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	Comentários sobre: Existe consenso em SP? Reflexões sobre a questão da cultura (1ª parte)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Bruno Mattos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72682/#comment-130602</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruno Mattos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2013 08:05:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não vou entrar no conteúdo, estou muito contemplado nas várias provocações feitas, mas quero chamar atenção prá alguns aspectos dos comentários defensores da FdE.

1 - Como já foi apontado é uma defesa ad hominem, ou seja que tenta desqualificar o autor da crítica e não a crítica. Até agora nenhum defensor do FdE contradisse de fato o que o PP denunciou, apenas reafirmou.

2 - A tática de defesa do neoPT - e toda essa galera da direção da FdE, da direção majoritária da UNE, da direção do MST, as juventudes dos partidos atrelados, como a UJS, a JPSB, a JPPL será considerada neoPT como uma categoria que estebeleço aqui usa a retórica do &quot;eu faço isso, mas você também&quot;. Meio que como o chororô petista quando do mensalão petista, reclamar que o PSDB ou o DEM roubam/roubaram mais. Ora, cadeia a todos os ladrões independente do tamanho do roubo ou da filiação partidária. Embora, esse debate seja de um reducionismo moralista, pois o cerne da roubalheira não está no &quot;se as pessoas são más ou desonestas&quot;, mas um mecanismo de autorreprodução do capitalismo, algo inerente a ele, ainda embora que não fundado por ele. (Fora que dizer que esses setores são a esquerda hoje denota o total atrelamento à governança petista da autora do comentário, desprovido de uma crítica mais profunda e que ignora a existência de uma real esquerda - ainda que limitada e contraditória - mas não tanto quanto o modo de governar petista que, não por minha vontade ou &quot;rancor&quot;, mas pelos dados concretos dispostos pelas políticas públicas executadas no período operou em uma total conciliação de classes, conformação das insatisfações, proporcionando assim uma reprodução e acumulação de capital &#039;nunca antes vista na história desse país&#039;).

3 - Como pesquisador de gestão e políticas culturais, graduado em Produção Cultural, que estou o caso das Lonas Culturais do Rio de Janeiro (cuja gestão acaba sendo, com liberdade de conceituação, uma espécie de parcerias público privadas), com um ponto de vista parcial, pois é, inclusive antropologicamente, equivocado defender qualquer tipo de imparcialidade que chegou a resultados uma tanto quanto dialéticos e contraditórios com aquilo que pensava anteriormente quando do início da pesquisa, fico um tanto quanto surpreso com a defesa intransigente que duas pessoas (Flávia e Joenne), para além de toda a parcialidade permissível em um estudo acadêmico, fazem da FdE. Parece-me mais &quot;militância&quot; da FdE do que pesquisadoras das ciências humanas e sociais. 

4 - Dizer quem é fake e quem não é não desmerece os comentários ou os desqualifica per si. Também não sei se Joenne e Flávia são pessoas reais, com nomes reais, mas isso não desqualifica o argumento delas - o que desqualifica são os recursos retóricos falaciosos tão bem apontados anteriormente. Não há no texto do PP conteúdo difamatório e salvo um ou outro comentário, no geral, os comentários são experiências e análises cuja tônica não é a difamação ou a calúnia, mas a disputa salutar de projetos de consciência e de sociedade. Quem criminaliza os fakes é a direita clássica representada no senador mensaleiro tucano Eduardo Azeredo. #ficadica

5 - Segue o meu apelo para que os participantes, apoiadores, colaboradores, observadores, etc, da experiência FdE façam um debate mais qualificado, desconstruindo ou tentando desconstruir as críticas colocadas sem recursos retóricos falaciosos e argumentações ad hominem e sem o recurso do &quot;eu faço, mas você também&quot;.

