<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: Resposta ao artigo &#8220;Quem conduz as massas por elas mesmas&#8221;?	</title>
	<atom:link href="https://passapalavra.info/2013/03/73760/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://passapalavra.info/2013/03/73760/</link>
	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
	<lastBuildDate>Mon, 18 Mar 2013 22:39:19 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>
	<item>
		<title>
		Por: Apoiadores do Acampamento Pedro Nascimento		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73760/#comment-109342</link>

		<dc:creator><![CDATA[Apoiadores do Acampamento Pedro Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2013 16:53:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73760#comment-109342</guid>

					<description><![CDATA[Cara Thais, demais membros da Direção Nacional do Movimento Popular Terra Livre,Celina Lopes Teixeira, Eronilde Nascimento e Zelito Silva

Vemos a proposta da Thais, em que ela diz que &quot;seria interessante uma conversa com todos os envolvidos, no sentido de esclarecer algumas contradições, exercitar o diálogo, limpar o terreno e as paranóias, e, também, implicar as famílias nisto tudo&quot;, como muito positiva. Nosso objetivo foi, desde o início de nossa participação no apoio ao acampamento, o de dialogar com todas as pessoas e grupos. Isso não significou, claro, que não tínhamos posições diferentes em relação aos demais apoiadores. Entretanto, acreditamos sim que através de um debate franco chegaremos a um ponto comum, e prático, de apoio ao acampamento. Acrescentamos que, se possível, tal reunião poderia ter a participação de algum membro da direção nacional do Terra Livre, partindo do princípio de que este membro não esteja envolvido na situação que se criou em torno dos apoios ao acampamento. Sabemos da dificuldade que esta participação poderia acarretar em termos práticos para viabilizar a vinda deste participante externo, mas, ao mesmo tempo acreditamos que desta forma poderemos realizar uma discussão respeitosa e objetiva, entre apoiadores e famílias acampados.


Cordialmente,

Apoiadores do Acampamento Pedro Nascimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Thais, demais membros da Direção Nacional do Movimento Popular Terra Livre,Celina Lopes Teixeira, Eronilde Nascimento e Zelito Silva</p>
<p>Vemos a proposta da Thais, em que ela diz que &#8220;seria interessante uma conversa com todos os envolvidos, no sentido de esclarecer algumas contradições, exercitar o diálogo, limpar o terreno e as paranóias, e, também, implicar as famílias nisto tudo&#8221;, como muito positiva. Nosso objetivo foi, desde o início de nossa participação no apoio ao acampamento, o de dialogar com todas as pessoas e grupos. Isso não significou, claro, que não tínhamos posições diferentes em relação aos demais apoiadores. Entretanto, acreditamos sim que através de um debate franco chegaremos a um ponto comum, e prático, de apoio ao acampamento. Acrescentamos que, se possível, tal reunião poderia ter a participação de algum membro da direção nacional do Terra Livre, partindo do princípio de que este membro não esteja envolvido na situação que se criou em torno dos apoios ao acampamento. Sabemos da dificuldade que esta participação poderia acarretar em termos práticos para viabilizar a vinda deste participante externo, mas, ao mesmo tempo acreditamos que desta forma poderemos realizar uma discussão respeitosa e objetiva, entre apoiadores e famílias acampados.</p>
<p>Cordialmente,</p>
<p>Apoiadores do Acampamento Pedro Nascimento.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73760/#comment-108878</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 18:05:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73760#comment-108878</guid>

					<description><![CDATA[Enfim alguém do Terra Livre com uma postura sensata! Já estava me preocupando que este debate permanecesse apenas no campo virtual, por natureza externo ao acampamento.

Reforço o que disse num comentário ao primeiro artigo:

&quot;Com discurso apartidário ou com discurso partidário, os dois grupos são externos e disputam hegemonia dentro do acampamento. Cada um com seus métodos. Isto é bastante comum e até esperado, pois poder existe em qualquer lugar, por menos que se goste.

