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	Comentários sobre: Reflexões a propósito de uma resposta não escrita sobre redes sociais e segurança	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72653/#comment-104862</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Feb 2013 17:32:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eis aqui o terror das lan houses:

http://www.descubraagora.com/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eis aqui o terror das lan houses:</p>
<p><a href="http://www.descubraagora.com/" rel="nofollow ugc">http://www.descubraagora.com/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alice		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72653/#comment-104842</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alice]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Feb 2013 15:54:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Matéria que saiu hoje: “En Argentina y Brasil la penetración de Google y Facebook es total”:
http://www.pagina12.com.ar/diario/elmundo/4-214448-2013-02-23.html]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Matéria que saiu hoje: “En Argentina y Brasil la penetración de Google y Facebook es total”:<br />
<a href="http://www.pagina12.com.ar/diario/elmundo/4-214448-2013-02-23.html" rel="nofollow ugc">http://www.pagina12.com.ar/diario/elmundo/4-214448-2013-02-23.html</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Júlio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72653/#comment-104222</link>

		<dc:creator><![CDATA[Júlio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2013 18:22:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Xavier,
tbm achei o tal professor um panaca por essa declaração, mas é isso, eu colei a parada por contados dados. Já ouvi de muita gente de uma esquerda digamos &quot;roots&quot; coisas como &quot;ah, isso é ativismo de internet, coisa de classe média para classe média&quot;. Acho que é um consenso aqui que evidentemente que só a ação virtual não serve de nada, e que tbm nao foram FB ou Twitter que fizeram a Primavera Árabe ou o cacete, é preciso de trabalho real, sem dúvida. MAS esse papo de que atuar na Internet é apenas falar com classe média é o que parece já estar completamente desatualizado, por isso achei relevante os dados (e a matéria é uma merda, poderia discutir muito mais) - mais de 90% dos moradores de cinco morros do RJ estão conectados ao face, isso nao é nada desprezível. 

Sem falar outra coisa: quase 100% estão ligados à TV, certo? Na comparação TV X Redes sociais aí acho que é facil ver onde temos alguma mínima chance de fazer algo e onde nao temos ne... enfim, acho um debate bacana, em todos os aspectos colocados aqui, da crítica ao controle e das possibilidades de atuação. 

Um outro lance que andei lendo esses dias e que me interessei bastante é pela tal da DEEP WEB, ces manjam disso? Pode ser uma alternativa para determinadas articulações? Sabem algum texto mais aprofundado? Eu li esse aqui, jornalístico:

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-internet-que-quase-ninguem-ve

Abraços!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Xavier,<br />
tbm achei o tal professor um panaca por essa declaração, mas é isso, eu colei a parada por contados dados. Já ouvi de muita gente de uma esquerda digamos &#8220;roots&#8221; coisas como &#8220;ah, isso é ativismo de internet, coisa de classe média para classe média&#8221;. Acho que é um consenso aqui que evidentemente que só a ação virtual não serve de nada, e que tbm nao foram FB ou Twitter que fizeram a Primavera Árabe ou o cacete, é preciso de trabalho real, sem dúvida. MAS esse papo de que atuar na Internet é apenas falar com classe média é o que parece já estar completamente desatualizado, por isso achei relevante os dados (e a matéria é uma merda, poderia discutir muito mais) &#8211; mais de 90% dos moradores de cinco morros do RJ estão conectados ao face, isso nao é nada desprezível. </p>
<p>Sem falar outra coisa: quase 100% estão ligados à TV, certo? Na comparação TV X Redes sociais aí acho que é facil ver onde temos alguma mínima chance de fazer algo e onde nao temos ne&#8230; enfim, acho um debate bacana, em todos os aspectos colocados aqui, da crítica ao controle e das possibilidades de atuação. </p>
<p>Um outro lance que andei lendo esses dias e que me interessei bastante é pela tal da DEEP WEB, ces manjam disso? Pode ser uma alternativa para determinadas articulações? Sabem algum texto mais aprofundado? Eu li esse aqui, jornalístico:</p>
<p><a href="http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-internet-que-quase-ninguem-ve" rel="nofollow ugc">http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-internet-que-quase-ninguem-ve</a></p>
<p>Abraços!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Paulo - manoo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72653/#comment-103915</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo - manoo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2013 13:48:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Comp@s, 
além da segurança na internet, gostaria de ressaltar um outro ponto acerca deste advento: a modificação das relações sociais. 

