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	Comentários sobre: Existe consenso em SP? Reflexões sobre a questão da cultura (2ª parte)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Caio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/73022/#comment-113070</link>

		<dc:creator><![CDATA[Caio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 20:08:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O que era visto pela gestão como inimigo, nesta descarademente um instrumento da especulação imobiliária. Vai bem no sentido do que o texto comenta sobre a Baixa Augusta:

&quot;Prefeitura de SP quer usar skatistas para recuperar áreas degradadas do centro -
Prefeitura de SP quer usar skatistas para recuperar áreas degradadas do centro. Conflito na Praça Roosevelt, em janeiro, motivou diálogo com a administração. Conversas já mapearam três áreas na região da Sé que devem ser adaptadas à prática do skate ainda em 2013. Gestão Haddad promete ainda complexo de esportes radicais no Parque Dom Pedro II&quot; http://bit.ly/10woZJU]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que era visto pela gestão como inimigo, nesta descarademente um instrumento da especulação imobiliária. Vai bem no sentido do que o texto comenta sobre a Baixa Augusta:</p>
<p>&#8220;Prefeitura de SP quer usar skatistas para recuperar áreas degradadas do centro &#8211;<br />
Prefeitura de SP quer usar skatistas para recuperar áreas degradadas do centro. Conflito na Praça Roosevelt, em janeiro, motivou diálogo com a administração. Conversas já mapearam três áreas na região da Sé que devem ser adaptadas à prática do skate ainda em 2013. Gestão Haddad promete ainda complexo de esportes radicais no Parque Dom Pedro II&#8221; <a href="http://bit.ly/10woZJU" rel="nofollow ugc">http://bit.ly/10woZJU</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Taiguara		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/73022/#comment-111706</link>

		<dc:creator><![CDATA[Taiguara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 18:45:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na esteira do que comentou PAblão, logo acima, vale ver quem são os novos conselheiros da cidade de São Paulo (eleitos não sei por quem). Pablo Capilé, Fiesp, grupo Abril, Walmart, intelectuais da USP e, claro, pelegada toda dos movimentos sociais de mãos dadas em prol do São Paulo.

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/comunicacao/noticias/?p=145018]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na esteira do que comentou PAblão, logo acima, vale ver quem são os novos conselheiros da cidade de São Paulo (eleitos não sei por quem). Pablo Capilé, Fiesp, grupo Abril, Walmart, intelectuais da USP e, claro, pelegada toda dos movimentos sociais de mãos dadas em prol do São Paulo.</p>
<p><a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/comunicacao/noticias/?p=145018" rel="nofollow ugc">http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/comunicacao/noticias/?p=145018</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: PAblão		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/73022/#comment-108986</link>

		<dc:creator><![CDATA[PAblão]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2013 04:22:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pablo Capilé diz (13.03.2013):

&quot;Anunciada a Curadoria Colegiada da Virada Cultural! Os novos curadores são: Poeta Sérgio Vaz, Alex Guarani-Kaiwoá Antunes, Pena Schmidt, Giselle Beiguelman, Alê Youssef, Tião Soares, Marcus Preto, Maria Tendlau e Zé Mauro. Parabéns aos escolhidos e parabéns a secretaria pela ampliação do processo participativo.&quot;

Olha o consensão aí, gente!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pablo Capilé diz (13.03.2013):</p>
<p>&#8220;Anunciada a Curadoria Colegiada da Virada Cultural! Os novos curadores são: Poeta Sérgio Vaz, Alex Guarani-Kaiwoá Antunes, Pena Schmidt, Giselle Beiguelman, Alê Youssef, Tião Soares, Marcus Preto, Maria Tendlau e Zé Mauro. Parabéns aos escolhidos e parabéns a secretaria pela ampliação do processo participativo.&#8221;</p>
<p>Olha o consensão aí, gente!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: anon		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/73022/#comment-108386</link>

