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	Comentários sobre: 5º Ato: Hora de começar a pensar sobre a maior manifestação dos últimos tempos	</title>
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	<description>Noticiar as lutas, apoiá-las, pensar sobre elas</description>
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		<title>
		Por: ROGERIO SANTOS		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79356/#comment-124288</link>

		<dc:creator><![CDATA[ROGERIO SANTOS]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jun 2013 23:28:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[olha a verdade sendo revelada: 
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/06/1300671-marinha-apura-participacao-de-fuzileiro-em-ataque-ao-itamaraty-veja.shtml]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>olha a verdade sendo revelada:<br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/06/1300671-marinha-apura-participacao-de-fuzileiro-em-ataque-ao-itamaraty-veja.shtml" rel="nofollow ugc">http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/06/1300671-marinha-apura-participacao-de-fuzileiro-em-ataque-ao-itamaraty-veja.shtml</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: ulisses		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79356/#comment-123516</link>

		<dc:creator><![CDATA[ulisses]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 12:34:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quem com fera fere, não confere; será conferido. Tudo isso é racket, a começar pela hipermediação espetacular da bronca. 
Dále no más.

&quot;A vitória será de quem souber fazer a desordem, sem a amar.&quot; Guy Debord]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem com fera fere, não confere; será conferido. Tudo isso é racket, a começar pela hipermediação espetacular da bronca.<br />
Dále no más.</p>
<p>&#8220;A vitória será de quem souber fazer a desordem, sem a amar.&#8221; Guy Debord</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Danilo Nakamura		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79356/#comment-123505</link>

		<dc:creator><![CDATA[Danilo Nakamura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 11:19:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=79356#comment-123505</guid>

					<description><![CDATA[Caio,

concordo contigo.

Também tenho essa preocupação em torno da plataforma a partidária e igualitária. E, nesse sentido, que a luta não seja enquadrada em disputas eleitorais.

Se há setores conservadores organizados ou atomizados nas ruas, precisamos pensar e agir sobre isso. Sem hierarquizações, mas de uma forma bastante organizada.

Se existe (e acho que existe) é preciso identificá-los de verdade e não criar teoria da conspiração de forma prévia.

Mas é preciso entender que parte do que a &quot;esquerda&quot; está chamando de conservador é também pessoas simples que nunca saíram as ruas e cantam &quot;sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor&quot;. Pessoas honestas estão aderindo ao movimento e achando que aquilo é um vale tudo (contra a corrupção, contra o condomínio do prédio, rs!)

Precisamos novamente pensar e entender isso. De forma igualitária e não hierarquica deixar claro que temos uma pauta que é a revogação do aumento. 

Abraços e apoio ao MPL também,

Danilo Chaves Nakamura]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caio,</p>
<p>concordo contigo.</p>
<p>Também tenho essa preocupação em torno da plataforma a partidária e igualitária. E, nesse sentido, que a luta não seja enquadrada em disputas eleitorais.</p>
<p>Se há setores conservadores organizados ou atomizados nas ruas, precisamos pensar e agir sobre isso. Sem hierarquizações, mas de uma forma bastante organizada.</p>
<p>Se existe (e acho que existe) é preciso identificá-los de verdade e não criar teoria da conspiração de forma prévia.</p>
<p>Mas é preciso entender que parte do que a &#8220;esquerda&#8221; está chamando de conservador é também pessoas simples que nunca saíram as ruas e cantam &#8220;sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor&#8221;. Pessoas honestas estão aderindo ao movimento e achando que aquilo é um vale tudo (contra a corrupção, contra o condomínio do prédio, rs!)</p>
<p>Precisamos novamente pensar e entender isso. De forma igualitária e não hierarquica deixar claro que temos uma pauta que é a revogação do aumento. </p>
<p>Abraços e apoio ao MPL também,</p>
<p>Danilo Chaves Nakamura</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Caio de Andrea		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79356/#comment-123456</link>

		<dc:creator><![CDATA[Caio de Andrea]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 06:24:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=79356#comment-123456</guid>

					<description><![CDATA[Danilo, se me permitir, gostaria de seguir na mesma linha de raciocínio sua, ao meu modo.

Em primeiro lugar, um certo pavor: agora se vê bem que por enquanto não há controle, por um qualquer agrupamento, dessa movimentação de classes que extrapola e ressignifica os primeiros atos que a engendraram. 