6 - Sou real, estou no facebook (Bruno Du Mattu) prá quem quiser aprofundar o debate sobre a FdE.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não vou entrar no conteúdo, estou muito contemplado nas várias provocações feitas, mas quero chamar atenção prá alguns aspectos dos comentários defensores da FdE.</p>
<p>1 &#8211; Como já foi apontado é uma defesa ad hominem, ou seja que tenta desqualificar o autor da crítica e não a crítica. Até agora nenhum defensor do FdE contradisse de fato o que o PP denunciou, apenas reafirmou.</p>
<p>2 &#8211; A tática de defesa do neoPT &#8211; e toda essa galera da direção da FdE, da direção majoritária da UNE, da direção do MST, as juventudes dos partidos atrelados, como a UJS, a JPSB, a JPPL será considerada neoPT como uma categoria que estebeleço aqui usa a retórica do &#8220;eu faço isso, mas você também&#8221;. Meio que como o chororô petista quando do mensalão petista, reclamar que o PSDB ou o DEM roubam/roubaram mais. Ora, cadeia a todos os ladrões independente do tamanho do roubo ou da filiação partidária. Embora, esse debate seja de um reducionismo moralista, pois o cerne da roubalheira não está no &#8220;se as pessoas são más ou desonestas&#8221;, mas um mecanismo de autorreprodução do capitalismo, algo inerente a ele, ainda embora que não fundado por ele. (Fora que dizer que esses setores são a esquerda hoje denota o total atrelamento à governança petista da autora do comentário, desprovido de uma crítica mais profunda e que ignora a existência de uma real esquerda &#8211; ainda que limitada e contraditória &#8211; mas não tanto quanto o modo de governar petista que, não por minha vontade ou &#8220;rancor&#8221;, mas pelos dados concretos dispostos pelas políticas públicas executadas no período operou em uma total conciliação de classes, conformação das insatisfações, proporcionando assim uma reprodução e acumulação de capital &#8216;nunca antes vista na história desse país&#8217;).</p>
<p>3 &#8211; Como pesquisador de gestão e políticas culturais, graduado em Produção Cultural, que estou o caso das Lonas Culturais do Rio de Janeiro (cuja gestão acaba sendo, com liberdade de conceituação, uma espécie de parcerias público privadas), com um ponto de vista parcial, pois é, inclusive antropologicamente, equivocado defender qualquer tipo de imparcialidade que chegou a resultados uma tanto quanto dialéticos e contraditórios com aquilo que pensava anteriormente quando do início da pesquisa, fico um tanto quanto surpreso com a defesa intransigente que duas pessoas (Flávia e Joenne), para além de toda a parcialidade permissível em um estudo acadêmico, fazem da FdE. Parece-me mais &#8220;militância&#8221; da FdE do que pesquisadoras das ciências humanas e sociais. </p>
<p>4 &#8211; Dizer quem é fake e quem não é não desmerece os comentários ou os desqualifica per si. Também não sei se Joenne e Flávia são pessoas reais, com nomes reais, mas isso não desqualifica o argumento delas &#8211; o que desqualifica são os recursos retóricos falaciosos tão bem apontados anteriormente. Não há no texto do PP conteúdo difamatório e salvo um ou outro comentário, no geral, os comentários são experiências e análises cuja tônica não é a difamação ou a calúnia, mas a disputa salutar de projetos de consciência e de sociedade. Quem criminaliza os fakes é a direita clássica representada no senador mensaleiro tucano Eduardo Azeredo. #ficadica</p>
<p>5 &#8211; Segue o meu apelo para que os participantes, apoiadores, colaboradores, observadores, etc, da experiência FdE façam um debate mais qualificado, desconstruindo ou tentando desconstruir as críticas colocadas sem recursos retóricos falaciosos e argumentações ad hominem e sem o recurso do &#8220;eu faço, mas você também&#8221;.</p>
<p>6 &#8211; Sou real, estou no facebook (Bruno Du Mattu) prá quem quiser aprofundar o debate sobre a FdE.</p>
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		<title>
		Por: jair diniz		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72682/#comment-118072</link>

