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	Comentários sobre: O que é nacional é bom? Para quem?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74832/#comment-114882</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 16:05:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Marcus,

também há outra obra que vale muito a pena sobretudo no que diz respeito ao nazismo: NEUMANN, Franz (2009 [1944])&quot;Behemoth: the structure and practice of national socialism&quot;, Oxford University Press. A parte II desta obra (p.221-364 nesta versão) é uma minuciosa análise dos processos de mais-valia absoluta (ou pior como muito bem analisou o João Bernardo no capítulo que ele menciona no comentário anterior) no nacional-socialismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marcus,</p>
<p>também há outra obra que vale muito a pena sobretudo no que diz respeito ao nazismo: NEUMANN, Franz (2009 [1944])&#8221;Behemoth: the structure and practice of national socialism&#8221;, Oxford University Press. A parte II desta obra (p.221-364 nesta versão) é uma minuciosa análise dos processos de mais-valia absoluta (ou pior como muito bem analisou o João Bernardo no capítulo que ele menciona no comentário anterior) no nacional-socialismo.</p>
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		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74832/#comment-114734</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 21:54:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Marcus,
Na perspectiva específica que você pede, que requer uma abordagem marxista, só me estou lembrando de uma obra: Charles BETTELHEIM, &lt;em&gt;L’Économie Allemande sous le Nazisme. Un Aspect de la Décadence du Capitalisme&lt;/em&gt;, 2 vols., Paris: François Maspero, 1971. Mas note que não existiu um sistema económico similar em todos os fascismos e que, além disso, ao longo do tempo cada fascismo variou bastante de regime económico. Acerca deste aspecto poderá ler, por exmplo: S. J. WOOLF, «Did a Fascist Economic System Exist?», em S. J. Woolf (org.) &lt;em&gt;The Nature of Fascism. Proceedings of a Conference Held by the Reading University Graduate School of Contemporary European Studies &lt;/em&gt;, Londres: Weidenfeld and Nicolson, 1968. Eu analisei o caso em que o nacional-socialismo germânico passou muito além da mais-valis absoluta e instaurou um escravismo de Estado em que a própria noção de mais-valia for destruída, no capítulo «O Nacional-Socialismo como Metacapitalismo», nas págs. 259-301&lt;/em&gt; do meu livro &lt;em&gt;Labirintos do Fascismo. Na Encruzilhada da Ordem e da Revolta&lt;/em&gt;, Porto, Afrontamento, 2003. Como cito em rodapé numerosa bibliografia, talvez lhe possa ser útil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marcus,<br />
Na perspectiva específica que você pede, que requer uma abordagem marxista, só me estou lembrando de uma obra: Charles BETTELHEIM, <em>L’Économie Allemande sous le Nazisme. Un Aspect de la Décadence du Capitalisme</em>, 2 vols., Paris: François Maspero, 1971. Mas note que não existiu um sistema económico similar em todos os fascismos e que, além disso, ao longo do tempo cada fascismo variou bastante de regime económico. Acerca deste aspecto poderá ler, por exmplo: S. J. WOOLF, «Did a Fascist Economic System Exist?», em S. J. Woolf (org.) <em>The Nature of Fascism. Proceedings of a Conference Held by the Reading University Graduate School of Contemporary European Studies </em>, Londres: Weidenfeld and Nicolson, 1968. Eu analisei o caso em que o nacional-socialismo germânico passou muito além da mais-valis absoluta e instaurou um escravismo de Estado em que a própria noção de mais-valia for destruída, no capítulo «O Nacional-Socialismo como Metacapitalismo», nas págs. 259-301 do meu livro <em>Labirintos do Fascismo. Na Encruzilhada da Ordem e da Revolta</em>, Porto, Afrontamento, 2003. Como cito em rodapé numerosa bibliografia, talvez lhe possa ser útil.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: Marcus		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74832/#comment-114680</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 14:05:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alguém poderia me indicar algum estudo acerca da intensificação da mais-valia absoluta em regimes fascistas? Desde já agradeço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém poderia me indicar algum estudo acerca da intensificação da mais-valia absoluta em regimes fascistas? Desde já agradeço.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: João.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74832/#comment-112885</link>