O problema é: que método se usa para fazer este debate? Isto que chamei de &#039;patrimônio comum da militância&#039; envolve exatamente a discussão aberta destas questões em assembleia, para que o coletivo decida que rumos tomar.&quot;

Uma das partes envolvidas já se predispunha ao diálogo, como várias passagens do primeiro artigo dão a entender. Resta saber se a postura dialógica de Thaís encontra ressonância dentro do Terra Livre, ou se é apenas uma postura individual.

Agora é ver se todo mundo concorda em discutir estes problemas com os acampados, tentar combinar um momento de debate destas questões com eles e tentar colocar as coisas em pratos limpos, com respeito aos espaços de decisão coletiva. Isto se os assentados quiserem ainda serem apoiados por qualquer dos dois grupos depois desta confusão toda, claro. Com esta postura de &quot;bater de frente&quot; ninguém mais ia para lugar nenhum. E agora é esperar que entre mortos e feridos salvem-se todos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enfim alguém do Terra Livre com uma postura sensata! Já estava me preocupando que este debate permanecesse apenas no campo virtual, por natureza externo ao acampamento.</p>
<p>Reforço o que disse num comentário ao primeiro artigo:</p>
<p>&#8220;Com discurso apartidário ou com discurso partidário, os dois grupos são externos e disputam hegemonia dentro do acampamento. Cada um com seus métodos. Isto é bastante comum e até esperado, pois poder existe em qualquer lugar, por menos que se goste.</p>
<p>O problema é: que método se usa para fazer este debate? Isto que chamei de &#8216;patrimônio comum da militância&#8217; envolve exatamente a discussão aberta destas questões em assembleia, para que o coletivo decida que rumos tomar.&#8221;</p>
<p>Uma das partes envolvidas já se predispunha ao diálogo, como várias passagens do primeiro artigo dão a entender. Resta saber se a postura dialógica de Thaís encontra ressonância dentro do Terra Livre, ou se é apenas uma postura individual.</p>
<p>Agora é ver se todo mundo concorda em discutir estes problemas com os acampados, tentar combinar um momento de debate destas questões com eles e tentar colocar as coisas em pratos limpos, com respeito aos espaços de decisão coletiva. Isto se os assentados quiserem ainda serem apoiados por qualquer dos dois grupos depois desta confusão toda, claro. Com esta postura de &#8220;bater de frente&#8221; ninguém mais ia para lugar nenhum. E agora é esperar que entre mortos e feridos salvem-se todos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rodrigo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73760/#comment-108862</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 16:58:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73760#comment-108862</guid>

					<description><![CDATA[Por meu turno eu penso que os acampados só dispensaram o apoio porque lhes foi sugerida algumas ideias que foram claramente expressas no comentário de Eronilde ao outro artigo, coisas irreais, como ela bem sabe. Por outro lado, parece que se existe algum consenso que este tipo de atitude foi imatura e irresponsável, seria importante retormar os contatos, já que me parece que a situação do acampamento é a de necessitar do máximo de apoio possível para os múltiplos e variados obstáculos que precisa superar, que vão desde contradições internas ao inimigo externo.

Uma coisa importante: apesar desta ser minha opinião, eu hoje não faço mais parte do grupo de apoiadores, pois apesar de ter participado das atividades do acampamento por cerca de 8 meses, hoje não moro mais em Goiânia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por meu turno eu penso que os acampados só dispensaram o apoio porque lhes foi sugerida algumas ideias que foram claramente expressas no comentário de Eronilde ao outro artigo, coisas irreais, como ela bem sabe. Por outro lado, parece que se existe algum consenso que este tipo de atitude foi imatura e irresponsável, seria importante retormar os contatos, já que me parece que a situação do acampamento é a de necessitar do máximo de apoio possível para os múltiplos e variados obstáculos que precisa superar, que vão desde contradições internas ao inimigo externo.</p>
<p>Uma coisa importante: apesar desta ser minha opinião, eu hoje não faço mais parte do grupo de apoiadores, pois apesar de ter participado das atividades do acampamento por cerca de 8 meses, hoje não moro mais em Goiânia.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: eronilde@gmail.com		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73760/#comment-108835</link>