		<dc:creator><![CDATA[jair diniz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2013 14:47:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esta matéria aqui exibida pelo Passa Palavra é válida. Aliviadora para mim e muita gente. Este texto, matéria, precisa existir para que uma reflexão. O texto exibe dados e narra uma trajetória clara de Capitalização de lucros financeiros efetuados por determinado coletivo cultural em São Paulo. Não conheço nenhum componente do Passa Palavra.
Moro no centro de São Paulo entre o Largo do Arouche e a Praça da República. Fica claro para quem convive e vive nesta região como o produto cultural tem sido arma de maqueamento de um projeto de especulação imobiliária, de trampolim politico, do velho &quot;pão e circo&quot;. Digo isto porque não existe melhoria transformadora no Centro de São Paulo.     
E existem outros produtos a Capitalizar. Produtos como a &quot;MARCA&quot; da entidade, grupo, etc. Se eu faço um trabalho voluntário e coloco o meu nome regularmente em evidência eu ganho seguidores. Com esta ação voluntária, gratuita, social, auxiliadora, transformadora, revolucionária fortaleço minha Marca. Posso usa-la como quiser, mas tenho LUCRO. Assim alguns coletivos tem capitalizado MARCA. 
Aqui no centro de São Paulo existe o coletivo BAIXO CENTRO. Na sua trajetória e nos eventos por &quot;dançar nas ruas...as ruas são para dançar....&quot; como é PRODUZIDO por este coletivo, é observável o capitalismo, o autoritarismo, o não diálogo, o oportunismo. Digo isto porque estes eventos são invasivos não considerando o ritmo de vida dos morados ; inseridos de maneira truculenta por fazerem o seu evento a qualquer custo humano de quem vive no local; incoerente porque não ouvem o interesse da micro sociedade que vive nestes espaços; incoerentes com o que é cultura já que não respeitam a cultura local que existe há muito tempo; oportunistas já que o Centro de São Paulo é MODA. 
Num geral estes &quot;eventos culturais&quot; do vamos &quot;dançar nas ruas.... as ruas são para dançar...&quot; repete os mesmos procedimentos do autoritarismo já bem conhecido. Uma das imagens mais próxima do que escrevo é: “Fazer evento-festa num elevado acima de pessoas semivivendo abaixo deste mesmo elevado”. Isso é reproduzir o que o projeto cultural que o Estado tem feito no Centro de São Paulo. 
O centro de São Paulo é MODA e para mim este grupo BAIXO CENTRO assim como outros que no momento estão sendo confrontados e expostos são OPORTUNISTAS já que se alinham a esta forma de ação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta matéria aqui exibida pelo Passa Palavra é válida. Aliviadora para mim e muita gente. Este texto, matéria, precisa existir para que uma reflexão. O texto exibe dados e narra uma trajetória clara de Capitalização de lucros financeiros efetuados por determinado coletivo cultural em São Paulo. Não conheço nenhum componente do Passa Palavra.<br />
Moro no centro de São Paulo entre o Largo do Arouche e a Praça da República. Fica claro para quem convive e vive nesta região como o produto cultural tem sido arma de maqueamento de um projeto de especulação imobiliária, de trampolim politico, do velho &#8220;pão e circo&#8221;. Digo isto porque não existe melhoria transformadora no Centro de São Paulo.<br />
E existem outros produtos a Capitalizar. Produtos como a &#8220;MARCA&#8221; da entidade, grupo, etc. Se eu faço um trabalho voluntário e coloco o meu nome regularmente em evidência eu ganho seguidores. Com esta ação voluntária, gratuita, social, auxiliadora, transformadora, revolucionária fortaleço minha Marca. Posso usa-la como quiser, mas tenho LUCRO. Assim alguns coletivos tem capitalizado MARCA.<br />
Aqui no centro de São Paulo existe o coletivo BAIXO CENTRO. Na sua trajetória e nos eventos por &#8220;dançar nas ruas&#8230;as ruas são para dançar&#8230;.&#8221; como é PRODUZIDO por este coletivo, é observável o capitalismo, o autoritarismo, o não diálogo, o oportunismo. Digo isto porque estes eventos são invasivos não considerando o ritmo de vida dos morados ; inseridos de maneira truculenta por fazerem o seu evento a qualquer custo humano de quem vive no local; incoerente porque não ouvem o interesse da micro sociedade que vive nestes espaços; incoerentes com o que é cultura já que não respeitam a cultura local que existe há muito tempo; oportunistas já que o Centro de São Paulo é MODA.<br />
Num geral estes &#8220;eventos culturais&#8221; do vamos &#8220;dançar nas ruas&#8230;. as ruas são para dançar&#8230;&#8221; repete os mesmos procedimentos do autoritarismo já bem conhecido. Uma das imagens mais próxima do que escrevo é: “Fazer evento-festa num elevado acima de pessoas semivivendo abaixo deste mesmo elevado”. Isso é reproduzir o que o projeto cultural que o Estado tem feito no Centro de São Paulo.<br />
O centro de São Paulo é MODA e para mim este grupo BAIXO CENTRO assim como outros que no momento estão sendo confrontados e expostos são OPORTUNISTAS já que se alinham a esta forma de ação.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72682/#comment-116821</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 16:11:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Globo Ação

