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	Comentários sobre: Quanto custa um escudo?	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Ricardo Noronha		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/04/76253/#comment-117288</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Noronha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2013 14:16:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esclareço que estou à disposição de todos os leitores que queiram debater o que escrevi e os problemas relacionados com a saída ou a permanência na zona euro.
Temas como o sentimento nacional nos EUA ou o debate entre Lenine e Rosa Luxemburgo sobre o direito dos povos à auto-determinação terão todo o seu interesse, mas não cabem no âmbito deste artigo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esclareço que estou à disposição de todos os leitores que queiram debater o que escrevi e os problemas relacionados com a saída ou a permanência na zona euro.<br />
Temas como o sentimento nacional nos EUA ou o debate entre Lenine e Rosa Luxemburgo sobre o direito dos povos à auto-determinação terão todo o seu interesse, mas não cabem no âmbito deste artigo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/04/76253/#comment-117280</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2013 12:17:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ridículo é referir-se a baloiçantes testículos avoengos à guisa de argumentos. Pobre Camões...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ridículo é referir-se a baloiçantes testículos avoengos à guisa de argumentos. Pobre Camões&#8230;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/04/76253/#comment-117212</link>

		<dc:creator><![CDATA[João.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2013 21:46:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Que pessoas nascidas ou residentes em outros países mimetizem tal ‘reconhecimento’ é mera subserviência ideológica&quot;

Ridículo. Camões já falava no amor à pátria quando os que são os norte-americanos, que você diz que imitamos, ainda e apenas baloiçavam de um lado para o outro nas bolas dos tataravôs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Que pessoas nascidas ou residentes em outros países mimetizem tal ‘reconhecimento’ é mera subserviência ideológica&#8221;</p>
<p>Ridículo. Camões já falava no amor à pátria quando os que são os norte-americanos, que você diz que imitamos, ainda e apenas baloiçavam de um lado para o outro nas bolas dos tataravôs.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/04/76253/#comment-117210</link>

		<dc:creator><![CDATA[João.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2013 21:37:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Insofar as the bourgeoisie of the oppressed nation fights the oppressor, we are always, in every case, and more strongly than anyone else, in favour, for we are the staunchest and the most consistent enemies of oppression. But insofar as the bourgeoisie of the oppressed nation stands for its own bourgeois nationalism, we stand against. We fight against the privileges and violence of the oppressor nation, and do not in any way condone strivings for privileges on the part of the oppressed nation. 

If, in our political agitation, we fail to advance and advocate the slogan of the right to secession, we shall play into the hands, not only of the bourgeoisie, but also of the feudal landlords and the absolutism of the oppressor nation. Kautsky long ago used this argument against Rosa Luxemburg, and the argument is indisputable. When, in her anxiety not to “assist” the nationalist bourgeoisie of Poland, Rosa Luxemburg rejects the right to secession in the programme of the Marxists in Russia, she is in fact assisting the Great-Russian Black Hundreds. She is in fact assisting opportunist tolerance of the privileges (and worse than privileges) of the Great Russians.&quot;

Lenin. V.I., &quot;The Right of Nations to Self-Determination&quot;, Cap.IV:

