas conciliatórias para pressionar os verdadeiros responsáveis pela situação do assentamento, o governo federal.
abço,
Caroline]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro João Bernardo e demais companheiros desavisados<br />
a ação de segunda-feira foi preparada e pensada há alguns dias não apenas por um &#8220;pequeno grupo de dissidentes&#8221; como vc se referiu, mas por todos os assentados mobilizados. Foram inúmeras as reuniões e assembléias internas e com organizações aliadas para avaliar a situação e chegou-se a necessidade da luta nessa esfera pela urgência e desespero no qual se encontram as famílias assentadas. Diante de várias promessas de respostas do governo federal e do Incra e de mal sucedidas negociações do MST, as famílias optaram por não esperar e resolveram pressionar quem realmente pode resolver a situação: o governo federal, decretando a desapropriação da área. Apesar da alegação da possibilidade de outras medidas judiciais poderem ser feitas, os assentados sabem mto bem que trata-se de uma batalha mais no campo político do q jurídico.<br />
Quero ressaltar que avaliações parciais desse tipo, dizendo q a ocupação de ontem foi um ato de uma pequena dissidência e a própria postura do MST de se eximir da responsabilidade dela é q realmente causam constrangimento e divisão, pois essas situações são improcedentes diante de todos as medidas de divulgação e articulação realizada por todos que estão envolvidos na campanha em defesa do Milton Santos, desde julho.<br />
A ação de ontem não apenas serviu para sinalizar de que os assentados não estão brincando quando dizem q vão resistir, mas tb para reforçar que não usaremos apenas só as medidas conciliatórias para pressionar os verdadeiros responsáveis pela situação do assentamento, o governo federal.<br />
abço,<br />
Caroline</p>
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		Por: bruno rampone		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/12/69071/#comment-92226</link>

		<dc:creator><![CDATA[bruno rampone]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Dec 2012 18:27:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[http://passapalavra.info/?p=49010
&quot;Nós do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), da fábrica sob o controle dos trabalhadores Flaskô e militantes sem terra de Campinas realizamos no dia 12 de novembro um encontro no qual discutimos a necessidade de nos articularmos e organizarmos nossa luta conjunta dirigida ao governo federal no sentido de apontar as desapropriações como medidas urgentes de nossa pauta de luta.&quot;

Isso foi 2011, há um ano atrás. O ato foi realizado em 8 de Dezembro nesta exata linha, e o desenvolvimento das lutas parece estar revelando sua justeza.
Também na ocasião, João Bernardo teria motivos para ficar perplexo.]]></description>
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&#8220;Nós do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), da fábrica sob o controle dos trabalhadores Flaskô e militantes sem terra de Campinas realizamos no dia 12 de novembro um encontro no qual discutimos a necessidade de nos articularmos e organizarmos nossa luta conjunta dirigida ao governo federal no sentido de apontar as desapropriações como medidas urgentes de nossa pauta de luta.&#8221;</p>
<p>Isso foi 2011, há um ano atrás. O ato foi realizado em 8 de Dezembro nesta exata linha, e o desenvolvimento das lutas parece estar revelando sua justeza.<br />
Também na ocasião, João Bernardo teria motivos para ficar perplexo.</p>
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