Penso que esse é um dos riscos implicados no abandono do &quot;control freak&quot; - em minha opinião, foi este abandono que conseguiu a proeza política da participação popular em larga escala -, e talvez devamos enfrentá-lo com aquela dignidade de agir sem apelar retrogradamente à &quot;necessidade de direção&quot;, &quot;de liderança&quot; nos moldes mais antigos e tradicionais nos quais compreendemos a direção e a liderança - pois, como qualquer um nas manifestações pôde notar, as agremiações partidárias, por exemplo, presentes nas maiores manifestações (dias 17 e 18 de junho) não foram lá muito comemoradas não... (o que assusta bastante, por sinal: há uma espécie  - fascistinha? - de força restritiva, bem antidemocrática nisso aí; ela é compreensível: a horrorosa indistinção que se comprova entre PT e PSDB, por exemplo, vem sendo dolorosamente assimilada por muitos, e o resultado desse rechaço aos partidos políticos tradicionalmente concebidos parece encontrar algum fundamento aí; as rixas – com consequências – entre os “partidos de esquerda” também são observadas por todos e se fazem sentir de modo deletério, tal como suas manobras todas; mas o rechaço à participação partidária, tal como pôde ser observado nessas duas últimas manifestações, não é justificável: os partidos têm o mesmo direito de se apresentar nas manifestações que quaisquer outros agrupamentos políticos – e esse direito deveria ser respeitado). 

Nisso, um dos fatores que tornam mais intelígivel, talvez, a força do chamado do MPL às ruas: ele se distingue pacas de um partido (sua alcunha de movimento é realmente fiel à diferença), e tem - e deve ter - todo nosso apoio durante essa incrível jornada: é ele que organiza o convite à população, e é a ele que a gente recorre para saber quando e onde a próxima manifestação virá - e não, não se trata de associar aquele certo pavor a uma crise de confiança popular nas  “pessoas tão jovens” que compõem o MPL (tal como alguns muito estúpidos o têm dito por aí); pelo contrário: esse pessoal é muitíssimo preparado, tal como se vê, por exemplo e apenas para citar a dimensão menor de uma exposição em programas de TV, na TV Folha e no Roda Viva. Qualquer um que se proponha a acompanhá-los pode observar isso.

A população (brasileira - e não apenas a paulistana, como temos visto) tem atendido ao convite do MPL. Mas o faz do seu jeito - portanto, não exatamente do jeito que cada um à parte gostaria que ela atendesse; se isso é algo bem óbvio, não o são suas consequências, vide as últimas conversas todas... É esse jeito de responder ao convite que estamos procurando interpretar melhor e mais acuradamente, no meio da &quot;experimentação quente&quot; que estamos atravessando. 

Em segundo lugar, a diversidade que explode na sua aparição: há propostas, multivariadas, acerca de &quot;como fazer as coisas daqui por diante&quot;; elas foram apresentadas aos milhares durante as manifestações de 17 e 18 de junho, e tudo leva a crer que ainda o serão nas próximas, caso a estupidez da indistinção (local: cito o caso paulista apenas) entre PT e PSDB persista (e sim, tudo leva a crer que persistirá, pois, afinal, essa indistinção não pertence apenas aos dois grandes partidos poderosos de São Paulo, mas às suas condições): muitos, muitos mesmo que se debatem tb com outros problemas além daquele do direito ao transporte (direito à cidade e suas possibilidades, direito de ir e vir) têm, pouco a pouco, exposto sua indignação - vejam este exemplo, apenas, dentre tantos outros (o tomo pois foi um dos que mais me chamou a atenção): havia gente diante da Prefeitura hj (18 de junho) protestando, e com muito vigor - inclusive incitando à depredação da Prefeitura &quot;dos petralhas&quot; [sic] -, pela redução generalizada de impostos; talvez se trate dos responsáveis por aquele &quot;impostômetro&quot; em frente ao Páteo do Colégio, adjacentíssimo à Bovespa... coisa que o Warren Buffet não desaprovaria, nem o Soros, nem fulano ou beltrano do mesmo naipe poderoso dos que desejam - e alcançam! - esse laissez faire mercadológico hediondo...)

Em terceiro lugar, a complementaridade e oposicionalidade: a diversidade de &quot;propostas para a cidade&quot; (ou &quot;para o país&quot;) não pode apenas ser pensada na sua faceta benéfica e democrática. De fato há benefício aí (houve tempo em que isso não seria possível); e é notório que na diversidade há possibilidade de complementaridade nas propostas (quando umas podem ser pensadas e aprofundadas conjuntamente com outras, pois que partilham os mesmos valores, os mesmos princípios). Mas há tb oposicionalidade  e incompatibilidades radicais. Aí o bicho pega (e é aí que se coloca aquele certo pavor... não?).