http://www.marxists.org/archive/lenin/works/1914/self-det/ch04.htm]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Insofar as the bourgeoisie of the oppressed nation fights the oppressor, we are always, in every case, and more strongly than anyone else, in favour, for we are the staunchest and the most consistent enemies of oppression. But insofar as the bourgeoisie of the oppressed nation stands for its own bourgeois nationalism, we stand against. We fight against the privileges and violence of the oppressor nation, and do not in any way condone strivings for privileges on the part of the oppressed nation. </p>
<p>If, in our political agitation, we fail to advance and advocate the slogan of the right to secession, we shall play into the hands, not only of the bourgeoisie, but also of the feudal landlords and the absolutism of the oppressor nation. Kautsky long ago used this argument against Rosa Luxemburg, and the argument is indisputable. When, in her anxiety not to “assist” the nationalist bourgeoisie of Poland, Rosa Luxemburg rejects the right to secession in the programme of the Marxists in Russia, she is in fact assisting the Great-Russian Black Hundreds. She is in fact assisting opportunist tolerance of the privileges (and worse than privileges) of the Great Russians.&#8221;</p>
<p>Lenin. V.I., &#8220;The Right of Nations to Self-Determination&#8221;, Cap.IV:</p>
<p><a href="http://www.marxists.org/archive/lenin/works/1914/self-det/ch04.htm" rel="nofollow ugc">http://www.marxists.org/archive/lenin/works/1914/self-det/ch04.htm</a></p>
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		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/04/76253/#comment-117206</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2013 21:05:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Que as pessoas nascidas ou residentes nos EUA se ‘reconheçam’ como ‘povo americano’ é compreensível, numa [zoo]lógica [patri]ótica etnocêntrica.
Que pessoas nascidas ou residentes em outros países mimetizem tal ‘reconhecimento’ é mera subserviência ideológica. As Américas são três, com seus inúmeros países. Americano, porém, só quem nasce nos EUA…
É a sinopse da doutrina Monroe: EUA = Estados Unidos da América; o ‘resto’ = América dos Estados Unidos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que as pessoas nascidas ou residentes nos EUA se ‘reconheçam’ como ‘povo americano’ é compreensível, numa [zoo]lógica [patri]ótica etnocêntrica.<br />
Que pessoas nascidas ou residentes em outros países mimetizem tal ‘reconhecimento’ é mera subserviência ideológica. As Américas são três, com seus inúmeros países. Americano, porém, só quem nasce nos EUA…<br />
É a sinopse da doutrina Monroe: EUA = Estados Unidos da América; o ‘resto’ = América dos Estados Unidos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Bernardo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/04/76253/#comment-117182</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Bernardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2013 17:12:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[João escreve que «o EUA são um país com um povo que se reconhece como americano acima de tudo». Pois. Mas todos deviam saber porquê. Porque há um século e meio os norte-americanos travaram uma guerra civil extremamente mortífera, aliás a primeira guerra de mobilização global de tipo moderno, em que os &lt;em&gt;yankees&lt;/em&gt; se impuseram aos sulistas e com isso começaram a criar um povo único. Apenas começaram, porque há meio século foi a grande luta dos negros pelos direitos cívicos que proporcionou outro avanço nessa fusão cultural. Do mesmo modo se pode estudar o processo complexo constituído pelas várias tentativas de federação europeia, desde as guerras napoleónicas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>João escreve que «o EUA são um país com um povo que se reconhece como americano acima de tudo». Pois. Mas todos deviam saber porquê. Porque há um século e meio os norte-americanos travaram uma guerra civil extremamente mortífera, aliás a primeira guerra de mobilização global de tipo moderno, em que os <em>yankees</em> se impuseram aos sulistas e com isso começaram a criar um povo único. Apenas começaram, porque há meio século foi a grande luta dos negros pelos direitos cívicos que proporcionou outro avanço nessa fusão cultural. Do mesmo modo se pode estudar o processo complexo constituído pelas várias tentativas de federação europeia, desde as guerras napoleónicas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/04/76253/#comment-117176</link>

		<dc:creator><![CDATA[João.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2013 16:32:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;E depois utiliza um tipo de argumentação apenas sustentada em afirmações categóricas sem nunca as justificar: “eu argumento que a prazo as vai agravar”. Isso é o seu desejo, isso é pura manifestação de intenções, não tem absolutamente nada de relação com dados da realidade concreta.&quot;

 - acho isto muito engraçado. Você vem propor que os povos se desapeguem de preferências especiais em relação a seus países, ou seja, vem propor o que não existe, uma vez que os povos têm preferências especiais pelos seus países e os outros é que manifestam apenas intenções e desejos. Todo o seu discurso é fundado no dever-ser, ou seja, ao mesmo tempo no que não é; excepto é claro no que respeita às necessidades do capitalismo que são as únicas que você respeita. 

A razão para os povos aceitarem o federalismo não é menos patriotismo mas a esperança de que daí venha mais capacidade económica - o patriotismo portanto vai manter-se, sendo que o problema será a próxima crise, a próxima onda de acentuação de desigualdades na UE mesmo federalista.

