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	Comentários sobre: MST S.A.	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		Por: Breno		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/04/97506/#comment-857322</link>

		<dc:creator><![CDATA[Breno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 03:39:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lula acabou de falar ao Jornal Nacional que &#039;o MST de 30 anos atrás acabou&#039;. E que &#039;o MST é o maior produtor de arroz organico do país.&#039;

A primeira frase só confirma o que o PP escreve há anos. Mas aqui a militância fica chateada, quando é o Lula falando acham lindo e maravilhoso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lula acabou de falar ao Jornal Nacional que &#8216;o MST de 30 anos atrás acabou&#8217;. E que &#8216;o MST é o maior produtor de arroz organico do país.&#8217;</p>
<p>A primeira frase só confirma o que o PP escreve há anos. Mas aqui a militância fica chateada, quando é o Lula falando acham lindo e maravilhoso.</p>
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		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/04/97506/#comment-857227</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 11:07:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Brasil de Fato acaba de publicar uma entrevista com o coordenador nacional do MST, João Paulo Rodrigues (https://www.brasildefato.com.br/2022/08/23/joao-paulo-rodrigues-desconfio-que-nos-podemos-ganhar-no-primeiro-turno). Lendo a entrevista, fica claro que a luta pela terra é uma coisa totalmente superada para os dirigentes do movimento. Seu interesse é unicamente o de comercializar produção agroecológica e firmar parcerias com empresas. Alguns trechos são esclarecedores:

&quot;A principal tarefa do MST no próximo período é a organização da base sem terra, nós não podemos perder o foco. Isso passa por ajudar a organizar as famílias acampadas, depois organizar as famílias que já estão com terra, para que avancem na pauta da agroecologia e produção de alimentos saudáveis. Isso pra gente é importante, e passará por uma briga com o agro, porque passa por crédito e políticas públicas.&quot;

&quot;A agroindústria brasileira tem muita relação com a reforma agrária, nós podemos fazer uma aliança tática com esse setor, por um simples motivo: alimentar o povo brasileiro. O que nós não temos acordo e vamos para a briga é com o agronegócio. O agronegócio é quem pega grãos e exporta, eles não têm paciência devida para industrializar nada aqui. Nós não queremos prosa com o setor exportador, eles não precisam do Estado, tem as empresas deles para garantir isso. Segunda divergência que teremos, o latifúndio improdutivo, que são os mais raivosos. Entre outras coisas, eles têm terras griladas e agora estão armados, com armas do Bolsonaro. [...] nossa aliança é com a agricultura familiar, o sem-terra e a agroindústria, que é quem tem menos de 500 hectares, produz para abastecer a população brasileira. Nossa dificuldade é que eles se identificam com o agronegócio, do ponto de vista ideológico. Eles não são agro. Filho de Deus, vocês são gente nossa, você não exporta nada.&quot;

Mais uma demonstração da ligação do MST com empresas, analisada nesta série de artigos, e do seu interesse em converter a luta pela terra num empreendimento comercial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil de Fato acaba de publicar uma entrevista com o coordenador nacional do MST, João Paulo Rodrigues (<a href="https://www.brasildefato.com.br/2022/08/23/joao-paulo-rodrigues-desconfio-que-nos-podemos-ganhar-no-primeiro-turno" rel="nofollow ugc">https://www.brasildefato.com.br/2022/08/23/joao-paulo-rodrigues-desconfio-que-nos-podemos-ganhar-no-primeiro-turno</a>). Lendo a entrevista, fica claro que a luta pela terra é uma coisa totalmente superada para os dirigentes do movimento. Seu interesse é unicamente o de comercializar produção agroecológica e firmar parcerias com empresas. Alguns trechos são esclarecedores:</p>
<p>&#8220;A principal tarefa do MST no próximo período é a organização da base sem terra, nós não podemos perder o foco. Isso passa por ajudar a organizar as famílias acampadas, depois organizar as famílias que já estão com terra, para que avancem na pauta da agroecologia e produção de alimentos saudáveis. Isso pra gente é importante, e passará por uma briga com o agro, porque passa por crédito e políticas públicas.&#8221;</p>
<p>&#8220;A agroindústria brasileira tem muita relação com a reforma agrária, nós podemos fazer uma aliança tática com esse setor, por um simples motivo: alimentar o povo brasileiro. O que nós não temos acordo e vamos para a briga é com o agronegócio. O agronegócio é quem pega grãos e exporta, eles não têm paciência devida para industrializar nada aqui. Nós não queremos prosa com o setor exportador, eles não precisam do Estado, tem as empresas deles para garantir isso. Segunda divergência que teremos, o latifúndio improdutivo, que são os mais raivosos. Entre outras coisas, eles têm terras griladas e agora estão armados, com armas do Bolsonaro. [&#8230;] nossa aliança é com a agricultura familiar, o sem-terra e a agroindústria, que é quem tem menos de 500 hectares, produz para abastecer a população brasileira. Nossa dificuldade é que eles se identificam com o agronegócio, do ponto de vista ideológico. Eles não são agro. Filho de Deus, vocês são gente nossa, você não exporta nada.&#8221;</p>
<p>Mais uma demonstração da ligação do MST com empresas, analisada nesta série de artigos, e do seu interesse em converter a luta pela terra num empreendimento comercial.</p>
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