		<dc:creator><![CDATA[João.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 21:52:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[E ainda o que eu digo é auto-evidente. Um país não é delimitado nas estrelas nem é reproduzido no olimpo; um país não é sem a actividade de um povo enquanto nessa cabe e visa a reprodução daquele, do país, a partir do que se reproduz o próprio povo - e então como povo desse país e país desse povo. Não sei porque razão você acha isto tão difícil de entender - a não ser que você conheça algum outro modo, talvez alguma coisa na água...não sei.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E ainda o que eu digo é auto-evidente. Um país não é delimitado nas estrelas nem é reproduzido no olimpo; um país não é sem a actividade de um povo enquanto nessa cabe e visa a reprodução daquele, do país, a partir do que se reproduz o próprio povo &#8211; e então como povo desse país e país desse povo. Não sei porque razão você acha isto tão difícil de entender &#8211; a não ser que você conheça algum outro modo, talvez alguma coisa na água&#8230;não sei.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74832/#comment-112883</link>

		<dc:creator><![CDATA[João.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 21:22:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando você ler a secção da Fenomenologia do Espírito de Hegel, um dos mestres de Marx, que labora sobre este tema nós poderemos falar sobre ele, até lá você pode guardar o seu prémio Vasco Graça Moura para o momento em que possa justificar a sua atribuição com algo mais do que a sua ignorância militante de conceitos básicos da filosofia hegeliana. Sem Hegel não haveria Marxismo. Não se esqueça disso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando você ler a secção da Fenomenologia do Espírito de Hegel, um dos mestres de Marx, que labora sobre este tema nós poderemos falar sobre ele, até lá você pode guardar o seu prémio Vasco Graça Moura para o momento em que possa justificar a sua atribuição com algo mais do que a sua ignorância militante de conceitos básicos da filosofia hegeliana. Sem Hegel não haveria Marxismo. Não se esqueça disso.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ricardo Noronha		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74832/#comment-112864</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Noronha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 18:49:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[«Um país é uma substância ética que se reproduz pela reprodução dos seus momentos, quer dizer, da actividade dos seus membros» merece no mínimo o prémio Vasco Graça Moura para patetice de esquerda do ano. Como é que se pode discutir algo minimamente sério com argumentos deste calibre?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>«Um país é uma substância ética que se reproduz pela reprodução dos seus momentos, quer dizer, da actividade dos seus membros» merece no mínimo o prémio Vasco Graça Moura para patetice de esquerda do ano. Como é que se pode discutir algo minimamente sério com argumentos deste calibre?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74832/#comment-112356</link>

		<dc:creator><![CDATA[João.]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Mar 2013 02:51:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[JVA, a economia não começou agora, os seres humanos já vivem em situações económicas complexas há muitos séculos. Se você for perguntar a um islandês se o que o identifica com o seu território são essas variações entre exportações e importações duvido que você receba uma resposta que lhe agrade. 

E já agora, porque razão é que uma organização federal seria melhor para a condição económica portuguesa? O euro torna a tecnologia mais barata do que tornaria o escudo mas o problema é que não há euros, o país está pobre. 


