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	Comentários sobre: Protestos virtuais e impotência política (1)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Pollyana Sousa		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pollyana Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2013 14:03:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O senador Pedro Taques foi eleito por Mato Grosso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O senador Pedro Taques foi eleito por Mato Grosso.</p>
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		<title>
		Por: Denise Abramo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74478/#comment-111557</link>

		<dc:creator><![CDATA[Denise Abramo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 00:16:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu acho que os revolucionários e revolucionárias devem acompanhar atentamente os movimentos da &#039;sociedade civil&#039; (não sei se gosto desse conceito) mesmo em suas lutas mais rebaixadas. Se as pessoas &#039;comuns&#039; estão indo para as ruas a fim de protestar contra a corrupção ou o que for, isso tem um lugar no cenário político, sendo possivelmente coisa de alguma importância, grávida de outras coisas e lutas. Também é bom lembrar que o espaço público está aí para isso, para o que as pessoas querem fazer dele, seja revolucionário ou reformista. 

O texto é preciso: vai na jugular, como tem sido a regra dos textos aqui publicados, sempre lúcidos e necessários. No entanto, acho que falta um pouco de uma outra dimensão desses fenômenos - espero não estar pelegando muito, mas acho bem significativo, por exemplo, juntar gente pra caralho contra o Deputado Pastor Marcos Feliciano. Ainda que morra nisso! Ainda que. Ele pode ser boi de piranha, e certamente é, mas é um boi de piranha homofóbico, racista, machista, defensor de uma teocracia sinistra e enfim, figura que as pessoas desejam mandar tomar no cu. O que não é de se desprezar, penso. A dominação segue, o capitalismo segue, mas as minorias (e não minorias!) oprimidas se afirmam, mostram a cara. Isto é também uma luta política, simbólica, ideológica. Lembremos que exploração e opressão são conceitos diferenciados: como sabemos, fazer uma revolução social não garante o fim das opressões. O que significa também que as lutas contra as opressões podem (e devem) se dar hoje, agora, e não esperar pela tomada dos meios de produção. (Não estou dizendo que o texto sugere isso; estou apenas tentando incomodar... rsrs*) 

Protestar contra o (in)Feliciano, ainda que não questione as bases da dominação capitalista, tem o seu lugar sim. Faz o homem calar a boca, ou pelo menos pensar duas vezes antes de falar as suas aberrações. Traz um debate para o seio da sociedade. Quem é mulher, por exemplo, sabe como é ouvir que ter direitos iguais ao homem prejudica a família. Então, mesmo que a mulher não seja nenhuma comunista, é bacana que ela fique indignada com semelhante afirmação. É progressista, se quisermos usar a palavra. Esse questionamento pode levá-la a questionar outras coisas: sua religião como um todo, sua educação, sua cultura, sua sociedade. Ir a um protesto é melhor do que ficar sentadão ou sentadona em frente à TV. Quem não se movimenta, não sente as cadeias que o prendem - Rosa Luxemburgo. (Vejam que acabei saindo pela esquerda, hein! haushasuahau...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho que os revolucionários e revolucionárias devem acompanhar atentamente os movimentos da &#8216;sociedade civil&#8217; (não sei se gosto desse conceito) mesmo em suas lutas mais rebaixadas. Se as pessoas &#8216;comuns&#8217; estão indo para as ruas a fim de protestar contra a corrupção ou o que for, isso tem um lugar no cenário político, sendo possivelmente coisa de alguma importância, grávida de outras coisas e lutas. Também é bom lembrar que o espaço público está aí para isso, para o que as pessoas querem fazer dele, seja revolucionário ou reformista. </p>
<p>O texto é preciso: vai na jugular, como tem sido a regra dos textos aqui publicados, sempre lúcidos e necessários. No entanto, acho que falta um pouco de uma outra dimensão desses fenômenos &#8211; espero não estar pelegando muito, mas acho bem significativo, por exemplo, juntar gente pra caralho contra o Deputado Pastor Marcos Feliciano. Ainda que morra nisso! Ainda que. Ele pode ser boi de piranha, e certamente é, mas é um boi de piranha homofóbico, racista, machista, defensor de uma teocracia sinistra e enfim, figura que as pessoas desejam mandar tomar no cu. O que não é de se desprezar, penso. A dominação segue, o capitalismo segue, mas as minorias (e não minorias!) oprimidas se afirmam, mostram a cara. Isto é também uma luta política, simbólica, ideológica. Lembremos que exploração e opressão são conceitos diferenciados: como sabemos, fazer uma revolução social não garante o fim das opressões. O que significa também que as lutas contra as opressões podem (e devem) se dar hoje, agora, e não esperar pela tomada dos meios de produção. (Não estou dizendo que o texto sugere isso; estou apenas tentando incomodar&#8230; rsrs*) </p>
<p>Protestar contra o (in)Feliciano, ainda que não questione as bases da dominação capitalista, tem o seu lugar sim. Faz o homem calar a boca, ou pelo menos pensar duas vezes antes de falar as suas aberrações. Traz um debate para o seio da sociedade. Quem é mulher, por exemplo, sabe como é ouvir que ter direitos iguais ao homem prejudica a família. Então, mesmo que a mulher não seja nenhuma comunista, é bacana que ela fique indignada com semelhante afirmação. É progressista, se quisermos usar a palavra. Esse questionamento pode levá-la a questionar outras coisas: sua religião como um todo, sua educação, sua cultura, sua sociedade. Ir a um protesto é melhor do que ficar sentadão ou sentadona em frente à TV. Quem não se movimenta, não sente as cadeias que o prendem &#8211; Rosa Luxemburgo. (Vejam que acabei saindo pela esquerda, hein! haushasuahau&#8230;)</p>
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		<title>
		Por: Manolo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74478/#comment-111068</link>

