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	Comentários sobre: Acampamento Pedro Nascimento: Quem conduz as massas por elas mesmas?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Aliny Cristina		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73355/#comment-117568</link>

		<dc:creator><![CDATA[Aliny Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2013 00:25:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá! Sou estudante do 9 período de direito da PUC-GO e estou fazendo minha monografia sobre o Loteamento JK, o tema é o seguinte: A FUNÇÃO SOCIAL DA POSSE NO LOTEAMENTO JK. Por isso, gostaria que me enviasse um e-mail ou postassem aqui mesmo a localização do Loteamento, falando em qual setor ele está e se é em goiänia.
Tenho pesquisado bastante, mas só o que achei foi que o acampamento é próximo ao Bairro São Carlos. 
Preciso delimitar a área do acampamento para falar se a função social da posse é urbana ou rural, falar sobre o tempo da posse e a realidade das famílias assentadas no Loteamento.

Por favor, entrem em contato comigo, estou no aguardo.
(aliny.direito@gmail.com)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá! Sou estudante do 9 período de direito da PUC-GO e estou fazendo minha monografia sobre o Loteamento JK, o tema é o seguinte: A FUNÇÃO SOCIAL DA POSSE NO LOTEAMENTO JK. Por isso, gostaria que me enviasse um e-mail ou postassem aqui mesmo a localização do Loteamento, falando em qual setor ele está e se é em goiänia.<br />
Tenho pesquisado bastante, mas só o que achei foi que o acampamento é próximo ao Bairro São Carlos.<br />
Preciso delimitar a área do acampamento para falar se a função social da posse é urbana ou rural, falar sobre o tempo da posse e a realidade das famílias assentadas no Loteamento.</p>
<p>Por favor, entrem em contato comigo, estou no aguardo.<br />
(aliny.direito@gmail.com)</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Lázara		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73355/#comment-111874</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lázara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2013 15:10:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Jk Luta pela Moradia!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jk Luta pela Moradia!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rodrigo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73355/#comment-108858</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 16:39:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Para além das falas fantasiosas, ofensas, calúnias, etc, até onde sei, Eronilde, apesar da dolorosa experiência pregressa, é também um apoio externo ao acampamento, tal como os outros apoiadores. Aliás, eu penso que não é objetivo de luta alguma permanecer debaixo de uma barraca de lona, sujeitos à todo tipo de intempérie, mas sim a conquista de um lugar digno para se morar. Além disso, outras pessoas próximas à Eronilde sequer acompanhavam as atividades no local e resolveram se colocar somente quando lhes pareceu mais conveniente. É digno de nota inclusive que o Zelito, em uma outra versão do texto de resposta a este artigo (versão esta que circulou por listas de e-mail), admitia que somente compareceu nas atividades do acampamento em momentos decisivos, quando os contatos com as instituições, conquistados às custas das mobilizações dos acampados foram transformadas em reuniões (como ministério público, prefeitura, etc).
Além disso, Eronilde não só esteve presente deste o início da formação do grupo de estudos, como ela tem uma copia do material utilizado como base nestes encontros. Aliás, só não teve acesso à este material quem não esteve presente no cotidiano das atividades desenvolvidas no acampamento, a postura dos apoiadores que permaneceram indo acampamento foi de transparência de diálogo constante, como atestam as muitas horas com que conversamos com Eronilde tanto pessoalmente quanto ao telefone. Ocorre que o espaço deste grupo de estudos acabou se convertendo, por iniciativa dos acampados, em função das suas necessidades organizativas, em uma assembleia semanal. E o dia de sábado foi colocado em questão por mais de uma vez durante as assembleias, sendo que os presentes reafirmavam a necessidade de manter a data em função do habito adquirido de realizar a reunião naquele dia. Para mais, se o sábado era tão ruim assim, eu fico me perguntando porque raios por inúmeras vezes tentaram marcar atividades no mesmo horário em que ocorriam as assembleias, e até mesmo o dito &quot;seminário&quot; foi marcado extamente neste mesmo dia? Ou será que naquele sábado em especial o pessoal não ia precisar lavar roupa?  