		<dc:creator><![CDATA[eronilde@gmail.com]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 13:33:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73760#comment-108835</guid>

					<description><![CDATA[nem quero mais falar, nem discutir, essa questão do acampamento, via internet, o importante e que as famílias estão lá andando com suas propiás pernas, e se elas realmente estivesse satisfeitas, com as assembleias  não teriam dispensado o grupo, emfim penso que a ideia desde do começo era essa deixar eles andarem sozinhos provoca-los para que eles entendesse  que aluta teria quer partir da organização deles, e foi isso que aconteceu, penso que foi um grande avanço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>nem quero mais falar, nem discutir, essa questão do acampamento, via internet, o importante e que as famílias estão lá andando com suas propiás pernas, e se elas realmente estivesse satisfeitas, com as assembleias  não teriam dispensado o grupo, emfim penso que a ideia desde do começo era essa deixar eles andarem sozinhos provoca-los para que eles entendesse  que aluta teria quer partir da organização deles, e foi isso que aconteceu, penso que foi um grande avanço.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Thaís		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73760/#comment-108714</link>

		<dc:creator><![CDATA[Thaís]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 01:31:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73760#comment-108714</guid>

					<description><![CDATA[* e por falar em problema de comunicação, vi que me expressei mal. quando eu disse &quot;Por outro lado, acho muito grave algumas acusações, que beiram à pura maldade, ou muita imaturidade, como passar de barraco em barraco fazendo fofoca, se isto ocorreu, evidentemente, diz respeito apenas à postura pessoal de um militante. Defeitos não faltam à nós, humanos.&quot;, não quis dizer que as acusações em si sejam maldosas, se forem falsas, são de fato, mas o que eu quis dizer é que se um militante nosso fez isso foi uma postura de má fé ou muito imatura, e toda organização está sujeita a isto. Desculpem a confusão. Thais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>* e por falar em problema de comunicação, vi que me expressei mal. quando eu disse &#8220;Por outro lado, acho muito grave algumas acusações, que beiram à pura maldade, ou muita imaturidade, como passar de barraco em barraco fazendo fofoca, se isto ocorreu, evidentemente, diz respeito apenas à postura pessoal de um militante. Defeitos não faltam à nós, humanos.&#8221;, não quis dizer que as acusações em si sejam maldosas, se forem falsas, são de fato, mas o que eu quis dizer é que se um militante nosso fez isso foi uma postura de má fé ou muito imatura, e toda organização está sujeita a isto. Desculpem a confusão. Thais</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Thaís		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73760/#comment-108709</link>

		<dc:creator><![CDATA[Thaís]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 01:19:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73760#comment-108709</guid>