		<dc:creator><![CDATA[Manolo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2013 11:21:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como se o Passa Palavra tivesse poder para &quot;comandar&quot; ou &quot;dirigir&quot; ou &quot;dar a linha&quot; em alguém...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como se o Passa Palavra tivesse poder para &#8220;comandar&#8221; ou &#8220;dirigir&#8221; ou &#8220;dar a linha&#8221; em alguém&#8230;</p>
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		<title>
		Por: Leo Vinicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74478/#comment-110796</link>

		<dc:creator><![CDATA[Leo Vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 22:06:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Percevejo,

Então qualquer texto argumentativo expondo uma convicção com base racional e lógica deve lhe lembrar um texto do PCB dando a linha.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Percevejo,</p>
<p>Então qualquer texto argumentativo expondo uma convicção com base racional e lógica deve lhe lembrar um texto do PCB dando a linha.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Percevejo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74478/#comment-110786</link>

		<dc:creator><![CDATA[Percevejo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 20:55:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esse texto me fez recordar aqueles comunicados do PCB sobre como a militância deve encarar dado assunto. Texto dando a linha.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto me fez recordar aqueles comunicados do PCB sobre como a militância deve encarar dado assunto. Texto dando a linha.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Bartô		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74478/#comment-110725</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bartô]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 13:56:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De certa forma a luta contra a corrupção, por si só, acaba legitimando a democracia representativa burguesa. O problema da corrupção é apresentado como uma anomalia num sistema &quot;bom&quot;, como se fosse fruto de individuos &quot;maus&quot; que corrompem a &quot;democracia&quot;. Se age como se ao conseguir tirar Renan Calheiros ou outro representante de seu cargo, o problema estará resolvido, a corrupção acabada e o caminho aberto para a prosperidade do capital. O capitalismo é antagônico à democracia. Se mantém uma ilusão de democracia, alimentada também pela maior parcela da esquerda, que enxerga o poder popular não como um objetivo, um meio para a emancipação humana, mas como um próprio empecilho para avançar os interesses privados de suas organizações (partidos). Não há emancipação humana possível dentro do Estado, do capital e com a colaboração dos explorados com seus exploradores. Como o artigo coloca muito bem, a democracia representativa não passa de um &quot;rodízio de exploradores movido pelo consentimento dos explorados&quot;. Acreditar no ideal da democracia representativa burguesa sem corrupção é ter como utopia um capitalismo sonhado como ideal, é acreditar na possibilidade da harmonia entres os explorados e seus exploradores, é a ilusão de reduzir a luta de classes à luta por exploradores mais &quot;honestos&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De certa forma a luta contra a corrupção, por si só, acaba legitimando a democracia representativa burguesa. O problema da corrupção é apresentado como uma anomalia num sistema &#8220;bom&#8221;, como se fosse fruto de individuos &#8220;maus&#8221; que corrompem a &#8220;democracia&#8221;. Se age como se ao conseguir tirar Renan Calheiros ou outro representante de seu cargo, o problema estará resolvido, a corrupção acabada e o caminho aberto para a prosperidade do capital. O capitalismo é antagônico à democracia. Se mantém uma ilusão de democracia, alimentada também pela maior parcela da esquerda, que enxerga o poder popular não como um objetivo, um meio para a emancipação humana, mas como um próprio empecilho para avançar os interesses privados de suas organizações (partidos). Não há emancipação humana possível dentro do Estado, do capital e com a colaboração dos explorados com seus exploradores. Como o artigo coloca muito bem, a democracia representativa não passa de um &#8220;rodízio de exploradores movido pelo consentimento dos explorados&#8221;. Acreditar no ideal da democracia representativa burguesa sem corrupção é ter como utopia um capitalismo sonhado como ideal, é acreditar na possibilidade da harmonia entres os explorados e seus exploradores, é a ilusão de reduzir a luta de classes à luta por exploradores mais &#8220;honestos&#8221;.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Giancarlo Sanguinetti		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74478/#comment-110170</link>