Destes três pontos, todos merecedores de nossa atenção, o terceiro me parece aquele com o qual não só temos nos deparado ao longo de nossa (falsa) experiência democrática brasileira como também com o qual nos depararemos mais contundentemente durante nossa jornada ainda conjunta de revolta popular.

Daí a necessidade imperiosa, a meu ver, de &quot;reunião dos preocupados&quot; em torno de uma plataforma - apartidária e igulatitária; ou seja: advertida sobre o revés daquele velho desejo de hegemonização por parte de alguma parte de um coletivo que se compõe - capaz de oferecer à sociedade uma racionalidade mais ampla, e certamente mais justa e mais capaz de lidar com os problemas que já enfrentamos desde há muito tempo e com os novos que se apresentam agora.

Abraços aos compas todos e todo apoio ao MPL!
Caio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Danilo, se me permitir, gostaria de seguir na mesma linha de raciocínio sua, ao meu modo.</p>
<p>Em primeiro lugar, um certo pavor: agora se vê bem que por enquanto não há controle, por um qualquer agrupamento, dessa movimentação de classes que extrapola e ressignifica os primeiros atos que a engendraram. </p>
<p>Penso que esse é um dos riscos implicados no abandono do &#8220;control freak&#8221; &#8211; em minha opinião, foi este abandono que conseguiu a proeza política da participação popular em larga escala -, e talvez devamos enfrentá-lo com aquela dignidade de agir sem apelar retrogradamente à &#8220;necessidade de direção&#8221;, &#8220;de liderança&#8221; nos moldes mais antigos e tradicionais nos quais compreendemos a direção e a liderança &#8211; pois, como qualquer um nas manifestações pôde notar, as agremiações partidárias, por exemplo, presentes nas maiores manifestações (dias 17 e 18 de junho) não foram lá muito comemoradas não&#8230; (o que assusta bastante, por sinal: há uma espécie  &#8211; fascistinha? &#8211; de força restritiva, bem antidemocrática nisso aí; ela é compreensível: a horrorosa indistinção que se comprova entre PT e PSDB, por exemplo, vem sendo dolorosamente assimilada por muitos, e o resultado desse rechaço aos partidos políticos tradicionalmente concebidos parece encontrar algum fundamento aí; as rixas – com consequências – entre os “partidos de esquerda” também são observadas por todos e se fazem sentir de modo deletério, tal como suas manobras todas; mas o rechaço à participação partidária, tal como pôde ser observado nessas duas últimas manifestações, não é justificável: os partidos têm o mesmo direito de se apresentar nas manifestações que quaisquer outros agrupamentos políticos – e esse direito deveria ser respeitado). </p>
<p>Nisso, um dos fatores que tornam mais intelígivel, talvez, a força do chamado do MPL às ruas: ele se distingue pacas de um partido (sua alcunha de movimento é realmente fiel à diferença), e tem &#8211; e deve ter &#8211; todo nosso apoio durante essa incrível jornada: é ele que organiza o convite à população, e é a ele que a gente recorre para saber quando e onde a próxima manifestação virá &#8211; e não, não se trata de associar aquele certo pavor a uma crise de confiança popular nas  “pessoas tão jovens” que compõem o MPL (tal como alguns muito estúpidos o têm dito por aí); pelo contrário: esse pessoal é muitíssimo preparado, tal como se vê, por exemplo e apenas para citar a dimensão menor de uma exposição em programas de TV, na TV Folha e no Roda Viva. Qualquer um que se proponha a acompanhá-los pode observar isso.</p>
<p>A população (brasileira &#8211; e não apenas a paulistana, como temos visto) tem atendido ao convite do MPL. Mas o faz do seu jeito &#8211; portanto, não exatamente do jeito que cada um à parte gostaria que ela atendesse; se isso é algo bem óbvio, não o são suas consequências, vide as últimas conversas todas&#8230; É esse jeito de responder ao convite que estamos procurando interpretar melhor e mais acuradamente, no meio da &#8220;experimentação quente&#8221; que estamos atravessando. </p>
<p>Em segundo lugar, a diversidade que explode na sua aparição: há propostas, multivariadas, acerca de &#8220;como fazer as coisas daqui por diante&#8221;; elas foram apresentadas aos milhares durante as manifestações de 17 e 18 de junho, e tudo leva a crer que ainda o serão nas próximas, caso a estupidez da indistinção (local: cito o caso paulista apenas) entre PT e PSDB persista (e sim, tudo leva a crer que persistirá, pois, afinal, essa indistinção não pertence apenas aos dois grandes partidos poderosos de São Paulo, mas às suas condições): muitos, muitos mesmo que se debatem tb com outros problemas além daquele do direito ao transporte (direito à cidade e suas possibilidades, direito de ir e vir) têm, pouco a pouco, exposto sua indignação &#8211; vejam este exemplo, apenas, dentre tantos outros (o tomo pois foi um dos que mais me chamou a atenção): havia gente diante da Prefeitura hj (18 de junho) protestando, e com muito vigor &#8211; inclusive incitando à depredação da Prefeitura &#8220;dos petralhas&#8221; [sic] -, pela redução generalizada de impostos; talvez se trate dos responsáveis por aquele &#8220;impostômetro&#8221; em frente ao Páteo do Colégio, adjacentíssimo à Bovespa&#8230; coisa que o Warren Buffet não desaprovaria, nem o Soros, nem fulano ou beltrano do mesmo naipe poderoso dos que desejam &#8211; e alcançam! &#8211; esse laissez faire mercadológico hediondo&#8230;)</p>
<p>Em terceiro lugar, a complementaridade e oposicionalidade: a diversidade de &#8220;propostas para a cidade&#8221; (ou &#8220;para o país&#8221;) não pode apenas ser pensada na sua faceta benéfica e democrática. De fato há benefício aí (houve tempo em que isso não seria possível); e é notório que na diversidade há possibilidade de complementaridade nas propostas (quando umas podem ser pensadas e aprofundadas conjuntamente com outras, pois que partilham os mesmos valores, os mesmos princípios). Mas há tb oposicionalidade  e incompatibilidades radicais. Aí o bicho pega (e é aí que se coloca aquele certo pavor&#8230; não?).</p>
<p>Destes três pontos, todos merecedores de nossa atenção, o terceiro me parece aquele com o qual não só temos nos deparado ao longo de nossa (falsa) experiência democrática brasileira como também com o qual nos depararemos mais contundentemente durante nossa jornada ainda conjunta de revolta popular.</p>
<p>Daí a necessidade imperiosa, a meu ver, de &#8220;reunião dos preocupados&#8221; em torno de uma plataforma &#8211; apartidária e igulatitária; ou seja: advertida sobre o revés daquele velho desejo de hegemonização por parte de alguma parte de um coletivo que se compõe &#8211; capaz de oferecer à sociedade uma racionalidade mais ampla, e certamente mais justa e mais capaz de lidar com os problemas que já enfrentamos desde há muito tempo e com os novos que se apresentam agora.</p>
<p>Abraços aos compas todos e todo apoio ao MPL!<br />
Caio.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: D. Caribé		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79356/#comment-123431</link>

