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	Comentários sobre: O chão e o caminhão: unidade dos professores contra o governo e a burocracia sindical	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Thiago		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/05/76763/#comment-120752</link>

		<dc:creator><![CDATA[Thiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2013 19:18:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O problema dos que se dizem libertários é esse: muita gente se diz &quot;autonoma, libertaria, etc&quot;, mas quando se fala em criar uma organização ou tendencia autonoma e libertaria para propor uma alternativa dentro do movimento que se contraponha aos gestores e burocracias, quando se propõe isso, esse pessoal todo dá para trás e sai correndo, vai cada um para um lado horrorizado, ou começa a zombar e caçoar, dizer que &quot;isto será um novo partido&quot; e etc. Chego à conclusão que o que mais tem é um bando de imbecis que se dizem libertarios mas não sabem que uma luta autonoma demanda organização de base e um programa pratico de lutas, e logo, a criação de tendencias organizadas. A Resistencia Popular, finada dentro da APEOESP, foi uma rara tentativa séria de criar um campo autonomo dentro do sindicalismo, e que até hoje não foi entendida por muitos dos pós-modernos auto-intitulados &quot;libertários&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O problema dos que se dizem libertários é esse: muita gente se diz &#8220;autonoma, libertaria, etc&#8221;, mas quando se fala em criar uma organização ou tendencia autonoma e libertaria para propor uma alternativa dentro do movimento que se contraponha aos gestores e burocracias, quando se propõe isso, esse pessoal todo dá para trás e sai correndo, vai cada um para um lado horrorizado, ou começa a zombar e caçoar, dizer que &#8220;isto será um novo partido&#8221; e etc. Chego à conclusão que o que mais tem é um bando de imbecis que se dizem libertarios mas não sabem que uma luta autonoma demanda organização de base e um programa pratico de lutas, e logo, a criação de tendencias organizadas. A Resistencia Popular, finada dentro da APEOESP, foi uma rara tentativa séria de criar um campo autonomo dentro do sindicalismo, e que até hoje não foi entendida por muitos dos pós-modernos auto-intitulados &#8220;libertários&#8221;.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Mateus		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/05/76763/#comment-119858</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mateus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2013 15:58:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Companheiros, temos que coordenar as lutas dos professores descontentes com a burocracia sindical de forma a termos uma unidade nacional. Aqui na Bahia, onde sou professor da educação básica no Estado, estou farto de ver a burocracia da APLB sufocarmos com as políticas de partidos eleitoreiros e falsos defensores da categoria. A manipulação em plenárias e a busca por auto afirmação da burocracia nos impede de lutar na medida em que só existem reuniões a portas fechadas, nunca divulgadas para a base. O sindicato, do qual só me lembro dele ao perceber os descontos no meu contra-cheque, nunca foi na minha unidade de trabalho e só delibera paralisações ou outras &quot;lutas&quot;. Que relação é essa com a base? Fizemos uma greve de 4 meses em que o governador nos açoitou com o corte de salários logo no primeiro mês de greve. Professores vieram a falecer por conta das preocupações financeiras e o desrespeito quando nem os bancos aceitavam nos conceder crédito. Até quando teremos que aceitar esse despotismo sindical?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Companheiros, temos que coordenar as lutas dos professores descontentes com a burocracia sindical de forma a termos uma unidade nacional. Aqui na Bahia, onde sou professor da educação básica no Estado, estou farto de ver a burocracia da APLB sufocarmos com as políticas de partidos eleitoreiros e falsos defensores da categoria. A manipulação em plenárias e a busca por auto afirmação da burocracia nos impede de lutar na medida em que só existem reuniões a portas fechadas, nunca divulgadas para a base. O sindicato, do qual só me lembro dele ao perceber os descontos no meu contra-cheque, nunca foi na minha unidade de trabalho e só delibera paralisações ou outras &#8220;lutas&#8221;. Que relação é essa com a base? Fizemos uma greve de 4 meses em que o governador nos açoitou com o corte de salários logo no primeiro mês de greve. Professores vieram a falecer por conta das preocupações financeiras e o desrespeito quando nem os bancos aceitavam nos conceder crédito. Até quando teremos que aceitar esse despotismo sindical?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Cláudia Salinas		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/05/76763/#comment-118939</link>

		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Salinas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2013 17:40:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sindicato pelego!!!!!!!!


http://www.midiaindependente.org/pt/red/2008/06/422044.shtml]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sindicato pelego!!!!!!!!</p>
<p><a href="http://www.midiaindependente.org/pt/red/2008/06/422044.shtml" rel="nofollow ugc">http://www.midiaindependente.org/pt/red/2008/06/422044.shtml</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: GEROLOMO, amilton carlos.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/05/76763/#comment-118491</link>

		<dc:creator><![CDATA[GEROLOMO, amilton carlos.]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2013 12:26:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Apeoesp – Sindicato da Classe dos Gestores

