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	Comentários sobre: De que serve um europeísmo manco?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Jose Ferreira		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jose Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2013 04:22:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caro, foi ao ponto. Isso é que importa.
De qualquer modo, deixo-lhe mais umas linhas
http://falaferreira.wordpress.com/2013/02/25/critica-do-passa-a-palavra/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro, foi ao ponto. Isso é que importa.<br />
De qualquer modo, deixo-lhe mais umas linhas<br />
<a href="http://falaferreira.wordpress.com/2013/02/25/critica-do-passa-a-palavra/" rel="nofollow ugc">http://falaferreira.wordpress.com/2013/02/25/critica-do-passa-a-palavra/</a></p>
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		<item>
		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/01/71937/#comment-105361</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 21:28:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este últim comentário é de uma lucidez avassaladora... Então não é que em meia linha esse senhor arruma o assunto? Terá a austeridade tomado de assalto os teclados dos fiéis?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este últim comentário é de uma lucidez avassaladora&#8230; Então não é que em meia linha esse senhor arruma o assunto? Terá a austeridade tomado de assalto os teclados dos fiéis?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jose Ferreira		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/01/71937/#comment-105101</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jose Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Feb 2013 17:27:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E depois o PCP é que é sectário...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E depois o PCP é que é sectário&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: JNM		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/01/71937/#comment-101856</link>

		<dc:creator><![CDATA[JNM]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2013 11:55:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Da mesma forma que se usaram os desempregados e os precários para descer os salários dos trabalhadores com contratos e reformados vai-se usar o contingente de precários do sul para fazer descer os salários dos do norte&quot;. 

A resposta lógica, muito resumidamente, é afirmar que este cenário já existe, dada a globalização do capital. A resposta seria, concomitantemente, globalizar o trabalho e os movimentos sociais, a única forma de garantir a igualdade de condições dos trabalhadores pertencentes ao mesmo espaço económico. 

A questão do nacionalismo parece ser, sob este ponto de vista, inseparável da questão do eleitoralismo. Vangloria-se a nação - se calhar, acabando-se por nela acreditar - porque esse é o espaço eleitoral por excelência. Isso é mais que visível no tipo de campanhas realizados pelo MAS, o novo partido que crê na exequibilidade de slogans como «fim dos benefícios para os políticos» ou «prisão para os banqueiros corruptos». Por mais movimentista que seja a face dos trotskistas em Portugal, é no partido que pensam em 1.º, 2.º e 3.º lugar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Da mesma forma que se usaram os desempregados e os precários para descer os salários dos trabalhadores com contratos e reformados vai-se usar o contingente de precários do sul para fazer descer os salários dos do norte&#8221;. </p>
<p>A resposta lógica, muito resumidamente, é afirmar que este cenário já existe, dada a globalização do capital. A resposta seria, concomitantemente, globalizar o trabalho e os movimentos sociais, a única forma de garantir a igualdade de condições dos trabalhadores pertencentes ao mesmo espaço económico. </p>
<p>A questão do nacionalismo parece ser, sob este ponto de vista, inseparável da questão do eleitoralismo. Vangloria-se a nação &#8211; se calhar, acabando-se por nela acreditar &#8211; porque esse é o espaço eleitoral por excelência. Isso é mais que visível no tipo de campanhas realizados pelo MAS, o novo partido que crê na exequibilidade de slogans como «fim dos benefícios para os políticos» ou «prisão para os banqueiros corruptos». Por mais movimentista que seja a face dos trotskistas em Portugal, é no partido que pensam em 1.º, 2.º e 3.º lugar.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/01/71937/#comment-101850</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2013 11:39:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Importa também lançar a seguinte interrogação: será que a revolução de 74-75 em Portugal teria tido a evolução política radical que teve sem  a prévia emigração de milhares e milhares de militantes anticapitalistas (e de trabalhadores) para Paris e para outros locais da Europa?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Importa também lançar a seguinte interrogação: será que a revolução de 74-75 em Portugal teria tido a evolução política radical que teve sem  a prévia emigração de milhares e milhares de militantes anticapitalistas (e de trabalhadores) para Paris e para outros locais da Europa?</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/01/71937/#comment-101842</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2013 11:04:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=71937#comment-101842</guid>

					<description><![CDATA[Devo dizer que Carlos Alberto coloca bem a questão fundamental e que qualquer organização ou pessoa socialista deveria defender: «um verdadeiro socialismo só existe se tem por horizonte estratégico, e consequente tática com o fim de : autogestão da economia (socialização dos meios de produção)e autogestão da política (socialização do poder estatal)».