		<dc:creator><![CDATA[D. Caribé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 03:58:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=79356#comment-123431</guid>

					<description><![CDATA[Débora, é claro que é importante expandir a pauta. Independente das nossas vontades e, principalmente das nossas escolhas, a pauta será ampliada. Disputar nas ruas como se dará esta ampliação é o que devemos pensar agora. Mas, e ainda mais importante do que isto, é preciso primeiro vencermos esta primeira batalha. Revogar o aumento no Rio e em São Paulo será algo extraordinário que mostrará para os militantes sociais e para as classes dominantes o poder que podemos ter. 

Enquanto isto não acontece, e espero que esteja próximo, estamos já todos disputando a próxima pauta. Entre nós e contra o bloco conservador que ganha coesão. As pessoas não vão sair das ruas com a revogação do aumento. Pelo menos não imediatamente. Isto é fato. Talvez saíssem uma semana atrás, mas agora já não vão mais. Por outro lado, se não tivermos sensibilidade de, aos ouvirmos o que vem das ruas, tirarmos a pauta que consiga de fato unificar as demandas, sem inventar algo que não esteja colocado e incorporando o maior número possível de militantes que estejam se formando muito rapidamente e, principalmente, respeitando as estruturas organizativas que emergem, não sei o que pode acontecer. 

O outro problema é que, hoje, dos grupos da esquerda, somente um tem caráter de vanguarda, queira ele ou não, que é o MPL. Somente nele as pessoas confiam. Somente um militante do MPL pode pegar um microfone e falar: &quot;sou do MPL e defendo isso ou aquilo&quot; e ainda sair aplaudido. Mas o MPL é um movimento social, e não um partido, e é exatamente por isso que tem esta legitimidade toda. Não cabe a ele pautar outras coisas e, quando a vitória da revogação da tarifa vier, se vier, se as ruas não aprenderem a se auto-organizar, não será o MPL, muito menos um dos partidos existentes, que fará.