Nos EUA há Estados que são, na prática, subsidiados por outros Estados, por políticas centrais, mas o EUA são um país com um povo que se reconhece como americano acima de tudo; na UE não é nada assim e, portanto, não há hipótese de haver estados subsidiados por outros a não ser nas mais severas condições e mesmo assim não indefinidamente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;E depois utiliza um tipo de argumentação apenas sustentada em afirmações categóricas sem nunca as justificar: “eu argumento que a prazo as vai agravar”. Isso é o seu desejo, isso é pura manifestação de intenções, não tem absolutamente nada de relação com dados da realidade concreta.&#8221;</p>
<p> &#8211; acho isto muito engraçado. Você vem propor que os povos se desapeguem de preferências especiais em relação a seus países, ou seja, vem propor o que não existe, uma vez que os povos têm preferências especiais pelos seus países e os outros é que manifestam apenas intenções e desejos. Todo o seu discurso é fundado no dever-ser, ou seja, ao mesmo tempo no que não é; excepto é claro no que respeita às necessidades do capitalismo que são as únicas que você respeita. </p>
<p>A razão para os povos aceitarem o federalismo não é menos patriotismo mas a esperança de que daí venha mais capacidade económica &#8211; o patriotismo portanto vai manter-se, sendo que o problema será a próxima crise, a próxima onda de acentuação de desigualdades na UE mesmo federalista.</p>
<p>Nos EUA há Estados que são, na prática, subsidiados por outros Estados, por políticas centrais, mas o EUA são um país com um povo que se reconhece como americano acima de tudo; na UE não é nada assim e, portanto, não há hipótese de haver estados subsidiados por outros a não ser nas mais severas condições e mesmo assim não indefinidamente.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João Valente Aguiar		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/04/76253/#comment-117175</link>

		<dc:creator><![CDATA[João Valente Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2013 16:22:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É que os estudos nacionalistas não defendem um capitalismo ainda mais arcaico e ainda mais atrasado...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É que os estudos nacionalistas não defendem um capitalismo ainda mais arcaico e ainda mais atrasado&#8230;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/04/76253/#comment-117170</link>

		<dc:creator><![CDATA[João.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2013 15:20:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&quot;Não por acaso os estudos que colocam a unidade de análise no plano transnacional&quot;

 - sim, não é por acaso também que esses estudos estão perfeita e completamente vinculados à mundividência capitalista e que todas as categorias de análise de que se serve são categorias capitalistas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não por acaso os estudos que colocam a unidade de análise no plano transnacional&#8221;</p>
<p> &#8211; sim, não é por acaso também que esses estudos estão perfeita e completamente vinculados à mundividência capitalista e que todas as categorias de análise de que se serve são categorias capitalistas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: João.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/04/76253/#comment-117164</link>

		<dc:creator><![CDATA[João.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 May 2013 14:48:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Qualquer estadista minimamente inteligente coloca esses cenários em cima da mesa, há até a &quot;Game Theory&quot; para vir em auxílio deste tratamento. Mas enfim você vive no mundo da lua. Você nem sabe que um país não pode ser expulso do euro, que não há nos tratados nenhum mecanismo para isso.

Quanto ao mais, o crescimento da extrema-direita na europa é notório, inclusive na zona euro.

Outra hipótese a considerar é que haja planos dos países ricos para substituirem a mão de obra barata, nos empregos que os nacionais já não querem fazer, por pessoal do sul da europa, ou seja, menos africanos mais portugueses. Mas duvido que você as coloque. Para você os outros não são senão amiguinhos que pensam tanto no nosso bem como pensam no deles. Aliás basta olhar para o mundo e ver que é só amor e amizade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qualquer estadista minimamente inteligente coloca esses cenários em cima da mesa, há até a &#8220;Game Theory&#8221; para vir em auxílio deste tratamento. Mas enfim você vive no mundo da lua. Você nem sabe que um país não pode ser expulso do euro, que não há nos tratados nenhum mecanismo para isso.</p>
<p>Quanto ao mais, o crescimento da extrema-direita na europa é notório, inclusive na zona euro.</p>
<p>Outra hipótese a considerar é que haja planos dos países ricos para substituirem a mão de obra barata, nos empregos que os nacionais já não querem fazer, por pessoal do sul da europa, ou seja, menos africanos mais portugueses. Mas duvido que você as coloque. Para você os outros não são senão amiguinhos que pensam tanto no nosso bem como pensam no deles. Aliás basta olhar para o mundo e ver que é só amor e amizade.</p>
]]></content:encoded>
		
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