<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Comentando o &#8220;Existe consenso em SP?&#8221;	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2013/03/73284/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2013/03/73284/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Jul 2017 18:17:23 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: anon		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73284/#comment-111520</link>

		<dc:creator><![CDATA[anon]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2013 21:12:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73284#comment-111520</guid>

					<description><![CDATA[Ei Xavier! http://zagaiaemrevista.com.br/baixocentro-uma-festa-e-nada-mais/

Me digam uma coisa: qualé da Maes de Maio?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ei Xavier! <a href="http://zagaiaemrevista.com.br/baixocentro-uma-festa-e-nada-mais/" rel="nofollow ugc">http://zagaiaemrevista.com.br/baixocentro-uma-festa-e-nada-mais/</a></p>
<p>Me digam uma coisa: qualé da Maes de Maio?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: xavier		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73284/#comment-111153</link>

		<dc:creator><![CDATA[xavier]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 00:52:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73284#comment-111153</guid>

					<description><![CDATA[Esse comentário pode ficar perdido, em meio a tantas outras manifestações neste e em outros artigos. Mesmo assim, compartilho com vocês algo que foi publicado hoje (24 de março) na edição impressa do jornal O Estado de São Paulo. Não preciso comentar mais nada - já que a matéria que segue, aliado aos textos aqui publicados no Passa Palavra, certamente dialogam entre si:

***

http://m.estadao.com.br/noticias/impresso,a-invasao-que-esta-mudando-o-centro,1012518.htm

A &#039;invasão&#039; que está mudando o centro

Manifestações artísticas e movimentos de rua recuperam áreas antes degradadas de São Paulo

Domingo, 24 de Março de 2013, 02h01

JULIANA DEODORO

A região central de São Paulo está sendo ocupada. Por arte, música e, principalmente, pessoas, que estão saindo de suas casas e transformando as ruas da região - degradada e marcada pelo abandono - em espaço de intervenção e troca. Essa ocupação se manifesta de diversas formas: nas festas e protestos políticos que levam pessoas às Praças Roosevelt e Dom José Gaspar, nos coletivos de artistas que se instalaram em casarões nos Campos Elísios ou nas galerias que escolheram o Vale do Anhangabaú como base. &quot;O centro está voltando a ser palco de encontro dos diferentes&quot;, avalia o urbanista e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo Fábio Mariz Gonçalves.

Para os que já trabalham na região há algum tempo, a (re)tomada não é nova, mas todos concordam que se intensificou no último ano. O exemplo mais cabal é o Festival Baixo Centro, que acontece entre 5 e 14 de abril. Em sua segunda edição, o festival quintuplicou de tamanho: 530 projetos se inscreveram para fazer parte da programação. 

&quot;Descobrimos que somos mais gente inquieta do que imaginávamos. Mas não apenas o número surpreende, também a variedade e a poética de propostas pensadas ou adaptadas para a rua&quot;, explica Andressa Vianna, uma das colaboradoras do Baixo Centro. Colaborativo por princípio, o festival se baseia na internet e nas redes sociais para a divulgação e arrecadação dos R$ 62,5 mil necessários para a realização de todas as atividades. 

É pela rede também que os participantes se conectam a outros movimentos que estão &quot;invadindo&quot; as ruas, como o Existe Amor Em SP. &quot;A ocupação é feita em várias frequências, respeitando as autonomias de cada um e tentando somar esforços&quot;, afirma Pablo Capilé, do Fora do Eixo, um dos coletivos mais atuantes na capital.

Vizinhos. Exemplo usado por absolutamente todos os entrevistados, a Praça Roosevelt serve como alerta para que a ocupação seja feita com o apoio e a colaboração dos vizinhos. Por isso, as ações, geralmente, terminam antes das 22h e recomenda-se que as pessoas cuidem do lixo que produzem. &quot;Temos que achar um modo de fazer sem causar incômodo. Quando fazemos as coisas na rua estamos fazendo para o bem da cidade, ajudando a revitalizar&quot;, diz o alemão Thomas Haferlach, idealizador do Voodoohop, um dos coletivos que organiza, entre outras festas, o Domingão no Minhocão, que leva música ao elevado.