					<description><![CDATA[Boa noite! Sou também da coordenação nacional do Terra Livre e confesso que não estava a par desta discussão. O que tenho a dizer é a partir do que li aqui e, é claro, da confiança política que tenho nos meus companheiros de movimento, com os quais milito há mais de 4 anos. Acho fundamental a questão de método que está sendo colocada aqui. Também é nosso objetivo potencializar a auto-organização dos trabalhadores, pois senão for assim não conseguimos romper com a lógica alienante do capital, não superamos a ideia de que algum iluminado virá resolver os problemas do povo e a emancipação não é possível. Na nossa experiência, a formação de comissões e coordenações tem sido muito interessante, vemos que as comunidades podem realmente se apropriar dos processos da luta desta forma. Não todos na mesma intensidade, mas cada um dentro daquile que pode. E acredito que seja muito importante poder oferecer um espaço com menos pessoas, para aprofundarmos as discussões com aqueles que realmente se interessam. Não conheço lutador do povo que tenha se formado apenas em assembleias ou formações.  Mas esta é nossa experiência, isso é um desafio enorme mesmo, e eu creio que seja possível também fazer a luta da forma proposta pelos companheiros, acredito no relato presentado, pelo afeto das pessoas que narram. Estou entendendo que estamos muito afetados pelos fatos e pela falta de confiança, e não me parece possível avançar assim, sendo uma daquelas discussões que se finda apenas na exaustão. (Por outro lado, acho muito grave algumas acusações, que beiram à pura maldade, ou muita imaturidade, como passar de barraco em barraco fazendo fofoca, se isto ocorreu, evidentemente, diz respeito apenas à postura pessoal de um militante. Defeitos não faltam à nós, humanos.) A discussão vai chegando num ponto em que se torna um grande problema as pessoas não poderem comentar no nosso site. Realmente, não é o ideal de democracia, mas até então nunca tinha sido um problema, considerando nosso tamanho e nossa vocação anti-polêmica. Achei este ponto interessante, e podemos tentar usar os programas sugeridos. Enfim, desculpem-me por me alongar tanto... Não acho justo fazer esta discussão desta forma, o mais grave de tudo é que não participam dela as famílias acampadas. Ficamos dizendo o que eles disseram e não chegamos a lugar algum. O que queremos com isto? Na minha opinião, seria interessante uma conversa com todos os envolvidos, no sentido de esclarecer algumas contradições, exercitar o diálogo, limpar o terreno e as paranóias, e, também, implicar as famílias nisto tudo, pois acho complicado os apoiadores serem simplesmente notificados por esta misteriosa &quot;comissão dos homens&quot;, que, ao que me parece, não foi ideia de uma ou de outra organização. Companheiros, vamos fazer o esforço para nos entendermos. A luta contra o capital já é bastante difícil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boa noite! Sou também da coordenação nacional do Terra Livre e confesso que não estava a par desta discussão. O que tenho a dizer é a partir do que li aqui e, é claro, da confiança política que tenho nos meus companheiros de movimento, com os quais milito há mais de 4 anos. Acho fundamental a questão de método que está sendo colocada aqui. Também é nosso objetivo potencializar a auto-organização dos trabalhadores, pois senão for assim não conseguimos romper com a lógica alienante do capital, não superamos a ideia de que algum iluminado virá resolver os problemas do povo e a emancipação não é possível. Na nossa experiência, a formação de comissões e coordenações tem sido muito interessante, vemos que as comunidades podem realmente se apropriar dos processos da luta desta forma. Não todos na mesma intensidade, mas cada um dentro daquile que pode. E acredito que seja muito importante poder oferecer um espaço com menos pessoas, para aprofundarmos as discussões com aqueles que realmente se interessam. Não conheço lutador do povo que tenha se formado apenas em assembleias ou formações.  Mas esta é nossa experiência, isso é um desafio enorme mesmo, e eu creio que seja possível também fazer a luta da forma proposta pelos companheiros, acredito no relato presentado, pelo afeto das pessoas que narram. Estou entendendo que estamos muito afetados pelos fatos e pela falta de confiança, e não me parece possível avançar assim, sendo uma daquelas discussões que se finda apenas na exaustão. (Por outro lado, acho muito grave algumas acusações, que beiram à pura maldade, ou muita imaturidade, como passar de barraco em barraco fazendo fofoca, se isto ocorreu, evidentemente, diz respeito apenas à postura pessoal de um militante. Defeitos não faltam à nós, humanos.) A discussão vai chegando num ponto em que se torna um grande problema as pessoas não poderem comentar no nosso site. Realmente, não é o ideal de democracia, mas até então nunca tinha sido um problema, considerando nosso tamanho e nossa vocação anti-polêmica. Achei este ponto interessante, e podemos tentar usar os programas sugeridos. Enfim, desculpem-me por me alongar tanto&#8230; Não acho justo fazer esta discussão desta forma, o mais grave de tudo é que não participam dela as famílias acampadas. Ficamos dizendo o que eles disseram e não chegamos a lugar algum. O que queremos com isto? Na minha opinião, seria interessante uma conversa com todos os envolvidos, no sentido de esclarecer algumas contradições, exercitar o diálogo, limpar o terreno e as paranóias, e, também, implicar as famílias nisto tudo, pois acho complicado os apoiadores serem simplesmente notificados por esta misteriosa &#8220;comissão dos homens&#8221;, que, ao que me parece, não foi ideia de uma ou de outra organização. Companheiros, vamos fazer o esforço para nos entendermos. A luta contra o capital já é bastante difícil.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marcus		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73760/#comment-108677</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2013 21:06:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73760#comment-108677</guid>

