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	Comentários sobre: Zico e os comunistas	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Passa Palavra		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2013 11:47:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sugerimos a leitura deste pequeno texto:
http://passapalavra.info/?p=33629]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sugerimos a leitura deste pequeno texto:<br />
<a href="http://passapalavra.info/?p=33629" rel="ugc">http://passapalavra.info/?p=33629</a></p>
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		<title>
		Por: Leonel Clérigo		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonel Clérigo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2013 11:20:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando coloquei no comentário “Ou estarei a pensar mal?” tinha certa esperança que esta pequena “provocação” resultasse num esgrimir de argumentos e que alguma coisa se aclarasse. Enganei-me: estamos ainda numa fase bastante recuada. 

Convenhamos: o colectivo do “Passa Palavra” não respondeu à questão que coloquei sobre a sua científica “lei universal” que reza: “…compreendemos que eles (os comunistas) provoquem invariavelmente os mesmos resultados práticos funestos.” E como Estalinegrado não foi um acontecimento qualquer – até o tão famoso Welfare State é filho de Estalinegrado –, naturalmente que ameaçava fazer implodir tão esforçada e sólida “lei universal” que, trocada por miúdos, resume-se nisto: das mãos dos comunistas sempre saiu, sai e sairá trampa. E o que fez o colectivo do Passa Palavra? Respondeu ao estilo “variações à guitarra e à viola” e deu-me um bilhete de carroça para as praias da Normandia para lá ir recordar a “grande batalha” aliada. Como reza a anedota do passageiro do comboio: “Eu cá nunca me fico!”

Quanto à questão da “posição de classe”, aguardava também uma explicação lógica e não um arrazoado de “boas intenções” para juntar a todas as outras que conheço quando partir para o inferno. Mas o Passa Palavra não entendeu assim: preferiu enviar-me pr‘ó “site” que é como quem diz, mandou-me bugiar. 

Por último e permitindo-me fazer um resumo dos comentários, considero ser de pedir emprestado ao meu conterrâneo Bocage um seu dito gracioso que adapto às circunstâncias: “Alvas teorias, negros propósitos…argumentos, não vi nenhum.”]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando coloquei no comentário “Ou estarei a pensar mal?” tinha certa esperança que esta pequena “provocação” resultasse num esgrimir de argumentos e que alguma coisa se aclarasse. Enganei-me: estamos ainda numa fase bastante recuada. </p>
<p>Convenhamos: o colectivo do “Passa Palavra” não respondeu à questão que coloquei sobre a sua científica “lei universal” que reza: “…compreendemos que eles (os comunistas) provoquem invariavelmente os mesmos resultados práticos funestos.” E como Estalinegrado não foi um acontecimento qualquer – até o tão famoso Welfare State é filho de Estalinegrado –, naturalmente que ameaçava fazer implodir tão esforçada e sólida “lei universal” que, trocada por miúdos, resume-se nisto: das mãos dos comunistas sempre saiu, sai e sairá trampa. E o que fez o colectivo do Passa Palavra? Respondeu ao estilo “variações à guitarra e à viola” e deu-me um bilhete de carroça para as praias da Normandia para lá ir recordar a “grande batalha” aliada. Como reza a anedota do passageiro do comboio: “Eu cá nunca me fico!”</p>
<p>Quanto à questão da “posição de classe”, aguardava também uma explicação lógica e não um arrazoado de “boas intenções” para juntar a todas as outras que conheço quando partir para o inferno. Mas o Passa Palavra não entendeu assim: preferiu enviar-me pr‘ó “site” que é como quem diz, mandou-me bugiar. </p>
<p>Por último e permitindo-me fazer um resumo dos comentários, considero ser de pedir emprestado ao meu conterrâneo Bocage um seu dito gracioso que adapto às circunstâncias: “Alvas teorias, negros propósitos…argumentos, não vi nenhum.”</p>
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		<title>
		Por: Passa Palavra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72392/#comment-103997</link>

		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 19:04:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Leonel Clérigo,
Está a pensar mal. O seu argumento a respeito de Stalingrado pode aplicar-se a qualquer outra batalha vencida pelos Aliados durante a segunda guerra mundial.
Quanto à posição de classe, a autoria do artigo, como está claramente expressa, cabe ao colectivo do &lt;em&gt;Passa Palavra&lt;/em&gt;. O nosso comprometimento com as lutas dos trabalhadores, manifesto no site, é indicativo suficiente da nossa posição de classe.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leonel Clérigo,<br />
Está a pensar mal. O seu argumento a respeito de Stalingrado pode aplicar-se a qualquer outra batalha vencida pelos Aliados durante a segunda guerra mundial.<br />
Quanto à posição de classe, a autoria do artigo, como está claramente expressa, cabe ao colectivo do <em>Passa Palavra</em>. O nosso comprometimento com as lutas dos trabalhadores, manifesto no site, é indicativo suficiente da nossa posição de classe.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: Leonel Clérigo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72392/#comment-103990</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leonel Clérigo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 18:42:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=72392#comment-103990</guid>

					<description><![CDATA[Diz o texto no seu terceiro parágrafo que “Ora, o que afirmamos acerca dos comunistas portugueses não resulta de má vontade nem de hostilidade pessoal. Baseia-se no conhecimento dos processos históricos (...) No caso dos partidos comunistas, porém, (excepções) nunca as houve, em nenhum lugar do mundo, e se entendermos a sua estrutura política compreendemos que eles provoquem invariavelmente os mesmos resultados práticos funestos.”

Poderei tirar disto a conclusão que o autor do artigo preferia que a batalha de Estalinegrado se saldasse pela vitória das divisões Panzer de Von Paulus, comandante do 6º Exército alemão e pela derrota do Exército Vermelho? Ou estarei a pensar mal?...

Diz-se também “Ora, o que afirmamos acerca dos comunistas portugueses não resulta de má vontade nem de hostilidade pessoal.” Acredito piamente. Então só vislumbro uma explicação: a “posição de classe” do autor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diz o texto no seu terceiro parágrafo que “Ora, o que afirmamos acerca dos comunistas portugueses não resulta de má vontade nem de hostilidade pessoal. Baseia-se no conhecimento dos processos históricos (&#8230;) No caso dos partidos comunistas, porém, (excepções) nunca as houve, em nenhum lugar do mundo, e se entendermos a sua estrutura política compreendemos que eles provoquem invariavelmente os mesmos resultados práticos funestos.”</p>
<p>Poderei tirar disto a conclusão que o autor do artigo preferia que a batalha de Estalinegrado se saldasse pela vitória das divisões Panzer de Von Paulus, comandante do 6º Exército alemão e pela derrota do Exército Vermelho? Ou estarei a pensar mal?&#8230;</p>
<p>Diz-se também “Ora, o que afirmamos acerca dos comunistas portugueses não resulta de má vontade nem de hostilidade pessoal.” Acredito piamente. Então só vislumbro uma explicação: a “posição de classe” do autor.</p>
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