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	Comentários sobre: Violência e pacifismo, ordem e desordem	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79190/#comment-123546</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 16:19:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não é bem assim Mário. Nas escolas estão sendo fixados cartazes convocando os estudantes e muitos deles estão discutindo o assunto e se mobilizando para a manifestação de amanhã que, a julgar pelas adesões nas redes sociais, será bem maior do que as anteriores. A coisa, entretanto, parece estar progredindo mais no boca a boca. Mas eu só posso falar alguma coisa sobre o que está acontecendo nas escolas. Fora delas, não sei ao certo. Agora, em se tratando de manifestações impulsionadas pelos estudantes, é natural que estes, que são jovens e acostumados a organizar todo tipo de evento pelas redes sociais, restrinjam-se mais ou menos a elas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é bem assim Mário. Nas escolas estão sendo fixados cartazes convocando os estudantes e muitos deles estão discutindo o assunto e se mobilizando para a manifestação de amanhã que, a julgar pelas adesões nas redes sociais, será bem maior do que as anteriores. A coisa, entretanto, parece estar progredindo mais no boca a boca. Mas eu só posso falar alguma coisa sobre o que está acontecendo nas escolas. Fora delas, não sei ao certo. Agora, em se tratando de manifestações impulsionadas pelos estudantes, é natural que estes, que são jovens e acostumados a organizar todo tipo de evento pelas redes sociais, restrinjam-se mais ou menos a elas.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Mário		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79190/#comment-123532</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mário]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 14:56:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ótimo texto, com algumas ressalvas de menor importância. Estava discutindo agora há pouco com um colega de trabalho, e chegamos a um ponto preocupante: o &quot;esvaziamento&quot; do movimento organizado (leia-se: da classe média) com a adesão do, digamos, &quot;populacho&quot;, que inevitavelmente aumentaria o grau de violência (como os saques em sp e a depredação de ônibus ontem num terminal da periferia de goiânia - que os jornais locais noticiaram mal e porcamente, como sempre). Há uma tendência (chamemos de &quot;tendência toddynho&quot;) de dizer que este &quot;vandalismo&quot;, que é espontâneo, &quot;queima&quot; o movimento, quando na verdade o legitima - no sentido, fique claro, de que os protestos fazem com que a população perda o medo endógeno dos agentes repressores, praticamente onipotentes nas periferias, e reajam à violência que sofrem diariamente. Esta reação violenta levada aos centros e às manifestações estudantis faria com que o movimento se reprimisse, agindo como polícia ou pior, como delator. Ou seja: quando &quot;o morro descer&quot;, a classe média, os anarquistas de ipanema, os comunistas de pinheiros e os libertários do bueno pedem o penico, pois tem medo do povo.

Mas a questão agora não é só essa: não conseguimos encontrar nada sobre a manifestação de amanhã em goiânia fora das redes sociais (que são bloqueadas aqui no trabalho). Isso é péssimo não somente porque algumas pessoas (como nosotros) não conseguem discutir e participar, mas também porque os feices da vida são naturalmente o espaço da superficialidade e impedem uma discussão mais séria (com textos como esse, por exemplo).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo texto, com algumas ressalvas de menor importância. Estava discutindo agora há pouco com um colega de trabalho, e chegamos a um ponto preocupante: o &#8220;esvaziamento&#8221; do movimento organizado (leia-se: da classe média) com a adesão do, digamos, &#8220;populacho&#8221;, que inevitavelmente aumentaria o grau de violência (como os saques em sp e a depredação de ônibus ontem num terminal da periferia de goiânia &#8211; que os jornais locais noticiaram mal e porcamente, como sempre). Há uma tendência (chamemos de &#8220;tendência toddynho&#8221;) de dizer que este &#8220;vandalismo&#8221;, que é espontâneo, &#8220;queima&#8221; o movimento, quando na verdade o legitima &#8211; no sentido, fique claro, de que os protestos fazem com que a população perda o medo endógeno dos agentes repressores, praticamente onipotentes nas periferias, e reajam à violência que sofrem diariamente. Esta reação violenta levada aos centros e às manifestações estudantis faria com que o movimento se reprimisse, agindo como polícia ou pior, como delator. Ou seja: quando &#8220;o morro descer&#8221;, a classe média, os anarquistas de ipanema, os comunistas de pinheiros e os libertários do bueno pedem o penico, pois tem medo do povo.</p>
<p>Mas a questão agora não é só essa: não conseguimos encontrar nada sobre a manifestação de amanhã em goiânia fora das redes sociais (que são bloqueadas aqui no trabalho). Isso é péssimo não somente porque algumas pessoas (como nosotros) não conseguem discutir e participar, mas também porque os feices da vida são naturalmente o espaço da superficialidade e impedem uma discussão mais séria (com textos como esse, por exemplo).</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Júlio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79190/#comment-123349</link>