		<dc:creator><![CDATA[anon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 17:41:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Manolo, outro caminho de migalhas que pode ser feito para entender como a apropriação simbólica encontra lastro material é entender como se dá a prestação de contas de um projeto que tem como objetivo &quot;gerar buzz&quot; por exemplo. No caso dos quilombolas o resultado apresentado aos patrocinadores da conta pode ter sido &quot;exposição na mídia&quot; &quot;presença em clipping&quot;, ou ainda &quot;repercussão nas redes sociais&quot;. Temo que os técnicos do TCU e afins nada entendam de redes sociais, e temo mais ainda que &quot;curtirs&quot;, &quot;compartilhar&quot; e &quot;comentar&quot; tenha virado uma medida contábil a ser apresentada em prestação de conta. Por exemplo se um projeto prevê a construção de uma rede de informação sobre midiativismo indígena. Como medir ao final do projeto se isso ocorreu ou não? Apresenta-se de uma maneira bem bacana que o número de seguidores do @indiolivre (hipotético) aumentou, gerando uma rede de trocentas mil pessoas envolvidas, que o vídeo do IndioLivre foi visto por trocentas outras pessoas também ampliando a rede, e por ai vai...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manolo, outro caminho de migalhas que pode ser feito para entender como a apropriação simbólica encontra lastro material é entender como se dá a prestação de contas de um projeto que tem como objetivo &#8220;gerar buzz&#8221; por exemplo. No caso dos quilombolas o resultado apresentado aos patrocinadores da conta pode ter sido &#8220;exposição na mídia&#8221; &#8220;presença em clipping&#8221;, ou ainda &#8220;repercussão nas redes sociais&#8221;. Temo que os técnicos do TCU e afins nada entendam de redes sociais, e temo mais ainda que &#8220;curtirs&#8221;, &#8220;compartilhar&#8221; e &#8220;comentar&#8221; tenha virado uma medida contábil a ser apresentada em prestação de conta. Por exemplo se um projeto prevê a construção de uma rede de informação sobre midiativismo indígena. Como medir ao final do projeto se isso ocorreu ou não? Apresenta-se de uma maneira bem bacana que o número de seguidores do @indiolivre (hipotético) aumentou, gerando uma rede de trocentas mil pessoas envolvidas, que o vídeo do IndioLivre foi visto por trocentas outras pessoas também ampliando a rede, e por ai vai&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luiz Ramos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/73022/#comment-108204</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luiz Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Mar 2013 21:40:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Isso aí Malu Aires, me bloqueia mesmo pois asism vvocê me poupa dos seus devaneios.

Nem pra responder minhas dúvidas legítimas você teve as caras. Só me resta agradecer pelo favor que você me faz em não mais dirigir a palavra a mim :)

Valeu mesmo!

PS: vc tá atrasada, eu já saí do FdE, mas ao contrário de você, busco sempre o caminho do bom entendimento.

PS2: já apagou os comentários caluniosos sobre as bandas que vão contra sua política também ou ainda estão lá no seu blog pra todo mundo ver o tipo de gente que você é?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isso aí Malu Aires, me bloqueia mesmo pois asism vvocê me poupa dos seus devaneios.</p>
<p>Nem pra responder minhas dúvidas legítimas você teve as caras. Só me resta agradecer pelo favor que você me faz em não mais dirigir a palavra a mim :)</p>
<p>Valeu mesmo!</p>
<p>PS: vc tá atrasada, eu já saí do FdE, mas ao contrário de você, busco sempre o caminho do bom entendimento.</p>
<p>PS2: já apagou os comentários caluniosos sobre as bandas que vão contra sua política também ou ainda estão lá no seu blog pra todo mundo ver o tipo de gente que você é?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Malu Aires		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/73022/#comment-107783</link>

		<dc:creator><![CDATA[Malu Aires]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2013 20:00:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73022#comment-107783</guid>

					<description><![CDATA[Feliz Dia Internacional das Mulheres!

Sr. Luiz Ramos Veste Carapuça Sozinho...

Me desculpe, mas não tenho o que debater com você. Você não tem capacidade intelectual, nem legitimidade profissional pra discutir comigo (presta atenção no currículo)...
Calunia e difamação é você usar tantos nomes pro seu comentário e só me dou trabalho de responder aqui por este teu crime.
Por isso grito mesmo contigo, só cita gente do bem porque vocês são covardes... caluniadores... moleques... aqui em BH uns 2 ou 3 que só fazem isso toda a semana...
Vou contar pros citados a molecagem que andam fazendo...