Há quatro anos na Rua Rêgo Freitas, a Matilha Cultural estabeleceu, desde o início, diálogo com os moradores. Além de serem convidados para os eventos do centro cultural, eles também inspiraram algumas atividades. &quot;A ocupação pela ocupação não é o ideal, é necessário agregar informações. Ocupar é revitalizar por meio das pessoas&quot;, diz Rebeca Lerer, diretora da Matilha. 

De fato, humanizar parece ser a palavra de ordem de todos os coletivos. &quot;São Paulo pode ser uma cidade fértil e as ruas podem ser mais coloridas. É preciso demonstrar que existem pessoas neste asfalto&quot;, resume Thiago Carrapatoso, do Festival Baixo Centro.

DOMINGÃO NO MINHOCÃO: HOJE, ENTRE 15H E 21H, AO LONGO DE TODO O MINHOCÃO; FESTIVAL BAIXO CENTRO: DOS DIAS 5/04 A 14/04, NAS RUAS DO BAIXO CENTRO. PROGRAMAÇÃO COMPLETA EM FESTIVAL.BAIXOCENTRO.ORG. PARA CONTRIBUIR: http://catarse.me/BaixoCentro2013]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse comentário pode ficar perdido, em meio a tantas outras manifestações neste e em outros artigos. Mesmo assim, compartilho com vocês algo que foi publicado hoje (24 de março) na edição impressa do jornal O Estado de São Paulo. Não preciso comentar mais nada &#8211; já que a matéria que segue, aliado aos textos aqui publicados no Passa Palavra, certamente dialogam entre si:</p>
<p>***</p>
<p><a href="http://m.estadao.com.br/noticias/impresso,a-invasao-que-esta-mudando-o-centro,1012518.htm" rel="nofollow ugc">http://m.estadao.com.br/noticias/impresso,a-invasao-que-esta-mudando-o-centro,1012518.htm</a></p>
<p>A &#8216;invasão&#8217; que está mudando o centro</p>
<p>Manifestações artísticas e movimentos de rua recuperam áreas antes degradadas de São Paulo</p>
<p>Domingo, 24 de Março de 2013, 02h01</p>
<p>JULIANA DEODORO</p>
<p>A região central de São Paulo está sendo ocupada. Por arte, música e, principalmente, pessoas, que estão saindo de suas casas e transformando as ruas da região &#8211; degradada e marcada pelo abandono &#8211; em espaço de intervenção e troca. Essa ocupação se manifesta de diversas formas: nas festas e protestos políticos que levam pessoas às Praças Roosevelt e Dom José Gaspar, nos coletivos de artistas que se instalaram em casarões nos Campos Elísios ou nas galerias que escolheram o Vale do Anhangabaú como base. &#8220;O centro está voltando a ser palco de encontro dos diferentes&#8221;, avalia o urbanista e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo Fábio Mariz Gonçalves.</p>
<p>Para os que já trabalham na região há algum tempo, a (re)tomada não é nova, mas todos concordam que se intensificou no último ano. O exemplo mais cabal é o Festival Baixo Centro, que acontece entre 5 e 14 de abril. Em sua segunda edição, o festival quintuplicou de tamanho: 530 projetos se inscreveram para fazer parte da programação. </p>
<p>&#8220;Descobrimos que somos mais gente inquieta do que imaginávamos. Mas não apenas o número surpreende, também a variedade e a poética de propostas pensadas ou adaptadas para a rua&#8221;, explica Andressa Vianna, uma das colaboradoras do Baixo Centro. Colaborativo por princípio, o festival se baseia na internet e nas redes sociais para a divulgação e arrecadação dos R$ 62,5 mil necessários para a realização de todas as atividades. </p>
<p>É pela rede também que os participantes se conectam a outros movimentos que estão &#8220;invadindo&#8221; as ruas, como o Existe Amor Em SP. &#8220;A ocupação é feita em várias frequências, respeitando as autonomias de cada um e tentando somar esforços&#8221;, afirma Pablo Capilé, do Fora do Eixo, um dos coletivos mais atuantes na capital.</p>
<p>Vizinhos. Exemplo usado por absolutamente todos os entrevistados, a Praça Roosevelt serve como alerta para que a ocupação seja feita com o apoio e a colaboração dos vizinhos. Por isso, as ações, geralmente, terminam antes das 22h e recomenda-se que as pessoas cuidem do lixo que produzem. &#8220;Temos que achar um modo de fazer sem causar incômodo. Quando fazemos as coisas na rua estamos fazendo para o bem da cidade, ajudando a revitalizar&#8221;, diz o alemão Thomas Haferlach, idealizador do Voodoohop, um dos coletivos que organiza, entre outras festas, o Domingão no Minhocão, que leva música ao elevado.</p>
<p>Há quatro anos na Rua Rêgo Freitas, a Matilha Cultural estabeleceu, desde o início, diálogo com os moradores. Além de serem convidados para os eventos do centro cultural, eles também inspiraram algumas atividades. &#8220;A ocupação pela ocupação não é o ideal, é necessário agregar informações. Ocupar é revitalizar por meio das pessoas&#8221;, diz Rebeca Lerer, diretora da Matilha. </p>
<p>De fato, humanizar parece ser a palavra de ordem de todos os coletivos. &#8220;São Paulo pode ser uma cidade fértil e as ruas podem ser mais coloridas. É preciso demonstrar que existem pessoas neste asfalto&#8221;, resume Thiago Carrapatoso, do Festival Baixo Centro.</p>
<p>DOMINGÃO NO MINHOCÃO: HOJE, ENTRE 15H E 21H, AO LONGO DE TODO O MINHOCÃO; FESTIVAL BAIXO CENTRO: DOS DIAS 5/04 A 14/04, NAS RUAS DO BAIXO CENTRO. PROGRAMAÇÃO COMPLETA EM FESTIVAL.BAIXOCENTRO.ORG. PARA CONTRIBUIR: <a href="http://catarse.me/BaixoCentro2013" rel="nofollow ugc">http://catarse.me/BaixoCentro2013</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Chavez Chorão		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73284/#comment-107321</link>