Com isso, não quero apresentar uma grande tese que explique detalhadamente cada ponto da relação entre a inserção de uma tecnologia e seus efeitos (práticos) nas relações sociais (ou seja, nas relações de dominação). Mas apenas iluminar com exemplos específicos o modo pelo qual as relações sociais se modificam com esse advento e seus efeitos para os militantes e ativistas de esquerda. 

Apesar de todas as ressalvas, acho que a maneira com que Zizek pensa o capitalismo cultural (ou cognitivo) pode nos ajudar a pensar como a internet termina por modificar as relações sociais (claro, isso não é um elemento isolado, mas apenas um dos aparelhos que &quot;transformam&quot; as relações). De acordo com Zizek, em linhas gerais,  o capitalismo cognitivo termina por modificar o prisma da dominação de classe, ou seja, o consumidor passa a ser responsável pelas mazelas dos sistema capitalista. Quando &quot;escolhe&quot; consumir café Starbucks (que tem o selo de &quot;comércio justo&quot;, produção baseada nos princípios do &quot;desenvolvimento sustentável&quot;) ao invés de outro café, o consumidor estaria escolhendo entre a destruição do planeta ou a sua preservação. Embora essa &quot;ideologia&quot; seja fácil de ser desmascarada, na medida em que basta olhar para o atendente da Starbuck para entender que não existe comércio justo, pois um café é igual o preço de uma hora de trabalho deste atendente.

Ainda assim, o que &quot;resta&quot; dessa ideologia? Ao que parece, é a sensação de que estamos contribuindo para resolver os problemas (naturais e sociais) do planeta. A &quot;consciência&quot; - ética - dos consumidores (trabalhadores) fica tranquila, pois foi feito uma boa ação que contribuiu para barrar a destruição do mundo. 

Esse exemplo fica mais palpável no caso da caridade. A igreja incentiva a caridade como forma de participação dos fieis no desígnios do mundo; ao dar o dízimo para igreja, estamos nos ausentando da responsabilidade de fazer alguma coisa pelos mais &quot;pobres&quot;. Confiamos à igreja - delegamos à ela - o poder para agir em prol dos &quot;desfavorecidos&quot;, com isso seguimos nossas vidas sem precisar se preocupar com os &quot;problemas sociais do mundo&quot;.  

Tá, mas o que tudo isso tem haver com a modificação das relações sociais e sua influência na ação da esquerda. 

Do mesmo modo que sentíamos tranquilos ao contribuir com a igreja através dos dízimos, ou comprando cafés de selo justo, ao compartilhar algo no facebook nos sentimos, de algum modo, como se estivéssemos contribuindo com a luta de tal modo que basta um &quot;click&quot; para as coisas mudarem. É o mesmo &quot;sentimento&quot; (as áspas servem neste caso porque é um sentimento que envolve pensamentos e ações) que somos tomados quando fazemos algo de útil para o mundo, como a caridade. 

Com isso não quero ir de encontro com a tese do Legume de que as redes sociais, de algum modo, potencializam as lutas. Acredito que isso acontece, no entanto, algo mais também acontece (como expliquei acima). Não se trata de afirmar uma contradição para abandoná-lo e ir buscar algo isento de contradição . Nada mais conservador querer alguma coisa pura, sem defeitos. Mas a &quot;consciência&quot; disso nos permite operar sobre o mesmo, isto é, não substituir o trabalho de base pelos compartilhamentos. Ou então começar a mapear (porque não) nossos comp@s que compartilham muitas coisas nas redes sociais para trazê-lo aos trabalhos de base. 