A este ponto é importante ressaltar a diferença entre o grupo de estudos e uma &quot;formação&quot;, já que ninguém ali tinha pretensão &quot;dar&quot; o melhor caminho de luta, mas tão somente debater sobre aspectos de organização política interna do acampamento, tentando trazer aos acampamentos conhecimentos acumulados em outras frentes de luta e movimentos. Cabe repisar ainda que este foi o único trabalho mantido mesmo durante o período de pleito eleitoral, onde todos os outros militantes, por motivos variados, acabaram por se afastar do acampamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para além das falas fantasiosas, ofensas, calúnias, etc, até onde sei, Eronilde, apesar da dolorosa experiência pregressa, é também um apoio externo ao acampamento, tal como os outros apoiadores. Aliás, eu penso que não é objetivo de luta alguma permanecer debaixo de uma barraca de lona, sujeitos à todo tipo de intempérie, mas sim a conquista de um lugar digno para se morar. Além disso, outras pessoas próximas à Eronilde sequer acompanhavam as atividades no local e resolveram se colocar somente quando lhes pareceu mais conveniente. É digno de nota inclusive que o Zelito, em uma outra versão do texto de resposta a este artigo (versão esta que circulou por listas de e-mail), admitia que somente compareceu nas atividades do acampamento em momentos decisivos, quando os contatos com as instituições, conquistados às custas das mobilizações dos acampados foram transformadas em reuniões (como ministério público, prefeitura, etc).<br />
Além disso, Eronilde não só esteve presente deste o início da formação do grupo de estudos, como ela tem uma copia do material utilizado como base nestes encontros. Aliás, só não teve acesso à este material quem não esteve presente no cotidiano das atividades desenvolvidas no acampamento, a postura dos apoiadores que permaneceram indo acampamento foi de transparência de diálogo constante, como atestam as muitas horas com que conversamos com Eronilde tanto pessoalmente quanto ao telefone. Ocorre que o espaço deste grupo de estudos acabou se convertendo, por iniciativa dos acampados, em função das suas necessidades organizativas, em uma assembleia semanal. E o dia de sábado foi colocado em questão por mais de uma vez durante as assembleias, sendo que os presentes reafirmavam a necessidade de manter a data em função do habito adquirido de realizar a reunião naquele dia. Para mais, se o sábado era tão ruim assim, eu fico me perguntando porque raios por inúmeras vezes tentaram marcar atividades no mesmo horário em que ocorriam as assembleias, e até mesmo o dito &#8220;seminário&#8221; foi marcado extamente neste mesmo dia? Ou será que naquele sábado em especial o pessoal não ia precisar lavar roupa?  A este ponto é importante ressaltar a diferença entre o grupo de estudos e uma &#8220;formação&#8221;, já que ninguém ali tinha pretensão &#8220;dar&#8221; o melhor caminho de luta, mas tão somente debater sobre aspectos de organização política interna do acampamento, tentando trazer aos acampamentos conhecimentos acumulados em outras frentes de luta e movimentos. Cabe repisar ainda que este foi o único trabalho mantido mesmo durante o período de pleito eleitoral, onde todos os outros militantes, por motivos variados, acabaram por se afastar do acampamento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: eronilde@gmail.com		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73355/#comment-108424</link>