Nesse sentido, não deixa de ser inusitado o facto de num blog português (http://5dias.wordpress.com/2013/02/09/nao-emigrem/) uma das personalidades trotsquistas mais destacadas em Portugal não ter qualquer problema em defender a estadia dos trabalhadores no seu país de origem sob pena de se &quot;usar o contingente de precários do sul [da Europa] para fazer descer os salários dos do norte&quot;. Ou seja, um argumento que em nada se distingue das teses de sectores direitistas que clamam contra a imigração porque ela baixaria os salários dos trabalhadores autóctones... E eu que pensava que as migrações foram sempre um factor de desenvolvimento económico e cultural na modernidade e, tanto ou mais importante, foram um dos motores da difusão de ideais socialistas e internacionalistas...

Até vou dar um exemplo histórico. Durante os últimos 15 anos da ditadura fascista portuguesa emigraram centenas de milhares de trabalhadores portugueses para França, Alemanha, Luxemburgo, etc. Isto não levou a qualquer baixa salarial dos trabalhadores estabelecidos em França e na Alemanha. Pelo contrário, quando os países capitalistas estão numa fase de desenvolvimento dos mecanismos da mais-valia relativa, os trabalhadores vêem o seu salário nominal e real aumentar. Diminui é a proporção entre o conjunto dos salários e dos lucros, mas para efeitos da vida quotidiana do trabalhador isso pouco lhe afecta. Claro que se pode argumentar que quando os mecanismos da mais-valia relativa estão estagnados essa possibilidade não está contemplada. Pois, mas isso não depende directamente das migrações mas da própria mecânica capitalista de extracção de mais-valia. Ora, se eu considerar que a queda salarial num sector da classe trabalhadora deriva directamente da chegada de um outro contingente de trabalhadores (especificamente, trabalhadores estrangeiros) então já se passou para outro nível de discussão: assim se transforma a crítica do capitalismo na sua própria esfera (a exploração económica) para a crítica das migrações e para a separação nacional e étnica entre os trabalhadores.

