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	Comentários sobre: «Separados» escreve-se «tudo junto» &#8211; 2ª Parte	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: xavier		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/01/70387/#comment-96510</link>

		<dc:creator><![CDATA[xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jan 2013 04:57:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/colunas/1190457-o-movimento-dos-fazedores-e-o-espirito-do-faca-voce-mesmo.shtml

O empreendedorismo faça-você-mesmo capturando tudo - e colocando tudo na conta do milagres das novas tecnologias.

Não precisa ser muito crítico para desconfiar da seguinte ideia, com a qual o autor encerra o texto:

&quot;Isso não significa, é claro, que a produção de massa vai simplesmente desaparecer. Mas da mesma forma que a internet aboliu a passividade do expectador e do ouvinte e fez da interação e da mistura (do Remix) a base da cultura contemporânea, essa nova revolução industrial pode fazer da colaboração social em rede o principal fundamento da criação de riqueza das sociedades atuais&quot;.

A produção em massa, tudo bem, não irá mesmo desaparecer - não é o ponto de questionamento. O que, aí sim, merece a maior atenção e discordância do mundo diz respeito ao fato de que &quot;a internet aboliu a passividade do expectador e do ouvinte e fez da interação e da mistura (do Remix) a base da cultura contemporânea, essa nova revolução industrial pode fazer da colaboração social em rede o principal fundamento da criação de riqueza das sociedades atuais&quot;. As relações e conflitos sociais, segundo essa perspectiva adotada pelo autor do texto, estão ausentes e não são decisivas para tal revolução da interação contra a passividade. 

Discordo, frontalmente, dessa argumentação - e acho que o texto do João Valente Aguiar permite, mesmo tratando de uma outra dimensão desse fenômeno, a compreensão do que realmente está em jogo nessas perspectiva &quot;imateriais&quot; de empreendedorismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/colunas/1190457-o-movimento-dos-fazedores-e-o-espirito-do-faca-voce-mesmo.shtml" rel="nofollow ugc">http://www1.folha.uol.com.br/empreendedorsocial/colunas/1190457-o-movimento-dos-fazedores-e-o-espirito-do-faca-voce-mesmo.shtml</a></p>
<p>O empreendedorismo faça-você-mesmo capturando tudo &#8211; e colocando tudo na conta do milagres das novas tecnologias.</p>
<p>Não precisa ser muito crítico para desconfiar da seguinte ideia, com a qual o autor encerra o texto:</p>
<p>&#8220;Isso não significa, é claro, que a produção de massa vai simplesmente desaparecer. Mas da mesma forma que a internet aboliu a passividade do expectador e do ouvinte e fez da interação e da mistura (do Remix) a base da cultura contemporânea, essa nova revolução industrial pode fazer da colaboração social em rede o principal fundamento da criação de riqueza das sociedades atuais&#8221;.</p>
<p>A produção em massa, tudo bem, não irá mesmo desaparecer &#8211; não é o ponto de questionamento. O que, aí sim, merece a maior atenção e discordância do mundo diz respeito ao fato de que &#8220;a internet aboliu a passividade do expectador e do ouvinte e fez da interação e da mistura (do Remix) a base da cultura contemporânea, essa nova revolução industrial pode fazer da colaboração social em rede o principal fundamento da criação de riqueza das sociedades atuais&#8221;. As relações e conflitos sociais, segundo essa perspectiva adotada pelo autor do texto, estão ausentes e não são decisivas para tal revolução da interação contra a passividade. </p>
<p>Discordo, frontalmente, dessa argumentação &#8211; e acho que o texto do João Valente Aguiar permite, mesmo tratando de uma outra dimensão desse fenômeno, a compreensão do que realmente está em jogo nessas perspectiva &#8220;imateriais&#8221; de empreendedorismo.</p>
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