http://redeglobo.globo.com/acao/videos/t/edicoes/v/acao-27042013-movimento-fora-do-eixo-integra/2541291/

Tirando como base o que a Globo considera como &quot;Ação&quot;, e o que é veiculado no programa, pode-se fazer a leitura de que o FdE seria uma espécie de &quot;Rockeiro Esperança&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Globo Ação</p>
<p><a href="http://redeglobo.globo.com/acao/videos/t/edicoes/v/acao-27042013-movimento-fora-do-eixo-integra/2541291/" rel="nofollow ugc">http://redeglobo.globo.com/acao/videos/t/edicoes/v/acao-27042013-movimento-fora-do-eixo-integra/2541291/</a></p>
<p>Tirando como base o que a Globo considera como &#8220;Ação&#8221;, e o que é veiculado no programa, pode-se fazer a leitura de que o FdE seria uma espécie de &#8220;Rockeiro Esperança&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Que deselegante!		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72682/#comment-116758</link>

		<dc:creator><![CDATA[Que deselegante!]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Apr 2013 21:36:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Se é verdade que a revolução não será televisionada, o que pensar da pseudo-revolução que agora ganha a simpatia da maior rede de televisão do país, detentora dos maiores monopólios sobre os meios de comunicação?

Nunca o Capilé insistiu tanto na publicação de alguma coisa em seu facebook como tá fazendo agora com a aparição do FdE num programa da rede Globo de televisão, no programa ação:
http://redeglobo.globo.com/acao/videos/t/edicoes/v/acao-27042013-movimento-fora-do-eixo-integra/2541291/

Mas ninguém da rede se questiona sobre esse apoiozinho, dessa simpatia toda. Com direito a Sandra Annenberg apresentando com a aquele sorrizinho plástico que só ela tem.

Capilé, que deselegante!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se é verdade que a revolução não será televisionada, o que pensar da pseudo-revolução que agora ganha a simpatia da maior rede de televisão do país, detentora dos maiores monopólios sobre os meios de comunicação?</p>
<p>Nunca o Capilé insistiu tanto na publicação de alguma coisa em seu facebook como tá fazendo agora com a aparição do FdE num programa da rede Globo de televisão, no programa ação:<br />
<a href="http://redeglobo.globo.com/acao/videos/t/edicoes/v/acao-27042013-movimento-fora-do-eixo-integra/2541291/" rel="nofollow ugc">http://redeglobo.globo.com/acao/videos/t/edicoes/v/acao-27042013-movimento-fora-do-eixo-integra/2541291/</a></p>
<p>Mas ninguém da rede se questiona sobre esse apoiozinho, dessa simpatia toda. Com direito a Sandra Annenberg apresentando com a aquele sorrizinho plástico que só ela tem.</p>
<p>Capilé, que deselegante!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Quebrada quebrada		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72682/#comment-105356</link>

