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	Comentários sobre: Carta aberta aos apoiadores do assentamento Milton Santos	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Perseu		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/12/69415/#comment-93584</link>

		<dc:creator><![CDATA[Perseu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Dec 2012 01:36:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Carlos
É uma pena que vc reduza essa mobilização a questão numérica. Se, mobilizar assentados do estado inteiro, ocupar o escritório paulista da presidência, ocupar o INCRA, montar um acampamento de resistência no Milton Santos, marchar na cidade de Americana com ato político e parar 10 rodovias no Estado de São Paulo em defesa do Assentamento Milton Santos e ao mesmo tempo trabalhar na organização da resistência do Assentamento forem mobilizações de cunho midiático, acho que desaprendemos as formas de luta que nos trouxeram atá aqui. Bom, te convido para uma ação menos midiática: vamos sequestrar um embaixador estrangeiro e pedir como resgate a assinatura do decreto de desapropriação da área. Desculpe a ironia, mas foi necessária!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos<br />
É uma pena que vc reduza essa mobilização a questão numérica. Se, mobilizar assentados do estado inteiro, ocupar o escritório paulista da presidência, ocupar o INCRA, montar um acampamento de resistência no Milton Santos, marchar na cidade de Americana com ato político e parar 10 rodovias no Estado de São Paulo em defesa do Assentamento Milton Santos e ao mesmo tempo trabalhar na organização da resistência do Assentamento forem mobilizações de cunho midiático, acho que desaprendemos as formas de luta que nos trouxeram atá aqui. Bom, te convido para uma ação menos midiática: vamos sequestrar um embaixador estrangeiro e pedir como resgate a assinatura do decreto de desapropriação da área. Desculpe a ironia, mas foi necessária!</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Carlos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/12/69415/#comment-93099</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2012 15:43:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não me parece que a questão seja apenas numérica: mobilizar 70 ou 500 pessoas (ainda que, para um movimento como o MST, convenhamos que mobilizar 500 pessoas não é uma grande marca).
E seguramente não se trata de debate de palavras, mas de ações políticas. E, neste caso, existe uma diferença fundamental entre trilhar o caminho das negociações burocráticas, realizar mobilizações de cunho mais midiático(com entidades combativas como a CUT), fazer ações de confronto e politizar pela base (o que não estou afirmando que houve ou não), mas são formas muito diferentes de levar adiante as ações políticas, e mesmo de concepção do que esta significa.
Li no blog da Rede Extremo Sul de SP um texto sobre o Assentamento Milton Santos que me pareceu elucidativo sobre isto, e a questão que me veio é se o MST está apostando na via das negociações, ou se também pretende partir para a ação de resistência e politização com a base (independente das lideranças que você cita):

&quot;Como sempre, a “esquerda” hipócrita no poder coloca a culpa em burocracias – as burocracias que há tempos ela comanda -, e se nega a decretar a desapropriação da terra, incapaz que é de tomar qualquer medida que possa ir contra os interesses dos proprietários. Afinal, já está mais do que evidente que o “governo dos trabalhadores” é bastante eficaz em duas áreas:1)  em atender aos interesses do grande capital, seja o do agronegócio, dos banqueiros, 

dos dirigentes industriais e de todo o empresariado, e 2) em enrolar aqueles que se organizam e lutam. Para isso, colocaram na burocracia do Estado uma legião de “ex-companheiros”, pessoas que tiveram uma militância em organizações de esquerda, e que nela desenvolveram uma grande lábia e um conhecimento sobre como funcionam os movimentos por dentro. Aliás, em muitos casos os próprios movimentos se tornam justamente isso: “escolas de quadros” burocráticos para a gestão do capitalismo, e para a contenção da luta do povo.&quot;