Só para abreviar a história. Nos últimos trinta anos, o que os sindicatos no Brasil (não sei o que ocorre em outros países) mais fizeram foi eleger os seus candidatos a cargos políticos, souberam usar as mazelas da classe trabalhadora para eleger seus candidatos ao parlamento e promover as suas bandeiras políticas na tentativa de frear a luta dos trabalhadores. Importante salientar que os interesses dos gestores são antagônicos aos da classe trabalhadora. Enquanto que os gestores entendem o sindicato como um negócio, uma empresa capitalista que só pode visar o lucro, a mais-valia, os trabalhadores querem o fim da exploração do seu trabalho.
Neste sentido a Apeoesp (os gestores) é mestra: caminha rebocada na agenda do governo, não tem calendário próprio de luta, sempre empurrada por uma minoria de trabalhadores do ensino a correr atrás do prejuízo. Com os seus milhares de filiados podem barganhar bons negócios ao sindicato: plano de saúde, assinatura de jornais, revistas, convênio com empresas de ensino, de turismo e entre outros produtos. 
Este grupo de gestores conseguiu se encastelar na Apeoesp deste o início dos anos de 1980, quando os trabalhadores do ensino puseram para fora os gestores aliados à ditadura civil/militar.  
Conseguiram dar uma aparência de sindicato de luta. Porém, controlaram as iniciativas nos locais de trabalho, ao institucionalizar o Representante de Escola (R.E.) aos interesses dos gestores sindicais.  Assim, os gestores foram desgastados, hoje não conseguem mobilizar nem 10% dos seus filiados, quem dirá da totalidade dos professores do Estado de São Paulo.
Quanto ao conflito da última assembléia (dia 10/05/2013) que, com ínfima participação, deixou muitos companheiros ruborizados, digo que democracia sem conflito não prospera, isto é, necessário para mostrar quem manda.  Entretanto, não basta participar ou tomar a direção da Apeoesp, creio que é preciso esvaziá-la.  Fazer uma luta política hierarquizada: onde uns pensam, negociam e os outros executam, é institucionalizar privilégios, exploração e dominação.  
A nossa prática de luta sem exploração, sem hierarquia, sem dominação, com decisões coletivas concretiza a sociedade que desejamos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apeoesp – Sindicato da Classe dos Gestores</p>
<p>Só para abreviar a história. Nos últimos trinta anos, o que os sindicatos no Brasil (não sei o que ocorre em outros países) mais fizeram foi eleger os seus candidatos a cargos políticos, souberam usar as mazelas da classe trabalhadora para eleger seus candidatos ao parlamento e promover as suas bandeiras políticas na tentativa de frear a luta dos trabalhadores. Importante salientar que os interesses dos gestores são antagônicos aos da classe trabalhadora. Enquanto que os gestores entendem o sindicato como um negócio, uma empresa capitalista que só pode visar o lucro, a mais-valia, os trabalhadores querem o fim da exploração do seu trabalho.<br />
Neste sentido a Apeoesp (os gestores) é mestra: caminha rebocada na agenda do governo, não tem calendário próprio de luta, sempre empurrada por uma minoria de trabalhadores do ensino a correr atrás do prejuízo. Com os seus milhares de filiados podem barganhar bons negócios ao sindicato: plano de saúde, assinatura de jornais, revistas, convênio com empresas de ensino, de turismo e entre outros produtos.<br />
Este grupo de gestores conseguiu se encastelar na Apeoesp deste o início dos anos de 1980, quando os trabalhadores do ensino puseram para fora os gestores aliados à ditadura civil/militar.<br />
Conseguiram dar uma aparência de sindicato de luta. Porém, controlaram as iniciativas nos locais de trabalho, ao institucionalizar o Representante de Escola (R.E.) aos interesses dos gestores sindicais.  Assim, os gestores foram desgastados, hoje não conseguem mobilizar nem 10% dos seus filiados, quem dirá da totalidade dos professores do Estado de São Paulo.<br />
Quanto ao conflito da última assembléia (dia 10/05/2013) que, com ínfima participação, deixou muitos companheiros ruborizados, digo que democracia sem conflito não prospera, isto é, necessário para mostrar quem manda.  Entretanto, não basta participar ou tomar a direção da Apeoesp, creio que é preciso esvaziá-la.  Fazer uma luta política hierarquizada: onde uns pensam, negociam e os outros executam, é institucionalizar privilégios, exploração e dominação.<br />
A nossa prática de luta sem exploração, sem hierarquia, sem dominação, com decisões coletivas concretiza a sociedade que desejamos.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Giancarlo Sanguinetti		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/05/76763/#comment-118335</link>

		<dc:creator><![CDATA[Giancarlo Sanguinetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2013 00:03:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A contradição entre o &quot;caminhão e o chão&quot;, a que o autor se refere no texto, teve um desfecho interessante na última assembleia do dia 10: Após a maioria dos presentes votar pela continuidade da greve a presidenta da APEOESP decretou o fim da greve! Após esta manobra da Articulação (PT) e da direção majoritária do sindicato os professores descontentes cercaram o carro de som e impediram a saída dos pelegos! A polícia teve que intervir para liberar os pelegos... 