Você não tem nada de sólido para defender o federalismo. É uma fezada que você tem, você e muitos outros, talvez até a grande maioria mas isso é porque douram a pílula, recusam laborar sob a dinâmica que criará a federação se ela vier a ser - realpolitik (e não a tal solidariedade de que vocês falam).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>JVA, a economia não começou agora, os seres humanos já vivem em situações económicas complexas há muitos séculos. Se você for perguntar a um islandês se o que o identifica com o seu território são essas variações entre exportações e importações duvido que você receba uma resposta que lhe agrade. </p>
<p>E já agora, porque razão é que uma organização federal seria melhor para a condição económica portuguesa? O euro torna a tecnologia mais barata do que tornaria o escudo mas o problema é que não há euros, o país está pobre. </p>
<p>Você não tem nada de sólido para defender o federalismo. É uma fezada que você tem, você e muitos outros, talvez até a grande maioria mas isso é porque douram a pílula, recusam laborar sob a dinâmica que criará a federação se ela vier a ser &#8211; realpolitik (e não a tal solidariedade de que vocês falam).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74832/#comment-112324</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Mar 2013 23:02:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[João,

você conseguiu discutir sei lá quantos comentários aqui e no Vias de Facto sem qualquer conexão com os fenómenos sociais e económicos... Assim, toda a discussão gira apenas em torno de concepções apriorísticas e do que o A acha de X e o B acha de Y. Ora, o que o marxismo tem de positivo e de valioso é a sua sustentação nos processos sociais e não estritamente no plano das ideias. Por isso é que eu e o João Bernardo, entre outros, vemos o federalismo não como um fim em si mas como o meio que neste momento menos prejudica o desenvolvimento das lutas sociais. O ponto de partida é sempre o da análise das condições socioeconómicas e da crítica aos processos que impedem a organização da classe trabalhadora. É daqui que todas as análises que têm surgido no Passa Palavra sobre este assunto derivam. Ora, você procede precisamente ao contrário o que acaba por prolongar a discussão para desvios semânticos, discussões sobre a nação substância ética e outras coisas que não servem nem conta para grande coisa.

Por exemplo penso que vale a pena discutir a Islândia a partir da sua estrutura económica e não porque &quot;aquele povo&quot; quis ser soberano. Se, por exemplo, se tiver uma concepção mínima das exportações desse país verificará imediatamente que não só eles não saíram de uma zona monetária supranacional, como a sua estrutura de exportações abarcam 37% produtos do mar de todo o tipo, os 31% de alumínio em bruto, e, por último produtos de componente tecnológica relevante como aparelhos de aeronáutica (4,5%), e medicamentos (2,2%). Ora, 60% das exportações portuguesas são de produtos com baixa e média-baixa componente tecnológica o que significa que uma saída do euro tornaria inviável uma requalificação do seu aparelho produtivo. Se hoje Portugal importa 50% de bens com alta componente tecnológica, isso ficaria muito mais caro com uma moeda depreciada... 
A partir daqui (e de outros elementos) pode-se discutir todas estas discussões. Sem isto em mente, chapéu...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João,</p>
<p>você conseguiu discutir sei lá quantos comentários aqui e no Vias de Facto sem qualquer conexão com os fenómenos sociais e económicos&#8230; Assim, toda a discussão gira apenas em torno de concepções apriorísticas e do que o A acha de X e o B acha de Y. Ora, o que o marxismo tem de positivo e de valioso é a sua sustentação nos processos sociais e não estritamente no plano das ideias. Por isso é que eu e o João Bernardo, entre outros, vemos o federalismo não como um fim em si mas como o meio que neste momento menos prejudica o desenvolvimento das lutas sociais. O ponto de partida é sempre o da análise das condições socioeconómicas e da crítica aos processos que impedem a organização da classe trabalhadora. É daqui que todas as análises que têm surgido no Passa Palavra sobre este assunto derivam. Ora, você procede precisamente ao contrário o que acaba por prolongar a discussão para desvios semânticos, discussões sobre a nação substância ética e outras coisas que não servem nem conta para grande coisa.</p>
<p>Por exemplo penso que vale a pena discutir a Islândia a partir da sua estrutura económica e não porque &#8220;aquele povo&#8221; quis ser soberano. Se, por exemplo, se tiver uma concepção mínima das exportações desse país verificará imediatamente que não só eles não saíram de uma zona monetária supranacional, como a sua estrutura de exportações abarcam 37% produtos do mar de todo o tipo, os 31% de alumínio em bruto, e, por último produtos de componente tecnológica relevante como aparelhos de aeronáutica (4,5%), e medicamentos (2,2%). Ora, 60% das exportações portuguesas são de produtos com baixa e média-baixa componente tecnológica o que significa que uma saída do euro tornaria inviável uma requalificação do seu aparelho produtivo. Se hoje Portugal importa 50% de bens com alta componente tecnológica, isso ficaria muito mais caro com uma moeda depreciada&#8230;<br />
A partir daqui (e de outros elementos) pode-se discutir todas estas discussões. Sem isto em mente, chapéu&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74832/#comment-112306</link>