Não sou do MPL, não falo pelo MPL, mas não sei se o caminho é este: o de exigir que o MPL seja aquilo que ninguém neste momento pode ser.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Débora, é claro que é importante expandir a pauta. Independente das nossas vontades e, principalmente das nossas escolhas, a pauta será ampliada. Disputar nas ruas como se dará esta ampliação é o que devemos pensar agora. Mas, e ainda mais importante do que isto, é preciso primeiro vencermos esta primeira batalha. Revogar o aumento no Rio e em São Paulo será algo extraordinário que mostrará para os militantes sociais e para as classes dominantes o poder que podemos ter. </p>
<p>Enquanto isto não acontece, e espero que esteja próximo, estamos já todos disputando a próxima pauta. Entre nós e contra o bloco conservador que ganha coesão. As pessoas não vão sair das ruas com a revogação do aumento. Pelo menos não imediatamente. Isto é fato. Talvez saíssem uma semana atrás, mas agora já não vão mais. Por outro lado, se não tivermos sensibilidade de, aos ouvirmos o que vem das ruas, tirarmos a pauta que consiga de fato unificar as demandas, sem inventar algo que não esteja colocado e incorporando o maior número possível de militantes que estejam se formando muito rapidamente e, principalmente, respeitando as estruturas organizativas que emergem, não sei o que pode acontecer. </p>
<p>O outro problema é que, hoje, dos grupos da esquerda, somente um tem caráter de vanguarda, queira ele ou não, que é o MPL. Somente nele as pessoas confiam. Somente um militante do MPL pode pegar um microfone e falar: &#8220;sou do MPL e defendo isso ou aquilo&#8221; e ainda sair aplaudido. Mas o MPL é um movimento social, e não um partido, e é exatamente por isso que tem esta legitimidade toda. Não cabe a ele pautar outras coisas e, quando a vitória da revogação da tarifa vier, se vier, se as ruas não aprenderem a se auto-organizar, não será o MPL, muito menos um dos partidos existentes, que fará.</p>
<p>Não sou do MPL, não falo pelo MPL, mas não sei se o caminho é este: o de exigir que o MPL seja aquilo que ninguém neste momento pode ser.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Danilo Nakamura		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79356/#comment-123421</link>

		<dc:creator><![CDATA[Danilo Nakamura]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 02:52:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=79356#comment-123421</guid>

					<description><![CDATA[Oi gente,

gostei do artigo.

Existem muitas coisas para refletirmos. Os quatro primeiros atos já estavam grandes do ponto de vista quantitativo. Muito maiores do que qualquer ato do MPL desde 2005 (aqui em SP).

Depois da repressão da polícia no 4° ato, as coisas mudaram bastante perante a chamada opinião pública. A mídia passou a dizer que sempre esteve a favor das manifestações, personalidades passaram a apoiar a causa, partidos conservadores passaram a apoiar a &quot;juventude&quot;. E claro, estão tentando alargar as pautas, torná-las fluidas.

Ontem e hoje tinha de tudo. Pessoas &quot;indignadas&quot; com a corrupção e os políticos. Cartazes defendendo a moralização da política, a redução da maioridade penal. Tinha universitários, secundaristas, sindicalistas, torcidas organizadas, professores da rede pública e privada, profissionais liberais, funcionários públicos etc.

Porque citar e tentar caracterizar o movimento? Porque é necessário começarmos a dar rosto para o tal &quot;setor conservador&quot; que os comentaristas estão falando. 

O que é isso? A classe média paulistana brutalizada que os intelectuais falam nas épocas de eleições? Ou a classe C (nova classe média), que foi integrada via consumo nos últimos anos?

Ali a discussão estava no nível eleitoral. E agora que as pessoas foram para as ruas? Vamos enquadrá-la novamente nesse jogo. Dizer se tal passeata é favorável ao PT ou ao PSDB?

A atual situação política permite identificarmos as CLASSES EM MOVIMENTO. E não classes como categorias sociológicas que só podem ser detectadas por dados estatísticos.