					<description><![CDATA[&quot;Alexandre em 11 de março de 2013 20:10 
pedimos apoio a quem puder nos ajudar nesta questão.&quot;

http://www.captcha.net/
https://pt.wikipedia.org/wiki/CAPTCHA]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Alexandre em 11 de março de 2013 20:10<br />
pedimos apoio a quem puder nos ajudar nesta questão.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.captcha.net/" rel="nofollow ugc">http://www.captcha.net/</a><br />
<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/CAPTCHA" rel="nofollow ugc">https://pt.wikipedia.org/wiki/CAPTCHA</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alexandre		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73760/#comment-108676</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alexandre]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2013 21:02:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73760#comment-108676</guid>

					<description><![CDATA[Obrigado pela ajuda, Luiz!
Quanto ao mst, não sei responder. Mas sei que eles tem uma estrutura imensamente maior que a nossa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pela ajuda, Luiz!<br />
Quanto ao mst, não sei responder. Mas sei que eles tem uma estrutura imensamente maior que a nossa.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Luiz		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73760/#comment-108494</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luiz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2013 03:39:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73760#comment-108494</guid>

					<description><![CDATA[Alexandre, dizer que um site &quot;sofre de ataques spams&quot; não é novidade alguma ou, mais que isso, justificativa para fechar os comentários. Toda a internet sofre do mesmo problema e, no entanto, há diversas soluções (empresariais, abertas, fechadas, comunitárias, pagas, gratuitas, etc) para diferentes plataformas e gerenciadores de conteúdo: 
 
http://lmgtfy.com/?q=site%3Awordpress.org+anti-spam+plugin

https://www.youtube.com/watch?v=_Y1SJabKX_c

Mas fico aqui com uma nova questão. Será também que o site do MST não possui os comentários abertos pelo mesmo problema de spams do Terra Livre? Ou ainda, falta ao MST &quot;militantes profissionalizados&quot; ou &quot;grana para pagar alguém para administrar o site&quot;?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alexandre, dizer que um site &#8220;sofre de ataques spams&#8221; não é novidade alguma ou, mais que isso, justificativa para fechar os comentários. Toda a internet sofre do mesmo problema e, no entanto, há diversas soluções (empresariais, abertas, fechadas, comunitárias, pagas, gratuitas, etc) para diferentes plataformas e gerenciadores de conteúdo: </p>
<p><a href="http://lmgtfy.com/?q=site%3Awordpress.org+anti-spam+plugin" rel="nofollow ugc">http://lmgtfy.com/?q=site%3Awordpress.org+anti-spam+plugin</a></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=_Y1SJabKX_c" rel="nofollow ugc">https://www.youtube.com/watch?v=_Y1SJabKX_c</a></p>
<p>Mas fico aqui com uma nova questão. Será também que o site do MST não possui os comentários abertos pelo mesmo problema de spams do Terra Livre? Ou ainda, falta ao MST &#8220;militantes profissionalizados&#8221; ou &#8220;grana para pagar alguém para administrar o site&#8221;?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ana		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/73760/#comment-108429</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 21:18:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=73760#comment-108429</guid>

					<description><![CDATA[Acho hilário a forma com que os &quot;companheiros&quot; do terra livre procuram responder ao artigo. Criaram uma peça teatral, com atores principais e coadjuvantes, cenário, etc, e toda a argumentação utilizada para responder as  questões colocadas pelo artigo anterior tem como fundamento esta peça fantasiosa que eles mesmo criaram.