		<dc:creator><![CDATA[João.]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Mar 2013 19:58:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sim, um país é uma substância ética. Hegel viu isso muito bem desde logo na polis grega. O conceito de idiota surge precisamente na Grécia antiga para caracterizar os que não se envolviam na vida da polis e ficavam se centravam apenas em seus negócios particulares.

A sua proposta não é acabar com os países é criar um outro e para tanto você precisa de mecanismos de identificação entre os momentos da nova substância ética (a federação) e essa nova substância ética. O seu argumentário vai nesse sentido, você tenta lançar razões, motivos, porque nos devemos apegar a esse novo país cuja formação você defende. Só por aqui se percebe porque razão é uma substância ética, ou seja, porque só vale enquanto há um compromisso das consciências com a sua reprodução. Sem este compromisso das consciências, seja voluntário ou à força, ou por um jogo entre ambos, voluntariedade e obrigação, a substância desaparece.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, um país é uma substância ética. Hegel viu isso muito bem desde logo na polis grega. O conceito de idiota surge precisamente na Grécia antiga para caracterizar os que não se envolviam na vida da polis e ficavam se centravam apenas em seus negócios particulares.</p>
<p>A sua proposta não é acabar com os países é criar um outro e para tanto você precisa de mecanismos de identificação entre os momentos da nova substância ética (a federação) e essa nova substância ética. O seu argumentário vai nesse sentido, você tenta lançar razões, motivos, porque nos devemos apegar a esse novo país cuja formação você defende. Só por aqui se percebe porque razão é uma substância ética, ou seja, porque só vale enquanto há um compromisso das consciências com a sua reprodução. Sem este compromisso das consciências, seja voluntário ou à força, ou por um jogo entre ambos, voluntariedade e obrigação, a substância desaparece.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/03/74832/#comment-112303</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Mar 2013 19:28:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=74832#comment-112303</guid>

					<description><![CDATA[«Um país é uma substância ética que se reproduz pela reprodução dos seus momentos, quer dizer, da actividade dos seus membros. Portanto, neste caso, um país não suprime a luta de classes mas localiza-a e concretiza-a, dá-lhe corpo. É isto que me parece que você não quer entender».

Um país é uma substância ética? Seria interessante que as pessoas começassem a comparar os conceitos que defendem com a sua real proveniência. Assim talvez compreendessem melhor a sua real localização política. Mas que se há-de fazer se a confusão das categorias, dos termos e dos conceitos é, desde logo, metade da história das ideologias...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>«Um país é uma substância ética que se reproduz pela reprodução dos seus momentos, quer dizer, da actividade dos seus membros. Portanto, neste caso, um país não suprime a luta de classes mas localiza-a e concretiza-a, dá-lhe corpo. É isto que me parece que você não quer entender».</p>
<p>Um país é uma substância ética? Seria interessante que as pessoas começassem a comparar os conceitos que defendem com a sua real proveniência. Assim talvez compreendessem melhor a sua real localização política. Mas que se há-de fazer se a confusão das categorias, dos termos e dos conceitos é, desde logo, metade da história das ideologias&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
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