A primeira coisa para uma análise anticapitalista é não cairmos nessa confusão. E por fim, não devolvermos os conflitos, as diferenças e as disputas para o enquadramento eleitoral. O conflito está nas ruas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi gente,</p>
<p>gostei do artigo.</p>
<p>Existem muitas coisas para refletirmos. Os quatro primeiros atos já estavam grandes do ponto de vista quantitativo. Muito maiores do que qualquer ato do MPL desde 2005 (aqui em SP).</p>
<p>Depois da repressão da polícia no 4° ato, as coisas mudaram bastante perante a chamada opinião pública. A mídia passou a dizer que sempre esteve a favor das manifestações, personalidades passaram a apoiar a causa, partidos conservadores passaram a apoiar a &#8220;juventude&#8221;. E claro, estão tentando alargar as pautas, torná-las fluidas.</p>
<p>Ontem e hoje tinha de tudo. Pessoas &#8220;indignadas&#8221; com a corrupção e os políticos. Cartazes defendendo a moralização da política, a redução da maioridade penal. Tinha universitários, secundaristas, sindicalistas, torcidas organizadas, professores da rede pública e privada, profissionais liberais, funcionários públicos etc.</p>
<p>Porque citar e tentar caracterizar o movimento? Porque é necessário começarmos a dar rosto para o tal &#8220;setor conservador&#8221; que os comentaristas estão falando. </p>
<p>O que é isso? A classe média paulistana brutalizada que os intelectuais falam nas épocas de eleições? Ou a classe C (nova classe média), que foi integrada via consumo nos últimos anos?</p>
<p>Ali a discussão estava no nível eleitoral. E agora que as pessoas foram para as ruas? Vamos enquadrá-la novamente nesse jogo. Dizer se tal passeata é favorável ao PT ou ao PSDB?</p>
<p>A atual situação política permite identificarmos as CLASSES EM MOVIMENTO. E não classes como categorias sociológicas que só podem ser detectadas por dados estatísticos.</p>
<p>A primeira coisa para uma análise anticapitalista é não cairmos nessa confusão. E por fim, não devolvermos os conflitos, as diferenças e as disputas para o enquadramento eleitoral. O conflito está nas ruas.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Débora		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79356/#comment-123418</link>

		<dc:creator><![CDATA[Débora]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 02:37:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://passapalavra.info/?p=79356#comment-123418</guid>