		<dc:creator><![CDATA[Chavez Chorão]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2013 18:05:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73284#comment-107321</guid>

					<description><![CDATA[Esse comentário do pedro me faz pensar assim. É possível pensar uma estrutura em que os coletivos maiores explorem os coletivos menores.Como se um coletivo menor servisse de ponto de captação de material simbólico para o coletivo maior. Não sei se é o caso da Matilha, mas acho que é isso mesmo que rola com a Ag.Solano Trindade. 
Além de servir como ponto de captação da produção simbólica, tem a exploração mais básica mesmo. Por exemplo, como lá na zona sul existe um cena cultural bastante rica, a Ag.SolanoTrindade acaba servindo como reveladora e agenciadora de talentos para o Fde. E não é que é esses artistas vão tocar lá no Studio SP? Vão sim. E saibam que o FdE guanha grana da bilheteria de uns dois dias por semana, eu acho.
Resumindo, são coletivos que agenciam coletivos. O maior abocanha a produção do menor, e assim vai,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse comentário do pedro me faz pensar assim. É possível pensar uma estrutura em que os coletivos maiores explorem os coletivos menores.Como se um coletivo menor servisse de ponto de captação de material simbólico para o coletivo maior. Não sei se é o caso da Matilha, mas acho que é isso mesmo que rola com a Ag.Solano Trindade.<br />
Além de servir como ponto de captação da produção simbólica, tem a exploração mais básica mesmo. Por exemplo, como lá na zona sul existe um cena cultural bastante rica, a Ag.SolanoTrindade acaba servindo como reveladora e agenciadora de talentos para o Fde. E não é que é esses artistas vão tocar lá no Studio SP? Vão sim. E saibam que o FdE guanha grana da bilheteria de uns dois dias por semana, eu acho.<br />
Resumindo, são coletivos que agenciam coletivos. O maior abocanha a produção do menor, e assim vai,</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pedro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73284/#comment-107221</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pedro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2013 03:41:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73284#comment-107221</guid>