Se viesse da classe, de tão intolerável, mereceria um cala-boca público... Você? Não entendo nem porque abre a boca aqui...
Troca de música, arruma outra Geni, que vestir carapuça e trazer nomes na rede, só cria mais confusão pra rede de vocês.
Pra te poupar do esculacho do paizinho, tô bloqueando você e quem vier daí. Nada pra falar com vocês... quero nem chegar perto.
Quer mostrar planilha? à vontade... manda o linkLeaks pra galera... 

Brigar com os FdE, desculpa, gente... mas vou me dar ao direito de me poupar disso aqui no PP. Ainda que esse ódio deles, só derrube mais rápido a casinha... e com os três porquinhos dentro... não tô afim de exposição dessa que, da última vez, me trouxe até ameaça de morte partida dos &#039;colaboradores&#039;.
Pra quem tá curioso pra saber o motivo da bronca comigo... 
http://dynamite.com.br/jukebox/2012/12/como-eu-vi-surgir-e-morrer-o-fora-do-eixo/
Nessa aí tive o &#039;cala boca ameaçador de morte&quot; e um bullying na rede de f#der contrato... ameaça de processo, pra cima de mim? Me poupe da piada...

Mudando de porta, sem fugir do assunto, volto a pensar:
&quot;As empresas não fazem ideia do erro que é contratar &#039;atacadores virtuais&#039; pra relações públicas e comerciais... Será que a Petrobras tem noção da encrenca política que tá comprando?... A Vale não vale nada mesmo...
O mercado já sacou que é fria... mercados artístico, fonográfico... o mercado cultural é isso mesmo... lento lentíssimo de entender arte... 
... Esperto o artista que já sacou isso...&quot;

Alguém esperto, anima de discutir mercado de música?
Não acho que esse espaço que o PP abriu seja lugar pra isso, mas tem os inBox pra começar e aproximar os papos.

Aqui, parei.
Duvido que parem... 
Sobre música, mercado de música, mercado fonográfico independente, vambora conversar com quem sabe conversar que nem gente - quem realmente interessa, estimula e valoriza.
Abraço a todos os lúcidos que colaboraram com a matéria!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Feliz Dia Internacional das Mulheres!</p>
<p>Sr. Luiz Ramos Veste Carapuça Sozinho&#8230;</p>
<p>Me desculpe, mas não tenho o que debater com você. Você não tem capacidade intelectual, nem legitimidade profissional pra discutir comigo (presta atenção no currículo)&#8230;<br />
Calunia e difamação é você usar tantos nomes pro seu comentário e só me dou trabalho de responder aqui por este teu crime.<br />
Por isso grito mesmo contigo, só cita gente do bem porque vocês são covardes&#8230; caluniadores&#8230; moleques&#8230; aqui em BH uns 2 ou 3 que só fazem isso toda a semana&#8230;<br />
Vou contar pros citados a molecagem que andam fazendo&#8230;</p>
<p>Se viesse da classe, de tão intolerável, mereceria um cala-boca público&#8230; Você? Não entendo nem porque abre a boca aqui&#8230;<br />
Troca de música, arruma outra Geni, que vestir carapuça e trazer nomes na rede, só cria mais confusão pra rede de vocês.<br />
Pra te poupar do esculacho do paizinho, tô bloqueando você e quem vier daí. Nada pra falar com vocês&#8230; quero nem chegar perto.<br />
Quer mostrar planilha? à vontade&#8230; manda o linkLeaks pra galera&#8230; </p>
<p>Brigar com os FdE, desculpa, gente&#8230; mas vou me dar ao direito de me poupar disso aqui no PP. Ainda que esse ódio deles, só derrube mais rápido a casinha&#8230; e com os três porquinhos dentro&#8230; não tô afim de exposição dessa que, da última vez, me trouxe até ameaça de morte partida dos &#8216;colaboradores&#8217;.<br />
Pra quem tá curioso pra saber o motivo da bronca comigo&#8230;<br />
<a href="http://dynamite.com.br/jukebox/2012/12/como-eu-vi-surgir-e-morrer-o-fora-do-eixo/" rel="nofollow ugc">http://dynamite.com.br/jukebox/2012/12/como-eu-vi-surgir-e-morrer-o-fora-do-eixo/</a><br />
Nessa aí tive o &#8216;cala boca ameaçador de morte&#8221; e um bullying na rede de f#der contrato&#8230; ameaça de processo, pra cima de mim? Me poupe da piada&#8230;</p>
<p>Mudando de porta, sem fugir do assunto, volto a pensar:<br />
&#8220;As empresas não fazem ideia do erro que é contratar &#8216;atacadores virtuais&#8217; pra relações públicas e comerciais&#8230; Será que a Petrobras tem noção da encrenca política que tá comprando?&#8230; A Vale não vale nada mesmo&#8230;<br />
O mercado já sacou que é fria&#8230; mercados artístico, fonográfico&#8230; o mercado cultural é isso mesmo&#8230; lento lentíssimo de entender arte&#8230;<br />
&#8230; Esperto o artista que já sacou isso&#8230;&#8221;</p>
<p>Alguém esperto, anima de discutir mercado de música?<br />
Não acho que esse espaço que o PP abriu seja lugar pra isso, mas tem os inBox pra começar e aproximar os papos.</p>
<p>Aqui, parei.<br />
Duvido que parem&#8230;<br />
Sobre música, mercado de música, mercado fonográfico independente, vambora conversar com quem sabe conversar que nem gente &#8211; quem realmente interessa, estimula e valoriza.<br />
Abraço a todos os lúcidos que colaboraram com a matéria!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luiz Ramos		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/73022/#comment-107013</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luiz Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 01:48:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Malu Aires, não me dei ao trabalho de ler seus devaneios em sua mais épica completude, mas me responde:

como vc SEMPRE foi independente se já teve contrato com Marcus Viana/Sagrado Coração da Terra, quando era vocalista da banda que gravou o tema de abertura da novela O Clone?

E mais uma coisa: você tem como provar que o Transborda 2010 foi aprovado por conta de laranjas? Você foi ao festival? Participou em algum momento das reuniões de pré-produção? Trabalhou ao longo da semana? Porque isso aí se chama calúnia e difamação e pode render um belo processo em cima de você. A internet não é terra de ninguém não, viu?

Que tal conferir a prestação de contas do festival? Ou você está colocando em dúvida a Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, a mesma que premiou o Matriz, da qual a festa de 10 anos foi bancada com o mesmo fundo, e na qual você se apresentou?

Até o Rodrigo James, do mesmo Alto Falante, já reconheceu que naquela ocasião eles se equivocaram e meteram os pés pelas mãos. Vira o disco, vai...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Malu Aires, não me dei ao trabalho de ler seus devaneios em sua mais épica completude, mas me responde:</p>
<p>como vc SEMPRE foi independente se já teve contrato com Marcus Viana/Sagrado Coração da Terra, quando era vocalista da banda que gravou o tema de abertura da novela O Clone?</p>
<p>E mais uma coisa: você tem como provar que o Transborda 2010 foi aprovado por conta de laranjas? Você foi ao festival? Participou em algum momento das reuniões de pré-produção? Trabalhou ao longo da semana? Porque isso aí se chama calúnia e difamação e pode render um belo processo em cima de você. A internet não é terra de ninguém não, viu?</p>
<p>Que tal conferir a prestação de contas do festival? Ou você está colocando em dúvida a Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, a mesma que premiou o Matriz, da qual a festa de 10 anos foi bancada com o mesmo fundo, e na qual você se apresentou?</p>
<p>Até o Rodrigo James, do mesmo Alto Falante, já reconheceu que naquela ocasião eles se equivocaram e meteram os pés pelas mãos. Vira o disco, vai&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Thaís Aragão		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/73022/#comment-106891</link>

		<dc:creator><![CDATA[Thaís Aragão]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 12:50:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73022#comment-106891</guid>

					<description><![CDATA[&quot;…busquem analisar o mercado musical brasileiro nos dias de hoje, sem o olhar contaminado pelo mainstream. Tem muita banda sobrevivendo, discos sendo lançados, festivais nascendo e somos um dos mercados independentes em ascendência em todo o mundo. Isso é real!!!&quot;

Parece os anos 1990, não é?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;…busquem analisar o mercado musical brasileiro nos dias de hoje, sem o olhar contaminado pelo mainstream. Tem muita banda sobrevivendo, discos sendo lançados, festivais nascendo e somos um dos mercados independentes em ascendência em todo o mundo. Isso é real!!!&#8221;</p>
<p>Parece os anos 1990, não é?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/73022/#comment-106812</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 04:53:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Leo Vinicius, acho que estamos malhando em ferro frio. Veja por quê:

1) Repare nas palavras carinhosas dedicadas pelos comentaristas pró-FDE a seus adversários: &quot;luta pelo rotulo de revolucionario&quot;, &quot;sair do sectarismo&quot;, &quot; deixar de ficar olhando para o companheiro ao lado como inimigo&quot;, &quot;defensores de movimentos sociais de esquerda&quot;, &quot;ficção esquerdista&quot;, &quot;posto de revolucionario&quot;, &quot;um monte de sabe tudo sobre os outros&quot;, &quot;esquerda uspiana ou unicampiana&quot;, &quot;assembleias esvaziadas&quot;, &quot;paladinos de movimentos sociais&quot;, &quot;palacetes uspianos ou unicampianos&quot;, &quot;fica de fora sem fazer nada&quot;, &quot;elite de bem esclarecidos&quot;... Em tudo parece uma crítica ao movimento estudantil universitário. Me parece que os pró-FDE deduzem que todos os comentariastas restantes são do movimento estudantil paulista. O que, a meu ver, é uma curiosa homenagem à própria origem dos pró-FDE: os eternos descontentes com o movimento estudantil universitário tradicional. Teria o FDE surgido daí?

2) Se a crítica aos adversários se faz neste nível, é sinal de que a UniFDE forma todo mundo direitinho para reproduzir estas críticas. Falam mal, mas lêem direitinho as cartilhas do &quot;falar mal&quot;, do &quot;imobilismo&quot; etc.. E não o reconhecem. Muito provavelmente porque nas universidades de onde saem os intelectuais que lhes dão um verniz pós-moderno tudo isto parece &quot;superado&quot;.

3) Repare como outra estratégia dos pró-FDE nos comentários é sair listando nomes. Ganha mais quem tem mais &quot;nomes&quot;. Isso não lembra um pouco aquela história de arrumar um &quot;nome&quot; para uma mesa de debate, ou um &quot;nome&quot; para chamar público pra um show, ou um &quot;nome&quot; praquela vaga num conselho? Essa lógica do &quot;nome&quot; é bem a lógica do capital simbólico. E se ganha o debate quem tem mais &quot;nomes&quot;, ganha desta forma o debate quem tem mais capital simbólico acumulado, e portanto mais status social.

4) Vou usar o apoio a um grupo quilombola como exemplo hipotético para falar da &quot;troca simbólica&quot; feita pelo FDE. (Preciso dizer desde já que o exemplo é hipotético para os pró-FDE não começarem um trololó sobre transparência &amp; etc..) O grupo quilombola está lá isolado e ameaçado, aparece alguém do FDE que dá uma força botando a cara deles na tela através de algum tipo de produto cultural (audiovisual, música, fotografia etc.) e dá visibilidade à luta deles, o que os ajuda. Há uma troca aí, os quilombolas acolhem o FDE e o FDE visibiliza a luta quilombola. São as tais duas mil pessoas que metem a mão na massa, em ação. Até aí beleza, mas tem caroço nesse angu. Essa troca simbólica não funciona sem uma relação material, porque símbolos não existem no vazio, remetem a alguma coisa material. A imagem dos quilombolas é veiculada por um produto cultural que, por maior copyleft, é de autoria de alguém, que leva os créditos. Aparentemente ninguém levou grana nenhuma, mas graças a este produto o FDE colocou mais um tijolinho na construção de seu portfólio, legitimando-o a vôos mais altos. E o combustível destes vôos são, em grande parte, os recursos públicos e privados que são captados exatamente por este crescimento do portfólio. Enquanto um prestador de serviços tradicional ganharia ali no ato da prestação do serviço e pronto, esta progressiva expansão do portfólio -- mais bens culturais produzidos, mais &quot;lideranças&quot; contabilizadas, mais realizações etc. -- cacifa para captar mais recursos. E os quilombolas ficam lá com o produto cultural deles, um capital simbólico que pouco lhes serve para além de sua finalidade inicial (divulgação da luta). O quilombola não é nenhum coitado nesta relação, mas o FDE também não é nenhum santinho. Dá pra ver a defasagem na troca entre a comunidade quilombola hipotética e o FDE? Não é isto uma acumulação de capital -- simbólico, mas capital?