Desculpe pelas voltas. Da próxima buscarei ser mais direto.

abs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comp@s,<br />
além da segurança na internet, gostaria de ressaltar um outro ponto acerca deste advento: a modificação das relações sociais. </p>
<p>Com isso, não quero apresentar uma grande tese que explique detalhadamente cada ponto da relação entre a inserção de uma tecnologia e seus efeitos (práticos) nas relações sociais (ou seja, nas relações de dominação). Mas apenas iluminar com exemplos específicos o modo pelo qual as relações sociais se modificam com esse advento e seus efeitos para os militantes e ativistas de esquerda. </p>
<p>Apesar de todas as ressalvas, acho que a maneira com que Zizek pensa o capitalismo cultural (ou cognitivo) pode nos ajudar a pensar como a internet termina por modificar as relações sociais (claro, isso não é um elemento isolado, mas apenas um dos aparelhos que &#8220;transformam&#8221; as relações). De acordo com Zizek, em linhas gerais,  o capitalismo cognitivo termina por modificar o prisma da dominação de classe, ou seja, o consumidor passa a ser responsável pelas mazelas dos sistema capitalista. Quando &#8220;escolhe&#8221; consumir café Starbucks (que tem o selo de &#8220;comércio justo&#8221;, produção baseada nos princípios do &#8220;desenvolvimento sustentável&#8221;) ao invés de outro café, o consumidor estaria escolhendo entre a destruição do planeta ou a sua preservação. Embora essa &#8220;ideologia&#8221; seja fácil de ser desmascarada, na medida em que basta olhar para o atendente da Starbuck para entender que não existe comércio justo, pois um café é igual o preço de uma hora de trabalho deste atendente.</p>
<p>Ainda assim, o que &#8220;resta&#8221; dessa ideologia? Ao que parece, é a sensação de que estamos contribuindo para resolver os problemas (naturais e sociais) do planeta. A &#8220;consciência&#8221; &#8211; ética &#8211; dos consumidores (trabalhadores) fica tranquila, pois foi feito uma boa ação que contribuiu para barrar a destruição do mundo. </p>
<p>Esse exemplo fica mais palpável no caso da caridade. A igreja incentiva a caridade como forma de participação dos fieis no desígnios do mundo; ao dar o dízimo para igreja, estamos nos ausentando da responsabilidade de fazer alguma coisa pelos mais &#8220;pobres&#8221;. Confiamos à igreja &#8211; delegamos à ela &#8211; o poder para agir em prol dos &#8220;desfavorecidos&#8221;, com isso seguimos nossas vidas sem precisar se preocupar com os &#8220;problemas sociais do mundo&#8221;.  </p>
<p>Tá, mas o que tudo isso tem haver com a modificação das relações sociais e sua influência na ação da esquerda. </p>
<p>Do mesmo modo que sentíamos tranquilos ao contribuir com a igreja através dos dízimos, ou comprando cafés de selo justo, ao compartilhar algo no facebook nos sentimos, de algum modo, como se estivéssemos contribuindo com a luta de tal modo que basta um &#8220;click&#8221; para as coisas mudarem. É o mesmo &#8220;sentimento&#8221; (as áspas servem neste caso porque é um sentimento que envolve pensamentos e ações) que somos tomados quando fazemos algo de útil para o mundo, como a caridade. </p>
<p>Com isso não quero ir de encontro com a tese do Legume de que as redes sociais, de algum modo, potencializam as lutas. Acredito que isso acontece, no entanto, algo mais também acontece (como expliquei acima). Não se trata de afirmar uma contradição para abandoná-lo e ir buscar algo isento de contradição . Nada mais conservador querer alguma coisa pura, sem defeitos. Mas a &#8220;consciência&#8221; disso nos permite operar sobre o mesmo, isto é, não substituir o trabalho de base pelos compartilhamentos. Ou então começar a mapear (porque não) nossos comp@s que compartilham muitas coisas nas redes sociais para trazê-lo aos trabalhos de base. </p>
<p>Desculpe pelas voltas. Da próxima buscarei ser mais direto.</p>
<p>abs.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Legume		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72653/#comment-103726</link>

		<dc:creator><![CDATA[Legume]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 21:27:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tem um texto que o passa palavra publicou tempos atras analisa a utilização destas tecnologias em África http://passapalavra.info/?p=39994]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem um texto que o passa palavra publicou tempos atras analisa a utilização destas tecnologias em África <a href="http://passapalavra.info/?p=39994" rel="ugc">http://passapalavra.info/?p=39994</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: xavier		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72653/#comment-103713</link>

		<dc:creator><![CDATA[xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 20:07:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Taiguara e todos. 