					<description><![CDATA[Alguém sabe se a Matilha vive de recurso público ou agencia militante? Posso estar errado, mas parece que as pessoas que atuam lá são funcionárias e recebem salário. Achava aquele lugar muito estranho então fico atento ao material deles. Já vi muito logo de empresa privada &quot;descolada&quot;, mas pouca menção à financiamento público. 
Pagar de &quot;ativista e de periferia&quot; é chato, mas não coloca eles na mesma lista que o FDE, Casa de Cultura Digital, Baixo Centro(não é tudo a mesma coisa?), Solano Trindade (desses eu tenho pena, pagando de espertão mas sendo sugado pela jugular) e cia limitada. Não acho que estão atrás da grana...AINDA. 
Acho que é só um pessoal que um dia dormiu na piscina, teve ensolação e começou a se preocupar com o aquecimento global. Não dá pra enfiar no mesmo saco.
Momento mãe dinah: Por amor em sp e em nome da militância rosa vão fechar com o FDE, entrar pra máquina da captação de recurso e logo mais vão compor esta lista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém sabe se a Matilha vive de recurso público ou agencia militante? Posso estar errado, mas parece que as pessoas que atuam lá são funcionárias e recebem salário. Achava aquele lugar muito estranho então fico atento ao material deles. Já vi muito logo de empresa privada &#8220;descolada&#8221;, mas pouca menção à financiamento público.<br />
Pagar de &#8220;ativista e de periferia&#8221; é chato, mas não coloca eles na mesma lista que o FDE, Casa de Cultura Digital, Baixo Centro(não é tudo a mesma coisa?), Solano Trindade (desses eu tenho pena, pagando de espertão mas sendo sugado pela jugular) e cia limitada. Não acho que estão atrás da grana&#8230;AINDA.<br />
Acho que é só um pessoal que um dia dormiu na piscina, teve ensolação e começou a se preocupar com o aquecimento global. Não dá pra enfiar no mesmo saco.<br />
Momento mãe dinah: Por amor em sp e em nome da militância rosa vão fechar com o FDE, entrar pra máquina da captação de recurso e logo mais vão compor esta lista.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Spider		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73284/#comment-107151</link>

		<dc:creator><![CDATA[Spider]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 19:07:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73284#comment-107151</guid>

					<description><![CDATA[se for avaliar, setores do audiovisual, por exemplo. que gastam milhões e revezam entre si e gastam muito mais que o pessoal de música e festivais? e aumentando disputa em outras pastas como de artes visuais, teatro etc.

praticamente todos nomes da cultura digital são associados new order corporation ? 

- casa de cultura digital
- baixo centro 
- Agencia Popular Solano Trindade 
- matilha cultural 
- Mães de Maio 
- Outras Palavras 
- Sakamoto 
- Agência Pública 
- Pontos de Cultura]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>se for avaliar, setores do audiovisual, por exemplo. que gastam milhões e revezam entre si e gastam muito mais que o pessoal de música e festivais? e aumentando disputa em outras pastas como de artes visuais, teatro etc.</p>
<p>praticamente todos nomes da cultura digital são associados new order corporation ? </p>
<p>&#8211; casa de cultura digital<br />
&#8211; baixo centro<br />
&#8211; Agencia Popular Solano Trindade<br />
&#8211; matilha cultural<br />
&#8211; Mães de Maio<br />
&#8211; Outras Palavras<br />
&#8211; Sakamoto<br />
&#8211; Agência Pública<br />
&#8211; Pontos de Cultura</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Amandita		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73284/#comment-107112</link>

		<dc:creator><![CDATA[Amandita]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2013 14:29:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73284#comment-107112</guid>

					<description><![CDATA[&quot;Por outro lado, Mariana Dias diz, ironicamente, que a apuração está “excelente”. Poderia ficar melhor, e acho que pouparia muito trabalho aos autores do artigo, se a transparência do FDE não fosse limitada aos aspectos mencionados até agora.&quot; 2x]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Por outro lado, Mariana Dias diz, ironicamente, que a apuração está “excelente”. Poderia ficar melhor, e acho que pouparia muito trabalho aos autores do artigo, se a transparência do FDE não fosse limitada aos aspectos mencionados até agora.&#8221; 2x</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Freud Maia		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73284/#comment-106983</link>

		<dc:creator><![CDATA[Freud Maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 21:34:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73284#comment-106983</guid>

					<description><![CDATA[&quot;Fred Maia é jornalista, escritor, educador e arte-educador. Nasceu no Piauí e hoje atua no cenário da auto formulação e administração de políticas públicas da cultura do país. Trabalhou no Ministério da Cultura durante 4 anos na gestão de Juca Ferreira, atuando como Gerente de Articulação Nacional  do Ministério.&quot;