http://redeextremosul.wordpress.com/2012/12/18/desapropriacao-do-milton-santos-ja-a-terra-e-de-quem-trabalha-e-luta/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não me parece que a questão seja apenas numérica: mobilizar 70 ou 500 pessoas (ainda que, para um movimento como o MST, convenhamos que mobilizar 500 pessoas não é uma grande marca).<br />
E seguramente não se trata de debate de palavras, mas de ações políticas. E, neste caso, existe uma diferença fundamental entre trilhar o caminho das negociações burocráticas, realizar mobilizações de cunho mais midiático(com entidades combativas como a CUT), fazer ações de confronto e politizar pela base (o que não estou afirmando que houve ou não), mas são formas muito diferentes de levar adiante as ações políticas, e mesmo de concepção do que esta significa.<br />
Li no blog da Rede Extremo Sul de SP um texto sobre o Assentamento Milton Santos que me pareceu elucidativo sobre isto, e a questão que me veio é se o MST está apostando na via das negociações, ou se também pretende partir para a ação de resistência e politização com a base (independente das lideranças que você cita):</p>
<p>&#8220;Como sempre, a “esquerda” hipócrita no poder coloca a culpa em burocracias – as burocracias que há tempos ela comanda -, e se nega a decretar a desapropriação da terra, incapaz que é de tomar qualquer medida que possa ir contra os interesses dos proprietários. Afinal, já está mais do que evidente que o “governo dos trabalhadores” é bastante eficaz em duas áreas:1)  em atender aos interesses do grande capital, seja o do agronegócio, dos banqueiros, </p>
<p>dos dirigentes industriais e de todo o empresariado, e 2) em enrolar aqueles que se organizam e lutam. Para isso, colocaram na burocracia do Estado uma legião de “ex-companheiros”, pessoas que tiveram uma militância em organizações de esquerda, e que nela desenvolveram uma grande lábia e um conhecimento sobre como funcionam os movimentos por dentro. Aliás, em muitos casos os próprios movimentos se tornam justamente isso: “escolas de quadros” burocráticos para a gestão do capitalismo, e para a contenção da luta do povo.&#8221;</p>
<p><a href="http://redeextremosul.wordpress.com/2012/12/18/desapropriacao-do-milton-santos-ja-a-terra-e-de-quem-trabalha-e-luta/" rel="nofollow ugc">http://redeextremosul.wordpress.com/2012/12/18/desapropriacao-do-milton-santos-ja-a-terra-e-de-quem-trabalha-e-luta/</a></p>
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		<item>
		<title>
		Por: Perseu		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/12/69415/#comment-93080</link>

		<dc:creator><![CDATA[Perseu]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2012 10:43:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lélia,
Acredito que esse fato foi bem debatido e explicado. Uma coisa é mobilizar 70 pessoas em um assentamento, outra é mobilizar 500 em todos os assentamentos espalhados no estado de são Paulo. Isso deixa claro sobre quem não quis se unir a quem. Devido a isso o MST tinha obrigação de deixar claro que o movimento do dia 10 &quot;não foi organizado&quot; por ele. Veja bem: &quot;não foi organizado&quot; pelo MST, apenas isso. 
Uma coisa é esse debate de palavras aqui nesse espaço, outra é a realidade no Assentamento Milton Santos, onde cinicamente, a direção dissidente trabalha para a todo custo, isolar o assentamento do MST, atitude que poderá custar muito caro às famílias. Quando digo cinicamente é porque não há um debate político, e sim reuniões paralelas, baixarias e fofocas totalmente despolitizadas, levando alguns moradores a hostilizar a direção local do MST.
Até fiquei sabendo que um desses dirigentes disse em assembléia que o MST não precisava deixar os 500 camaradas do estado lá, bastava mandar uns 30 militantes &quot;bons&quot; como ele, que o resto eles garantiam. O momento agora é grave e precisamos da união de todos, sem distinção, mas fazendo um debate politizado.
Porisso a pergunta: quem realmente está jogando para defender o Milton Santos e quem está querendo isolá-lo, tornando a derrota mais eminente?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lélia,<br />
Acredito que esse fato foi bem debatido e explicado. Uma coisa é mobilizar 70 pessoas em um assentamento, outra é mobilizar 500 em todos os assentamentos espalhados no estado de são Paulo. Isso deixa claro sobre quem não quis se unir a quem. Devido a isso o MST tinha obrigação de deixar claro que o movimento do dia 10 &#8220;não foi organizado&#8221; por ele. Veja bem: &#8220;não foi organizado&#8221; pelo MST, apenas isso.<br />
Uma coisa é esse debate de palavras aqui nesse espaço, outra é a realidade no Assentamento Milton Santos, onde cinicamente, a direção dissidente trabalha para a todo custo, isolar o assentamento do MST, atitude que poderá custar muito caro às famílias. Quando digo cinicamente é porque não há um debate político, e sim reuniões paralelas, baixarias e fofocas totalmente despolitizadas, levando alguns moradores a hostilizar a direção local do MST.<br />
Até fiquei sabendo que um desses dirigentes disse em assembléia que o MST não precisava deixar os 500 camaradas do estado lá, bastava mandar uns 30 militantes &#8220;bons&#8221; como ele, que o resto eles garantiam. O momento agora é grave e precisamos da união de todos, sem distinção, mas fazendo um debate politizado.<br />
Porisso a pergunta: quem realmente está jogando para defender o Milton Santos e quem está querendo isolá-lo, tornando a derrota mais eminente?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lélia		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/12/69415/#comment-93035</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lélia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2012 02:52:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Perseu,
Se no dia 10 o MST tivesse aderido ao que foi decidido na assembléia local e fortalecido o ato dos assentados, mesmo que com uma pequena militância, talvez nenhuma das questões desta carta fizesse sentido. 