					<description><![CDATA[De fato, a luta de classes está sendo disputada palmo a palmo, centímetro a centímetro de rua percorrida pelos protestos em todas as cidades (e não são poucas...). O que foi considerado no artigo, mas que não tenho visto com profundidade, é a discussão de como avançar na pauta à esquerda para conquistas mais duradouras, uma vez que no capitalismo elas nunca são permanentes. O MPL cumpre um papel que não é secundário, e, no entanto, se nega a expandir a pauta, insistindo na redução da tarifa. Não se trata de sucumbir à pauta dos partidos de esquerda, ou à manipulação da mídia e partidos burgueses, mas de enfrentar a necessidade urgente de uma frente de movimentos e partidos que possam consolidar com os ativistas um caminho a percorrer, com várias formas de luta, de preferência de ação direta, se as condições permitirem. Não seria um bom momento para colocar a criminalização dos movimentos e o fim da militarização das polícias no centro da pauta? Uma pauta como essa afasta reacionários e une um campo de lutadores bastante amplo. Infelizmente, não tenho visto esse movimento de nenhuma parte dos movimentos populares, ativistas e, por que não dizer, de partidos comprometidos com a luta anticapitalista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De fato, a luta de classes está sendo disputada palmo a palmo, centímetro a centímetro de rua percorrida pelos protestos em todas as cidades (e não são poucas&#8230;). O que foi considerado no artigo, mas que não tenho visto com profundidade, é a discussão de como avançar na pauta à esquerda para conquistas mais duradouras, uma vez que no capitalismo elas nunca são permanentes. O MPL cumpre um papel que não é secundário, e, no entanto, se nega a expandir a pauta, insistindo na redução da tarifa. Não se trata de sucumbir à pauta dos partidos de esquerda, ou à manipulação da mídia e partidos burgueses, mas de enfrentar a necessidade urgente de uma frente de movimentos e partidos que possam consolidar com os ativistas um caminho a percorrer, com várias formas de luta, de preferência de ação direta, se as condições permitirem. Não seria um bom momento para colocar a criminalização dos movimentos e o fim da militarização das polícias no centro da pauta? Uma pauta como essa afasta reacionários e une um campo de lutadores bastante amplo. Infelizmente, não tenho visto esse movimento de nenhuma parte dos movimentos populares, ativistas e, por que não dizer, de partidos comprometidos com a luta anticapitalista.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Fagner Enrique		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79356/#comment-123388</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fagner Enrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 22:41:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acabo de assistir ao comentário televisivo de um certo famoso professor universitário de história contemporânea brasileiro alertando as autoridades brasileiras do fato de que a dinâmica das ruas está ultrapassando a capacidade de ação do Estado e de que é necessário que as autoridades coloquem-se à frente dos acontecimentos, tendo em vista restabelecer a ordem. E que o façam em escala nacional, já que os protestos contra os aumentos das passagens atingiram uma tal dimensão. Na mesma transmissão, como era de se esperar, o mesmo professor, um outro professor universitário de sociologia, um cientista político e os âncoras do jornal rechaçaram o &quot;vandalismo&quot; e exaltaram os manifestantes que apelaram para o pacifismo, para a não-violência e para a &quot;negociação&quot; (os anarquistas foram particularmente atacados). Gosto de dar nome aos bois. Os &quot;respeitáveis&quot; acadêmicos que vão em defesa do pacifismo, do compromisso, da ordem e do Estado são Francisco Carlos Teixeira (UFRJ), Ricardo Ismael (PUC-RJ) e Fernando Abrúcio (USP). Poderiam ser outros, claro. Os dois primeiros parecem privilegiar o estudo da desigualdade social, mas, curiosamente, parecem se sentir compelidos a defender o Estado... O mesmo Estado que, associado aos capitalistas, funciona como sustentáculo ou como reforço do poder dos capitalistas, causador da desigualdade social que tomam como objeto, mas que, por outro lado, é o mesmo Estado que incentiva e financia as pesquisas acadêmicas. Eis aí os intelectuais orgânicos das classes capitalistas cumprindo o seu papel.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo de assistir ao comentário televisivo de um certo famoso professor universitário de história contemporânea brasileiro alertando as autoridades brasileiras do fato de que a dinâmica das ruas está ultrapassando a capacidade de ação do Estado e de que é necessário que as autoridades coloquem-se à frente dos acontecimentos, tendo em vista restabelecer a ordem. E que o façam em escala nacional, já que os protestos contra os aumentos das passagens atingiram uma tal dimensão. Na mesma transmissão, como era de se esperar, o mesmo professor, um outro professor universitário de sociologia, um cientista político e os âncoras do jornal rechaçaram o &#8220;vandalismo&#8221; e exaltaram os manifestantes que apelaram para o pacifismo, para a não-violência e para a &#8220;negociação&#8221; (os anarquistas foram particularmente atacados). Gosto de dar nome aos bois. Os &#8220;respeitáveis&#8221; acadêmicos que vão em defesa do pacifismo, do compromisso, da ordem e do Estado são Francisco Carlos Teixeira (UFRJ), Ricardo Ismael (PUC-RJ) e Fernando Abrúcio (USP). Poderiam ser outros, claro. Os dois primeiros parecem privilegiar o estudo da desigualdade social, mas, curiosamente, parecem se sentir compelidos a defender o Estado&#8230; O mesmo Estado que, associado aos capitalistas, funciona como sustentáculo ou como reforço do poder dos capitalistas, causador da desigualdade social que tomam como objeto, mas que, por outro lado, é o mesmo Estado que incentiva e financia as pesquisas acadêmicas. Eis aí os intelectuais orgânicos das classes capitalistas cumprindo o seu papel.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: lucas rodrigues		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79356/#comment-123366</link>

		<dc:creator><![CDATA[lucas rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 19:57:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pelo que pude testemunhar (e o que já era um tanto previsto) estas manifestações têm tudo para caminhar ao nada. Ou pior. Na eleição de um Aécio da vida. A juventude condenando tudo que estaria relacionado à política, como se o ato das manifestações não fosse político. A tristeza é que se hoje se levantasse um capitão Nascimento como salvador, sem dúvida, haveria sublevação para colocá-lo no poder. É mais que urgente uma organização das pessoas que sabem que as coisas não são bem por aí. 

Não sou de partido algum, nem (infelizmente) tenho militado em nenhum tipo de organização. Estava ao lado dos meus amigos do PSTU (nunca fui do partido, sequer participei de reunião) que tiverem sua bandeira tomada a força por uma pessoa, muito bem identificada. Esta tomou coragem após gritos de estudantes contrários ao hasteamento da bandeira. Em nenhum momento o prefeito ruralista que fazia parte da marcha fora vaiado ou ofendido. Isso tudo caminha para uma campanha de moralização e está dando voz a quem defende as ideias mais fascistas possíveis. Como, por exemplo, a contrariedade a união civil homoafetiva.