		<dc:creator><![CDATA[eronilde@gmail.com]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 20:36:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[lembram quando vocês me ligaram falando que gostaria de falar comigo e com outra companheira do real conquista, para conversamos sobre o  comitê?e vocês nos falaram que estavam querendo fazer uma formação com as famílias do acampamento,lembro muito muito bem que vocês estavam querendo fazer essa formação sem o outro grupo, que também faziam parte do comitê, alegando que não intendiam bem qual era a deles, agora eu que o digo realmente eu não sei qual é a de vocês, mais a do outro grupo ficou bem clara,não era coordenar o acampamento, e nem tinha ninguém maior traz deles. em momento nenhum tentamos atrapalhar a organização de vocês lá dentro,nós formos procurado por vários moradores do acampamento,querendo a nossa ajuda para eles se organizarem melhor, e reclamando de umas assembléia que estava acontecendo lá dentro, sentamos com alguns acampados e decidimos fazer um seminário de troca de experiencia, o de como eles mesmos se organizarem,afinal quem está morando lá são eles,terminado o seminário fomos procurados por vários moradores que nós falaram que nas assembleias eles nunca tinha entendido o que eles entenderam no seminário, que la tinha uma assembleia todos os sábados e que nunca saia nada de concreto que eles estavam obedecendo ordem tarefas que essas pessoas tiravam pra eles fazer e que no próximo sábado era cobrado de quem não fez, falaram que essas pessoas nunca se misturam com eles, e que até a água mineral eles levavam pra não tomar da água que eles tomavam.Depois do seminário ficamos sabendo que vocês tinham ligado para algumas famílias que  tinham o telefone falando que não era para eles participar do seminário que nós iria fazer, e que nós estava querendo tirar sua Assembléia, e isso nós nunca fizemos com vocês chamamos vocês para participar do seminário, pois queríamos,era reforçar a luta e nunca excluir neguem.afinal as famílias estavam falando que queriam que o acampamento voltasse a ser como era antes eles mesmo queriam fazer suas assembléia, que no sábado era o dia que eles tinham para sair para lavar suas roupas, que antes era bom,as coisa andavam.diante dos fatos e do pedido de ajuda,eles me falaram que não ficavam a vontade de falar com vocês porque tinha medo de vocês não gostar, e comigo eles ficavam mais a vontade para falar pois eu já tinha passado pelo que eles estavam passando. ai eu deixei bem claro para eles que apoio é apoio que a luta era deles, eles que tinham que alto se dirigir,fazer as assembléia deles,eles tinham capacidade pra isso, essa conversa foi em uma reunião comigo convocada por eles, no acampamento, em nenhum momento foi falado em dispensar apoio e sim deles mesmo se organizar juntamente com os apoio, mais eles tinham que ter autonomia sempre. passou uns dias dessa reunião uma campainheira me ligou chorando falando que tinha sido contestada por vocês em suas assembléia que ela juntamente com outros comp, tinham tomado a iniciativa de adiantar uns oficio sem antes passar por vocês, oficios esses que era pra reforçar uns que eles já tinham mandado mandado antes, e que nessa assembléia por essa companheira ter indo levar pelo fato dela ter transporte,ela foi repreendida por vocês que isso não tinha que ter acontecido, que o povo não tinha que aceitar seminário dentro do acampamento que nós estava querendo criar coordenação, metel o pal em nós,e quando terminou a assembleia ainda chamaram uma companheira no qual vocês tinham melhor comunicação, e ainda falaram pra ela tomar cuidado com fulana pois ela é perigosa,isso e simplesmente, absurdo o povo em meio a tanto sofrimento e vocês tentando trazer discórdia,  com isso o povo acordou e viu que quem estava querendo coordenar era vocês.Engana- se quem acha que por sermos pobres e morar na periferia, ou as vesses em acampamento, debaixo de barraca de lona,  acham que somos burros, e que não damos conta de nós organizar, será que  se acham melhor que agente por ter uma faculdade, muito serem formadores  de opinião, nós as vesses até nos fazemos de bobo pra sobreviver ao meio a tantas dificuldades mais percebemos as coisas, eu em particular estou de saco cheio desses filhos de papaizinhos metidos a revolucionários que vem nas periferia pagar um de bonzinhos e depois voltam pros seu apartamentos pra suas casas boas,pra suas viagem, pros seus estudos, juram que assim vão mudar o mundo, sem contar aqueles metidos a fazer projetos, e viver disso, usam do nosso sofrimento pra se dar bem, muitos nem trabalham vivem disso, eu cansei de ser tratada como bichinho de zoológico,esse povo vive tirando fotinha da gente e colocando na internet, concluindo trabalhos de faculdade, agora pergunta se eles querem viver debaixo de barraca,não somos coitados, e nem queremos ser tratados assim, damos conta de nos organizar, não acredito de luta de fora pra dentro e sim de dentro pra fora. quem ocupou o sonho real foi o povo! quem ocupou o jk também foi o povo. e no sonho real o povo se organizou muito bem, fomos despejados, mais continuamos unidos,e pela nossa união conseguirmos o setor com mais de duas mil moradia, nós também tínhamos um comitê se solidariedade com 32 entidade nos apoiando unidos juntamente com a gente,mais nem um deles, quiseram fazer o que era nosso papel de fazer, nós nunca fomos reprendidos em assembléias, eles nunca tentaram nos dirigir, nós eramos, e acertamos,nos levantamos das cinzas, e eles ali no nosso lado e nunca na nossa frente.   