Nao diz tudo, mas diz bastante. Autoformulação de políticas públicas? Hahahha as próprias políticas se formulam ou ele ta querendo que alguém acredite no Estado como instrumento de autonomia?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Fred Maia é jornalista, escritor, educador e arte-educador. Nasceu no Piauí e hoje atua no cenário da auto formulação e administração de políticas públicas da cultura do país. Trabalhou no Ministério da Cultura durante 4 anos na gestão de Juca Ferreira, atuando como Gerente de Articulação Nacional  do Ministério.&#8221;</p>
<p>Nao diz tudo, mas diz bastante. Autoformulação de políticas públicas? Hahahha as próprias políticas se formulam ou ele ta querendo que alguém acredite no Estado como instrumento de autonomia?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73284/#comment-106973</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 20:35:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73284#comment-106973</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://passapalavra.info/2013/03/73284/#comment-106964&quot;&gt;Fernando Henrique&lt;/a&gt;.

Fernando Henrique quer que comparemos toda a experiência de séculos da esquerda nos mais diversos países com a experiência empresarial limitada no tempo e no espaço que é o FDE. É uma bela estratégia argumentativa esta, a de colocar sua posição como a central, à qual todas devem se referir. Um pouquinho de humildade vai bem nessas horas. E depois reclamam quando os comentaristas pró-FDE a esta série de artigos são chamados de arrogantes!

Já que ele falou em &quot;responder perguntas&quot;, tem duas que fiz na segunda parte que até agora nem ele nem qualquer outro comentarista pró-FDE se dignou a responder:

&quot;...dentro das escolhas do FDE, é de se perguntar, esperando respostas:
(a) Em quê a ação cultural — e, por consequência, política — do FDE e seus parceiros têm contribuído para as lutas pela permanência de moradores de rua e de movimentos de luta por moradia nas regiões centrais da cidade?
(b) Se é verdade que o FDE tem capacidade para colocar gente em conselhos de cultura pelo país inteiro — e não duvido disso, pois não são poucas as empresas que têm representação em conselhos de políticas públicas — estes conselheiros têm feito alguma coisa para contrariar as práticas corporativistas tradicionais nestes espaços?&quot;

Por outro lado, Mariana Dias diz, ironicamente, que a apuração está &quot;excelente&quot;. Poderia ficar melhor, e acho que pouparia muito trabalho aos autores do artigo, se a transparência do FDE não fosse limitada aos aspectos mencionados até agora. E mesmo a transparência &quot;formal&quot;, por assim dizer, não capta tudo; tem as &quot;conversas de corredor&quot;, e outros detalhes que dificilmente aparecem senão na voz dos descontentes.

Por isto mesmo, faço outras perguntas, somadas àquelas duas anteriores:

(c) O caixa coletivo está ou não em função do trabalho nas casas? As pessoas sofrem ou não pressões para gastar menos com coisas que não digam respeito à sobrevivência imediata e ao trabalho? Existem ou não regras explícitas e pactuadas para o uso do dinheiro coletivo?
(d) O &quot;núcleo duro&quot;/&quot;Núcleo Durável&quot; existe mesmo, ou não? Como se chega até ele? Que expectativa alguém de dentro do FDE pode ter de chegar até ele?