		<dc:creator><![CDATA[Júlio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 17:27:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gostei dessa parte:

 &quot;Aí há uma questão fundamental. É absolutamente impossível, ainda mais em manifestações contra esse sistema de transporte degradante, conter a violência por parte dos inúmeros grupos que compõem os manifestantes, a não ser que se estabeleça uma polícia interna da manifestação, que se encarregue do controle. O próprio processo de imposição e legitimação dessa polícia interna implica na constituição de novas hierarquias, de gestores da luta de rua e no apassivamento do conjunto da manifestação. O que é possível fazer sem esse tipo de recuo é discutir abertamente sobre o tema e diferenciar os tipos de violência possíveis. Ampliar a organização da luta pela base. E não conter.&quot;

Acho que ontem aqui em SP, não por coincidência quando não havia presença da PM, que tava na toca com o rabo entre as pernas, isso se viu muito bem, e pra mim de forma muito positiva. Sem a pressão da PM, o ato pode seguir em sua multiplicidade doida, e aqueles que queriam agir de forma mais incisiva o fizeram, ao menos nas partes que vi, se destacando do resto da manifestação. Mesmo no Palácio parece ter acontecido isso. Perfeito, cada um age como acha correto e cada um assume as consequências de seus atos, foi genial. 

O que acho ruim é alguém querer proceder de forma violenta em um contexto em que isso não é consensual e depois utilizar-se do conjunto dos manifestantes, que podem discordar dessa prática, para se proteger, como às vezes acontece. Acho que quem quer ir pro pau tem que ou convencer as pessoas ou se destacar... Mas no fim, o que fica claro mesmo é que sem a polícia é que nem o nosso futebolzinho de cada dia, não precisa de juiz, deixa que a gente resolve dentro das nossas regras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei dessa parte:</p>
<p> &#8220;Aí há uma questão fundamental. É absolutamente impossível, ainda mais em manifestações contra esse sistema de transporte degradante, conter a violência por parte dos inúmeros grupos que compõem os manifestantes, a não ser que se estabeleça uma polícia interna da manifestação, que se encarregue do controle. O próprio processo de imposição e legitimação dessa polícia interna implica na constituição de novas hierarquias, de gestores da luta de rua e no apassivamento do conjunto da manifestação. O que é possível fazer sem esse tipo de recuo é discutir abertamente sobre o tema e diferenciar os tipos de violência possíveis. Ampliar a organização da luta pela base. E não conter.&#8221;</p>
<p>Acho que ontem aqui em SP, não por coincidência quando não havia presença da PM, que tava na toca com o rabo entre as pernas, isso se viu muito bem, e pra mim de forma muito positiva. Sem a pressão da PM, o ato pode seguir em sua multiplicidade doida, e aqueles que queriam agir de forma mais incisiva o fizeram, ao menos nas partes que vi, se destacando do resto da manifestação. Mesmo no Palácio parece ter acontecido isso. Perfeito, cada um age como acha correto e cada um assume as consequências de seus atos, foi genial. </p>
<p>O que acho ruim é alguém querer proceder de forma violenta em um contexto em que isso não é consensual e depois utilizar-se do conjunto dos manifestantes, que podem discordar dessa prática, para se proteger, como às vezes acontece. Acho que quem quer ir pro pau tem que ou convencer as pessoas ou se destacar&#8230; Mas no fim, o que fica claro mesmo é que sem a polícia é que nem o nosso futebolzinho de cada dia, não precisa de juiz, deixa que a gente resolve dentro das nossas regras.</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Franklin		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79190/#comment-123153</link>

		<dc:creator><![CDATA[Franklin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 17:32:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Grouxo,
a mesma falta de crítica dos manifestantes que querem reprimir a violência dos companheiros também é praticada pelos que a promovem. Não seria esse justamente o ponto fraco de toda &quot;espontaneidade&quot;, a falta de crítica? Se trata de uma violência crítica ou apenas da reprodução de um modelo de insurreição focalizado e contextualizado (afinal, usuários depredando as estações é algo que acontece quando há problemas no exato momento, como atrasos ou mal funcionamentos. Não são os mesmos que convocam protestos com hora marcada e repetem aí o mesmo comportamento).