Pautam-se em um discurso de sectarismo, mas fingem esquecer que estes que agora criticam foram aqueles que pautaram a abertura do comitê para diversos grupos, de igreja, partidos, núcleos estudantis à movimentos sociais diversos.  Acontece que a situação do acampamento era tão crítica, tão difícil, que as mais de trinta pessoas e grupos cadastrados na lista de email mal tinham interesse em participar ativamente, a não ser é claro, na ocasião da assinatura de um panfleto a ser distribuído em um ato, nos dias de doação e, eventualmente, em alguma reunião burocrática.

E não contentes em inventar histórias caluniosas a nosso respeito, dizem que nós é que nos valíamos disso. Não precisávamos vasculhar a vida pessoal de ninguém para conseguir inserção. E não vou entrar nos detalhes das calúnias feitas, por mais difícil que isso seja, pois isso baixaria o nível do debate.

Parece que eles estão olhando para as próprias práticas para tentar nos criticar...

Ao contrário do que procuram pontuar, o grupo de estudos que ocorriam aos sábados foi uma tentativa de contribuir com a luta daquelas pessoas, após avaliarmos que era a única coisa que poderia ser feita num grupo de três apoiadores. Três pessoas? Sim. Todos apoiadores abandonaram o acampamento durante o período eleitoral. E os moradores viram sempre com bons olhos o estudo, tanto que compareciam, mesmo sem soltar rojão ou alguém chamar de barraco em barraco. Iam porque viam algum sentido naquilo.

E as assembleias aos sábados foram decorrentes disso. A necessidade dos moradores de discutir os seus problemas (desde os maiores aos mais cotidianos) era tamanha que eles próprios transformaram o estudo em assembleia. 50 pessoas é um número reduzido? Certamente, mas a cada assembleia víamos um aumento qualitativo (e até quantitativo) na participação das pessoas, talvez vocês não tenham visto isso pois não participavam tão de perto assim, ou então não valorizavam este espaço coletivo.

As assembleias eram desgastantes e os moradores deixavam de ir? Engraçado, lembro-me do dia que caiu uma forte chuva no horário da assembleia e nos abrigamos na barraca de uma moradora, esperando a chuva passar para ir embora, acreditando que ninguém teria condições de fazer uma reunião. E não é que o pessoal foi nos chamar assim que a chuva passou pois eles iam sim fazer a reunião?

De qualquer forma, sempre lutamos pela autonomia daquela luta, e sou testemunha de que a cada dia que passava os acampados se reconheciam enquanto sujeitos do processo e passavam a construí-lo com sua própria força e da forma com que achavam melhor. Nunca mais ouvi a pergunta &quot;quando vão dar nossa casa?&quot; porque eles já haviam percebido que a moradia só seria conquistada a partir da luta cotidiana deles.

Influenciávamos? Talvez. Éramos influenciados? Certamente! Pois em um espaço aberto de discussão todas as ideias são expostas, debatidas, e da mesma maneira que compartilhávamos o que sabíamos e pensávamos, os moradores também assim faziam. Era uma via de mão dupla.

Eles não precisam mais do nosso apoio? Era nossa intenção desde o início, mas a discussão se prolonga pois não foi bem isso que ocorreu, não é? Afinal, agora o único apoio permitido tem diretivas bem delimitadas, modelos pré-estabelecidos, que criou inclusive uma rede de intrigas tão forte nos tornando persona non grata no acampamento.