		<dc:creator><![CDATA[Quebrada quebrada]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 21:02:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Roman, concordo que as pessoas não são burras, mas fiquemos ligeiros com as quebras, porque eles estão atuando lá já há algum tempo. Agência Solano Trindade, por exemplo, na Zona Sul...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Roman, concordo que as pessoas não são burras, mas fiquemos ligeiros com as quebras, porque eles estão atuando lá já há algum tempo. Agência Solano Trindade, por exemplo, na Zona Sul&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: herbertao		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72682/#comment-105302</link>

		<dc:creator><![CDATA[herbertao]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 16:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Talvez o principal problema do FDE, como ja citado noutro comentario, seja o conjuntos das profundas contradições entre as ideias e a conduta/postura. De fato, a organização junta uma serie de ideias (embora nenhuma delas seja original ou criada por eles) muitissimo interessantes, revolucionárias, libertárias e utópicas. A tal &quot;morte do autor&quot; seria lindo se vivêssemos numa sociedade onde todos tivessem formação e educação. Seria uma alavanca pra evolução de todos. Mas na atual conjuntura, o único motivo pra aderir algo assim, é o de se apropriar da obra alheia sem ter custos ou correr o risco de levar um processo. A tal &quot;pós-marca&quot;, muito interessante como conceito que, em tese, tenta desvincular o produto de uma instituição ou de um proprietário. Porééémmmm, a prória FdE é uma marca, a prória &quot;Pós-marca&quot; é uma marca em si, tudo naquela casa tem uma marca, um logotipo...uma coisa muito contraditória, pra não dizer hipócrita mesmo. E mais um tanto de outras coisas, como, por exemplo, o fato de que nas origens propunham criar fortalecer um circuito musical alternativo ao eixo (olha o nome da organização aqui) RJ-SP. Onde estão intalados agora? E a proposta principal, ainda é sobre fortalecer o mercado musical alternativo fora do &quot;eixo do mal RJ-SP&quot;? Sem contar que o grupo que se afirma como libertário é na verdade autocrata e excludente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez o principal problema do FDE, como ja citado noutro comentario, seja o conjuntos das profundas contradições entre as ideias e a conduta/postura. De fato, a organização junta uma serie de ideias (embora nenhuma delas seja original ou criada por eles) muitissimo interessantes, revolucionárias, libertárias e utópicas. A tal &#8220;morte do autor&#8221; seria lindo se vivêssemos numa sociedade onde todos tivessem formação e educação. Seria uma alavanca pra evolução de todos. Mas na atual conjuntura, o único motivo pra aderir algo assim, é o de se apropriar da obra alheia sem ter custos ou correr o risco de levar um processo. A tal &#8220;pós-marca&#8221;, muito interessante como conceito que, em tese, tenta desvincular o produto de uma instituição ou de um proprietário. Porééémmmm, a prória FdE é uma marca, a prória &#8220;Pós-marca&#8221; é uma marca em si, tudo naquela casa tem uma marca, um logotipo&#8230;uma coisa muito contraditória, pra não dizer hipócrita mesmo. E mais um tanto de outras coisas, como, por exemplo, o fato de que nas origens propunham criar fortalecer um circuito musical alternativo ao eixo (olha o nome da organização aqui) RJ-SP. Onde estão intalados agora? E a proposta principal, ainda é sobre fortalecer o mercado musical alternativo fora do &#8220;eixo do mal RJ-SP&#8221;? Sem contar que o grupo que se afirma como libertário é na verdade autocrata e excludente.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Bruno Cava		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72682/#comment-105120</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruno Cava]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Feb 2013 19:01:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=72682#comment-105120</guid>