É a oportunidade que Mariana Dias tem, a partir de sua posição de &lt;em&gt;insider&lt;/em&gt;, de ajudar a esclarecer as coisas. Vale o mesmo para Fernando Henrique. Mas tenho a impressão, a julgar pelo que vi até agora, que serão outras perguntas sem respostas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://passapalavra.info/2013/03/73284/#comment-106964">Fernando Henrique</a>.</p>
<p>Fernando Henrique quer que comparemos toda a experiência de séculos da esquerda nos mais diversos países com a experiência empresarial limitada no tempo e no espaço que é o FDE. É uma bela estratégia argumentativa esta, a de colocar sua posição como a central, à qual todas devem se referir. Um pouquinho de humildade vai bem nessas horas. E depois reclamam quando os comentaristas pró-FDE a esta série de artigos são chamados de arrogantes!</p>
<p>Já que ele falou em &#8220;responder perguntas&#8221;, tem duas que fiz na segunda parte que até agora nem ele nem qualquer outro comentarista pró-FDE se dignou a responder:</p>
<p>&#8220;&#8230;dentro das escolhas do FDE, é de se perguntar, esperando respostas:<br />
(a) Em quê a ação cultural — e, por consequência, política — do FDE e seus parceiros têm contribuído para as lutas pela permanência de moradores de rua e de movimentos de luta por moradia nas regiões centrais da cidade?<br />
(b) Se é verdade que o FDE tem capacidade para colocar gente em conselhos de cultura pelo país inteiro — e não duvido disso, pois não são poucas as empresas que têm representação em conselhos de políticas públicas — estes conselheiros têm feito alguma coisa para contrariar as práticas corporativistas tradicionais nestes espaços?&#8221;</p>
<p>Por outro lado, Mariana Dias diz, ironicamente, que a apuração está &#8220;excelente&#8221;. Poderia ficar melhor, e acho que pouparia muito trabalho aos autores do artigo, se a transparência do FDE não fosse limitada aos aspectos mencionados até agora. E mesmo a transparência &#8220;formal&#8221;, por assim dizer, não capta tudo; tem as &#8220;conversas de corredor&#8221;, e outros detalhes que dificilmente aparecem senão na voz dos descontentes.</p>
<p>Por isto mesmo, faço outras perguntas, somadas àquelas duas anteriores:</p>
<p>(c) O caixa coletivo está ou não em função do trabalho nas casas? As pessoas sofrem ou não pressões para gastar menos com coisas que não digam respeito à sobrevivência imediata e ao trabalho? Existem ou não regras explícitas e pactuadas para o uso do dinheiro coletivo?<br />
(d) O &#8220;núcleo duro&#8221;/&#8221;Núcleo Durável&#8221; existe mesmo, ou não? Como se chega até ele? Que expectativa alguém de dentro do FDE pode ter de chegar até ele?</p>
<p>É a oportunidade que Mariana Dias tem, a partir de sua posição de <em>insider</em>, de ajudar a esclarecer as coisas. Vale o mesmo para Fernando Henrique. Mas tenho a impressão, a julgar pelo que vi até agora, que serão outras perguntas sem respostas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Mosca Espacial		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73284/#comment-106970</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mosca Espacial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 20:31:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73284#comment-106970</guid>

					<description><![CDATA[Pablo (ou Fernando Henrique) até concordo com algumas críticas suas em relação ao cerebrismo intelectual do PP (não os conheço, não acho que façam crítica de gabinete, uai não sei).
Mas, assim, ´radicalidade do caixa coletivo´...quem conhece sabe que só você e meia dúzia surfam nesse caixa e que ele é maior enganação pra base, que não existe essa de pegar grana ou ter número de cartão de crédito como saiu até na TRIP. Tipo, isso não existe, o caixa coletivo, que teoricamente (como tudo na fde) poderia ser uma prática de libertação, é, no fundo, uma forma de dominação e de prisão. E, pior, você sabe disso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pablo (ou Fernando Henrique) até concordo com algumas críticas suas em relação ao cerebrismo intelectual do PP (não os conheço, não acho que façam crítica de gabinete, uai não sei).<br />
Mas, assim, ´radicalidade do caixa coletivo´&#8230;quem conhece sabe que só você e meia dúzia surfam nesse caixa e que ele é maior enganação pra base, que não existe essa de pegar grana ou ter número de cartão de crédito como saiu até na TRIP. Tipo, isso não existe, o caixa coletivo, que teoricamente (como tudo na fde) poderia ser uma prática de libertação, é, no fundo, uma forma de dominação e de prisão. E, pior, você sabe disso.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fernando Henrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73284/#comment-106964</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernando Henrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2013 20:11:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73284#comment-106964</guid>

					<description><![CDATA[Pelo visto a ironia não é uma ferramenta bem codificada aqui, e mais uma vez os comentarios acima comprovam o que tava sendo colocado por mim ali em cima: a necessidade que uma parte da esquerda tem que buscar descontruir praticas cotidianas alternativas pra manter um status quo de revolucionario de gabinete.

Primeiro que eu não sou representante da rede pra jogar toalha ou dar um parecer pelo movimento. Todos os meus posts vem no sentido de fazer contrapontos a leitura de desconstrução do FDE a partir de conceitos e práticas que não são colocadas por este movimento como referencia. Não apenas ser anticapitalista, mas qualquer outro rótulo ou conceito não são expressos pelo movimento em defesas teóricas, mas sim em práticas cotidianas. Citaram a práxis aqui em um dos comentarios, sem perceber que o FDE se orienta muito mais por isso do que pela teoria. 