No dia 16 de fevereiro foi um dia muito importante pra eles e pra mim oito ano de impunidade do caso parque oeste, eles vinharam conhecer o real conquista setor fruto da luta do povo conhecerão a casa do pedro nascimento, que se não estivesse sido tombado nessa luta contenteza estaria morando nela, casa essa que mora seu filho e eu que era sua companheira, pra mim foi uma honra ter eles aqui ver a luta por moradia renascendo em Goiânia, e trazendo o nome em memória  de um companheiro que foi executado pela policia, torturado algemado ao sol,lutando por moradia os seus outros comp saindo e eles mostrando e mandando eles correr, isso foi pra ficar de exemplo pra que não acontecesse outras ocupações em Goiânia. teve um fato que me chamou a atenção que eu fiquei sabendo nesse dia e não intendi, como eu estava emocionada esse dia mexe muito comigo chorei fiquei até pra baixo alguma familias que vieram falaram que você talles tentou tirar o nome do acampamento de pedro nascimento, falando que não era importante ter esse nome, que a luta deles era outra pediram pro pessoal votar em uma assembléia, também falou que não era mais pra ser usado nos oficios,depois se você quiser sentar pra gente conversar eu quero intender melhor o porque de você tentar apagar essa historia.Eu pensei que só o governador Maorni perillo não tinha gostado do povo ter dado esse nome ao acampamento. Em seu documento fala que nós deixamos o povo, eu nunca abandonei o acampamento,nesses 10 messes de ocupação eu nunca fiquei uma semana esm está lá as vesses não dava pra eu ir nas suas assembléia no sábado as três da tarde, mais isso não queria dizer que eu não estava indo la, na sua manifestação em frente a prefeitura você sabe o porque que não deu pra eu comparecer, foi no dia do primeiro julgamento de um policial que o comitê goiano pelo fim da violência policia mandou a juri popular e vc sabe que eu faço parte do comitê e era eu que estava mobilizando.inclusive eu avisei pro pessoal acampados, o porque deu não esta presente com eles,como você mesmo já tinha me falado vc ia ao acampamento por questão politica, eu comp vou e porque gosto deles, da luta deles, só vou ficar bem quando todos estiverem em suas casas,morar debaixo de barraca não é fácil sobreviver sem água pior ainda, hoje eu não acredito em grandes lutas em revolução, pode ser que amanhã eu ver esse mundo melhorando e as lutas surgindo do povo e para o povo,quem sabe eu mude de ideia, hoje quero contribuir para ver aquelas famílias que fazem parte da minha classe social conquistando suas moradia e assim como eu entendendo que elas não devem nada a governos, e que foi um direito conquistado, fruta de muita luta deles. e assim a vida continua, nas lutas que se renovam a cada amanhecer.         ERONILDE]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>lembram quando vocês me ligaram falando que gostaria de falar comigo e com outra companheira do real conquista, para conversamos sobre o  comitê?e vocês nos falaram que estavam querendo fazer uma formação com as famílias do acampamento,lembro muito muito bem que vocês estavam querendo fazer essa formação sem o outro grupo, que também faziam parte do comitê, alegando que não intendiam bem qual era a deles, agora eu que o digo realmente eu não sei qual é a de vocês, mais a do outro grupo ficou bem clara,não era coordenar o acampamento, e nem tinha ninguém maior traz deles. em momento nenhum tentamos atrapalhar a organização de vocês lá dentro,nós formos procurado por vários moradores do acampamento,querendo a nossa ajuda para eles se organizarem melhor, e reclamando de umas assembléia que estava acontecendo lá dentro, sentamos com alguns acampados e decidimos fazer um seminário de troca de experiencia, o de como eles mesmos se organizarem,afinal quem está morando lá são eles,terminado o seminário fomos procurados por vários moradores que nós falaram que nas assembleias eles nunca tinha entendido o que eles entenderam no seminário, que la tinha uma assembleia todos os sábados e que nunca saia nada de concreto que eles estavam obedecendo ordem tarefas que essas pessoas tiravam pra eles fazer e que no próximo sábado era cobrado de quem não fez, falaram que essas pessoas nunca se misturam com eles, e que até a água mineral eles levavam pra não tomar da água que eles tomavam.Depois do seminário ficamos sabendo que vocês tinham ligado para algumas famílias que  tinham o telefone falando que não era para eles participar do seminário que nós iria fazer, e que nós estava querendo tirar sua Assembléia, e isso nós nunca fizemos com vocês chamamos vocês para participar do seminário, pois queríamos,era reforçar a luta e nunca excluir neguem.afinal as famílias estavam falando que queriam que o acampamento voltasse a ser como era antes eles mesmo queriam fazer suas assembléia, que no sábado era o dia que eles tinham para sair para lavar suas roupas, que antes era bom,as coisa andavam.diante dos fatos e do pedido de ajuda,eles me falaram que não ficavam a vontade de falar com vocês porque tinha medo de vocês não gostar, e comigo eles ficavam mais a vontade para falar pois eu já tinha passado pelo que eles estavam passando. ai eu deixei bem claro para eles que apoio é apoio que a luta era deles, eles que tinham que alto se dirigir,fazer as assembléia deles,eles tinham capacidade pra isso, essa conversa foi em uma reunião comigo convocada por eles, no acampamento, em nenhum momento foi falado em dispensar apoio e sim deles mesmo se organizar juntamente com os apoio, mais eles tinham que ter autonomia sempre. passou uns dias dessa reunião uma campainheira me ligou chorando falando que tinha sido contestada por vocês em suas assembléia que ela juntamente com outros comp, tinham tomado a iniciativa de adiantar uns oficio sem antes passar por vocês, oficios esses que era pra reforçar uns que eles já tinham mandado mandado antes, e que nessa assembléia por essa companheira ter indo levar pelo fato dela ter transporte,ela foi repreendida por vocês que isso não tinha que ter acontecido, que o povo não tinha