Não há dúvida: deter companheiros e entregá-los para a polícia é exagerado e paranóico. Mas cuidemos também para que não seja algo baseado num ideal de &quot;liberdade individual&quot; de quebrar o que quer que seja. Se você quer fazer frente a algo em uma assembléia, pede-se a voz e faz-se uma defesa. Numa manifestação é diferente. Se um pequeno grupo achar que matar um policial encurralado é o mais correto a se fazer, como &quot;fazer a crítica no momento&quot; sem tirar o direito de cada companheiro de fazer o protesto como lhe pareça melhor? (certo, o exemplo é exagerado e ecoa a pauta da grande midia, e no entanto quando falamos de violência, violência das multidões, comportamento de massas, é disso que se trata, de descontrole e crítica interna, para o bem e para o mal).

Pablo, a sua romantização da espontaneidade também é uma forma de se dizer como se pode ou não se pode tomar a rua. A opinião será pessoal sempre, o problema é realmente quando um partido ou organização toma para si de maneira institucionalizada a &quot;ordem&quot; da coisa, ou quando indivíduos e organizações agem de maneira irresponsável, querendo um protagonismo que se dissocia completamente da coletividade que compõe o protesto. Não é disso que se trata, mas sim de uma crítica interna: se de repente nos protestos os manifestantes começarem a &quot;espontaneamente&quot; cantar o hino nacional, vamos achar isso algo lindo e maravilhoso por ser assim sem controle? Eu não.
Um outro problema que aparece no seu comentário é justamente o que é tratado em outro texto publicado hoje aqui (http://passapalavra.info/2013/06/79281). Estamos lutando contra o aumento do ônibus. Como exatamente quebrar vidraças de agências bancárias e atirar pedras na Coca Cola ajuda nisso? 
O que faltaria é justamente uma discussão mais interessante a respeito dos VALORES e DESVALORES da violência em todas as suas vertentes (organizada, &quot;espontânea&quot;, repressiva, destrutiva, etc). Espero que após os atos se animem estas discussões na extrema-esquerda, pois temos que juntos refletir o tema para não cairmos nem no romantismo nem no aparelho repressor interno.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Grouxo,<br />
a mesma falta de crítica dos manifestantes que querem reprimir a violência dos companheiros também é praticada pelos que a promovem. Não seria esse justamente o ponto fraco de toda &#8220;espontaneidade&#8221;, a falta de crítica? Se trata de uma violência crítica ou apenas da reprodução de um modelo de insurreição focalizado e contextualizado (afinal, usuários depredando as estações é algo que acontece quando há problemas no exato momento, como atrasos ou mal funcionamentos. Não são os mesmos que convocam protestos com hora marcada e repetem aí o mesmo comportamento).</p>
<p>Não há dúvida: deter companheiros e entregá-los para a polícia é exagerado e paranóico. Mas cuidemos também para que não seja algo baseado num ideal de &#8220;liberdade individual&#8221; de quebrar o que quer que seja. Se você quer fazer frente a algo em uma assembléia, pede-se a voz e faz-se uma defesa. Numa manifestação é diferente. Se um pequeno grupo achar que matar um policial encurralado é o mais correto a se fazer, como &#8220;fazer a crítica no momento&#8221; sem tirar o direito de cada companheiro de fazer o protesto como lhe pareça melhor? (certo, o exemplo é exagerado e ecoa a pauta da grande midia, e no entanto quando falamos de violência, violência das multidões, comportamento de massas, é disso que se trata, de descontrole e crítica interna, para o bem e para o mal).</p>
<p>Pablo, a sua romantização da espontaneidade também é uma forma de se dizer como se pode ou não se pode tomar a rua. A opinião será pessoal sempre, o problema é realmente quando um partido ou organização toma para si de maneira institucionalizada a &#8220;ordem&#8221; da coisa, ou quando indivíduos e organizações agem de maneira irresponsável, querendo um protagonismo que se dissocia completamente da coletividade que compõe o protesto. Não é disso que se trata, mas sim de uma crítica interna: se de repente nos protestos os manifestantes começarem a &#8220;espontaneamente&#8221; cantar o hino nacional, vamos achar isso algo lindo e maravilhoso por ser assim sem controle? Eu não.<br />
Um outro problema que aparece no seu comentário é justamente o que é tratado em outro texto publicado hoje aqui (<a href="http://passapalavra.info/2013/06/79281" rel="ugc">http://passapalavra.info/2013/06/79281</a>). Estamos lutando contra o aumento do ônibus. Como exatamente quebrar vidraças de agências bancárias e atirar pedras na Coca Cola ajuda nisso?<br />
O que faltaria é justamente uma discussão mais interessante a respeito dos VALORES e DESVALORES da violência em todas as suas vertentes (organizada, &#8220;espontânea&#8221;, repressiva, destrutiva, etc). Espero que após os atos se animem estas discussões na extrema-esquerda, pois temos que juntos refletir o tema para não cairmos nem no romantismo nem no aparelho repressor interno.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: irado		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79190/#comment-123150</link>