Espero sinceramente que a luta avance, não para um número reduzido de famílias, mas para todos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho hilário a forma com que os &#8220;companheiros&#8221; do terra livre procuram responder ao artigo. Criaram uma peça teatral, com atores principais e coadjuvantes, cenário, etc, e toda a argumentação utilizada para responder as  questões colocadas pelo artigo anterior tem como fundamento esta peça fantasiosa que eles mesmo criaram.</p>
<p>Pautam-se em um discurso de sectarismo, mas fingem esquecer que estes que agora criticam foram aqueles que pautaram a abertura do comitê para diversos grupos, de igreja, partidos, núcleos estudantis à movimentos sociais diversos.  Acontece que a situação do acampamento era tão crítica, tão difícil, que as mais de trinta pessoas e grupos cadastrados na lista de email mal tinham interesse em participar ativamente, a não ser é claro, na ocasião da assinatura de um panfleto a ser distribuído em um ato, nos dias de doação e, eventualmente, em alguma reunião burocrática.</p>
<p>E não contentes em inventar histórias caluniosas a nosso respeito, dizem que nós é que nos valíamos disso. Não precisávamos vasculhar a vida pessoal de ninguém para conseguir inserção. E não vou entrar nos detalhes das calúnias feitas, por mais difícil que isso seja, pois isso baixaria o nível do debate.</p>
<p>Parece que eles estão olhando para as próprias práticas para tentar nos criticar&#8230;</p>
<p>Ao contrário do que procuram pontuar, o grupo de estudos que ocorriam aos sábados foi uma tentativa de contribuir com a luta daquelas pessoas, após avaliarmos que era a única coisa que poderia ser feita num grupo de três apoiadores. Três pessoas? Sim. Todos apoiadores abandonaram o acampamento durante o período eleitoral. E os moradores viram sempre com bons olhos o estudo, tanto que compareciam, mesmo sem soltar rojão ou alguém chamar de barraco em barraco. Iam porque viam algum sentido naquilo.</p>
<p>E as assembleias aos sábados foram decorrentes disso. A necessidade dos moradores de discutir os seus problemas (desde os maiores aos mais cotidianos) era tamanha que eles próprios transformaram o estudo em assembleia. 50 pessoas é um número reduzido? Certamente, mas a cada assembleia víamos um aumento qualitativo (e até quantitativo) na participação das pessoas, talvez vocês não tenham visto isso pois não participavam tão de perto assim, ou então não valorizavam este espaço coletivo.</p>
<p>As assembleias eram desgastantes e os moradores deixavam de ir? Engraçado, lembro-me do dia que caiu uma forte chuva no horário da assembleia e nos abrigamos na barraca de uma moradora, esperando a chuva passar para ir embora, acreditando que ninguém teria condições de fazer uma reunião. E não é que o pessoal foi nos chamar assim que a chuva passou pois eles iam sim fazer a reunião?</p>
<p>De qualquer forma, sempre lutamos pela autonomia daquela luta, e sou testemunha de que a cada dia que passava os acampados se reconheciam enquanto sujeitos do processo e passavam a construí-lo com sua própria força e da forma com que achavam melhor. Nunca mais ouvi a pergunta &#8220;quando vão dar nossa casa?&#8221; porque eles já haviam percebido que a moradia só seria conquistada a partir da luta cotidiana deles.</p>
<p>Influenciávamos? Talvez. Éramos influenciados? Certamente! Pois em um espaço aberto de discussão todas as ideias são expostas, debatidas, e da mesma maneira que compartilhávamos o que sabíamos e pensávamos, os moradores também assim faziam. Era uma via de mão dupla.</p>
<p>Eles não precisam mais do nosso apoio? Era nossa intenção desde o início, mas a discussão se prolonga pois não foi bem isso que ocorreu, não é? Afinal, agora o único apoio permitido tem diretivas bem delimitadas, modelos pré-estabelecidos, que criou inclusive uma rede de intrigas tão forte nos tornando persona non grata no acampamento.</p>
<p>Espero sinceramente que a luta avance, não para um número reduzido de famílias, mas para todos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