que aceitar seminário dentro do acampamento que nós estava querendo criar coordenação, metel o pal em nós,e quando terminou a assembleia ainda chamaram uma companheira no qual vocês tinham melhor comunicação, e ainda falaram pra ela tomar cuidado com fulana pois ela é perigosa,isso e simplesmente, absurdo o povo em meio a tanto sofrimento e vocês tentando trazer discórdia,  com isso o povo acordou e viu que quem estava querendo coordenar era vocês.Engana- se quem acha que por sermos pobres e morar na periferia, ou as vesses em acampamento, debaixo de barraca de lona,  acham que somos burros, e que não damos conta de nós organizar, será que  se acham melhor que agente por ter uma faculdade, muito serem formadores  de opinião, nós as vesses até nos fazemos de bobo pra sobreviver ao meio a tantas dificuldades mais percebemos as coisas, eu em particular estou de saco cheio desses filhos de papaizinhos metidos a revolucionários que vem nas periferia pagar um de bonzinhos e depois voltam pros seu apartamentos pra suas casas boas,pra suas viagem, pros seus estudos, juram que assim vão mudar o mundo, sem contar aqueles metidos a fazer projetos, e viver disso, usam do nosso sofrimento pra se dar bem, muitos nem trabalham vivem disso, eu cansei de ser tratada como bichinho de zoológico,esse povo vive tirando fotinha da gente e colocando na internet, concluindo trabalhos de faculdade, agora pergunta se eles querem viver debaixo de barraca,não somos coitados, e nem queremos ser tratados assim, damos conta de nos organizar, não acredito de luta de fora pra dentro e sim de dentro pra fora. quem ocupou o sonho real foi o povo! quem ocupou o jk também foi o povo. e no sonho real o povo se organizou muito bem, fomos despejados, mais continuamos unidos,e pela nossa união conseguirmos o setor com mais de duas mil moradia, nós também tínhamos um comitê se solidariedade com 32 entidade nos apoiando unidos juntamente com a gente,mais nem um deles, quiseram fazer o que era nosso papel de fazer, nós nunca fomos reprendidos em assembléias, eles nunca tentaram nos dirigir, nós eramos, e acertamos,nos levantamos das cinzas, e eles ali no nosso lado e nunca na nossa frente.   No dia 16 de fevereiro foi um dia muito importante pra eles e pra mim oito ano de impunidade do caso parque oeste, eles vinharam conhecer o real conquista setor fruto da luta do povo conhecerão a casa do pedro nascimento, que se não estivesse sido tombado nessa luta contenteza estaria morando nela, casa essa que mora seu filho e eu que era sua companheira, pra mim foi uma honra ter eles aqui ver a luta por moradia renascendo em Goiânia, e trazendo o nome em memória  de um companheiro que foi executado pela policia, torturado algemado ao sol,lutando por moradia os seus outros comp saindo e eles mostrando e mandando eles correr, isso foi pra ficar de exemplo pra que não acontecesse outras ocupações em Goiânia. teve um fato que me chamou a atenção que eu fiquei sabendo nesse dia e não intendi, como eu estava emocionada esse dia mexe muito comigo chorei fiquei até pra baixo alguma familias que vieram falaram que você talles tentou tirar o nome do acampamento de pedro nascimento, falando que não era importante ter esse nome, que a luta deles era outra pediram pro pessoal votar em uma assembléia, também falou que não era mais pra ser usado nos oficios,depois se você quiser sentar pra gente conversar eu quero intender melhor o porque de você tentar apagar essa historia.Eu pensei que só o governador Maorni perillo não tinha gostado do povo ter dado esse nome ao acampamento. Em seu documento fala que nós deixamos o povo, eu nunca abandonei o acampamento,nesses 10 messes de ocupação eu nunca fiquei uma semana esm está lá as vesses não dava pra eu ir nas suas assembléia no sábado as três da tarde, mais isso não queria dizer que eu não estava indo la, na sua manifestação em frente a prefeitura você sabe o porque que não deu pra eu comparecer, foi no dia do primeiro julgamento de um policial que o comitê goiano pelo fim da violência policia mandou a juri popular e vc sabe que eu faço parte do comitê e era eu que estava mobilizando.inclusive eu avisei pro pessoal acampados, o porque deu não esta presente com eles,como você mesmo já tinha me falado vc ia ao acampamento por questão politica, eu comp vou e porque gosto deles, da luta deles, só vou ficar bem quando todos estiverem em suas casas,morar debaixo de barraca não é fácil sobreviver sem água pior ainda, hoje eu não acredito em grandes lutas em revolução, pode ser que amanhã eu ver esse mundo melhorando e as lutas surgindo do povo e para o povo,quem sabe eu mude de ideia, hoje quero contribuir para ver aquelas famílias que fazem parte da minha classe social conquistando suas moradia e assim como eu entendendo que elas não devem nada a governos, e que foi um direito conquistado, fruta de muita luta deles. e assim a vida continua, nas lutas que se renovam a cada amanhecer.         ERONILDE</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73355/#comment-108374</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 16:24:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Relendo os comentários, vi que confundi Alex e Alexandre. Como isto só afeta o fato de conhecer ou não detalhes sobre a situação do acampamento Pedro Nascimento, as outras observações continuam valendo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Relendo os comentários, vi que confundi Alex e Alexandre. Como isto só afeta o fato de conhecer ou não detalhes sobre a situação do acampamento Pedro Nascimento, as outras observações continuam valendo.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73355/#comment-108372</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 16:06:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73355#comment-108372</guid>