Cabe a todos que se julgam de esquerda debater o tema e buscar união. Minha bandeira é bem clara. Sou pelo fim da propriedade privada, pelo fim das fronteiras, pelo fim do patriarcado e do sistema patronal, assim como fim da polícia. Não vou oferecer rosa pra ninguém que não esteja do meu lado. E sei que os que defendem bandeiras contrárias não estão do meu lado.

Ao caralho com essa pataquada de gigante levantando ou povo brasileiro acordando. Quem caminha pra acordar são os que estão a cantar o hino nacional. Mas ainda não acordaram, estão meio cegos com os olhos cheios de ramela]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo que pude testemunhar (e o que já era um tanto previsto) estas manifestações têm tudo para caminhar ao nada. Ou pior. Na eleição de um Aécio da vida. A juventude condenando tudo que estaria relacionado à política, como se o ato das manifestações não fosse político. A tristeza é que se hoje se levantasse um capitão Nascimento como salvador, sem dúvida, haveria sublevação para colocá-lo no poder. É mais que urgente uma organização das pessoas que sabem que as coisas não são bem por aí. </p>
<p>Não sou de partido algum, nem (infelizmente) tenho militado em nenhum tipo de organização. Estava ao lado dos meus amigos do PSTU (nunca fui do partido, sequer participei de reunião) que tiverem sua bandeira tomada a força por uma pessoa, muito bem identificada. Esta tomou coragem após gritos de estudantes contrários ao hasteamento da bandeira. Em nenhum momento o prefeito ruralista que fazia parte da marcha fora vaiado ou ofendido. Isso tudo caminha para uma campanha de moralização e está dando voz a quem defende as ideias mais fascistas possíveis. Como, por exemplo, a contrariedade a união civil homoafetiva.</p>
<p>Cabe a todos que se julgam de esquerda debater o tema e buscar união. Minha bandeira é bem clara. Sou pelo fim da propriedade privada, pelo fim das fronteiras, pelo fim do patriarcado e do sistema patronal, assim como fim da polícia. Não vou oferecer rosa pra ninguém que não esteja do meu lado. E sei que os que defendem bandeiras contrárias não estão do meu lado.</p>
<p>Ao caralho com essa pataquada de gigante levantando ou povo brasileiro acordando. Quem caminha pra acordar são os que estão a cantar o hino nacional. Mas ainda não acordaram, estão meio cegos com os olhos cheios de ramela</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: lucas rodrigues		</title>
		<link>https://passapalavra.info/2013/06/79356/#comment-123364</link>

		<dc:creator><![CDATA[lucas rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 19:54:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[aqui em Londrina a coisa também anda complicada. O evento de ontem, 17/06, foi em boa parte resultado de um evento criado no facebook por estudantes sem qualquer histórico de militância. Não houve nenhuma reunião do MPL de Londrina, pelo que sei, para discutir como seria a participação no evento. Hoje haverá reunião do MPL e cedo ou tarde ela é necessária. 
Aqui a coisa virou uma bagunça que tinha até cartaz pedindo a diminuição da exploração da classe média.
Na página do evento de ontem estão rechaçando o levante de qualquer bandeira, mesmo que está seja apenas uma bandeira vermelha.
Chegam a dizer que os comunistas estão querendo se aproveitar e terão que ser retirados à força das manifestações. 
Tem até empresário no meio criando enquete para expulsar os comunistas.
A coisa tá feia. Londrina é uma cidade demasiadamente provinciana e reacionária.
Tá complicado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>aqui em Londrina a coisa também anda complicada. O evento de ontem, 17/06, foi em boa parte resultado de um evento criado no facebook por estudantes sem qualquer histórico de militância. Não houve nenhuma reunião do MPL de Londrina, pelo que sei, para discutir como seria a participação no evento. Hoje haverá reunião do MPL e cedo ou tarde ela é necessária.<br />
Aqui a coisa virou uma bagunça que tinha até cartaz pedindo a diminuição da exploração da classe média.<br />
Na página do evento de ontem estão rechaçando o levante de qualquer bandeira, mesmo que está seja apenas uma bandeira vermelha.<br />
Chegam a dizer que os comunistas estão querendo se aproveitar e terão que ser retirados à força das manifestações.<br />
Tem até empresário no meio criando enquete para expulsar os comunistas.<br />
A coisa tá feia. Londrina é uma cidade demasiadamente provinciana e reacionária.<br />
Tá complicado.</p>
]]></content:encoded>
		
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