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	Comentários sobre: Emancipação ao contrário: relatos de dois ex-trotskistas (2)	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Professor Morôni		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/78308/#comment-178480</link>

		<dc:creator><![CDATA[Professor Morôni]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2014 01:19:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tudo isso ocorre na grande maioria dos partidos de esquerda, não só entre os troskos. (Dogmatismo, centralismo, endividamento, ...)

Só sei que quando moleque eu revendia agendas desse partido que militantes não conseguiam vender (claro pegando uma comissão), deu pra fazer um troco hehehehhee]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo isso ocorre na grande maioria dos partidos de esquerda, não só entre os troskos. (Dogmatismo, centralismo, endividamento, &#8230;)</p>
<p>Só sei que quando moleque eu revendia agendas desse partido que militantes não conseguiam vender (claro pegando uma comissão), deu pra fazer um troco hehehehhee</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: G.P.		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/78308/#comment-122488</link>

		<dc:creator><![CDATA[G.P.]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 05:42:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Evandro,

Desconsiderando o seu equívoco, já que foram publicados dois relatos e não um artigo como você viu, e a informação, que a mim nada informa, que no PMDB os militantes não precisam contribuir, o que resta do seu comentário me faz lembrar uma famosa frase do Mário Quintana: “Ah, esses moralistas... Não há nada que empeste mais que um desinfetante!”  

Mesmo assim acho que é tempo de se tentar algum debate. Não por aquilo que você escreveu, de jeito nenhum, não até agora, mas por tanta gente que lê este site e que de fato está preocupada com lutas sociais reais e com a superação de todas os capitalismos, seus defensores e suas ideologias, sejam eles de direita ou de esquerda, e também por tantas questões que os dois relatos trazem à tona; aí está quase que toda a razão de eu ter procurado aqui publicar o meu relato. 

Eu nunca me meti com o partido PMDB e nem com gente dele. Por isso não sei que tipo de contribuição que seus militantes dão ao partido ou se não dão. Eu só passei por partidos da extrema-esquerda, todos leninistas, sendo dois trotskistas e outro stalinista. Então só pude tentar mostrar aqui algumas contribuições que dei a eles e um pouco do que aprendi vivendo por dentro deles. É bem verdade que as experiências nunca são iguais. Até hoje eu trilhei o seguinte caminho: sem partido – passagem por três partidos – sem partido novamente. Se a sua inclui uma passagem pelo PMDB e alguma coisa que não é a decadência (sei lá o que isso significa para você, mas até que estou curioso para saber) até que ponto nossas experiências com os partidos são parecidas e em que medida elas são bem distintas? 

Afinal, para que serve um comentário que nada mais faz do que lamentar o relato de um ou dos dois e a decadência de V.V. e/ou G.P.? Acho que não nos serve para muita coisa, mas vamos lá. 

Para fechar, ao ler que você lamenta esta publicação me recordei de uma frase que por várias vezes ouvi da boca de um dirigente internacional de um dos partidos pelos quais passei, frase inclusive que ele citava em seus escritos sem contudo indicar o verdadeiro autor (Spinoza), que é: “Não rir nem chorar, mas compreender.” Relatar as coisas do modo como relatei (forma e conteúdo) é apenas parte da minha tarefa constante de compreender as minhas próprias experiências e o que são os partidos de esquerda, principalmente os que por eles passei. Não estou buscando “aplausos, condecorações, honrarias, aceitação nos salões em moda” (como escreveu André Gide no prefácio do Córidon), agradar alguém ou lamentações, nem estou dominado por uma paixão, estou só buscando compreender; se você ou mais pessoas também estão buscando a mesma coisa, já temos por onde andar!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Evandro,</p>
<p>Desconsiderando o seu equívoco, já que foram publicados dois relatos e não um artigo como você viu, e a informação, que a mim nada informa, que no PMDB os militantes não precisam contribuir, o que resta do seu comentário me faz lembrar uma famosa frase do Mário Quintana: “Ah, esses moralistas&#8230; Não há nada que empeste mais que um desinfetante!”  </p>
<p>Mesmo assim acho que é tempo de se tentar algum debate. Não por aquilo que você escreveu, de jeito nenhum, não até agora, mas por tanta gente que lê este site e que de fato está preocupada com lutas sociais reais e com a superação de todas os capitalismos, seus defensores e suas ideologias, sejam eles de direita ou de esquerda, e também por tantas questões que os dois relatos trazem à tona; aí está quase que toda a razão de eu ter procurado aqui publicar o meu relato. </p>
<p>Eu nunca me meti com o partido PMDB e nem com gente dele. Por isso não sei que tipo de contribuição que seus militantes dão ao partido ou se não dão. Eu só passei por partidos da extrema-esquerda, todos leninistas, sendo dois trotskistas e outro stalinista. Então só pude tentar mostrar aqui algumas contribuições que dei a eles e um pouco do que aprendi vivendo por dentro deles. É bem verdade que as experiências nunca são iguais. Até hoje eu trilhei o seguinte caminho: sem partido – passagem por três partidos – sem partido novamente. Se a sua inclui uma passagem pelo PMDB e alguma coisa que não é a decadência (sei lá o que isso significa para você, mas até que estou curioso para saber) até que ponto nossas experiências com os partidos são parecidas e em que medida elas são bem distintas? </p>
<p>Afinal, para que serve um comentário que nada mais faz do que lamentar o relato de um ou dos dois e a decadência de V.V. e/ou G.P.? Acho que não nos serve para muita coisa, mas vamos lá. </p>
<p>Para fechar, ao ler que você lamenta esta publicação me recordei de uma frase que por várias vezes ouvi da boca de um dirigente internacional de um dos partidos pelos quais passei, frase inclusive que ele citava em seus escritos sem contudo indicar o verdadeiro autor (Spinoza), que é: “Não rir nem chorar, mas compreender.” Relatar as coisas do modo como relatei (forma e conteúdo) é apenas parte da minha tarefa constante de compreender as minhas próprias experiências e o que são os partidos de esquerda, principalmente os que por eles passei. Não estou buscando “aplausos, condecorações, honrarias, aceitação nos salões em moda” (como escreveu André Gide no prefácio do Córidon), agradar alguém ou lamentações, nem estou dominado por uma paixão, estou só buscando compreender; se você ou mais pessoas também estão buscando a mesma coisa, já temos por onde andar!</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Evandro		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/78308/#comment-122473</link>

		<dc:creator><![CDATA[Evandro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 01:51:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quer militar em um partido sem contribuir então procure o PMDB... Lamentável este artigo. O título deveria ser &quot;A decadência de um ex-trotskysta&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quer militar em um partido sem contribuir então procure o PMDB&#8230; Lamentável este artigo. O título deveria ser &#8220;A decadência de um ex-trotskysta&#8221;.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Heloísa Flores		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/78308/#comment-122255</link>

		<dc:creator><![CDATA[Heloísa Flores]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 17:04:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não fico mais chocada porque também fui de um partido desses, provavelmente o mesmo. Havia realmente essa tensão por manter as mensalidades e os jornais pagos em dia e quando saí tive que acertar algumas contas do que ainda &quot;devia&quot;. Hoje não consigo conceber essa situação, dever dinheiro ao partido. Ainda mais que eu era estudante, sem renda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não fico mais chocada porque também fui de um partido desses, provavelmente o mesmo. Havia realmente essa tensão por manter as mensalidades e os jornais pagos em dia e quando saí tive que acertar algumas contas do que ainda &#8220;devia&#8221;. Hoje não consigo conceber essa situação, dever dinheiro ao partido. Ainda mais que eu era estudante, sem renda.</p>
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