Jean,
Dei uma rápida pesquisada na internet e não há quase nada sobre a Resistência Popular. Seria interessante se alguém pudesse disponibilizar textos ou uma pesquisa sobre este tema, como você disse...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A contradição entre o &#8220;caminhão e o chão&#8221;, a que o autor se refere no texto, teve um desfecho interessante na última assembleia do dia 10: Após a maioria dos presentes votar pela continuidade da greve a presidenta da APEOESP decretou o fim da greve! Após esta manobra da Articulação (PT) e da direção majoritária do sindicato os professores descontentes cercaram o carro de som e impediram a saída dos pelegos! A polícia teve que intervir para liberar os pelegos&#8230; </p>
<p>Jean,<br />
Dei uma rápida pesquisada na internet e não há quase nada sobre a Resistência Popular. Seria interessante se alguém pudesse disponibilizar textos ou uma pesquisa sobre este tema, como você disse&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jean		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/05/76763/#comment-118117</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jean]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 May 2013 01:27:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gian,

Existiu a Resistência Popular, que merece um texto ou ao menos uma entrevista. Foi bastante ativa, mas sofreu demasiadas perseguições. Alguns de seus membros além de caçados pelos líderes sindicais chegaram a serem espancados, ameaçados de morte. Falta uma boa matéria sobre a RP que foi a maior organização de libertários a atuar no meio docente. 

Hoje não tem nada, apenas indivíduos isolados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gian,</p>
<p>Existiu a Resistência Popular, que merece um texto ou ao menos uma entrevista. Foi bastante ativa, mas sofreu demasiadas perseguições. Alguns de seus membros além de caçados pelos líderes sindicais chegaram a serem espancados, ameaçados de morte. Falta uma boa matéria sobre a RP que foi a maior organização de libertários a atuar no meio docente. </p>
<p>Hoje não tem nada, apenas indivíduos isolados.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Giancarlo Sanguinetti		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/05/76763/#comment-117994</link>

		<dc:creator><![CDATA[Giancarlo Sanguinetti]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2013 19:14:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gostaria de comentar um aspecto que percebo na militância prática no campo &quot;libertário&quot; (anarquistas como um todo, marxistas conselhistas, autonomistas, etc.) que é a &quot;organização de tendências&quot; nos movimentos. 
A APEOESP é o sindicato que representa os professores do Estado de SP, que são por volta de 250.000. Até por isto é um sindicato onde vários partidos se organizam para atuar no sindicato ou sobre a categoria. Onde se organizam os &quot;libertários&quot;? Ora, na burocracia do PT e de outros partidos burocratizados negarem a fala não tem nada de novo! Mas onde estão os libertários? 
Não conheço a realidade concreta &quot;ao vivo&quot;, conheço o movimento pelos meios virtuais, já que moro a 1.000 km de tal Estado... 
Fica a pergunta...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de comentar um aspecto que percebo na militância prática no campo &#8220;libertário&#8221; (anarquistas como um todo, marxistas conselhistas, autonomistas, etc.) que é a &#8220;organização de tendências&#8221; nos movimentos.<br />
A APEOESP é o sindicato que representa os professores do Estado de SP, que são por volta de 250.000. Até por isto é um sindicato onde vários partidos se organizam para atuar no sindicato ou sobre a categoria. Onde se organizam os &#8220;libertários&#8221;? Ora, na burocracia do PT e de outros partidos burocratizados negarem a fala não tem nada de novo! Mas onde estão os libertários?<br />
Não conheço a realidade concreta &#8220;ao vivo&#8221;, conheço o movimento pelos meios virtuais, já que moro a 1.000 km de tal Estado&#8230;<br />
Fica a pergunta&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fabiano gonçalez		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/05/76763/#comment-117981</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fabiano gonçalez]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2013 16:01:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=76763#comment-117981</guid>

					<description><![CDATA[Outra questão que está sendo ignorada, e talvez seja ainda mais séria do que as apontadas no texto, é o ataque ao Hospital do servidor público.
Um patrimônio construido com a colaboração de milhões e à serviço destes, pode simplesmente ser entregue à &quot;iniciativa privada&quot;! Parte no &quot;enobrevimento&quot; do já &quot;nobre&quot; bairro de Moema... Vamos financiar o lucro destes vermes? 
A diretoria do sindicato é bem capaz de entregar o HSP em troca de algumas migalhas que soem como vitória!
Medo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outra questão que está sendo ignorada, e talvez seja ainda mais séria do que as apontadas no texto, é o ataque ao Hospital do servidor público.<br />
Um patrimônio construido com a colaboração de milhões e à serviço destes, pode simplesmente ser entregue à &#8220;iniciativa privada&#8221;! Parte no &#8220;enobrevimento&#8221; do já &#8220;nobre&#8221; bairro de Moema&#8230; Vamos financiar o lucro destes vermes?<br />
A diretoria do sindicato é bem capaz de entregar o HSP em troca de algumas migalhas que soem como vitória!<br />
Medo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
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