Se estamos &quot;Todos juntos em defesa do Assentamento Milton Santos&quot;, por que o MST fez questão de marcar uma diferença em relação à ação do dia 10, ao dizer que era &quot;um grupo de famílias, que não faz parte do MST&quot;? Seria um dado neutro, meramente informativo?

Unidade não se faz só com palavras de ordem, companheiro.

Saudações
Lélia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Perseu,<br />
Se no dia 10 o MST tivesse aderido ao que foi decidido na assembléia local e fortalecido o ato dos assentados, mesmo que com uma pequena militância, talvez nenhuma das questões desta carta fizesse sentido. </p>
<p>Se estamos &#8220;Todos juntos em defesa do Assentamento Milton Santos&#8221;, por que o MST fez questão de marcar uma diferença em relação à ação do dia 10, ao dizer que era &#8220;um grupo de famílias, que não faz parte do MST&#8221;? Seria um dado neutro, meramente informativo?</p>
<p>Unidade não se faz só com palavras de ordem, companheiro.</p>
<p>Saudações<br />
Lélia</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Perseu		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/12/69415/#comment-92973</link>

		<dc:creator><![CDATA[Perseu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2012 10:44:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O momento agora é de união! Todos juntos em defesa do Assentamento Milton Santos. Somos todos Milton Santos! Até a vitória camaradas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O momento agora é de união! Todos juntos em defesa do Assentamento Milton Santos. Somos todos Milton Santos! Até a vitória camaradas!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Perseu		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2012/12/69415/#comment-92972</link>

		<dc:creator><![CDATA[Perseu]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Dec 2012 10:31:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=69415#comment-92972</guid>

					<description><![CDATA[Enquanto o texto fala de contradições do MST que não estaria defendendo o Assentamento, são exibidas duas fotos do coletivo de camaradas assentados que o MST mobilizou no estado inteiro para defesa do Milton Santos. Foram cerca de 500 assentados das 5 regiões do estado que foram para São Paulo dia 11/12 e depois foram para o assentamento milton santos. Infelizmente a recepção desses camaradas no assentamento foi fria, tendo eles próprios ter que trabalhar para construir suas acomodações. A direção local, na sua ânsia de isolar esse coletivo do MST, conseguiu fazer que não houvesse uma integração das famílias com esses camaradas. Um dirigente local falava para as famílias que a vinda desses camaradas era perigoso, pois poderiam querer ficar e ocupar terras no local. Absurdo!!! No dia 15 foi realizada uma grande passeata por esses 500 camaradas até o centro de Americana onde foi realizado um ato político em defesa do Milton Santos (fato não contemplado neste site). Vale lembrar que apenas uns 15 camaradas do Milton Santos participaram desta passeata. (para ir a São Paulo dia 10 a direção local mobilizou 70 pessoas). A pergunta que fica é: quem realmente está jogando para defender o Milton Santos e quem está querendo isolá-lo, tornando a derrota mais eminente?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto o texto fala de contradições do MST que não estaria defendendo o Assentamento, são exibidas duas fotos do coletivo de camaradas assentados que o MST mobilizou no estado inteiro para defesa do Milton Santos. Foram cerca de 500 assentados das 5 regiões do estado que foram para São Paulo dia 11/12 e depois foram para o assentamento milton santos. Infelizmente a recepção desses camaradas no assentamento foi fria, tendo eles próprios ter que trabalhar para construir suas acomodações. A direção local, na sua ânsia de isolar esse coletivo do MST, conseguiu fazer que não houvesse uma integração das famílias com esses camaradas. Um dirigente local falava para as famílias que a vinda desses camaradas era perigoso, pois poderiam querer ficar e ocupar terras no local. Absurdo!!! No dia 15 foi realizada uma grande passeata por esses 500 camaradas até o centro de Americana onde foi realizado um ato político em defesa do Milton Santos (fato não contemplado neste site). Vale lembrar que apenas uns 15 camaradas do Milton Santos participaram desta passeata. (para ir a São Paulo dia 10 a direção local mobilizou 70 pessoas). A pergunta que fica é: quem realmente está jogando para defender o Milton Santos e quem está querendo isolá-lo, tornando a derrota mais eminente?</p>
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