		<dc:creator><![CDATA[Giancarlo Sanguinetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2013 00:02:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As redes sociais são importantes nas lutas dos movimentos no sentido em que aceleram as trocas de informações, armazenam dados, fortalecem e criam contatos etc. 
Nenhum movimento social pode fundamentalmente se apoiar nestas redes sociais (virtuais), para alavancar a luta. Ou as redes sociais servem para fortalecer a organização prática e real dos militantes ou não servem para nada.
A luta contra a corrupção quase sempre vem junto com o pedido de &quot;ética&quot;. Simples assim... abstraem assim o valor dominante da competição, o individualismo, a valorização extrema do dinheiro.... enfim... o capitalismo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As redes sociais são importantes nas lutas dos movimentos no sentido em que aceleram as trocas de informações, armazenam dados, fortalecem e criam contatos etc.<br />
Nenhum movimento social pode fundamentalmente se apoiar nestas redes sociais (virtuais), para alavancar a luta. Ou as redes sociais servem para fortalecer a organização prática e real dos militantes ou não servem para nada.<br />
A luta contra a corrupção quase sempre vem junto com o pedido de &#8220;ética&#8221;. Simples assim&#8230; abstraem assim o valor dominante da competição, o individualismo, a valorização extrema do dinheiro&#8230;. enfim&#8230; o capitalismo!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Passa Palavra		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74478/#comment-110154</link>

		<dc:creator><![CDATA[Passa Palavra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 22:18:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Paulo Winicius,
Agradecemos a sua apreciação.
Tal como está indicado na parte inferior do site, nós seguimos o regime de copyleft, ou seja, é livre a reprodução para fins não comerciais, desde que o autor e o site sejam citados e esta nota incluída.
A autoria do texto está mencionada, deve-se ao coletivo do &lt;em&gt;Passa Palavra&lt;/em&gt;. É um texto coletivo, como muitos outros que temos publicado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Winicius,<br />
Agradecemos a sua apreciação.<br />
Tal como está indicado na parte inferior do site, nós seguimos o regime de copyleft, ou seja, é livre a reprodução para fins não comerciais, desde que o autor e o site sejam citados e esta nota incluída.<br />
A autoria do texto está mencionada, deve-se ao coletivo do <em>Passa Palavra</em>. É um texto coletivo, como muitos outros que temos publicado.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Paulo Winicius		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74478/#comment-110152</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paulo Winicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 22:03:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bom o texto , está aberto a reprodução ? Tem autoria ?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom o texto , está aberto a reprodução ? Tem autoria ?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pulga		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74478/#comment-110116</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pulga]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 18:53:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esse texto levanta alguns pontos bons pra debater, mas queria começar com um específico: esse tal Avaaz. Não é mais uma empresa visando lucro que posa de engajada e acaba centralizando iniciativas de movimentos sociais? Eu já ouvi falar que o negócio deles, junto com a projeção midiática que alavanca financiamentos, seria também lucrar de alguma forma com o enorme banco de dados que eles acabam montando por conta das assinaturas em petições - nas quais se faz um cadastro. Alguém tem informações sobre isso?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto levanta alguns pontos bons pra debater, mas queria começar com um específico: esse tal Avaaz. Não é mais uma empresa visando lucro que posa de engajada e acaba centralizando iniciativas de movimentos sociais? Eu já ouvi falar que o negócio deles, junto com a projeção midiática que alavanca financiamentos, seria também lucrar de alguma forma com o enorme banco de dados que eles acabam montando por conta das assinaturas em petições &#8211; nas quais se faz um cadastro. Alguém tem informações sobre isso?</p>
]]></content:encoded>
		
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