		<dc:creator><![CDATA[irado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 16:56:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Caio, obrigado pelo esclarecimento! É importante o MPL produzir contra-informação, pois uma notícia como aquela pode inclusive dar ideia a alguém... o que seria péssimo para o movimento.

Abç!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caio, obrigado pelo esclarecimento! É importante o MPL produzir contra-informação, pois uma notícia como aquela pode inclusive dar ideia a alguém&#8230; o que seria péssimo para o movimento.</p>
<p>Abç!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Caio		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79190/#comment-123137</link>

		<dc:creator><![CDATA[Caio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 15:15:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não sei se alguém já respondeu, mas é mentira essa história de que o MPL vai fotografar, segurar e denunciar &quot;vandalos&quot; ou &quot;punks&quot;. O MPL nunca declararia um absurdo como esse que saiu no iG - muito menos incriminando punks e anarquistas, até porque há vários deles no nosso coletivo. A declaração nesse sentido que saiu na Folha foi dada pelo Maurício, dirigente do MES-PSOL, que não é militante do MPL.

A imprensa tem publicado vários absurdos nesses últimos dias...

Abraço
Caio, militante do MPL]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se alguém já respondeu, mas é mentira essa história de que o MPL vai fotografar, segurar e denunciar &#8220;vandalos&#8221; ou &#8220;punks&#8221;. O MPL nunca declararia um absurdo como esse que saiu no iG &#8211; muito menos incriminando punks e anarquistas, até porque há vários deles no nosso coletivo. A declaração nesse sentido que saiu na Folha foi dada pelo Maurício, dirigente do MES-PSOL, que não é militante do MPL.</p>
<p>A imprensa tem publicado vários absurdos nesses últimos dias&#8230;</p>
<p>Abraço<br />
Caio, militante do MPL</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79190/#comment-123136</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 15:04:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lênin = ovos quebrados sem omelete. Istrati = critica a falta de omelete.
A questão é: quem (quando, onde &#038; como) faz a omelete?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lênin = ovos quebrados sem omelete. Istrati = critica a falta de omelete.<br />
A questão é: quem (quando, onde &amp; como) faz a omelete?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Quid Pro Quo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79190/#comment-123123</link>

		<dc:creator><![CDATA[Quid Pro Quo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 13:48:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sobre as manifestações os P2 não sacam nada, mas no que toca à pele dos policiais, que está em jogo, não se enganam:

&quot;A avaliação da polícia o é que o Movimento Passe Livre tem intenções &quot;sinceras&quot; ao defender a redução da tarifa de R$ 3,20 para R$ 3,00 e não tem orientações violentas. Mas, como não aceita lideranças, permite que esse tipo de comportamento violento explore o movimento.

A inexistência de lideranças é considerada o pior pesadelo para a polícia porque não há alvos claros. Outra dificuldade é separar a ação política dos atos criminosos.&quot;

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/06/1295714-servico-secreto-da-pm-diz-que-psol-recruta-punks-para-protestos.shtml]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre as manifestações os P2 não sacam nada, mas no que toca à pele dos policiais, que está em jogo, não se enganam:</p>
<p>&#8220;A avaliação da polícia o é que o Movimento Passe Livre tem intenções &#8220;sinceras&#8221; ao defender a redução da tarifa de R$ 3,20 para R$ 3,00 e não tem orientações violentas. Mas, como não aceita lideranças, permite que esse tipo de comportamento violento explore o movimento.</p>
<p>A inexistência de lideranças é considerada o pior pesadelo para a polícia porque não há alvos claros. Outra dificuldade é separar a ação política dos atos criminosos.&#8221;</p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/06/1295714-servico-secreto-da-pm-diz-que-psol-recruta-punks-para-protestos.shtml" rel="nofollow ugc">http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/06/1295714-servico-secreto-da-pm-diz-que-psol-recruta-punks-para-protestos.shtml</a></p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79190/#comment-123109</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 12:18:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=79190#comment-123109</guid>