Achei as conclusões do professor muito deslumbradas, como você bem disse. Mas, de fato, você está certo: a pesquisa aponta para dados surpreendentes e que não podemos ignorar - e as redes sociais são, sim, ferramentas que podem ser bem utilizadas, ao mesmo tempo em que nossa participação (não só a nossa, é claro) também é o alimento que nutre a valorização dessas grandes empresas de controle/segurança (se utilizam de nossos dados, vendem nossos gostos e posicionamentos para governos e corporações). Por esse motivo, esses dois artigos de polêmica aqui no Passa Palavra são importantes para a reflexão - já que apontam para as potencialidades e contradições de tal &quot;realidade conectada&quot;. 

Deveria ter sido mais claro, ao falar da pesquisa. Os dados apresentados são, como você bem disse, importantes. E, no fim das contas e o comentário do Taiguara me ajudou a perceber isso, as conclusões expostas pelo professor e demais envolvidos no estudo são de menor importância - diante do que podemos extrair para nossa reflexão e ação nas lutas.

Ainda sobre essa questão, puxo aqui da memória um artigo de 2011 que falava, em sua segunda seção, sobre um outro aspecto do tema sobre internet e mobilização. São muitos assuntos possíveis de serem linkados a partir dessa realidade da juventude que se conecta, informa e interage pelas redes sociais. O artigo em questão é: &quot;Curtir or not curtir&quot; (http://passapalavra.info/?p=46696).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Taiguara e todos. </p>
<p>Achei as conclusões do professor muito deslumbradas, como você bem disse. Mas, de fato, você está certo: a pesquisa aponta para dados surpreendentes e que não podemos ignorar &#8211; e as redes sociais são, sim, ferramentas que podem ser bem utilizadas, ao mesmo tempo em que nossa participação (não só a nossa, é claro) também é o alimento que nutre a valorização dessas grandes empresas de controle/segurança (se utilizam de nossos dados, vendem nossos gostos e posicionamentos para governos e corporações). Por esse motivo, esses dois artigos de polêmica aqui no Passa Palavra são importantes para a reflexão &#8211; já que apontam para as potencialidades e contradições de tal &#8220;realidade conectada&#8221;. </p>
<p>Deveria ter sido mais claro, ao falar da pesquisa. Os dados apresentados são, como você bem disse, importantes. E, no fim das contas e o comentário do Taiguara me ajudou a perceber isso, as conclusões expostas pelo professor e demais envolvidos no estudo são de menor importância &#8211; diante do que podemos extrair para nossa reflexão e ação nas lutas.</p>
<p>Ainda sobre essa questão, puxo aqui da memória um artigo de 2011 que falava, em sua segunda seção, sobre um outro aspecto do tema sobre internet e mobilização. São muitos assuntos possíveis de serem linkados a partir dessa realidade da juventude que se conecta, informa e interage pelas redes sociais. O artigo em questão é: &#8220;Curtir or not curtir&#8221; (<a href="http://passapalavra.info/?p=46696" rel="ugc">http://passapalavra.info/?p=46696</a>).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Taiguara		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72653/#comment-103710</link>

		<dc:creator><![CDATA[Taiguara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 19:54:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Xavier e todos,

Mas acho que o interessante da pesquisa/matéria é ter apontado que quase a totalidade da juventude urbana brasileira faz uso da internet e das redes sociais.

Também não concordo com o a leitura deslumbrada do professor, mas temos de pensar o quanto isso reafirma, com ainda mais contundência, a pertinência da polêmica (saudável) que é aqui colocada. Por um lado, a pesquisa nos diz que é possível alcançar a maioria da juventude brasileira com alguns cliques (o que pode ser bom se usado com alguma inteligência e bom senso), mas, por outro, indica que essa conectividade é feita sob o controle de algumas empresas (o que é não é nada bom).