					<description><![CDATA[Bom texto sobre a gestão de pessoas/produção cultural no modo 2.0, em certa medida apoiado sobre um outro da UniNômade (http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&#038;pid=1886) Embora este novo patine em algumas questões, tais como a adesão do PassaPalavra à tese do &#039;cultural turn&#039; funcional à higienização urbana, que é bastante limitada no escopo (na esteira de Otília Arantes e uspianos, atrasados 30 anos no debate). Ou, ao contornar as coordenadas da cultura no núcleo da produção de valor hoje --- perdendo de vista assim as sobreposições íntimas entre cultura e política, produção e conflito. E aí, por isso, na conclusão, o texto termina por subestimar duplamente o que analisa, subestimando tanto o lado potente (fabulador de formas de vida, proliferante de pontos e redes produtivas transversais, construção &quot;de baixo pra cima&quot; da cidade) quanto o impotente (redução ao simbólico e &quot;ressignificações&quot;, publicidade e branding, cidade-empresa etc) do comum produtivo. Não dá pra negar o paradoxo do comum, o duplo rendimento de mediações enraizadas como o FdE. Admiti-lo, --- sem cair na &quot;ironia pós-moderna&quot; ou irreverência achatada, onde tudo pode ser hackeamento e ser hackeado ao mesmo tempo sem qualquer problema --- é o primeiro passo para conduzir esse debate a outro nível, desbloqueando a prática. Por outro lado, o texto do PassaPalavra não deixa de ser fundamental para continuar a reserva de senso crítico diante do &quot;entusiasmo pós-rancor&quot; ou da &quot;fome desmedida por fazer&quot;, e todos quantos argumentos que desqualificam quem está na praça armado da crítica ao capitalismo, apoiado nas lutas, moleculares ou mais orgânicas, &quot;duras&quot; ou &quot;moles&quot;. Esse texto, como outros, importa, sim, para manter o dissenso aberto, contra grupos de poder/afinidade interessados em abafá-lo, externa ou internamente. Externamente, com profusão de ruído publicitário, saturado de prêmios, confetes, coloridos, slogans e um inchamento exclamativo (amiúde com verniz acadêmico) de realizações mais modestas. Internamente, mediante consensos fabricados pragmaticamente de cima a baixo, à base de &quot;desconflito&quot;, &quot;nivelamento do discurso&quot; e, tô pasmado, &quot;choque pesadelo&quot; (http://passapalavra.info/?p=72971), entre outros termos sintomáticos do glossário oficial. Até aí tudo bem: mais do mesmo do funcionamento de qualquer empresa 2.0, como Google ou Steve Jobs. A coisa começa a ranger, no entanto, no momento em que o empresário/ONG se apresenta como mobilização política de transformação, e a seguir usa as credenciais para, de um lado, agenciar coletivos e mobilizações de luta, e de outro, angariar fundos com governos de esquerda. Mistura de febre ongueira e produtora cultural, com agentes que bem poderiam ser vanguarda leninista e executivos workaholics. O que no fundo pode ser vital, uma vez que se explora, sobretudo, a insatisfação, a criatividade e a rebeldia difusas contra-o-que-está-aí, num plano simultaneamente político e estético. Daí econômico, como arranjos produtivos que já existem pelos territórios das cidades e suas redes. O caso se agrava quando os interlocutores são sumariamente desqualificados, portando-se assim como bons e velhos empresários que contornam qualquer problematização repetindo soberbamente que conhecem como ninguém o negócio/ofício, e que não precisam de ninguém &quot;de fora&quot;. Ou exigem rigor empírico acadêmico, ou o esconjuram como teórico demais. Ou demandam visão insider, ou acusam de ressentimento quem já esteve dentro. Conhecemos bem o rosto dessa atitude autolegitimante. Discurso ainda mais cínico quando justificado porque vieram &quot;de baixo&quot;, de &quot;fora do eixo&quot;, no melhor arrivismo de autossuperação à la Silvio Santos. É o empreendedor criativo armado de PowerPoint e articulação de gabinete incapaz de responder a problemas desconfortáveis, senão defendendo-se moralmente. Mas a moralização mata o discurso em ambos os sentidos. Toda uma forma de agir e atuar aí se instala, bem no centro do que se coloca como alternativa de trabalho, cooperação e imaginação. Pretendo escrever mais sobre, prolongando linhas de meu último: http://www.quadradodosloucos.com.br/2856/o-mal-estar-da-cultura-livre/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom texto sobre a gestão de pessoas/produção cultural no modo 2.0, em certa medida apoiado sobre um outro da UniNômade (<a href="http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&#038;pid=1886" rel="nofollow