E na maioria das vezes nem adianta discutir estes assuntos no plano analítico e racional, pois o moralismo e a reprodução do nacionalismo mais espontâneo parecem substituir-se cada vez mais... E assim vai andando a pretensa esquerda radical e anticapitalista em Portugal...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Devo dizer que Carlos Alberto coloca bem a questão fundamental e que qualquer organização ou pessoa socialista deveria defender: «um verdadeiro socialismo só existe se tem por horizonte estratégico, e consequente tática com o fim de : autogestão da economia (socialização dos meios de produção)e autogestão da política (socialização do poder estatal)».</p>
<p>Nesse sentido, não deixa de ser inusitado o facto de num blog português (<a href="http://5dias.wordpress.com/2013/02/09/nao-emigrem/" rel="nofollow ugc">http://5dias.wordpress.com/2013/02/09/nao-emigrem/</a>) uma das personalidades trotsquistas mais destacadas em Portugal não ter qualquer problema em defender a estadia dos trabalhadores no seu país de origem sob pena de se &#8220;usar o contingente de precários do sul [da Europa] para fazer descer os salários dos do norte&#8221;. Ou seja, um argumento que em nada se distingue das teses de sectores direitistas que clamam contra a imigração porque ela baixaria os salários dos trabalhadores autóctones&#8230; E eu que pensava que as migrações foram sempre um factor de desenvolvimento económico e cultural na modernidade e, tanto ou mais importante, foram um dos motores da difusão de ideais socialistas e internacionalistas&#8230;</p>
<p>Até vou dar um exemplo histórico. Durante os últimos 15 anos da ditadura fascista portuguesa emigraram centenas de milhares de trabalhadores portugueses para França, Alemanha, Luxemburgo, etc. Isto não levou a qualquer baixa salarial dos trabalhadores estabelecidos em França e na Alemanha. Pelo contrário, quando os países capitalistas estão numa fase de desenvolvimento dos mecanismos da mais-valia relativa, os trabalhadores vêem o seu salário nominal e real aumentar. Diminui é a proporção entre o conjunto dos salários e dos lucros, mas para efeitos da vida quotidiana do trabalhador isso pouco lhe afecta. Claro que se pode argumentar que quando os mecanismos da mais-valia relativa estão estagnados essa possibilidade não está contemplada. Pois, mas isso não depende directamente das migrações mas da própria mecânica capitalista de extracção de mais-valia. Ora, se eu considerar que a queda salarial num sector da classe trabalhadora deriva directamente da chegada de um outro contingente de trabalhadores (especificamente, trabalhadores estrangeiros) então já se passou para outro nível de discussão: assim se transforma a crítica do capitalismo na sua própria esfera (a exploração económica) para a crítica das migrações e para a separação nacional e étnica entre os trabalhadores.</p>
<p>E na maioria das vezes nem adianta discutir estes assuntos no plano analítico e racional, pois o moralismo e a reprodução do nacionalismo mais espontâneo parecem substituir-se cada vez mais&#8230; E assim vai andando a pretensa esquerda radical e anticapitalista em Portugal&#8230;</p>
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		<title>
		Por: Carlos Alberto		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/01/71937/#comment-100731</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carlos Alberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2013 16:34:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sou militante de uma tendência trotsquista e gostaria de parabenizar o passapalavra pelo texto, pelas análises e pelos anexos. Vocês se mostraram muito firmes e resolutos no internacionalismo, no rechaço aos perigos de um governo autoritário e nem um pouco titubeantes, como o próprio MAS português tem se mostrado(por medo de aparecer como &quot;divisionista&quot;), falando sobre socialização do poder político em um momento e nacionalização no outro, mas com receio de afirmar essa posição,juntando os dois, que deveria ser mais clara : um verdadeiro socialismo só existe se tem por horizonte estratégico, e consequente tática com o fim de : autogestão da economia (socialização dos meios de produção)e autogestão da política (socialização do poder estatal). O vosso papel anti-burocrático e democrático deve servir de exemplo tanto para alguns anarquistas desorientados, quanto para os ainda inseguros trotsquistas e para parte da base do PCP que aspira com um mundo socialista democrático. A situação em Portugal, me parece, pelos textos tanto dos comunistas do resistir.info, quanto do passapalavra e dos trotsquistas,bastante tensa; porém, daqui do Brasil, espero que a auto-organização popular, internacionalista e anti-burocrática dos trabalhadores portugueses só aumente.
Saudações e até a vitória!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou militante de uma tendência trotsquista e gostaria de parabenizar o passapalavra pelo texto, pelas análises e pelos anexos. Vocês se mostraram muito firmes e resolutos no internacionalismo, no rechaço aos perigos de um governo autoritário e nem um pouco titubeantes, como o próprio MAS português tem se mostrado(por medo de aparecer como &#8220;divisionista&#8221;), falando sobre socialização do poder político em um momento e nacionalização no outro, mas com receio de afirmar essa posição,juntando os dois, que deveria ser mais clara : um verdadeiro socialismo só existe se tem por horizonte estratégico, e consequente tática com o fim de : autogestão da economia (socialização dos meios de produção)e autogestão da política (socialização do poder estatal). O vosso papel anti-burocrático e democrático deve servir de exemplo tanto para alguns anarquistas desorientados, quanto para os ainda inseguros trotsquistas e para parte da base do PCP que aspira com um mundo socialista democrático. A situação em Portugal, me parece, pelos textos tanto dos comunistas do resistir.info, quanto do passapalavra e dos trotsquistas,bastante tensa; porém, daqui do Brasil, espero que a auto-organização popular, internacionalista e anti-burocrática dos trabalhadores portugueses só aumente.<br />
Saudações e até a vitória!</p>
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