Abraços]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Xavier e todos,</p>
<p>Mas acho que o interessante da pesquisa/matéria é ter apontado que quase a totalidade da juventude urbana brasileira faz uso da internet e das redes sociais.</p>
<p>Também não concordo com o a leitura deslumbrada do professor, mas temos de pensar o quanto isso reafirma, com ainda mais contundência, a pertinência da polêmica (saudável) que é aqui colocada. Por um lado, a pesquisa nos diz que é possível alcançar a maioria da juventude brasileira com alguns cliques (o que pode ser bom se usado com alguma inteligência e bom senso), mas, por outro, indica que essa conectividade é feita sob o controle de algumas empresas (o que é não é nada bom).</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: xavier		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72653/#comment-103701</link>

		<dc:creator><![CDATA[xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 19:00:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=72653#comment-103701</guid>

					<description><![CDATA[Me assusta, particularmente, os trechos atribuídos - segundo o recorte realizado pelo jornalista e a edição do jornal - ao professor do Departamento de Geografia da Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ).

Não conheço, particularmente, esse trabalho atual e toda a produção acadêmica/pesquisa de Jorge Luiz Barbosa. Mesmo assim, e ainda que abrindo o benefício da dúvida (jornalista e editor poder ter &quot;cortado&quot; ou distorcido suas declarações), é de ingenuidade sem tamanho dizer que “O cidadão invisível na rua aos olhos da sociedade” agora alcança, via milagre das redes sociais, um reconhecimento de que existe na cidade. Chamar isso de “revolução no imaginário da cidade” é uma piada praticamente.

Sei que isso parece desviar totalmente de nossa discussão aqui empreendida, mas não é o caso. Senão, vejamos. Não há dúvidas de que os textos publicados no Passa Palavra e o debate em seus comentários contribuem muito mais para entender de forma séria e crítica essa realidade. Já a pesquisa da ONG, da Secretaria Estadual da Cultura e do professor da UFF está vocalizando apenas sensos comuns ingênuos e bem ao gosto dessas grandes corporações de redes sociais/vigilância.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me assusta, particularmente, os trechos atribuídos &#8211; segundo o recorte realizado pelo jornalista e a edição do jornal &#8211; ao professor do Departamento de Geografia da Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ).</p>
<p>Não conheço, particularmente, esse trabalho atual e toda a produção acadêmica/pesquisa de Jorge Luiz Barbosa. Mesmo assim, e ainda que abrindo o benefício da dúvida (jornalista e editor poder ter &#8220;cortado&#8221; ou distorcido suas declarações), é de ingenuidade sem tamanho dizer que “O cidadão invisível na rua aos olhos da sociedade” agora alcança, via milagre das redes sociais, um reconhecimento de que existe na cidade. Chamar isso de “revolução no imaginário da cidade” é uma piada praticamente.</p>
<p>Sei que isso parece desviar totalmente de nossa discussão aqui empreendida, mas não é o caso. Senão, vejamos. Não há dúvidas de que os textos publicados no Passa Palavra e o debate em seus comentários contribuem muito mais para entender de forma séria e crítica essa realidade. Já a pesquisa da ONG, da Secretaria Estadual da Cultura e do professor da UFF está vocalizando apenas sensos comuns ingênuos e bem ao gosto dessas grandes corporações de redes sociais/vigilância.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marco Magri		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72653/#comment-103692</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marco Magri]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 17:39:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=72653#comment-103692</guid>

					<description><![CDATA[1. o que faço não é ilegal.
2. se eu fizer algo ilegal não será anunciado aos quatro ventos, sejam virtuais ou reais. a inocência ou seja lá qual for a motivação de publicizar algo deste gênero, pode melar alguma ação direta, mas até agora não impediram nada (mesmo porque a gente nao tem feito muita coisa né?!)
3. Facetruque ajuda na comunicação, nada mais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1. o que faço não é ilegal.<br />
2. se eu fizer algo ilegal não será anunciado aos quatro ventos, sejam virtuais ou reais. a inocência ou seja lá qual for a motivação de publicizar algo deste gênero, pode melar alguma ação direta, mas até agora não impediram nada (mesmo porque a gente nao tem feito muita coisa né?!)<br />
3. Facetruque ajuda na comunicação, nada mais.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: malandrão da lapa		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72653/#comment-103526</link>

		<dc:creator><![CDATA[malandrão da lapa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Feb 2013 23:08:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=72653#comment-103526</guid>

					<description><![CDATA[Essa é uma discussão realmente complicada. No final acaba sendo uma extensão de discussões organizacionais e qual a eficiência de cada forma?