					<description><![CDATA[Alexandre, é bom que você tenha esclarecido outros pontos sobre a organização do movimento. Ainda não li a resposta, mas o farei em breve.

Como não sou nem estou em Goiânia, estou tão por fora dos detalhes cotidianos do problema quanto você -- embora em suas falas você tenha dado a impressão de saber de muito mais detalhes que eu. Apenas acredito que nos movimentos sociais -- e em qualquer mobilização coletiva -- há questões sobre as quais não se pode ficar calado. 

Há uma tradição de democracia interna, de respeito às instâncias coletivas de decisão, de solução democrática das divergências construída em muito tempo de luta, que custaram muito a incontáveis militantes, e que precisa ser respeitada a qualquer custo. E a experiência histórica demonstra que sem respeito a estas tradições qualquer mobilização coletiva tende a degenerar, a entrar em refluxo, enfim, a ser derrotada.

Daí ter insistido tanto em que se respeitem as instâncias coletivas do acampamento, coisa que militantes do Terra Livre na área parecem não ter feito. Se o Terra Livre não tira linha para nenhuma área específica, isto é bom, porque respeita a autonomia dos militantes e grupos locais (acampamentos, ocupações, etc.), mas tem os problemas que já apontei, e que apresento novamente com mais detalhes.

Em primeiro lugar, quando a nota nacional do movimento diz que o Terra Livre &quot;não responde pelas decisões das famílias organizadas nesta área&quot;, não diz uma palavra sequer sobre o papel que os militantes locais têm neste processo, sobre sua influência nestas decisões. Deixa a eles a responsabilidade de se explicar na hora de qualquer problema. Daí dizer que o movimento dirige sem dizer que está dirigindo: pelo texto da nota, coloca-se no mesmo plano que qualquer apoiador externo, embora vários militantes do Terra Livre tenham comentado este artigo com um discurso próprio de quem fala de grupos orgânicos ao movimento. É uma disputa por hegemonia travada por dois grupos externos no qual um deles, o Terra Livre, assume posturas de quem é &quot;de dentro&quot;.

Aí a coisa fica fácil: se a mobilização der certo, como parece estar acontecendo em outros lugares, o Terra Livre apresenta-se como apoiador, como ator relevante no processo. (E pode ser que seja mesmo, não nego.) Mas quando há problemas, o Terra Livre se sai, não assume responsabilidade pelas posturas e práticas defendidas por militantes locais e deixa a eles a responsabilidade por resolver tudo. Não há outra descrição adequada para isto que não seja a de &quot;aproveitar os bônus sem arcar com os ônus&quot;.

Nem centralismo absoluto nem estruturas frouxas e incontroláveis são bons, mas no meio-termo entre os dois me parece que o Terra Livre ainda não está sabendo como lidar com a situação que seus militantes locais criaram no acampamento Pedro Nascimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre, é bom que você tenha esclarecido outros pontos sobre a organização do movimento. Ainda não li a resposta, mas o farei em breve.</p>
<p>Como não sou nem estou em Goiânia, estou tão por fora dos detalhes cotidianos do problema quanto você &#8212; embora em suas falas você tenha dado a impressão de saber de muito mais detalhes que eu. Apenas acredito que nos movimentos sociais &#8212; e em qualquer mobilização coletiva &#8212; há questões sobre as quais não se pode ficar calado. </p>
<p>Há uma tradição de democracia interna, de respeito às instâncias coletivas de decisão, de solução democrática das divergências construída em muito tempo de luta, que custaram muito a incontáveis militantes, e que precisa ser respeitada a qualquer custo. E a experiência histórica demonstra que sem respeito a estas tradições qualquer mobilização coletiva tende a degenerar, a entrar em refluxo, enfim, a ser derrotada.</p>
<p>Daí ter insistido tanto em que se respeitem as instâncias coletivas do acampamento, coisa que militantes do Terra Livre na área parecem não ter feito. Se o Terra Livre não tira linha para nenhuma área específica, isto é bom, porque respeita a autonomia dos militantes e grupos locais (acampamentos, ocupações, etc.), mas tem os problemas que já apontei, e que apresento novamente com mais detalhes.</p>
<p>Em primeiro lugar, quando a nota nacional do movimento diz que o Terra Livre &#8220;não responde pelas decisões das famílias organizadas nesta área&#8221;, não diz uma palavra sequer sobre o papel que os militantes locais têm neste processo, sobre sua influência nestas decisões. Deixa a eles a responsabilidade de se explicar na hora de qualquer problema. Daí dizer que o movimento dirige sem dizer que está dirigindo: pelo texto da nota, coloca-se no mesmo plano que qualquer apoiador externo, embora vários militantes do Terra Livre tenham comentado este artigo com um discurso próprio de quem fala de grupos orgânicos ao movimento. É uma disputa por hegemonia travada por dois grupos externos no qual um deles, o Terra Livre, assume posturas de quem é &#8220;de dentro&#8221;.</p>
<p>Aí a coisa fica fácil: se a mobilização der certo, como parece estar acontecendo em outros lugares, o Terra Livre apresenta-se como apoiador, como ator relevante no processo. (E pode ser que seja mesmo, não nego.) Mas quando há problemas, o Terra Livre se sai, não assume responsabilidade pelas posturas e práticas defendidas por militantes locais e deixa a eles a responsabilidade por resolver tudo. Não há outra descrição adequada para isto que não seja a de &#8220;aproveitar os bônus sem arcar com os ônus&#8221;.</p>
<p>Nem centralismo absoluto nem estruturas frouxas e incontroláveis são bons, mas no meio-termo entre os dois me parece que o Terra Livre ainda não está sabendo como lidar com a situação que seus militantes locais criaram no acampamento Pedro Nascimento.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alexandre		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73355/#comment-108369</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alexandre]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 15:25:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73355#comment-108369</guid>