Vcs falam de jogar a toalha, mas ninguem aqui respondeu as perguntas colocadas acima. Como já disse em outros momentos e tentando ser claro aqui, descontruir o FDE parece muito mais um artificio de defesa de uma posição progressista sem sair da zona de conforto, sem ter que enfrentar desafios reais de colaboração e compartilhamento, que apesar de todas as criticas ao FDE, eles ousaram enfrentar.

Fica ai mais umas perguntinhas então: como vcs pensam em construir o socialismo, sem as pessoas terem praticas cotidianas de solidariedade e desapego? Como enfrentar questões culturais fundamentais para a transformação da sociedade, sem experiências práticas? Vamos fazer isso por decreto? Ou as pessoas aqui estão brincando de ser socialistas, ou elas tem que buscar avançar nestas questões. De repente, todo mundo ia deixar sua vidinha burguesa, seus empregos, seus salarios e o espirito santo do socialismo vai baixar e todos vão ser diferentes? 

Vcs tentam desqualificar o ponto central do FDE que é o caixa coletivo, o ponto de maior radicalidade de uma forma bastante irresponsavel, ao inves de trabalhar pra qualificar, e ai meu amigos, sinto informar, vcs estão prestando um grande serviço ao capitalismo, pq realmente não vejo tantas experiencias que realmente se colocam a disposição de enfrentar este ponto cultural central pra se falar em transformação social e alternativas ao capitalismo.

Volto a repetir, vamos avaliar esta experiencia com base em outras? Alguem conhece outras experiencias de caixa coletiva para compartilharmos aqui? Alguem que comentou aqui vive desta forma? Se fosse assim, penso que as coisas soariam menos hipocritas por aqui....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo visto a ironia não é uma ferramenta bem codificada aqui, e mais uma vez os comentarios acima comprovam o que tava sendo colocado por mim ali em cima: a necessidade que uma parte da esquerda tem que buscar descontruir praticas cotidianas alternativas pra manter um status quo de revolucionario de gabinete.</p>
<p>Primeiro que eu não sou representante da rede pra jogar toalha ou dar um parecer pelo movimento. Todos os meus posts vem no sentido de fazer contrapontos a leitura de desconstrução do FDE a partir de conceitos e práticas que não são colocadas por este movimento como referencia. Não apenas ser anticapitalista, mas qualquer outro rótulo ou conceito não são expressos pelo movimento em defesas teóricas, mas sim em práticas cotidianas. Citaram a práxis aqui em um dos comentarios, sem perceber que o FDE se orienta muito mais por isso do que pela teoria. </p>
<p>Vcs falam de jogar a toalha, mas ninguem aqui respondeu as perguntas colocadas acima. Como já disse em outros momentos e tentando ser claro aqui, descontruir o FDE parece muito mais um artificio de defesa de uma posição progressista sem sair da zona de conforto, sem ter que enfrentar desafios reais de colaboração e compartilhamento, que apesar de todas as criticas ao FDE, eles ousaram enfrentar.</p>
<p>Fica ai mais umas perguntinhas então: como vcs pensam em construir o socialismo, sem as pessoas terem praticas cotidianas de solidariedade e desapego? Como enfrentar questões culturais fundamentais para a transformação da sociedade, sem experiências práticas? Vamos fazer isso por decreto? Ou as pessoas aqui estão brincando de ser socialistas, ou elas tem que buscar avançar nestas questões. De repente, todo mundo ia deixar sua vidinha burguesa, seus empregos, seus salarios e o espirito santo do socialismo vai baixar e todos vão ser diferentes? </p>
<p>Vcs tentam desqualificar o ponto central do FDE que é o caixa coletivo, o ponto de maior radicalidade de uma forma bastante irresponsavel, ao inves de trabalhar pra qualificar, e ai meu amigos, sinto informar, vcs estão prestando um grande serviço ao capitalismo, pq realmente não vejo tantas experiencias que realmente se colocam a disposição de enfrentar este ponto cultural central pra se falar em transformação social e alternativas ao capitalismo.</p>
<p>Volto a repetir, vamos avaliar esta experiencia com base em outras? Alguem conhece outras experiencias de caixa coletiva para compartilharmos aqui? Alguem que comentou aqui vive desta forma? Se fosse assim, penso que as coisas soariam menos hipocritas por aqui&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