					<description><![CDATA[Uma questão de (des)ordem sobre a ordem das questões: discutir  a forma (da violência) abstraindo o conteúdo (objetivo da ação), e vice-versa, é onanismo conceitual. É a velha questão dos ovos quebrados e da omelete : Lênin ou Panait Istrati?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma questão de (des)ordem sobre a ordem das questões: discutir  a forma (da violência) abstraindo o conteúdo (objetivo da ação), e vice-versa, é onanismo conceitual. É a velha questão dos ovos quebrados e da omelete : Lênin ou Panait Istrati?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Pablo		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79190/#comment-123069</link>

		<dc:creator><![CDATA[Pablo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 05:03:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=79190#comment-123069</guid>

					<description><![CDATA[Caro Franklin, 
além do comentário de Grouxo Marx, com o qual concordo, a minha opinião sobre sua posição é a seguinte: 
quando você diz &quot;se colocarem contra estas práticas ditas radicais, enquanto se focam na radicalidade de se tomar as ruas&quot; você impõe um modelo do que seja &quot;tomar as ruas&quot;. Os que estão a pixar os muros, a quebrar vidraças de bancos e pontos de ônibus, também estão tomando as ruas, e mais: do mesmo modo que ocupar as ruas é sair da calçada e se reapropriar de um espaço dominado, eles estão se apropriando dos espaços da cidade que nunca poderiam utilizar para expressão popular, já que são espaços monopolizados pela lógica capitalista de propaganda mercadológica. É muito comum esses manifestantes atirarem pedras contra letreiros e placas com propaganda de Coca-cola, etc., do mesmo modo que pixam Macdonald&#039;s e demais lugares que simbolizam a privatização da vida e do espaço que poderia ser público, mas não é. Há quem nomeie essa rebeldia como &quot;ressentimento&quot;, mas não me parece ser isso. Presenciei alguns deles gritando &quot;O Rio é nosso porra&quot; logo antes de quebrar os vidros de pontos de ônibus, o que me parece muito sintomático dessa significação de reapropriação do espaço. 
Ao definir o que pode ou não ser feito num protesto de rua, você e esses manifestantes desorganizados e &quot;espontâneos&quot; a que vc se refere, se aproximam daquela esquerda autoritária a que me referi, a qual esconde seu autoritarismo e posicionamento num véu liberal e &quot;democrático&quot;, que me parece ser bastante típico em camadas médias e frações pequeno-burguesas, de onde, aliás, costuma crescer o fascismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Franklin,<br />
além do comentário de Grouxo Marx, com o qual concordo, a minha opinião sobre sua posição é a seguinte:<br />
quando você diz &#8220;se colocarem contra estas práticas ditas radicais, enquanto se focam na radicalidade de se tomar as ruas&#8221; você impõe um modelo do que seja &#8220;tomar as ruas&#8221;. Os que estão a pixar os muros, a quebrar vidraças de bancos e pontos de ônibus, também estão tomando as ruas, e mais: do mesmo modo que ocupar as ruas é sair da calçada e se reapropriar de um espaço dominado, eles estão se apropriando dos espaços da cidade que nunca poderiam utilizar para expressão popular, já que são espaços monopolizados pela lógica capitalista de propaganda mercadológica. É muito comum esses manifestantes atirarem pedras contra letreiros e placas com propaganda de Coca-cola, etc., do mesmo modo que pixam Macdonald&#8217;s e demais lugares que simbolizam a privatização da vida e do espaço que poderia ser público, mas não é. Há quem nomeie essa rebeldia como &#8220;ressentimento&#8221;, mas não me parece ser isso. Presenciei alguns deles gritando &#8220;O Rio é nosso porra&#8221; logo antes de quebrar os vidros de pontos de ônibus, o que me parece muito sintomático dessa significação de reapropriação do espaço.<br />
Ao definir o que pode ou não ser feito num protesto de rua, você e esses manifestantes desorganizados e &#8220;espontâneos&#8221; a que vc se refere, se aproximam daquela esquerda autoritária a que me referi, a qual esconde seu autoritarismo e posicionamento num véu liberal e &#8220;democrático&#8221;, que me parece ser bastante típico em camadas médias e frações pequeno-burguesas, de onde, aliás, costuma crescer o fascismo.</p>
]]></content:encoded>
		
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