					<description><![CDATA[Manolo,

Sou militante do movimento em São Paulo. Gostaria de limpar um pouco o terreno sobre a organização de nosso movimento. Sobre o Pedro Nascimento não tenho informações. Nunca discutimos nem tiramos a &quot;linha&quot; de intervenção no Acampamento Pedro Nascimento. Inclusive a CN (coord. Nacional) em nosso movimento não tira linhas para nenhuma área específica 9(mesmo as internas).
As coordenações em nosso movimento (nacional, estadual ou regional) são expressões das organizações locais. Temos como princípios a horizontalidade, democracia direta, revogabilidade e rotatividade.
Manolo, você é uma pessoa desinformada (sendo otimista) ou oportunista ao fazer determinadas acusações e críticas que fez ao movimento em seu conjunto.
Quando Zelito, Eronilde e Celina elaboraram sua resposta, foi em relação ao apoio que prestam ao acampamento Pedro Nascimento, dando sua versão dos fatos expostos pelo artigo acima.
Uma curiosidade (sem ironias), Manolo, você faz parte do &quot;Grupo de apoiadores do Pedro Nascimento?&quot;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Manolo,</p>
<p>Sou militante do movimento em São Paulo. Gostaria de limpar um pouco o terreno sobre a organização de nosso movimento. Sobre o Pedro Nascimento não tenho informações. Nunca discutimos nem tiramos a &#8220;linha&#8221; de intervenção no Acampamento Pedro Nascimento. Inclusive a CN (coord. Nacional) em nosso movimento não tira linhas para nenhuma área específica 9(mesmo as internas).<br />
As coordenações em nosso movimento (nacional, estadual ou regional) são expressões das organizações locais. Temos como princípios a horizontalidade, democracia direta, revogabilidade e rotatividade.<br />
Manolo, você é uma pessoa desinformada (sendo otimista) ou oportunista ao fazer determinadas acusações e críticas que fez ao movimento em seu conjunto.<br />
Quando Zelito, Eronilde e Celina elaboraram sua resposta, foi em relação ao apoio que prestam ao acampamento Pedro Nascimento, dando sua versão dos fatos expostos pelo artigo acima.<br />
Uma curiosidade (sem ironias), Manolo, você faz parte do &#8220;Grupo de apoiadores do Pedro Nascimento?&#8221;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73355/#comment-108232</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 02:51:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73355#comment-108232</guid>

					<description><![CDATA[Enfim uma resposta por parte da coordenação nacional do movimento: &lt;em&gt;tirar o corpo fora do problema&lt;/em&gt;. Não é o tipo de resposta que eu esperava, mas é uma resposta, afinal de contas.

Digo que não é o que eu esperava porque agora eu não entendi mais nada. 

Vendo de longe, tudo parecia se resumir a uma disputa de hegemonia que se resolveu com base no atropelo a instâncias coletivas de decisão e na difamação de militantes. Mas agora a nota do Terra Livre parece dizer o seguinte: &quot;A gente vai lá no Pedro Nascimento, apoia, participa das instâncias de decisão, propomos, apresentamos propostas bem articuladas, criticamos uma ou outra forma de condução da luta e disputamos espaço. Fazemos tudo isso, mas a decisão final das coisas é das famílias organizadas na área&quot;.

Ora, quem faz tudo isto, inclusive segundo militantes do próprio Terra Livre, está di-ri-gin-do. E na hora de tirar as consequências desta direção e dos métodos usados na disputa de hegemonia, o Terra Livre tira o corpo fora e deixa às famílias a responsabilidade por esta direção. É isto mesmo? Se for, belo apoio, este, de botar em esparro e depois sair de fininho. (Antes que comece a gritaria, estou chamando de &quot;botar em esparro&quot; o fato de instâncias coletivas de decisão terem sido atropeladas no acampamento Pedro Nascimento.)

Apesar da solidariedade individual de dirigentes de outros estados, a nota indica que, na prática, o movimento deixou a questão para ser respondida pelos militantes diretamente envolvidos com o caso. Em suma, deixaram o Zelito para fritar sozinho. Assumem os bônus, mas não assumem os ônus do apoio externo. É isto mesmo?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enfim uma resposta por parte da coordenação nacional do movimento: <em>tirar o corpo fora do problema</em>. Não é o tipo de resposta que eu esperava, mas é uma resposta, afinal de contas.</p>
<p>Digo que não é o que eu esperava porque agora eu não entendi mais nada. </p>
<p>Vendo de longe, tudo parecia se resumir a uma disputa de hegemonia que se resolveu com base no atropelo a instâncias coletivas de decisão e na difamação de militantes. Mas agora a nota do Terra Livre parece dizer o seguinte: &#8220;A gente vai lá no Pedro Nascimento, apoia, participa das instâncias de decisão, propomos, apresentamos propostas bem articuladas, criticamos uma ou outra forma de condução da luta e disputamos espaço. Fazemos tudo isso, mas a decisão final das coisas é das famílias organizadas na área&#8221;.</p>
<p>Ora, quem faz tudo isto, inclusive segundo militantes do próprio Terra Livre, está di-ri-gin-do. E na hora de tirar as consequências desta direção e dos métodos usados na disputa de hegemonia, o Terra Livre tira o corpo fora e deixa às famílias a responsabilidade por esta direção. É isto mesmo? Se for, belo apoio, este, de botar em esparro e depois sair de fininho. (Antes que comece a gritaria, estou chamando de &#8220;botar em esparro&#8221; o fato de instâncias coletivas de decisão terem sido atropeladas no acampamento Pedro Nascimento.)</p>
<p>Apesar da solidariedade individual de dirigentes de outros estados, a nota indica que, na prática, o movimento deixou a questão para ser respondida pelos militantes diretamente envolvidos com o caso. Em suma, deixaram o Zelito para fritar sozinho. Assumem os bônus, mas não assumem os ônus do apoio externo. É isto mesmo?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Coordenação Nacional do movimento popular Terra Livre		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73355/#comment-108182</link>