ugc">http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&#038;pid=1886</a>) Embora este novo patine em algumas questões, tais como a adesão do PassaPalavra à tese do &#8216;cultural turn&#8217; funcional à higienização urbana, que é bastante limitada no escopo (na esteira de Otília Arantes e uspianos, atrasados 30 anos no debate). Ou, ao contornar as coordenadas da cultura no núcleo da produção de valor hoje &#8212; perdendo de vista assim as sobreposições íntimas entre cultura e política, produção e conflito. E aí, por isso, na conclusão, o texto termina por subestimar duplamente o que analisa, subestimando tanto o lado potente (fabulador de formas de vida, proliferante de pontos e redes produtivas transversais, construção &#8220;de baixo pra cima&#8221; da cidade) quanto o impotente (redução ao simbólico e &#8220;ressignificações&#8221;, publicidade e branding, cidade-empresa etc) do comum produtivo. Não dá pra negar o paradoxo do comum, o duplo rendimento de mediações enraizadas como o FdE. Admiti-lo, &#8212; sem cair na &#8220;ironia pós-moderna&#8221; ou irreverência achatada, onde tudo pode ser hackeamento e ser hackeado ao mesmo tempo sem qualquer problema &#8212; é o primeiro passo para conduzir esse debate a outro nível, desbloqueando a prática. Por outro lado, o texto do PassaPalavra não deixa de ser fundamental para continuar a reserva de senso crítico diante do &#8220;entusiasmo pós-rancor&#8221; ou da &#8220;fome desmedida por fazer&#8221;, e todos quantos argumentos que desqualificam quem está na praça armado da crítica ao capitalismo, apoiado nas lutas, moleculares ou mais orgânicas, &#8220;duras&#8221; ou &#8220;moles&#8221;. Esse texto, como outros, importa, sim, para manter o dissenso aberto, contra grupos de poder/afinidade interessados em abafá-lo, externa ou internamente. Externamente, com profusão de ruído publicitário, saturado de prêmios, confetes, coloridos, slogans e um inchamento exclamativo (amiúde com verniz acadêmico) de realizações mais modestas. Internamente, mediante consensos fabricados pragmaticamente de cima a baixo, à base de &#8220;desconflito&#8221;, &#8220;nivelamento do discurso&#8221; e, tô pasmado, &#8220;choque pesadelo&#8221; (<a href="http://passapalavra.info/?p=72971" rel="ugc">http://passapalavra.info/?p=72971</a>), entre outros termos sintomáticos do glossário oficial. Até aí tudo bem: mais do mesmo do funcionamento de qualquer empresa 2.0, como Google ou Steve Jobs. A coisa começa a ranger, no entanto, no momento em que o empresário/ONG se apresenta como mobilização política de transformação, e a seguir usa as credenciais para, de um lado, agenciar coletivos e mobilizações de luta, e de outro, angariar fundos com governos de esquerda. Mistura de febre ongueira e produtora cultural, com agentes que bem poderiam ser vanguarda leninista e executivos workaholics. O que no fundo pode ser vital, uma vez que se explora, sobretudo, a insatisfação, a criatividade e a rebeldia difusas contra-o-que-está-aí, num plano simultaneamente político e estético. Daí econômico, como arranjos produtivos que já existem pelos territórios das cidades e suas redes. O caso se agrava quando os interlocutores são sumariamente desqualificados, portando-se assim como bons e velhos empresários que contornam qualquer problematização repetindo soberbamente que conhecem como ninguém o negócio/ofício, e que não precisam de ninguém &#8220;de fora&#8221;. Ou exigem rigor empírico acadêmico, ou o esconjuram como teórico demais. Ou demandam visão insider, ou acusam de ressentimento quem já esteve dentro. Conhecemos bem o rosto dessa atitude autolegitimante. Discurso ainda mais cínico quando justificado porque vieram &#8220;de baixo&#8221;, de &#8220;fora do eixo&#8221;, no melhor arrivismo de autossuperação à la Silvio Santos. É o empreendedor criativo armado de PowerPoint e articulação de gabinete incapaz de responder a problemas desconfortáveis, senão defendendo-se moralmente. Mas a moralização mata o discurso em ambos os sentidos. Toda uma forma de agir e atuar aí se instala, bem no centro do que se coloca como alternativa de trabalho, cooperação e imaginação. Pretendo escrever mais sobre, prolongando linhas de meu último: <a href="http://www.quadradodosloucos.com.br/2856/o-mal-estar-da-cultura-livre/" rel="nofollow ugc">http://www.quadradodosloucos.com.br/2856/o-mal-estar-da-cultura-livre/</a></p>
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		<title>
		Por: Francisco Petrônio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72682/#comment-105118</link>