Eu considero o Facebook como algo ruim em si. Me assusta um arquivo mundial tão detalhado das atividades, desejos, paixões, preferências e relações de cada um dos indivíduos. Por conta disso não o utilizo. Porém faço parte de um coletivo de comunicação e o meu coletivo tem uma página no Facebook. A grande maioria dos cliques para o site vem do Face. Apesar disso, decidimos construir um uso diferenciado dessa ferramenta. A questão que nos perguntamos é parecida com a do texto: se a técnica não é neutra qual as possibilidades de subvertê-la? 

Pelo que acompanhei dos últimos grandes processos de mobilização mundiais, não compactuo com a tese de que o Facebook foi o motor das grandes mobilizações. Pode ter servido como potencializador, mas nenhuma delas teria ocorrido se não houvesse um trabalho muito sério, duradouro e comprometido muito para além do Facebook. Prefiro construir esse trabalho à fazer campanhas publicitárias em redes sociais.

Daí, eu acho um pouco falacioso o antagonismo entre um uso seguro (criptografia e afins) da internet e o uso das redes sociais. Acho possível um uso conjunto de ambos. Ao mesmo tempo que uso VPN, Tor e criptografia, eu participo de um coletivo que usa o Facebook para divulgar questões mais emergenciais (tendo o cuidado de revelar o mínimo possível sobre nós pessoas físicas nesse ambiente). O jeito mais eficaz de evitar uma tecnocracia não é evitar o uso desses mecanismos de defesa e sim torná-los o mais popular possível.

Sobre essas questões, eu tenho achado as reflexões de Assange bem interessantes. Recomendo um debate da série &quot;O mundo amanhã&quot; que trata sobre o assunto:

http://www.youtube.com/watch?v=n2_ON1swsok

Bem, é isso. Continuemos com essa discussão porque muito ainda precisamos entender para evitar que nos enforquemos com uma corda que nós próprios construímos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma discussão realmente complicada. No final acaba sendo uma extensão de discussões organizacionais e qual a eficiência de cada forma?</p>
<p>Eu considero o Facebook como algo ruim em si. Me assusta um arquivo mundial tão detalhado das atividades, desejos, paixões, preferências e relações de cada um dos indivíduos. Por conta disso não o utilizo. Porém faço parte de um coletivo de comunicação e o meu coletivo tem uma página no Facebook. A grande maioria dos cliques para o site vem do Face. Apesar disso, decidimos construir um uso diferenciado dessa ferramenta. A questão que nos perguntamos é parecida com a do texto: se a técnica não é neutra qual as possibilidades de subvertê-la? </p>
<p>Pelo que acompanhei dos últimos grandes processos de mobilização mundiais, não compactuo com a tese de que o Facebook foi o motor das grandes mobilizações. Pode ter servido como potencializador, mas nenhuma delas teria ocorrido se não houvesse um trabalho muito sério, duradouro e comprometido muito para além do Facebook. Prefiro construir esse trabalho à fazer campanhas publicitárias em redes sociais.</p>
<p>Daí, eu acho um pouco falacioso o antagonismo entre um uso seguro (criptografia e afins) da internet e o uso das redes sociais. Acho possível um uso conjunto de ambos. Ao mesmo tempo que uso VPN, Tor e criptografia, eu participo de um coletivo que usa o Facebook para divulgar questões mais emergenciais (tendo o cuidado de revelar o mínimo possível sobre nós pessoas físicas nesse ambiente). O jeito mais eficaz de evitar uma tecnocracia não é evitar o uso desses mecanismos de defesa e sim torná-los o mais popular possível.</p>
<p>Sobre essas questões, eu tenho achado as reflexões de Assange bem interessantes. Recomendo um debate da série &#8220;O mundo amanhã&#8221; que trata sobre o assunto:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=n2_ON1swsok" rel="nofollow ugc">http://www.youtube.com/watch?v=n2_ON1swsok</a></p>
<p>Bem, é isso. Continuemos com essa discussão porque muito ainda precisamos entender para evitar que nos enforquemos com uma corda que nós próprios construímos.</p>
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