5) Por último, repare como até o momento nenhum pró-FDE falou sobre as consequências da ação do FDE sobre a gentrificação no centro de SP ou sobre a qualidade, o diferencial da participação do FDE em conselhos de políticas públicas. Começo a achar que não vão falar sobre isto nunca.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leo Vinicius, acho que estamos malhando em ferro frio. Veja por quê:</p>
<p>1) Repare nas palavras carinhosas dedicadas pelos comentaristas pró-FDE a seus adversários: &#8220;luta pelo rotulo de revolucionario&#8221;, &#8220;sair do sectarismo&#8221;, &#8221; deixar de ficar olhando para o companheiro ao lado como inimigo&#8221;, &#8220;defensores de movimentos sociais de esquerda&#8221;, &#8220;ficção esquerdista&#8221;, &#8220;posto de revolucionario&#8221;, &#8220;um monte de sabe tudo sobre os outros&#8221;, &#8220;esquerda uspiana ou unicampiana&#8221;, &#8220;assembleias esvaziadas&#8221;, &#8220;paladinos de movimentos sociais&#8221;, &#8220;palacetes uspianos ou unicampianos&#8221;, &#8220;fica de fora sem fazer nada&#8221;, &#8220;elite de bem esclarecidos&#8221;&#8230; Em tudo parece uma crítica ao movimento estudantil universitário. Me parece que os pró-FDE deduzem que todos os comentariastas restantes são do movimento estudantil paulista. O que, a meu ver, é uma curiosa homenagem à própria origem dos pró-FDE: os eternos descontentes com o movimento estudantil universitário tradicional. Teria o FDE surgido daí?</p>
<p>2) Se a crítica aos adversários se faz neste nível, é sinal de que a UniFDE forma todo mundo direitinho para reproduzir estas críticas. Falam mal, mas lêem direitinho as cartilhas do &#8220;falar mal&#8221;, do &#8220;imobilismo&#8221; etc.. E não o reconhecem. Muito provavelmente porque nas universidades de onde saem os intelectuais que lhes dão um verniz pós-moderno tudo isto parece &#8220;superado&#8221;.</p>
<p>3) Repare como outra estratégia dos pró-FDE nos comentários é sair listando nomes. Ganha mais quem tem mais &#8220;nomes&#8221;. Isso não lembra um pouco aquela história de arrumar um &#8220;nome&#8221; para uma mesa de debate, ou um &#8220;nome&#8221; para chamar público pra um show, ou um &#8220;nome&#8221; praquela vaga num conselho? Essa lógica do &#8220;nome&#8221; é bem a lógica do capital simbólico. E se ganha o debate quem tem mais &#8220;nomes&#8221;, ganha desta forma o debate quem tem mais capital simbólico acumulado, e portanto mais status social.</p>
<p>4) Vou usar o apoio a um grupo quilombola como exemplo hipotético para falar da &#8220;troca simbólica&#8221; feita pelo FDE. (Preciso dizer desde já que o exemplo é hipotético para os pró-FDE não começarem um trololó sobre transparência &#038; etc..) O grupo quilombola está lá isolado e ameaçado, aparece alguém do FDE que dá uma força botando a cara deles na tela através de algum tipo de produto cultural (audiovisual, música, fotografia etc.) e dá visibilidade à luta deles, o que os ajuda. Há uma troca aí, os quilombolas acolhem o FDE e o FDE visibiliza a luta quilombola. São as tais duas mil pessoas que metem a mão na massa, em ação. Até aí beleza, mas tem caroço nesse angu. Essa troca simbólica não funciona sem uma relação material, porque símbolos não existem no vazio, remetem a alguma coisa material. A imagem dos quilombolas é veiculada por um produto cultural que, por maior copyleft, é de autoria de alguém, que leva os créditos. Aparentemente ninguém levou grana nenhuma, mas graças a este produto o FDE colocou mais um tijolinho na construção de seu portfólio, legitimando-o a vôos mais altos. E o combustível destes vôos são, em grande parte, os recursos públicos e privados que são captados exatamente por este crescimento do portfólio. Enquanto um prestador de serviços tradicional ganharia ali no ato da prestação do serviço e pronto, esta progressiva expansão do portfólio &#8212; mais bens culturais produzidos, mais &#8220;lideranças&#8221; contabilizadas, mais realizações etc. &#8212; cacifa para captar mais recursos. E os quilombolas ficam lá com o produto cultural deles, um capital simbólico que pouco lhes serve para além de sua finalidade inicial (divulgação da luta). O quilombola não é nenhum coitado nesta relação, mas o FDE também não é nenhum santinho. Dá pra ver a defasagem na troca entre a comunidade quilombola hipotética e o FDE? Não é isto uma acumulação de capital &#8212; simbólico, mas capital?</p>
<p>5) Por último, repare como até o momento nenhum pró-FDE falou sobre as consequências da ação do FDE sobre a gentrificação no centro de SP ou sobre a qualidade, o diferencial da participação do FDE em conselhos de políticas públicas. Começo a achar que não vão falar sobre isto nunca.</p>
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		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/02/73022/#comment-106718</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Mar 2013 16:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Luca Martins,