		<dc:creator><![CDATA[Francisco Petrônio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Feb 2013 18:44:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não existe caixa coletivo, em Minas tem o Circuito Mineiro de Festivais, que no ultimo ano a divisão de grana foi bizarra e nunca se presta contas. Quando presta tem uns valores e cálculos que só eles entendem.
#PagaeuFDE]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não existe caixa coletivo, em Minas tem o Circuito Mineiro de Festivais, que no ultimo ano a divisão de grana foi bizarra e nunca se presta contas. Quando presta tem uns valores e cálculos que só eles entendem.<br />
#PagaeuFDE</p>
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		<title>
		Por: Marta beijo prazamiga		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72682/#comment-105112</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marta beijo prazamiga]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Feb 2013 18:25:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ainda bem que este debate surge ! 1- Hackear = pegar $$$ público da Vale pra fins.... ? 2 - Desde quando a Esquerda em 2013 é o Fora do EIxo, UNE e Pontos de cultura... ??? 3 - Quem estava em SP em 2011 - assistiu o fora do eixo levar umas 15 pessoas para ir CONTRA O SOFT. LIVRE como política pública para internet no Brasil e ainda tem a cara de pau de falar em Cultura Livre !!!!  4 - Sabemos muito bem o que o FDE foi fazer em Brasília, nova casa financiada pelo Banco do Brasil (hackeado ?) E como o TITANIC falou.. #nopassaran]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ainda bem que este debate surge ! 1- Hackear = pegar $$$ público da Vale pra fins&#8230;. ? 2 &#8211; Desde quando a Esquerda em 2013 é o Fora do EIxo, UNE e Pontos de cultura&#8230; ??? 3 &#8211; Quem estava em SP em 2011 &#8211; assistiu o fora do eixo levar umas 15 pessoas para ir CONTRA O SOFT. LIVRE como política pública para internet no Brasil e ainda tem a cara de pau de falar em Cultura Livre !!!!  4 &#8211; Sabemos muito bem o que o FDE foi fazer em Brasília, nova casa financiada pelo Banco do Brasil (hackeado ?) E como o TITANIC falou.. #nopassaran</p>
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		<title>
		Por: Marta		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/72682/#comment-105110</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Feb 2013 18:13:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre Youssef pergunte ao CAPILÉ ! Acabaram com o Casas Associadas, porque o importante é o mercado. E o Casas Associadas não seria mais prioridade pro FDE. Interessante saber que rolou um edital pro Casas... o que foi feito com a grana ? Porque o Casas Associadas morreu tem tempo... porque foi tiranamente cooptado pelo FDE]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre Youssef pergunte ao CAPILÉ ! Acabaram com o Casas Associadas, porque o importante é o mercado. E o Casas Associadas não seria mais prioridade pro FDE. Interessante saber que rolou um edital pro Casas&#8230; o que foi feito com a grana ? Porque o Casas Associadas morreu tem tempo&#8230; porque foi tiranamente cooptado pelo FDE</p>
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