		<dc:creator><![CDATA[Coordenação Nacional do movimento popular Terra Livre]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Mar 2013 19:48:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73355#comment-108182</guid>

					<description><![CDATA[Nota sobre o acampamento Pedro Nascimento

A Coordenação Nacional do Terra Livre – movimento popular do campo e da cidade – por meio desta nota informa para os devidos fins que o Acampamento Pedro Nascimento localizado no Residencial JK em Goiânia não faz parte de nosso movimento, organizado no campo e na cidade em sete estados brasileiros. Portanto, apesar de prestarmos todo apoio e solidariedade às famílias do Acampamento Pedro Nascimento, o Terra Livre não responde pelas decisões das famílias organizadas nesta área.

Lutamos lado a lado para a conquista de terra, moradia, condições dignas de vida e pela transformação radical e da sociedade onde a vida esteja acima dos interesses econômicos das classes hegemônicas.

Coordenação Nacional do movimento popular Terra Livre.
09 de Março de 2013]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nota sobre o acampamento Pedro Nascimento</p>
<p>A Coordenação Nacional do Terra Livre – movimento popular do campo e da cidade – por meio desta nota informa para os devidos fins que o Acampamento Pedro Nascimento localizado no Residencial JK em Goiânia não faz parte de nosso movimento, organizado no campo e na cidade em sete estados brasileiros. Portanto, apesar de prestarmos todo apoio e solidariedade às famílias do Acampamento Pedro Nascimento, o Terra Livre não responde pelas decisões das famílias organizadas nesta área.</p>
<p>Lutamos lado a lado para a conquista de terra, moradia, condições dignas de vida e pela transformação radical e da sociedade onde a vida esteja acima dos interesses econômicos das classes hegemônicas.</p>
<p>Coordenação Nacional do movimento popular Terra Livre.<br />
09 de Março de 2013</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Apoiador Autônomo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73355/#comment-107741</link>

		<dc:creator><![CDATA[Apoiador Autônomo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2013 16:19:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73355#comment-107741</guid>

					<description><![CDATA[A crítica da Jo Freeman não se aplica ao caso. Havia uma divergência sobre quais estruturas deveriam se manter e ser mais importantes, não sobre ausência ou presença de estruturas.

Uma assembleia semanal é, óbviamente, uma estrutura de organização.

Nunca foram podadas as organizações de comissões, de núcleos de discussão menores ou de qualquer estrutura organizativa. Inclusive, eu participava de um Núcleo de Comunicação do acampamento que tomava suas próprias decisões e estava empenhado na produção de um jornal em que o conteúdo escrito fosse dos próprios acampados, assim como a própria diagramação do jornal. 

A diferença foi que esse grupo foi proposto às claras, todo mundo sabia dele e podia participar, se quisesse.

Esse núcleo de comunicação também foi &#039;dispensado&#039; no momento em que se estabeleceu a coordenação permanente e se dissolveram as assembleias semanais. Então, quem podou a criação de comissões e outros grupos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A crítica da Jo Freeman não se aplica ao caso. Havia uma divergência sobre quais estruturas deveriam se manter e ser mais importantes, não sobre ausência ou presença de estruturas.</p>
<p>Uma assembleia semanal é, óbviamente, uma estrutura de organização.</p>
<p>Nunca foram podadas as organizações de comissões, de núcleos de discussão menores ou de qualquer estrutura organizativa. Inclusive, eu participava de um Núcleo de Comunicação do acampamento que tomava suas próprias decisões e estava empenhado na produção de um jornal em que o conteúdo escrito fosse dos próprios acampados, assim como a própria diagramação do jornal. </p>
<p>A diferença foi que esse grupo foi proposto às claras, todo mundo sabia dele e podia participar, se quisesse.</p>
<p>Esse núcleo de comunicação também foi &#8216;dispensado&#8217; no momento em que se estabeleceu a coordenação permanente e se dissolveram as assembleias semanais. Então, quem podou a criação de comissões e outros grupos?</p>
]]></content:encoded>
		
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