Não sou do Passa Palavra, mas você tocou num ponto importante.

&quot;A mundaça só se faz, fazendo&quot;, você diz. Mas por que ninguém que defende o FdE procurou responder as reiteradas perguntas sensatas do Manolo: quais sao as consequências das escolhas e das ações do FdE?

Você diz que estão &quot;dando o sangue para alguma mudança acontecer&quot;.

Eu só vejo as pessoas que defendem o FdE falaram em &#039;mudança&#039;, usarem esses desejos asbtratos das pessoas, como a Nike ou uma marca de cigarro fala de &#039;liberdade&#039; e de &#039;just do it&#039;. Mas afinal, qual mudança o FdE pretende? Qual o objetivo de transformação social? Quais os métodos, as táticas para chegar a esse objetivo?

É bastante sintomático de como essa &#039;mudança&#039; é um significante sem significado e assim pode ser usado ao bel prazer.

Bastante sintomático este video gravado de um debate cujo o mote era &quot;Distraídos Venceremos?&quot; http://www.ustream.tv/recorded/26971348. 

Ali percebe-se qual é o público do FdE. O incrivel do debate que linkei é que ele começa sem se colocar quais são os objetivos que se quer alcançar (para se falar em vitória deve-se ter claro o que se quer). É o fazer pelo fazer. Em nenhum momento do debate se discute o que se pretende. É o fazer alçado a fim. Baudrillard chamaria isso de simulacro, o fazer descolado e ualquer fim, de qualquer referente. Se tivesse fascistas no debate em nenhuma momento saberíamos, porque discute-se &quot;ativismo&quot; e o &quot;fazer&quot;, isso é o que parece importar, onde se quer chegar mostra-se irrelevante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luca Martins,</p>
<p>Não sou do Passa Palavra, mas você tocou num ponto importante.</p>
<p>&#8220;A mundaça só se faz, fazendo&#8221;, você diz. Mas por que ninguém que defende o FdE procurou responder as reiteradas perguntas sensatas do Manolo: quais sao as consequências das escolhas e das ações do FdE?</p>
<p>Você diz que estão &#8220;dando o sangue para alguma mudança acontecer&#8221;.</p>
<p>Eu só vejo as pessoas que defendem o FdE falaram em &#8216;mudança&#8217;, usarem esses desejos asbtratos das pessoas, como a Nike ou uma marca de cigarro fala de &#8216;liberdade&#8217; e de &#8216;just do it&#8217;. Mas afinal, qual mudança o FdE pretende? Qual o objetivo de transformação social? Quais os métodos, as táticas para chegar a esse objetivo?</p>
<p>É bastante sintomático de como essa &#8216;mudança&#8217; é um significante sem significado e assim pode ser usado ao bel prazer.</p>
<p>Bastante sintomático este video gravado de um debate cujo o mote era &#8220;Distraídos Venceremos?&#8221; <a href="http://www.ustream.tv/recorded/26971348" rel="nofollow ugc">http://www.ustream.tv/recorded/26971348</a>. </p>
<p>Ali percebe-se qual é o público do FdE. O incrivel do debate que linkei é que ele começa sem se colocar quais são os objetivos que se quer alcançar (para se falar em vitória deve-se ter claro o que se quer). É o fazer pelo fazer. Em nenhum momento do debate se discute o que se pretende. É o fazer alçado a fim. Baudrillard chamaria isso de simulacro, o fazer descolado e ualquer fim, de qualquer referente. Se tivesse fascistas no debate em nenhuma momento saberíamos, porque discute-se &#8220;ativismo&#8221; e o &#8220;fazer&#8221;, isso é o que parece importar, onde se quer chegar mostra-se irrelevante.</p>
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